Um Estranho Impar Poesia

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Eu posso dizer com certeza,
Encontrei beleza
Nas reflexões.
Sempre que posso pego um vôo
Em um avião chamado poesia,
E chego a aterrissar num país
Chamado Imaginação.
Pois lá encontrei a inspiração
Uma DONA que nunca me ABANDONA.
E o meu Coração
Ela transformou em capital deste país,
Onde passo os meus melhores momentos!...

Então, me considero feliz!...

Inserida por ostra

⁠Eu queria
Tanta coisa
Mas, percebi que pouco bastaria.
Ter um teto pra se abrigar
E se esconder das tempestades.
Ter o pão que representa as refeições
E poder ORAR e DORMIR em paz.
Isto em mim é tudo que me apraz,
junto com a boa companhia
da pOeSiA...
E se possível um ser
aquele bem querer
que todos sonham ter,
pra rimar e amar em vErSoS...

Inserida por ostra

✍️

⁠"Toda e qualquer infância,
tem direito a um best seller, afinal é história
acompanhada de poesia!"
***
(Francisca Lucas)

Inserida por ostra

Pobre poeta...


Ai de ti pobre poeta...
Qual um arlequim chora pelas ruas de
muitos carnavais a solidão da alma....
Ouve-se uma musica ao fundo de suas
interpretações espetaculosas
São dedilhos de piano longínquos...

Que são trazidos pelos ventos de outros tempos...
Por que choras se tua vida tu a desenhaste em
canções carnavalescas?

Lamentas o que poderia ter sido ...perdeste tua colombina

Vem...levanta-te pega teu violino e acompanha as melodias que
São trazidas e como se fosses a brisa beija o rosto de tua amada

Deixa que o perfume das rosas do jardim perpetuem
Este momento perene...quem sabe assim ela terá olhos pra ti?
Ai de ti pobre poeta que escreves poemas à luz da Lua...

Inserida por celinavasques

Uma estrela..


Feche os olhos
pense em mim
fui um sonho
encantamento
magia
um mistério!

Estive aqui o tempo todo!
no romper das ondas do mar
na brisa
no infinito que não tem fim!
te esperei longo tempo...

Sentei-me na areia alva
fiz versos e canções
que viraram poemas pra ti
Chorei
gritei teu nome
eu era o amor desejado
...não reconhecido

Nas noites de luar
com cheiro de damas da noite
- flores perfumadas -
contava estrelinhas
e em cada uma
mais um dia vivido por ti!

Feche os olhos! Não chore!
Sinta meu corpo colado ao teu
roube-me todos os abraços
aperte-me em seus braços
sinta minha mão a te acariciar
meus olhos nos teus!

Esperei
demoraste
não vieste
vamos celebrar
agora sou aquela estrelinha
que guia teus passos...
Podes ver?

Inserida por celinavasques

E te amo...

E estarei sempre contigo...
És tu a minha saudade ausente...
Tu és meu anjo... Um ser puro...
Muito amado...
O dono de meus dias... E te escuto
na ternura dos versos e das minhas palavras
Vindas da alma... E que
brotam sem ecos...
Na eloquência do silencio
da noite que se derrama em mim...

Inserida por celinavasques

Sussurro do tempo...


No giro completo de um luar
Voa este espírito ardendo de paixão...
Ergue anseios nos montes do tempo
Como ama este coração... Não se cansa de amar!
Inventa poemas, em tardes frias...
Tatua memórias no meu peito... E deixa
Palavras perfumadas que invadem o meu ser...
Não existe distância entre o coração e a razão
No êxodo deste instante sinto a fragrância das lembranças
o aroma do incenso...cravos e flores...
Estou aqui calada
Escutando o sussurro dos tempos..
qual tocasse as nuvens ao vencer o mar bravio...

Inserida por celinavasques

UM OLHAR PARA ALÉM DA NOITE

E vejo o mar... e sinto a brisa a afagar meu rosto...
e o aroma das flores na minha varanda... E beijo o silêncio
Qual se fora folhas de outono a volitar na tentativa de
Alcançar o tempo que se foi...

Ah! E as nuvens viajam no palato celeste
Cruzando as alturas...
Em meu peito ardem as lembranças que sorvo
E viram estrelas que brilham nas noites dessa profunda solidão...

E arde em meu peito esta saudade... Que incendeia e sangra a minha alma solitária
E fantasio com sonhos que se eternizam em meus versos...
... inquieta lanço um olhar para além da noite
À espera de ti!

Inserida por celinavasques

Sou pássaro que passa em revoada...

Migrando em firmamentos azuis...
No crepúsculo de um dia de outono
Fui nativa hoje sou partida
Fui amor hoje desamor...
Puro desencanto
Pássaro cativo... De uma saudade que a brisa levou...
Sou poesia em rimas a cantar...
Um pássaro que tem alma delirante... Onde a poesia é
Meu respirar constante... Cuja alvorada brota junto
Ao meu poente!

Inserida por celinavasques

Teu rosto...

Escrevi este poema com um galhinho de planta...
Na areia quente...olhando para o poente...
As palavras brotavam de minha boca e eu seguia
A anotar...palavra por palavra...
E me pus a sussurrar o amor... E qual uma louca
Vou falando palavras e versos entre sorrisos
E suspiros...
E pressinto uma energia gigantesca...
... invisível...e entre murmúrios
Deixo ao largo a solidão...
e desenho teu rosto tu...
És a poesia!
(Era o teu rosto que eu escrevia....)

Inserida por celinavasques

Suspiro em versos...

Divido todos os anoiteceres à placidez de um sorriso
Solvo de uma vez o cálice do vinho
Tão forte...
Que me queimou a alma
Cedi meus sonhos... A quem não conhecia...
Aprisionei meus dias... Numa palavra chamada amor...!
Suspiro em versos e os lanço ao tempo...
Que se demudam em sentidos...
E se perdem nos desejos e sentires...
Nas dores... Na ansiedade... No medo...
... e choram... Este amor que é segredo!
A alma sofre e reclama em sentires confuso
...então a espera se faz breve... Na loucura dos dias...!

Inserida por celinavasques

E toco meu piano loucamente...

Prisioneira que sou dessas melodias...
Que me levam a um voo imaginário...
E sonho... E fantasio... E devaneio...
Enquanto meus dedos deslizam sobre o teclado
E as notas musicais invadem a sala e o meu ser...
E caio numa bruma interior
Nas bordas destes sonhos perco-me em ilusões loucas...
E penso que preciso despertar do silencio das lembranças...
Ficar para sempre cingido aos sentires
Gritar e responder ao chamar de tua alma...
Afogar a solidão na insolência de minhas mãos...
Assim posso escutar teu coração ardente... E sinto que a minha loucura tomou conta da razão...!

Inserida por celinavasques

Aprecio um sol no crepúsculo...

Porque será que eu canto ao entardecer
Igual aos pássaros...
E fico de alma apertada...Numa nostalgia tão grande...
Quais ondas que gemem sussurrando
Cantigas na areia da praia...
Onde gaivotas observam
As espumas... Extensos véus de noivas
Arrastando rumo ao altar...
Olho o horizonte meu coração inquieto
Queda-se na esperança de ver as estrelas
Pois a lua me esqueceu...
Minha alma de poeta acelera o coração de mil perdões...
Ah como eu queria te ver
Para sentir um infinito arrepio viajando na emoção...!

Inserida por celinavasques

Até o ultimo arrepio...

Prisioneira que sou
Do teu amor...
Um pássaro sem voo... Sem partida...
Como num sonho entre brumas...
Procuro por ti... Em algum lugar
No firmamento... Entre céus...
Talvez...
Onde perdi também a alma e a paixão...

Já me reinventei dentro de todas as viagens...
Por entre mares... Por sobre as ondas
Sem chegar nem partir... Sempre no mesmo lugar
A te procurar... Até o ultimo arrepio...

Mas apenas um olhar pra trás onde
Somente um vazio e as palavras que versam
Quais gritos de amor... Nas rimas do meu poema...
A tua ausência e nada mais...!

Inserida por celinavasques

Pensei em ti...

Porque será que não te apago
Da minha vida
Nem que seja por um momento?!
Tentei apagar o pensamento
Logo voltei a falar baixinho
Será esta a minha estrela
a que perdi ?!
Silenciei o adágio
Sentindo o pulsar do coração e
do teu amor!

Inserida por celinavasques

UM ETERNO DIA...

Presa ao encanto do silêncio
Viajo em noites e madrugadas frias...
Fugindo da agonia...
Na procura de um doce instante...
Procurando a rota de um sol brilhante
Talvez... Um eterno dia...!
Pássaro que sou pousado em teu coração
Ou uma pétala de flor voando sem destino...
Aonde a saudade vem consumindo...!

Inserida por celinavasques

Aliança com a paixão...

Contemplo as verdades lúcidas do tempo...
E falo do suspiro de um lindo pássaro...
Parei meus olhos nesse doce momento...
Vivi nas areias da praia essa longa espera...
Chegaste voando nas asas de uma gaivota
E te fiz perguntas vindas do coração
E me olhaste em Silêncio...
E eu escrevi metáforas impenetráveis
E desejei ser pedra em mar profundo
Elevo os olhos aos céus mais infinitos...
deles soltam-se arco íris
De muitas cores...Fantasiando sonhos...
E renovo a aliança com a paixão...!

Inserida por celinavasques

Sou um cais sem barcos...
E nesta solidão...
Um acaso de amargos presentes
E neste silêncio que assola o coração
Sou o tempo
Escondendo o mistério das penumbras
Sou a mentira cruel que afogou a verdade
Sou um par de pérolas
Na amnésia do mar brincando de vida...
Nestas lágrimas de dor e alegria
Sou um amor guardado em soluços
Sou tantas dores, e tanto perdão!
Sou um violino tocando notas musicais...
Imitando as marés e os gritos de uma gaivota!
Sou um trovador apaixonado ... Meu nome é melancolia!

Inserida por celinavasques

Memoria de ontem...

Amar-te foi apenas pensar que fosses
Um arco íris de cores...
Não. ...Não eram versos...Nem poesia...
O amor deixou de ser um sentimento
E neste tempo de vazio profundo
Meu pranto acalmou a dor...
E plantei sonhos neste meu doìdo coração. ..
Mas o silêncio da solidão revelou aos meus próprios olhos...o sem fim...o incomensurável. ...
Agora sei...É apenas a memória de ontem. ...
Apesar de que minha alma guardará a verdade do teu coração!

Inserida por celinavasques

Silenciosamente

Me junto à tua fantasia romântica
Que me arrasta por entre o vento...
E trás um som de violino que vem de longe
- Muito longe -
As notas fluíram pelos meus ouvidos
Envolvendo-me em lembranças
- De momentos vividos -
Atinjo o reverso da alma, que me transporta...
- fecho os olhos -
E os tempos regressam do esquecimento...
Num voejar de asas febris ao encontro da noite que adormece!

Inserida por celinavasques