Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Um momento meu que vou levar pro resto da minha vida, foi a primeira vez que entrei no Fake, foi mágico, foi como se eu renascesse por um novo mundo, uma indentidade nova para mim.
O Sonho
Olho pro céu
intoxico o comigo-ninguém pode na sacada
um gato mia ao meu lado, contudo, o vento gelou os meus ouvidos
tive a nitida impressão de ouvir um tiro.
entrei no meu quarto
deitei na minha cama
ouvi aguilera bem baixinho
mas quando eu acordo
estava chovendo.
Se um dia
Se um dia faltar luz
Ou pão pro meu estômago
Voltarei ao candeeiro
E farei outra receita
Se um dia faltar juízo
E um pouco de sal
Vou buscar outro louco
E salgarei tudo do mar
Se um dia faltar limite
E um pouco de euforia
Voarei todos os meus sonhos
E buscarei algum estímulo
Só não me venha com a besteira
De um dia me tirar o amor
Sem esse eu não vivo, nem a pulso
Por ele troco luz, pão, limite e euforia
Pelo amor eu vou além
Com amor eu sou alguém
Faço - lhe um poema
Pro meu coração falar
Falo que ela é linda
Mais ela não acredita
O que posso narrar?
Teu sorriso é lindo
O mais lindo que já vi
Mas ela não acredita
O que posso relatar?
Teu cabelo, aaaah teu cabelo não é liso nem cacheado nem tão ao menos crespo, tem um jeito diferente, falo que é atraente, mais ela insisti em não acreditar..
Oq posso declamar?
Mas ela é desse jeito, com teu jeito sem jeito, em que me enobrece com teu jeito,
que me faz pirar...
Preparei uma vida pra nós, e você apenas um espaço pro meu nome em um caderno velho, que guardas embaixo de um armário velho.
Eu só soube que era amor quando olhei pro teto do meu quarto vazio de você, peguei uma caneta e um pedaço de papel e escrevi pensando em como queria que estivesse ali, olhando pro teto junto comigo.
Quando olhava pro meu pedaço
E para o seu você olhava
O que poderia ser um laço
Era um nó que nos calava
Cada cego tateava
Uma parte de um todo
Cada cego alegava
O meu tanto não é pouco
Quando só via a minha parte
E você o seu limite
Me julgava onipotente
Não aceitava palpite
Mas deixei a ignorância
E você me entendeu
E nunca ficou tão claro
O todo era você e eu
Sistêmica visão, enfim
Sistêmica visão, enfim
E a entropia gigantesca
Logo então se dissipou
Por ter a visão sistêmica
O fluxo se efetivou
Energia sinergia
Frutos da percepção
Fim da aparência anêmica
Tanta realização
A maior humilhação pro diabo é ele ficar lembrando do meu passado, pois mesmo tendo um passado reprovável, tenho hoje, despovoado o inferno e num futuro muito próximo vou pisar gostoso na cabeça dele!!!
Autor Edson Cerqueira Felix 20-12-2014
[E tá rolando agora, convite pro coração meu, um hotel dos amantes como Eu.]
http://oficialecf.blogspot.com.br/2014/12/autor-edson-cerqueira-felix-20-12-2014.html
Meu doce Cavalheiro
Nos jardins de um amor em prantos,
A sombra da dúvida se faz presente.
Promessas ao vento, deixadas ao relento,
O temor da pobreza rompeu o elo resplendente.
Teu silêncio ecoa, em meu peito chora,
Perda e tristeza, a ausência sentida.
Na fragilidade dos laços, na dor dos passos,
Uma promessa de amor, agora partida.
O amor que temia a fome e a frieza,
Deixou-me à mercê da sua incerteza.
Ah, meu cavalheiro, por que a pobreza
Foi maior que a promessa de nossa realeza?
Na teia do tempo, tecida de esperança,
Busco a coragem que em nós ainda dança.
Para além da tristeza, além da lembrança,
A esperança de um reencontro, nossa derradeira aliança.
Que o medo do amanhã não determine nossos laços,
Que possamos encontrar paz nos braços
Um do outro, desafiando os espaços,
Rumo ao futuro, juntos, passo a passo.
E assim, meu doce cavalheiro, ainda te espero,
Com a certeza de que o amor vence o medo.
No horizonte, nosso reencontro é o que quero,
Para juntos, superarmos todo o desassossego.
Ando ligando pro céu todos os dias e o meu telefone? È o joelho, porque na boa tem que existir um remédio pra curar saudade e uma vida sofrida, além da morte.
Esse ano quero Paz pro meu coração
Quero tomar a vacina que irá salvar o mundo
Quero ver um céu verde, em azul celeste ao fundo.
Quero ver todos se abraçarem, sem receio de nada.
Quero dar as mãos....
Quero sair e cantar....dançar e comer em qualquer canto.
Quero ver as crianças nas ruas, nas praças e nas escolas...
Quero sentir a brisa, e no toque das flores, sentir seu perfume .
Quero ir ver o mar, e sentir as presenças dos sorrisos nos lábios.
Quero passar a minha cor preferida de batom...
Quero ver o Ano passar sem medo de ser Feliz.
Quero viver....cantar e sorrir....
Sem medo do Amanhã.
Dou um aviso que meu improviso
É sério, é ciso, não é de brincar
Otário com aço, eu mando pro espaço
Versando, eu faço o bicho pegar
um poeta bêbado diz pro outro:
Meu impreterível amigo
o que há de erado,
por que essa face de Dom Casmurro?
Teu semblante flácido
onde riso frouxo não passeia
não coaduna com a tua idiossincrasia
alvissareira.
Meus olhos diante
Desta paisagem
Piscou pro meu coração
Dizendo: façamos com a nossa Inspiração,
Uma fragrante poesia!
...E lá se foram eles em parceria.
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