Um dia Vamos nos Conhecer
Quem sou?
Não sei se sou uma sombra, ou um ser perturbado por uma névoa esquizofrênica.
Não sei o que sou... ou o que me tornei... me sinto como uma dor fantasma... como uma veia, só que sem sangue.
Isto tudo iludi minha mórbida e suposta existência, ainda não sei, talvez eu esteja infinitamente perdido... como uma voz conversando com uma caverna... talvez eu seja o eco de uma vida passada... Tudo é tão embaraçoso... ou estou realmente no limbo?
No fundo sei que estou preso... mas onde?
Para onde fui? (no inferno, você imagina)
Numa poça, eu posso ver olhares fúnebres e distorcidos
Olhos sem brilhos, como uma mortalha sobre o olhar de um cego.
Sinto que não importa onde quer que eu vá, minha mente não dar vida além dessas muralhas sombrias e transparentes.
A paisagem mórbida e fúnebre me assombra.
Para onde foi enviada minha sombra profana?
Presa nessa floresta infestada de vultos com olhares melancólicos?!
Caminho, e caminho e nada muda, apenas a profunda escuridão em meu interior:
- Quem sou? Para onde fui arrastado? Qual será meu castigo?
Talvez isso seja um pesadelo, ou apenas a mente de um esquizofrênico.
Da completude de cada um
Acreditar que outra pessoa pode ser a metade da gente é crer na ideia de que nenhum ser humano pode ser inteiro.
Eu, quebra-cabeça de mim.
Um eu que se mostra em pedaços,
Junte minhas peças,
Dedique-se a entender-me em partes.
Por mais que a gente tente ser perfeita a gente não consegue ser. Sabe um amor de verdade nos dias de hoje é difícil existir, porque muitos almejam
Um corpo perfeito, um sorriso perfeito um carinho perfeito, e eu de verdade não consigo ser, por mais que eu tente, não consigo, sou alguém normal, que vive em
Busca de entender o real significado de estar nesse mundo, pois as pessoas e esse mundo só querem um status um estereótipo, satisfazerm o próprio ego. Eu de coração tenho vontade de ver o sol nascer olhando do alto da cidade,
Ouvindo uma música que me agrada, e tentando ser feliz. Coisa que é difícil no mundo d hoje.
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos diaslímpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.
Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
onde você estava?
onde você estava quando a paz me abandonou
e a alegria me deixou
sou um prisioneiro das sombras
sem poder ver o sol
eu estava lá quando você caiu
lutei ao seu lado quando me pediu
dividi minhas forças mesmo quando nada me restava
e quando me afundava...
chamei pelo seu nome mas não me escutava
e enquanto te esperava
a esperança se acabava
e o ódio me apoderava
e entrevas o meu mundo virou
NÃO VOLTE AMIGO
já estou em casa
porque não importa como começa ou o que mude pelos meios seja atalhos ou desvios o final sempre será o mesmo
a solidão e o vazio da imensidão do cosmo
Se não repassarmos o nossos valores, estaremos sepultando um legado que poderá fazer muita diferença as próximas gerações.
Temos a autoestima elevada quando expressamos a alegria e a fé de um Deus lindo, cheio de glória e majestade, que nos fortalece a cada dia com sua presença dentro de nós.
A vida nos reserva momentos sombrios, exóticos, incompreensíveis... Uma fraqueza na alma, um sangrar do coração, é como morrer de sede e não tocar no copo d'água. Estar tão perto do que se quer, e não poder ter o que se quer, vai além da vã convicção dos mortais.
Quem sabe um dia exista(ou inventem) uma explicação?
Comprei um tênis novo. Resgatei meu ânimo. Comprar faz bem. É quase uma droga. Você administra pequenas doses, na medida do seu salário.
Qualquer um que invada um prédio público, usando o eufemismo de ocupação, não é boa gente nem aqui nem na casa do chapéu. Tal atitude, na verdade, é similar as birras infantis, onde os mancebos fazem o diabo para, em público, vexar os seus pais e assim poder obter o que eles querem na marra. Pois é, quem diria que tal infantilismo um dia chamar-se-ia cidadania que, por sua deixa, é uma ferramenta extremamente útil nas ardilosas mãos dos tiranetes e politiqueiros para gerar massas de manobra e produzir factoides políticos do seu agrado. Goste-se ou não disso, é assim que a banda toca.
Estamos vivendo em um mundo onde as pessoas falam mas não ouvem.
Agem mas não se expressam.Se expõe mas não aparecem. Olham mas não veem. A geração do desapego cheia de relações vazias e infundadas.
Tão bom quando a gente conhece alguém verdadeiramente receptível,que não só fala...
A gente não quer parar de ouvir esse alguém falar. A gente quer congelar as horas e ficar lá ouvindo e por vezes falando É um revezamento de assuntos que vai preenchendo nosso peito. E o mais mágico é quando essa união se faz completa, quando esse alguém termina a frase que a gente começou... E a gente conta pra alguém impressionados com a magia de ter alguém que faça um momento valer a pena. Não é sobre paixão,entende?É mais,muito mais, é atenção.
É sobre alguém gostar de ouvir o que a gente pensa sobre qualquer coisa do mundo. E compreenda nosso ponto de vista,e borda com delicadeza nossas emoções.
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