Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
Eu gosto de escrever
Isso me dá alegria
Sei lá o porquê
Mas é pura euforia
Acho que é porquê me despido
Me sinto inteira comigo
E abro o meu coração
Mostrando assim, para os outros
Minha maneira de ver, a minha percepção
O que tem valor para mim?
O simples e verdadeiro
Sim, e ser assim o tempo inteiro
Sem falsidades, mentiras
Plantar o amor todo dia
Sem inventar, sem intrigas
Com humildade e perdão
Fazendo sempre o possível
Para mostrar ao meu filho
Como ser um campeão
Ser Mãe
Ser mãe é revelar o invisível,
é encontrar o que ainda não se sabe,
é se realizar em outra vida —
e se doar, inteira.
Ser mãe é imaginar caminhos,
desvendar silêncios,
é se humanizar nas pequenas dores
e se transformar nas grandes alegrias.
Ser mãe é amparar no cansaço,
é transcender o medo,
é permanecer — mesmo quando tudo muda.
Ser mãe é paciência que não cansa,
perseverança que insiste,
é cuidado constante,
lado a lado, passo a passo.
Ser mãe é verbo,
é entrega,
é amor que não se mede.
Feliz Dia das Mães!
As coisas acontecem por todos os caminhos e a unica certeza que temos é que elas são transitoriamente nunca pela vida por definitivo. Depois das noites estreladas sempre vem as manhãs ensolaradas.
Mães são sempre todas e todos que com amor, compreensão e perdão, exercem a úmida e ativa maternidade na promoção e renovação da vida.
Todas as manhãs temos a grata oportunidade de pensarmos e agirmos, diferentes. Parece me mesmo que as mudanças tenham haver com a forma mais límpida, simples e clara, que desponta o sol brandinho aos primeiros instantes da alvorada. O silencio interior ouve em serenidade os pedacinhos dos burburinhos da vida das pequenas coisas que se prosseguem, a vida não para. Devemos criar uma nova rotina, menos rígida, por que tudo está certo na liberdade de existir com esperança e mais amor.
Feliz Dia das Crianças e que Nossa Senhora Aparecida tenha compaixão dos adultos infantis que por vida ainda não cresceram.
Salve dia 22 de Novembro, DIA do MUSICO no Brasil. Em tempo, uma bela data para promoção e cursos sobre a coluna de harmonia na Maçonaria, habilidade tão mau improvisada, por não haverem cursos, estudos, informações oficiais, e encontros, para os titulares mestres deste setor, que se viram nos 30, e muitas vezes não tão efetivos e felizes.
No Brasil, mudam se os nomes, do Dia de Índio para o Dia dos Povos Indígenas mas o desrespeito não, triste sina dos povos nativos originais. Antes era por Deus e hoje pelo dinheiro que mesmo em grande quantidade não compra um minuto, de vida.
"Viver Custa"
Nunca suficiente
As vezes condizente
O custo pode ser alto
O susto pode ser palco
De que vale aprender a voar
Se te preparam pra tombar?
A paz me abandonou há muito
Não posso culpar
Ou até mesmo sonhar
Tantas perturbações
Emaranhadas em emocões
Descanso é luxo
Repouso é tortura
Lamentos
Batimentos
Sentimentos
Tão vivida, mas ausente
Tão distante e tão quente
Como insiste em ficar
Se escolhe me deixar
Várias opções
Infindáveis escolhas
Tão pouco pra apostar
Ainda, tudo a perder
Como sobreviver?
Como existir?
Se der para entender
Que seja antes de sofrer
Que viver custa
Mas não paga.
Estrela que brilha de dia na luz do sol, me lembra o mar em sua melodia que cabe em uma pequena concha, que habita o gigante oceano, que chamo de meu coração.
Pai, obrigada pelo seu amor, proteção e misericórdia. Agradeço por abençoar cada membro de minha família e amigos e especialmente por ter nos conduzido até aqui.
Peço-lhe que livre-nos de tudo aquilo que obstaculiza nosso crescimento em ti e na vida. Cubra-nos com tua mão forte e teu braço poderoso. Amém!!
Que dia lindo e claro. O sol bate com força em meus olhos. O céu está limpo e azulado. Porém, sinto-me em um dia cinzento.
O sol aquece
minha pele
e o vento enrosca
em meus cabelos.
Sinto a paz reinando...
que o dia
seja muito bem vindo!
A magia do Dia das Crianças
No Dia das Crianças, somos chamados a escavar o que o tempo enterrou em nós. Crescer é como um lento naufrágio, onde nos afogamos nas correntes da rotina e no peso das horas que se multiplicam sem cor. Perdemos, entre os dedos, o assombro que outrora dançava livre em nossos olhos. O mundo, antes vasto e inexplorado, agora é uma paisagem estática, onde já não vemos a magia que as crianças respiram.
Lembro-me do dia em que observei meu filho na cozinha, como um pequeno alquimista, sorrindo ao transformar ingredientes comuns em arte efêmera. Mexia a colher com a solenidade de quem conhece segredos ancestrais, e o açúcar, dissolvendo-se, era um rio de luz. As gotas de chocolate caíam como constelações em um céu de farinha. Para ele, aquele bolo era mais que um simples bolo. Era um sonho que se formava entre suas mãos.
Nós, que já não sentimos o encanto nos gestos diários, repetimos nossos passos sem poesia. Perdemos o ritual da criação. Fazemos, mas já não criamos. Esquecemos a dança do instante, trocamos nossos olhos de espanto por uma lente endurecida, que só busca o fim, que só quer o resultado. Quando foi que deixamos de encontrar o universo em um grão de areia? Quando foi que a música da vida se calou dentro de nós?
Que neste Dia das Crianças possamos redescobrir o caminho perdido. Que voltemos a andar descalços na terra do encantamento. Que nos permitamos tocar, outra vez, a beleza das pequenas coisas – o riso de um amigo, a sombra de uma árvore no fim da tarde, o brilho de um olhar que nos acolhe. As crianças conhecem a canção secreta da vida. Elas sabem que o tempo não é uma linha reta, mas uma dança circular. Sabem que a alegria não se alcança, mas pode ser encontrada nos detalhes mais sutis.
O mundo nos ensina a sermos frios, a contarmos o tempo em segundos. Mas as crianças nos lembram que a vida se conta nos sorrisos e nos gestos despretensiosos. A criança antevê a felicidade, não espera que ela chegue para ser feliz. Elas sabem ver o voo delicado de uma borboleta como um milagre, sabem que uma flor pode conter todos os segredos do universo. Elas nos ensinam que a verdadeira sabedoria está em desaprender. Desaprender o peso, reaprender a leveza. E assim, voltar a acreditar naquilo que só o coração pode ver.
Que neste Dia das Crianças, aprendamos, assim como elas, a amar a véspera, a alegria que já habita o instante antes da chegada. Que possamos, enfim, abrir nossos corações para a inocência e para a curiosidade que nos habita, adormecida. Porque são elas que nos mostram o caminho de volta ao que sempre soubemos: a vida é um mistério a ser vivido, não resolvido. E, ao olhar novamente através de seus olhos, talvez, só talvez, reencontremos o brilho que deixamos cair ao longo da estrada.
Registro do Pôr do Sol
Saco a câmera ao ver a luz se desfazendo em farelos no horizonte,
o poente repartido entre folhas e ondas.
Cada grão dourado adere à pele do vento,
como se o tempo, feito metal antigo,
cedesse, também, à força invisível da maresia.
O sol desce como quem desaprendeu o caminho,
tropeça nos galhos secos,
tateia as frestas com dedos queimados,
num gesto quase humano de hesitação.
Não há pressa — o mar perdoa seus atrasos.
O céu não é só azul:
é um tecido remendado com prismas de luz,
um bordado delicado, feito de calor e calma.
Distraído, vejo o dia escorrer pelos cantos da tarde,
sem saber se é crepúsculo ou despedida.
Tudo o que resta
é essa teimosia de, em registro, pôr o sol no bolso,
como se o infinito coubesse na palma da mão.
Floras
Abrem asas.
Voam...
Carregam a primavera.
Sem elas,
o mundo desaprende a florir.
Voam...
Polinizam os ares,
desarrumam o azul,
fazem festa aos olhos
dos que sabem ver a beleza.
Voam...
Flores sem caule,
borboleteiam.
Panapanás,
metade mulher, metade poesia.
A grandeza e o dilema de ser pai
Ser pai é destino, missão que se trama,
Nos fios do tempo, oculto, a se entrelaçar,
Não é só a vida que se deve perpetuar,
Mas a alma que, em silêncio, se inflama.
Os filhos, seres que nos atravessam,
Não nascem apenas do corpo, mas do sentir,
Cruzam nosso caminho, e ao nos invadir,
Transformam o vazio que em nós cessa.
É nesse encontro que o belo se revela,
Quando o inesperado faz-se em ser,
Almas que, de não ser, passam a viver,
Forjadas no calor que o tempo sela.
Paternidade, processo singular,
Feito de alegrias e de dor calada,
Reconhecida, mas quase sempre velada,
Nos gestos simples, nas palavras a silenciar.
Em cada ação, o pai, com jeito finito,
Revela o divino que em nós habita,
Semelhante a Ele, na tangente da vida,
Invisível, mas presente, o mundo infinito.
Talvez o pecado maior seja a ausência,
Escolha silenciosa que a distância impõe,
De herói a vilão, o pai assim se põe,
No desejo de moldar, com severa paciência.
Mas é nesse dilema que a grandeza reside,
Caminhar entre a presença e o deixar ir,
Dar o melhor de si, sem nunca mentir,
Que o amor, mesmo imperfeito, é o que nos divide.
E assim, no vasto papel que o pai assume,
Descobre-se que ser grande não é só estar,
Mas que, mesmo ausente, pode perdurar,
Sua essência, no coração que o resuma.
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