Um Estranho Impar Poesia
Poesia no Corpo
.
Queria escrever no teu corpo
A poesia que brota do meu coração
Coração que pulsa, poesia e sentimento
Num ritmo perfeito, feito a tua respiração
.
Queria escrever
Cada verso
Nas estrofes do teu corpo a ser descoberto
Dos fios dos cabelo ao dedão do pé
Tu é pura poesia
A ser escrita
A ser lida
.
O teu corpo nu
Seria folha em branco
Com curvas, nuances, texturas e sabores
Para com os dedos ou a boca
A sós
A poesia mais pura ser escrita
.
Queria escrever
Em você
A história de nós dois
Onde o poeta encontra em ti
O verdadeiro amor
.
~ Henrique Ferreira - @dullcesilencio
© Todos os direitos reservados
Um pouco de poesia e vida
“Um dia minha sanidade foi aprisionada,
grades ocultas de civilizações, a história de ontem e hoje.
Embora uma mente massacrada.
O brio, anseio e orquestra da verdade velada.
Complexa vida, uma farofa de miojo.
Sim, entender o que se profana.
A cultura sedenta e arcaica.
A guerra sangrenta que diz santa.
Afegão, Etiópia, Sudão.
Enfim, infinidades, que machuca e massacra.
Minha gente, eu, Brasil.
Soldados isolados, povo sufocado.
O padrão aceitável, incriminar a sanidade.
Vender o caráter de forma covarde.
Refém, culpados, um bando voando sem rumo.
Oh seu Zé, bate o nível, a régua o prumo.
O tribunal que bate martelo é viciado no fumo.
Acende o fogaréu, a quem coloca o povo réu,
Sacerdote, ministros, intelectuais e escambau.
O povo no pau de arara, uma brincadeira infernal e banal.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida
"O que deveria ser constante, lembrado em momentos.
O equilíbrio, a ponte que tramita a humildade e a arrogância.
Destoante condição quando perdemos, as pálpebras não acompanha o compasso dessa dança.
Confuso a autenticidade da personalidade, quieto e tímido ou sagaz e atrevido.
Sobremaneira sempre bom meditar, calar muitas vezes é ouro, emudecer também é oferecer o lombo ao tronco, de forma que muitos são os coronéis das chibatadas.
Ora, cruel o fel que ainda hoje sobe aos palcos.
De fato é bom consultar a sensatez, comprar no livro certo, porque a cartilha humana é perverso, isso perverso, e precisamos ir em frente, ousar quebra a vertente, de sermos escravos e covardes, de um sofrimento eterno.
Salve, humilde sempre e quebrar o paradigma do medo, omissão e covardia, nos flancos de ontem e hoje a herança, boçal, intelectual e marginal que massacra uma gente."
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida
Minhas sinapses viajam velozmente.
Ora desembarca em momentos pensantes.
Como doce e fácil flertar:
Com um amigo gentil, alegre e bondoso.
Com a donzela perfeita como as águas que nasce no sul e sobe para o norte.
Com a família unida.
Confronto, pois a realidade é destoante.
Ignorar o mais feio, pobre e errante.
Desmerecer a árvore singela.
O lar conturbado.
Como somos desafiados.
Muitas vezes insignificantes.
O exemplo maior, foi capaz do tudo.
Assim, o sangue amoroso rege o mundo.
Mas a poesia humana é febril.
A mente insana, do ódio, da insensatez.
A bagagem da natureza pecaminosa é pesada.
Mas ainda assim, viver, conter, enxergar a luz.
Trilhar o caminho ordeiro, manso e ligeiro.
No livro, no coração, no despertar, a poesia da vida que escreveu a cruz.
Giovane Silva Santos
Estórias-XV… O/um BILIÃO, a Matemática, a Poesia e a Verdade!
Tratar: um (2*) mil milhões, por bilião (5*) ;
é estar a insultar, a matemática…
tal como, a dar pontapé, na gramática;
por ser citar, não UNIVERSAL; senão...
Vejamos nesse: um com, tais milhões: (2*) vil;
quão rápido, a nós é, pois, contar tais;
dado a em esse haver, tão lhe faltar; mais...
novecentos ‘ noventa e nove mil!
Já o a dez (3*), ou o a cem (4*) mil milhões, contar;
começa a pôr-nos a orelha de lado;
por tais, não parecerem, ele; então...
Unifiquemos, por tal, seu tal ar;
em Portugal: (5*) na Terra, em todo o Estado;
pra que em tais só haja: a UM ver, BILIÃO!!!
1*- 1.000.000- (um milhão) - errado
2*- 1000.000.000- (mil milhões) - errado
3*- 10. 000.000.000- (dez mil milhões) - errado.
4*- 100.000.000.000- (cem mil milhões) - errado.
5*- 1.000.000.000.000- (um milhão de milhões) - CERTO!!!
Um pouco de poesia e vida 11
Oh, quanta dor.
Quanto sangramento.
Cicatrizes de toda cor.
Perseguidos e feridos com vigor.
Vidas, vida, lamento.
Meu sangue é de uma terra de Santa Cruz.
Meu coração como de tantos mil.
Dolorido pranto.
Uma ilha de desencanto.
Santo.
Pau Brasil.
Herança conturbada.
Bíblia.
Espiritualidade arma perigosa.
A prisão do Egito.
A palavra que colocou o homem maldito.
Que dor eu sinto.
Como gemeram os ossos de Cristo.
Porque a lei grita.
Ignora a graça.
Torna beber a Terra em taça maldita.
Afinal.
Essa gente.
Esse povo.
Passe o pente.
De que galinha vem cada ovo.
Ordem cronológica.
Ordem científica e tecnológica.
Bata o martelo desse tribunal.
Revele senhor.
Quem é quem.
O que é a ordem mundial.
Giovane Silva Santos
Poesia de um estudante analfabeto
O sonho, povo, Brasil.
Mãe, pai, afeto.
Justiça.
Um lar, a paz, um teto.
Jornada.
Começo da saga.
A terra, cheios de donos chamados ganância.
Começa o rock, o reg, a dança.
Quieta, que isso, lambança.
A chave, motivo de opressão.
Acusação.
Massacre, crueldade.
Violento mundo.
Atrevido imundo.
Mente, prisão.
Misericórdia ignorada.
Piedade.
Compaixão.
Toma lá da cá.
Pagamento obrigatório.
Temporário, transitório.
Não, não.
O perverso.
Do amor inverso.
Desfere agressão.
Um labirinto cheio de confusão.
Jajá, literatura dos doutores.
Aqui, um encontro de rimas então.
Analfabeto.
Sem teto.
Mas a alma com salvação.
Giovane Silva Santos
UM DIA VIRÁ
Um dia a poesia virá, tão poeticamente
Vibrante, luzidia, contente e fascinante
Ao ter um romance na prosa da gente
Ateando o coração, aquele de amante
Há de ser duma maneira tão diferente
Repente nos versos, inteiro no instante
Tendo na redação o tal afeto que sente
Sussurros, ao ledor, então, alucinante!
A poesia narrada com toda a emoção
Com cânticos de sensações a compor
Contendo rimas de prazer, tão assim!
E, nessa suave e tão afável inspiração
A flor do verso a saber o que é o amor
Na qual, a poesia, um dia, virá, enfim!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25 setembro, 2022, 17’16” – Araguari, MG
Um pouco de poesia e vida
Daqui pra frente.
Eu, poesia um enfrente.
Essa tal democracia.
Essa tal liberdade.
Seria fantasia.
Uma proposta de alegoria.
Sacanagem, a suposta harmonia, da cruel sociedade.
Vou ser de fato contundente.
Uma lei, um estado que não protege sua gente.
Ciência, tecnologia e religião.
Barganha, escuridão, perseguição.
Um jogo, uma trama política, famílias, o que há por trás dessa conspiração.
Logo mais, mais um vídeo, que acham, consciência em prato limpo, ou ele , prato cheio, de sujeira e condenação.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 14
Sabe, uma prosa contigo e tal.
Perseguidos tantos.
Coagidos aos cantos.
Falo diretamente.
O que fere psicologicamente.
Claro, a natureza de situações.
O homem, a força e a fragilidade.
Contudo.
Covardemente algumas artimanhas.
Causando pressão, pânico, depressão.
Desqualificando, oprimindo, humilhando.
Diagnósticos mil.
Remédios, drogas, mundo febril.
Aiaiai, por trás da política social.
Tecnologia, bem e mal.
Ciência ousada.
Todo coração.
Todo tribunal.
Esquizofrenia, ansiedade.
O câncer da maldade.
Quem e como provocaria.
Atente aos sinais e frequências.
Ouvidos em eloquências.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 13
Um homem, um rapaz, um menino.
Uma galáxia feroz.
Enigmático povo.
A terra é perseguida.
Tal ela ferida.
Quem são, ou é o algoz.
Aiaiai milenar espíritos.
Tantos deuses adorados.
Ciência avançada.
Tecnologia cobiçada.
Religião e política.
Bicho de sete cabeças.
Ferindo, deprimindo, coagindo.
Sim, o que causa tais enfermidades.
Ansiosos e depressivos.
Vou falar, pelo mundo e no Brasil bipolar.
Eu, você, cuide do teu quintal.
Grite socorro, se preciso, estenda no varal.
Pra Deus ouvir, alguém invisível está a perseguir.
Sinais e frequências, tantas tendências.
O pânico, o medo é um começo, que eles vem a persuadir.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 18
A caixa de jogos.
Tabuleiros diversos.
A terra, o ouro, ardilosos perversos.
Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei.
Eram tantas opções, uma delas lembrei.
Joguinho de perseguição.
Conhecem o ludo.
Peões, castelo, casas e trilhas.
Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo.
Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições.
Expertise, aliados para conspiração.
Enfim, vida complexa.
Variante perversa.
Privação de liberdade.
Tecnologia e maldade.
O tripé político, científico e religioso.
Do que é bom, do que é enganoso.
Quem causa pranto e dor.
O reitor.
Dessa vida humilhante faculdade.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19
De um povo heroico.
Penhor da igualdade.
No seio a liberdade.
Como conquistar, oh braço forte.
O hino ainda em construção.
Libertação, pátria amada.
Precisa se desafiar o peito a própria morte.
De um sonho intenso e esperança.
Que não foge da luta.
Como combater essa labuta.
No grito de independência ou morte a cruz sagrou.
Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo.
Muitos inocentes sofrendo castigo.
Minha segurança com PT na cintura.
Oh fuzil, oh amargura.
A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba.
Mas as portas se abriram para os sinais.
Antenas multifuncionais.
Chips na veia.
Ciência, tecnologia formando uma teia.
Política e religião tomando ceia.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 20
Exportação, importação uau.
Magnífico mundo moderno.
Tão grande hemisfério da ciência.
Vejamos a plenitude global.
A guerra cambial, mercado financeiro.
Dólar internacional, e mais de mil dinheiro.
Brasil nacional, Brasil estrangeiro.
Independente, asas, povo liberal.
Alegoria, o tronco virtual.
A moeda, o Chicote, o sinal.
Tão dimensão, não dá pra descrever.
Tantas artimanhas.
Tantas barganhas.
Até um drone mosquito pode lhe ver.
Ora, ora, a mente lê, como prevê.
Alienado mundo artificial.
O que contém na veia.
Roboticamente.
Paralelamente.
Viajando nas nuvens.
Comunismo, Socialismo, Capitalismo.
Política, tecnologia, religião cientificamente.
Ismos que massacra gente.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 23
Quem importa com a chegada da morte.
Se o percurso existe luta.
Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte.
O procedimento de uma labuta.
Enquanto a sociedade contempla status.
A identidade do povo embriagada na luxúria.
Muitas escolas e lares.
Desenhando pomares.
Mas a real, amarguras.
Inveja, ódio, tempos, vingança.
A promessa, a terra, usura.
A conquista, o feito.
Se acontece, de qualquer jeito.
Na força, na ciência, na pressão.
Opressão, a mente sofre, a dor no peito.
Jogo de paciência e calma.
Famílias indiferentes a famílias.
Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos.
Mas juro como canto, inocente na fauna.
Roubastes as profundezas do bolso e do riso.
Mas não entrego a dignidade de minha alma.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 21
Quão maravilhoso e perigoso.
O tabuleiro da história.
Relatos tantos, escondidas tantas memórias.
A identidade do Brasil.
O corpo que resistiu.
A quem antes de Cabral residiu.
Qual a verdadeira história do índio.
E o negro, homem bicho, bicho homem no navio.
Qual as relações das correntes.
As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu.
Meu pastor e meu padre nada fala.
Os sinais, as frequências, as vozes.
A ansiedade e a depressão coagida.
Escravos da nova vida.
A pobreza submetida.
Quem tem a coroa da ciência.
Quem causa doença.
Tronco sem medida.
Aiai meu lombo.
43 anos de quilombo.
Brasil, desde Cabral, arrombo e violência.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 22
Quem sabe, quem detém.
Não se trata de segredo.
Sim, enredo.
A minha vida e a do povo também.
Registros de vidas.
Mesmo antes de Cabral.
O índio que aqui entrou.
Datas, registros e canal.
Espiritualidades e religiões.
Tecnologicamente, cientificamente.
Vai se moldando as multidões.
Qual o teor das vacinas.
Das partículas, ondas, sinais e frequências.
Na veia viajando.
Segredo e engano.
Quem revelará, libertará esse jogo profano.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 24
Da vida, qual o rumo do destino.
Cartas marcadas.
Quem desvendará as ciladas.
Arapuca armada.
Brasil, gente, povo, família, eu menino.
Da cor, da indiferença, do exemplo quem já sofreu.
Vive as circunstâncias.
A intolerância.
Poder, dinheiro, arrogância.
Cientificamente, tecnologicamente.
Tenho dito frequentemente.
O jogo político e religioso.
Saulo continua no rumo de Damasco.
Olha que ele veio até Macarani.
Que diga minha dor, meu lombo açoitado.
Vejo o povo ferido.
Levando alma de mendigo.
Eu pergunto, o que estes Saulos tem visto em mim.
Perseguindo, coagindo e acusando.
Sujeito profano.
Morro eu, ou cais tu do cavalo, isso terás fim.
Minha alma e meu sangue, misericórdia Deus tem de mim.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 25
Aprisionados pela mente.
Os gigantes vivos, vivem silenciosamente.
Roma puxa a espada moderna.
Os fariseus conspiram.
Hitler, Faraó.
Sim, o povo, todo pensar, nudez claramente.
Remédio novo, tribunal científico e tecnológico.
As igrejas, as escolas, não revelam.
Conveniente, reféns, diga o que é lógico.
A violação de privacidade.
Seria a cura para tanta maldade.
Sodoma e Gomorra.
Esse conjuntura da atualidade.
Ou não.
Um plano que uma geração toda morra.
Um tanto faz.
Esquisito plano artificial.
Escravos presos.
Desafio ao sobrenatural.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 26
A fé é inteligente, que pactua com o conveniente.
Ou a fé é louca, plantar no deserto.
Sem que haja interesse certo.
A fé é racional, ou a moral eloquente.
Penso que estamos no percurso à prova.
Render se a artificial vida.
O remédio, a ciência que inova.
Quanto vale cada alma.
Dez mandamentos, sete pecados capitais.
Poesia nua, prosa, trova.
Dialogue comigo.
A mente nua.
O jogo se intensifica.
Logradouro, frequência, Marte, lua.
No quarto, na sala, na cozinha, na rua.
Olhos e ouvidos modernos.
Arquivos sociais, particular, vidas minha e sua.
Quem vai gritar, quem vai calar.
Ai está, pactuar ou rebelar.
A coragem, da igreja, do bar.
Quem, quem vai nos libertar.
Giovane Silva Santos
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