Um dia Vamos nos Conhecer

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SE NAS CORRENTES DA VIDA PRESO FICAR
E NÃO CONSEGUIR SE SOLTAR
NÃO SE DESESPERE
POIS UM AMOR VERDADEIRO TE LIBERTARÁ.

Eu sempre vou te ter
O teu gosto me preenche
E esse gosto tem um nome
Você estava voando por aí
Assim você firmou os pés no chão
Porque de novo teve minha atenção
É sempre assim
Vou mentir se dizer não
Você já sabia que a teria
E eu sabia que te daria
Então nessas horas eu consigo ver o futuro
E o futuro está limitado aos próximos minutos

Em um coração qualquer, sempre guardamos um amigo. Nem sempre um amigo perfeito, mais sim que valoriza sua amizade. Uma coisa ruim e não ter um amigo, ou jogá-lo fora de sua vida. Nunca jogue fora um diamante precioso como este.

Que você tenha uma vida leve, e muita sorte pelo caminho. Que Deus te dê um amor bem lindo pra suavizar a rotina. Que tenha forças pra suportar os momentos difíceis e alegria para comemorar as vitórias. Que sempre traga consigo e deixe por onde passar boas vibrações e energias positivas. Que nunca se conforme com menos do que merece e que seja muito, muito feliz na sua caminhada. E que sua caminhada seja de luz, muita luz para guiar o seu caminho e de todos que compartilharem o caminho contigo!!!

A possessividade é um sentimento que atormenta, aprisiona, tornando toda cúpula blindada em puro cristal.

O preguiçoso, jamais será um vencedor na Vida.

Sou intenso como o vento de um furacão, chego sem avisar, deixo rastos por onde passar, porém não venho para destruir mas sim para renovar, mudar as coisas de lugar, um terreno árido revirar até coisas boas encontrar, sentimentos nele semear mesmo que eu passe por um segundo em qualquer lugar do mundo.

Meu destino não é tem os pés no chão, meu destino é viver nas alturas, voando como um pássaro, é de viver em constante liberdade, sem endereço fixo, é de voar como um anjo, levando alegria e emoção, pois meu coração é feito de Intensidade.

Tô na larica, tia, desce aquela empada
E um guaravita, fortalecendo a vagabundagem
Atividade máxima... ainda cedo dá
Pra resolver uns trampo pelo celular

Quisera eu inflar o coração como o milho da pipoca ao estourar. Um coração que infla nunca mais volta ao seu tamanho original, e isto não é mal de Chagas, é mal de amor.
[Invisível ao toque - Nat Bespaloff]

Da Solidão

Sequioso de escrever um poema que exprimisse a maior dor do mundo, Poe chegou, por exclusão, à idéia da morte da mulher amada. Nada lhe pareceu mais definitivamente doloroso. Assim nasceu "O corvo": o pássaro agoureiro a repetir ao homem sozinho em sua saudade a pungente litania do "nunca mais".
Será esta a maior das solidões? Realmente, o que pode existir de pior que a impossibilidade de arrancar à morte o ser amado, que fez Orfeu descer aos Infernos em busca de Eurídice e acabou por lhe calar a lira mágica? Distante, separado, prisioneiro, ainda pode aquele que ama alimentar sua paixão com o sentimento de que o objeto amado está vivo. Morto este, só lhe restam dois caminhos: o suicídio, físico ou moral, ou uma fé qualquer. E como tal fé constitui uma possibilidade - que outra coisa é a Divina comédia para Dante senão a morte de Beatriz? - cabe uma consideração também dolorosa: a solidão que a morte da mulher amada deixa não é, porquanto absoluta, a maior solidão.
Qual será maior então? Os grandes momentos de solidão, a de Jó, a de Cristo no Horto, tinham a exaltá-la uma fé. A solidão de Carlitos, naquela incrível imagem em que ele aparece na eterna esquina no final de Luzes da cidade, tinha a justificá-la o sacrifício feito pela mulher amada. Penso com mais frio n'alma na solidão dos últimos dias do pintor Toulouse-Lautrec, em seu leito de moribundo, lúcido, fechado em si mesmo, e no duro olhar de ódio que deitou ao pai, segundos antes de morrer, como a culpá-lo de o ter gerado um monstro. Penso com mais frio n'alma ainda na solidão total dos poucos minutos que terão restado ao poeta Hart Crane, quando, no auge da neurastenia, depois de se ter jogado ao mar, numa viagem de regresso do México para os Estados Unidos, viu sobre si mesmo a imensa noite do oceano imenso à sua volta, e ao longe as luzes do navio que se afastava. O que se terão dito o poeta e a eternidade nesses poucos instantes em que ele, quem sabe banhado de poesia total, boiou a esmo sobre a negra massa líquida, à espera do abandono?
Solidão inenarrável, quem sabe povoada de beleza... Mas será ela, também, a maior solidão? A solidão do poeta Rilke, quando, na alta escarpa sobre o Adriático, ouviu no vento a música do primeiro verso que desencadeou as Elegias de Duino, será ela a maior solidão?
Não, a maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, e que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre.

Vinicius de Moraes
Para viver um grande amor. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

UM GRANDE AMOR!

Quando chegar a lua cheia vou descrever oque sinto por você
Vou desenhar o seu rosto nas estrelas com todo meu prazer
Quero viver com você ate a eternidade
Vou fazer varios poemas falando sobre a nossa verdade

Quero sentir com você a brisa do mar
Quero viajar nas caracteristicas dos seus olhos, no luar
Quero estar com você ate o sol nascer

Não quero que o nosso amor seja fulgas
E nem quero destruir o seu coração
Eu so quero você nos meus braços
Desfrutando da minha paixão.

Tenho um barco solto no mar dentro de mim...
Todos os dias salto em um lugar, tudo sem sair do meu barquinho em alto mar, que guio com sentimento e imaginação e faço âncora com as poesias a vagar!

careca de saber
fazer haikai esquisito
(a vida por um friso)

Nossa compreensão sobre a vida
É do tamanho de um grão de mostarda
Se não regar com constância e persistência
Não germina nem cresce

Nunca quis nada fácil na vida. Mas se algo me vier por um acaso, destino ou sorte, eu não vou me incomodar.

Com um par de pernas a mais, podemos ir além da onde esperamos chegar.

A maior declaração de amor a se dizer a alguém é um sincero:
– Vem comigo!

Descobrimos que sumir por um tempo não significa fugir e sim nos avistar de longe, ver o erro para abandoná-lo e assim nos encontrar novamente.

Sobre a vida.

ESTÃO TODOS ENGANADOS, isso aqui é que nem baralho, cada um pega uma carta de olhos fechados e entra no jogo.

Defendem ferrenhamente que podem vencer o jogo com sua carta ao ponto de arriscar morrer com a carta na mão. Eu prefiro virar a mesa e sair rabiscando pelas paredes.