Um Estranho Impar Poesia
::: Metade:::
Estou meio assim
Meio vazia
Meio cansada
Meio triste também
Queria voar um pouco
Flutuar além
Do horizonte colorido
Meu coração parece meio oco
Meio amado, meio esquecido.
Estou fragmentada
Em milhões de pedaços
E ainda assim me desfaço
Em muitos milhões mais...
Queria só um pouco de paz
Queria encher minha alma
Mas, não estou com muita calma
É um desespero que me invade
Estou meio triste, meio vazia
Hoje sou somente metade!
Meu Coração
Meu coração
é pequeno e forte,
meu coração
é como um cofre;
guarda tanta coisa
de tanto valor,
guarda tanta gente,
guarda tanto amor...
Meu coração
é grande e fraco,
meu coração
é como um saco;
guarda tanta coisa
sem qualquer valor,
guarda indiferente
guarda ódio e rancor...
Meu coração
é alto e baixo,
meu coração
é gordo e magro,
meu coração
é triste, alegre,
meu coração
bate e não bate...
Uma vez um homem começa a se envolver com drogas, dormia a tarde inteira.
Um moço o perguntor porque ele não saia de casa de dia, e ele o respondeu que a vida dele era a noite.
Essa é a escuridão da vida.
Criarei uma personagem,
quero um livro cor carmim,
e em letras fortes,
se os olhos dele percorrerem minhas histórias
me sentirei em seu mundo
como um riso que ouve-se
e agrada-nos...
Página em branco
Me vejo sentado em frente a um piano maravilhoso que me faz companhia calado.
De repente eu sou essa janela imensa ao seu lado.
Se tiver frio lá fora, olho pra dentro e me aqueço na sala morna.
Se perceber o jardim vivo e ensolarado, me volto pra fora, vejo o verde, respiro o ar fresco e me alegro.
Vou esquecer meus passos, relaxar e não procurar pela hora que dei o primeiro choro, a hora que abri o olho, a hora que sorri primeiro. Com o que foi? Onde foi? Não interessa mais... Meu riso não tem mais aquele mesmo motivo.
Hoje falo e escrevo e por causa de tudo isso meu deus se transforma aqui dentro de casa.
Amanheço feliz tantas vezes que poderia dividir com meu pai. Partir a laranja, tirar uns gomos e, enquanto comemos, conversamos.
São tantas portas e janela que tem no outro.
Cada uma que se abre traz vento; sentir isso desperta qualquer coisa. De calafrios a qualquer cheiro.
Dá pra saber se está ou não chovendo, se tem ondas, se ainda é dia, sentir frio... E daí é julgada alguma realidade, e existe um mundo pra isso e você está nele, e você sabe o que está sentindo, e isso é brilhante e você pode estar enganado quando mais uma vez percebe que amanheceu feliz.
Quanta loucura forma um homem. Quantos barcos pra alimentar uma mesa.
Sem limite vai tudo andando pra frente. E o mundo mudando em páginas em branco.
Você procura um amor. Você acha. Ele te magoa. Você chora. Não o ama mais. Mentira. Ele ainda é o amor da sua vida.
Ele é tudo pra você. Você o perdoa. Ele erra de novo. E você perdoa mais uma vez. Vocês são felizes.
Mas ele teima em errar novamente. Você resolve dar um basta. Termina tudo. Ele chora implorando por você.
Você chorando dizendo que não dá mais. Você sabe que vocês se amam. Apenas não nasceram pra ficar juntos.
PLUMINHA
Minúscula iridescência
paira
arco-íris no ar...
Existe um quê
de abuso
nesse maravilhoso
dom de voar...
Leve encantamento
sobe,
desce
e vai
pra frente
e pra trás...
Destreza,
magia e beleza
zomba
da nossa arte
de não voar...
Paixão sonora,
namora, namora,
avezinha canora!
Beija-flor,
beija a cor
e bebe o mel...
Beija o ar
e sorve o azul...
Beija o sonho
E nutre o amor...
O ver, não ver-te ou ainda lhe querer ver
É um, ou dois ou qualquer um.
um dó maior
menor que meu grito.
Um lá menor
maior que meu silêncio.
trilhos
obviamente
algum caminho.
Este lance
louco humano que é antes da hora.
mas tudo
tudo
o incompreendido estar para o ser.
Viver é um eterno recomeçar, e alí está seja o que for.
vou te seduzir numa rua escura
viver e ví o ver-te-á do que vir
Vê-la, lua minguante
ver te ver.
Braço, braçado e a curupira espreita no norte do uritizeiro.
Um homem vive e veve das minas e dos góias
corajô ou medrô no sertão,
num sabe o viver e atravessá a montanha do gerais.
Vejo-a por esta minúscula tela todos os dias
ao lado,
livre e sorridente
acalenta-me um sonho virtual
converto-me à tua vida.
dobro as roupas, guardo-as milimétricamente.
beijo-a em toda eternidade,
o seu existir me entorpece e envenena meu estar alucinado.
Já que o mundo acabou e me encontro virtualmente vivo...
dou-lhe o beijo que nunca lhe dei
um beijo eterno e delirante.
Eu quero ter o poder de te ver
eu quero ser um super herói e poder ter o poder de ver teus lábios rubros ao encontro do meu.
Eu queria tanto ter o seu jeito de ser e te ver ainda que por breve poder te acolher em meus braços
cansada e pronta para me olhar sem ninguém
e
nenhuma criptonita
adiar o dia em que definitivamente completarei o meu olhar sobre o seu.
Sei que devo um coração,
mas lhe digo!
é acabrunhado e um pouco partido.
Chegará...
antes que tarde a última estrela da manhã.
Uma manhã frustrante
uma tarde agitada
espero da noite de lua cheia belíssima um pouco de sossego e
sempre com a esperança que o vinho me desperte.
Estrela que brilha em absurdo do meu olhar,
um parco parto, o infinito, foi breve.
Rosas violetas e anéis o ver-me ti ver
caio,
momentâneamente, são nebulosas de olhos cansados
transcendo e pergunto anônimamente e inopinadamente
sorvendo um resto de lágrima
vou desconfiado, descobrindo-a de teu manto,
despí-la, um espanto.
olho-a todos os dias, estáticamente, amando-a freneticamente.
Não passa de um rascunho
há um certo pavor no ar
um cheiro acre de desespero
um gosto de fim.
Só sei decompor o verbo de uma única forma.
Viverei na penumbra
até que o dia, um dia, clareie minha sina.
Cara!
imagino o seu beijo
viajo
descolo um lance
vago pela floresta
penso no seu sorriso
é isto que me segura.
Ainda assim... quero demais.
Assim...
Pode ser um pleonasmo
por não o ser e ter que ser
mesmo assim...
por demais.
Vem cá meu amor, eu lhe quero e quero muito.
Eu lhe espero com um beijo, guardado este anos todos.
Eu lhe desejo, ardentemente.
Sabe,
sou um cara qualquer, emoção e tentação.
Dúbio, insensato, morrendo por e pela vida,
eu preciso é a aprenderer a lhe olhar
nós nascemos e vivemos cada um do seu jeito.
Embalado pelo seu ardor, o arfar
me desespero;
beijo-lhe a face, despeço-me.
Cada qual para o seu lado...
É o momento que oro para não enlouquecer.
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