Um Homeme duas Paixoes
Quero mais, quero agora.
Quero uma, duas, três!
Quero amor, quero amar. Quero tudo de bom que você tem para me dar.
Mil beijos, mil carícias, mil sentidos.
Enquanto você estiver comigo
Nada importa, estarei bem.
Mas não vá mais longe, não.
Fique aqui, rogue um amém.
Volte aqui e não se perca mais.
As ruas estão desertas e perigosas.
Venha e segure minha mão
Esqueça o mundo lá fora, amor
Se aconchegue na minha solidão.
Segura o meu corpo e faz dele seu.
É tudo seu, pega e leva contigo.
Coração, alma, cabeça e amor.
Chega de caso e vergonha
Porque agora não pode existir mais dor.
Duas sombras
A outra me segue bem atrás dos meus olhos
Ente da luz que me enfrenta e me recupera
Deitando em minhas raízes
No meu abstrato
Entrando nessas águas e águas
Pra respirar
Entre os fios de minha pele
Entre o brilho dos nomes que trago
E entre o espaço adormecido de estrelas
Sabendo do meu eu
Me percorrendo mar sem fim
O amor é uma chama. Aliás, duas chamas. Os dois que se amam têm que cuidar cada qual da sua. Se a chama de um se apaga, a outra terá dificuldade em sobreviver sozinha.
Duas coisas que já aprendi dessa vida e vou levar comigo são: Sempre demonstre o que vc sente, ninguém tem bola de cristal para saber o que vc está sentindo e depois não vão dizer que não sabiam! Sofrer calada, jamais! Outra coisa: não se esforce em querer agradar todos, Jesus todo poderoso não conseguiu, quem sou eu para querer agradar... Se quer gostar de mim, tem que ser diante das minhas qualidades e defeitos! Triste daquele que demonstrar ser o que não é!
Diante do campo olho obcecadamente o jardim.
Ainda tenho barro entre as unhas e duas farpas que não consegui tirar.
Meus olhos estão satisfeitos com o suor do meu trabalho, até que os repousassem nos sacos pretos mais ao canto, cheios e lacrados.
O trabalho do qual me orgulho agora é também desconforto.
Não sou jardineiro. Aprendi com as mãos na terra que lá moram as larvas, queimei-me.
Puxei um mato bravo com as mãos descobertas, tornei-me a queimar. Essa mais que a outra, interrompeu um dia de trabalho.
Reguei mais do que devia. Deixei de aguar o necessário. Quanta dor há até que se ache o equilíbrio!
Reconheço em você meus dias no jardim.
No encontro de uma Constante - O que machuca
Nunca sabemos, nunca estamos preparados
Uma, duas, três, mais de cinco vezes
Quase sempre não aprendemos
Ou simplesmente esquecemos.
Quase sempre o que machuca
Começa por nós mesmos
É causado por nós mesmo
E a culpa cai nos ombros
Do mundo omisso, onde
Esperamos que alguém cure
Uma dor que não lhe pertence.
Você me machucou
Mas essa dor já passou
Pois, me olhei no espelho
E perdoei meus passos em falso.
O que machuca, muitas vezes é o que traz amor
O que machuca muitas vezes é a falta de amor.
Não há loop, é falta do saber em aceitar algo por ter algo.
O que me machuca é o que me cura.
O que me machuca é saber que você sabe
Mas não para de machucar.
(Trecho)
Há apenas duas felicidades nesse mundo: Amar e ser amado.
Ser amado sem amar é castigo.
Amar sem ser amado é crueldade.
Cômico, não?
Mesmo brigando as vezes (brigas estranhas que só nós duas entendemos), sempre vou te amar! E no nosso vocabulário só existe a palavra "indestrutível" e a que é inexistente é a palavra "nunca". Nossa amizade é indestrutível e não existe o nunca para poder nós separar! Te amo e muito.
Acredito muito na frase: O que é do homem o bicho não come.
Quando duas pessoas se comprometem a se amarem, a se respeitarem, quando duas pessoas se dão tão bem ao ponto de cada uma despertar na outra o seu melhor lado, o universo conspira a favor. Tenho a nítida sensação de que coisas mal resolvidas devem ser resolvidas, também acredito na liberdade e na individualidade, não precisa ficar grudado 24 horas, não precisa ligar 30 vezes por dias, não precisa fazer um diário de todas as suas atividades para o seu amor. Isso não é amor, isso é posse. Amor é confiança. É saber que seu amor pode tomar um chopinho com os amigos desde que ele não se ache o solteiro para chegar às 5 da manhã, desde que ele entenda a hora de voltar sem que pra isso precise você dar as cartas e desde que entre escolher a companhia dos amigos e da esposa ele prefira a da esposa.
Já se passava das duas da madrugada, não se houvia nada, apenas as gotas da chuva que caía. Era como se fosse músicas para meus ouvidos[...] Sentia uma dor no estômago, mas não sabia o que era. Parecia que borboletas voavam dentro da minha barriga. Seria dor de amor ? Certamente que sim. O coração batia lentamente, quase parando. Mas é incrível que quando algo lhe relata ele se transforma em uma maquína cardíaca, acredita ? (...) Acreditar, essa é uma palavra que corrói a minha mente. Cada vez mais as coisas vem ficando mais dificil, sei que não posso desistir, e nem vou. Na vida somos obrigados a tomar decisões, quer dizer, no meu caso seria algumas " escolhas indecisas." A cada dia que se passa há um novo desafio, uma nova busca, um novo conhecimento. Uma nova amizade, um novo inimigo, um novo amor, alegrias e tristezas momentaneas, mas simplesmente inesqueciveis. Momentos que nem o tempo pode apagar [...] Pensamentos lunáticos, Fantasias, Loucuras, doces ilusões predominam em minha mente. Vivo num mundo que não é meu, um mundo onde todos praticam o "altruísmo" um mundo onde pelo olhar das pessoas cabe lhe a bondade. Vivo nesse mundo porque tenho medo da realidade.
Eu e tu: a existência repartida
por duas almas; duas almas numa
só existência.Tu e eu: a vida
de duas vidas que uma só resuma.
Consegui livrar-me de duas drogas: cigarro e política. Uma entorpece a mente e aniquila o corpo; a outra: favorece alguns e destrói muitos.
Existem vários tipos de amor: de mãe, de irmãos, de duas metades e a mais importante a amizade. A primeira amizade que temos é com a primeira pessoa que vemos no mundo, com aqueles olhos expressando lágrimas de felicidade quando te viu pela primeira vez, aquele olhar de coruja (mãe). A segunda é com nossa família que podemos formar laços, com irmãos ou principalmente primos. Posso não me dar bem com minha mãe biológica, mas eu tenho uma pessoa muito especial que eu considero minha mãe: a minha “boadrasta”. Eu amo muito ela e ela é a pessoa que me olha com aquele olhar de mãe que se emociona a cada passo que dou em minha vida.
Eram 19. Duas horas a mais. 120 minutos e ela não sabia ter raiva. Nem eram precisas aquelas duas, havia tido horas suficientes pra ter. Como se cada hora de espera tivesse um equivalente em raiva, mas nela não. Nela sim, mas com ele não, pra ele não. E se não sentia raiva, o que sentir? Sentir amor, naquele momento, seria inapropriado demais. Humilhante não podia ser a palavra, pra ela que não sentia-se humilhada por mais que as circunstâncias a forçassem. Era isso o amor? O impecilio da humilhação? A ferrugem no transformador de espera em raiva? Quão desejável podia ser um sentimento que fazia-na ser tão idiota sem o menor esforço? E se não exigia esforço, por que ter raiva? Ela sentia amor ainda sendo tão inapropriado. Na escada vazia, oca e ecoante ela sentia amor e não sabia como, não sabia por que, antes disso não sabia o que fazer dele. Se tivesse raiva quebrava alguma coisa, se sentisse humilhação descia os degraus e ia-se -pra nunca mais voltar-, mas amor? Não há nada a se fazer com amor numa escada oca e ecoante. Ante. Ante. Ante.
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