Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Me acompanha no caminho
Não me deixe sozinho
Porque sem o seu amor
Meu bem
Eu sou um estranho no ninho
E do nada um enorme medo toma meu coração, tenho sentindo coisas por ela que a algum tempo não sentia por ninguém, não sei como o coração dela está e é muito cedo para perguntar o que ela sente, só sei que tenho medo e ao mesmo tempo ciúmes e ao mesmo tempo tenho a convicção de que ela é tudo que eu mais quero e é com ela que eu quero estar.
"Hoje só quero agradecer, a Deus, a minha família e ao meu amor, fora isso, um abraço aos meus amigos."
Um em um milhão
Você considerou meu servo Jó que não há ninguém como ele na terra? - Jó 2: 3
Em 1984, os jornais contaram a situação de uma criança na Cidade do México. O garoto de 4 anos ficou órfão e gravemente queimado em uma explosão de gás que matou 500 pessoas. Milhões viram a história e provavelmente a esqueceram rapidamente. Mas uma mulher na cidade de Nova York ficou profundamente comovida e não conseguiu tirar o menino da cabeça.
A preocupação dessa mulher levou a esforços para encontrar o menino, seguidos por 2 anos de assistência médica, presentes, visitas e, finalmente, procedimentos de adoção. Ele tinha alguém que o amava, alguém que se importava tanto que ela se entregava a ele. Eu diria que ela era uma em um milhão!
Essa história lembra o patriarca Jó. Geralmente pensamos nele como um homem justo que sofreu. Mas havia muito mais sobre ele que permitia ao Senhor dizer: “Não há ninguém como ele na terra.” Nos capítulos 29-31 de Jó, temos uma imagem mais completa do homem. Ele provou seu coração para Deus alcançando os outros. Ele era “um em um milhão” para órfãos, viúvas e outras pessoas oprimidas (29: 12-17; 31: 16-22).
Pai, por favor, dê-nos um coração que alcança os outros. Que possamos nos destacar como homens e mulheres que estendem Sua compaixão e amor às pessoas necessitadas.
COLOCANDO EM PRÁTICA
Peça a Deus que mostre a você alguém que você pode ajudar
e maneiras específicas de ajudar essa pessoa.
Faça seu objetivo esta semana para oferecer assistência.
O verdadeiro amor ajudará aqueles que não têm nada a dar em troca. Mart DeHaan
FILHO
Escrevi um poema que não lembro mais que dizia no refrão que: “Você deitado no meu peito ainda é o melhor lugar do mundo”, Ele então sorriu e disse: Também te amo Pai.
De Tempos em Tempos
Para um futuro distante
Meu eu' foi embora
Relembrei do passado
Do meu eu' de agora
Voltando um pouco mais
Lembro-me do que ela me diz:
Que o presente, é provavelmente,
O tempo mais feliz...
Meus erros tomam peso
Minha casa desaba
Me afundei em pecados
E perdi minha amada
Retornei ao passado
E quis presenteá-la
Trouxe-lhe um jardim de versos
E um lindo conto de fadas
As lembranças presentes
Odiaram as passadas
As futuras, ausentes
Pois o tempo as afaga
Jurei ser resilente
Do passado ao presente
Não recordo de nada
Mas sinto que a amei
E que ela me amava...
O gringo no Café Central.
Assim meu pai me contou, enquanto ria; a história de um gringo no Café Central.
Era lá pelas bandas do final dos anos cinquenta, um gringo muito chique, metido à besta, resolveu vir à Goiânia para ganhar dinheiro. Mas como todo inglês que se preze, fez um curso de Português com um erudito de Portugal. E como todo homem prevenido, trouxe o professor com ele até o Rio de Janeiro.
Três meses de viagem, o tal inglês hospedou-se no Grande Hotel.
E hotel você já sabe... pagando bem... eles entendem até língua de cachorro! Lá eles ensinaram que um homem de “porte” como ele, deveria ir ao Café Central para fazer contatos.
O homem se ajeitou. Colocou seu terno escuro, completinho. Até com colete e gravata com broche. Chapéu preto e sapato escuro. Tudo na risca de giz, fresquinho; para Londres. Saiu o cândido, rumo ao Café Central, a pé. Sentindo-se!
Eram três da tarde, onde passava, os homens de chapéu branco olhavam para ele e o cumprimentavam. Logo, o gringo percebeu que talvez teria que ouvir com mais cuidado os cumprimentos porque os fonemas saiam todos iguais numa palavra só:
_Bastard! Boatard!
Quanto mais as pessoas o cumprimentavam, mais calor ele sentia. Era o meio de setembro.
E... depois de encharcado de suor. O homem chega no aglomerado de pessoas, na esquina da Avenida Anhanguera com a Rua 7, que era o Café Central.
Adentrando o gringo; meu pai, mocinho do Lyceu, que estava de fora do estabelecimento; olhou de soslaio aquele branco de dar dó. Preto riscado, empoeirado, com uma mistura de perfume e um “certo cheirinho”.
Lá dentro, ninguém olhou para o homem. Todos absortos na sua própria conversa, em negociações. Um burburinho entre comerciantes de tudo. Conforme o recomendado pelo funcionário do Grande Hotel, o inglês foi de pronto ao balcão.
Avistou um atendente, que abriu um sorriso quando olhou outro homem que chegou de terno de linho branco e botas de cano alto. Sem cerimônia, o intruso sentou-se no banco que, para o inglês era dele. Depois do susto, resignado diante de sua ansiedade, o protagonista acomodou-se ao lado do homem e pôs-se a observar.
_ Bastardeee Tiaozim! Que vaicê ogi?
_ Bastardiii! Demaisdaconta! Dissempri!
_Intão-tá!
O atendente virou-se todo feliz para trás e pegou um cestinha com pão-de-queijo e uma xícara de café. Voltou-se ao moço.
Nisso, o inglês vendo a cena, já começava a sentir um certo frio na barriga. Pois não compreendia nada do que eles falavam. Fitava-os atentamente. Agora, nosso fidalgo, sentia-se um mero protagonista.
O moço trouxe o café, colocou para o jovem ao lado e com um bule de leite numa mão, perguntou:
_ Poçopô?
_ Pó-pô!
Ele colocou um pouco. O rapaz deu um gole e o atendente olhou para o inglês. Tudo pareceu em câmera lenta. Nisso, o homem já não suava de calor, mas frio de nervoso. Olhou atentamente para a boca do atendente tentado decifrar o que ele falava: _ Êita língua difícil! Ainda tem que mudar?
O atendente meio que receoso que talvez o homem muito que arrumado estivesse a passar mal. Fitou-o esperando uma resposta, quando o nosso insigne ia responder...suspirou aliviado! O garçom voltou-se para o moço de branco.
_ Tiaozim pó-pô mais?
_ Mais é clar-que-sim!
Colocou mais café na xícara e voltou com o “indigesto dialeto”:
_ Quémais?
_ Pó-pô!
Colocou mais.
_ Pó-pô-mais?
_ Pó-pô-mais!
_ Tá bãmassim?
_Num tá-não! Pó-pô-mais!
Nosso excelso ficou mais apreensivo. Compreendeu que o homem nativo, negou, afirmou para negar. E como se não bastasse, terminou afirmando novamente em imperativo! E o atendente nem achou ruim. Parece que agora ele sentia sua gravata muito apertada e sua boca extremamente seca.
De repente, o atendente olha para ele e faz uma pergunta. Assustado o ingles respondeu:
_I would like to a cup of tea and a glass of water, please. _ traduzindo: “Eu gostaria de tomar uma xícara de chá e um copo de água, por favor.” _ Of course! One moment please. _ traduzindo: Claro! Um momentim, por favor!
E não era que o garçom falava o Inglês!
O problema é que o inglês não sabia nada de Goianês. Êita sô! Tem base um troço desses?
Nerisírley Barreira do Nascimento 2018.
sou apenas uma flor
sobre um passo do Armagedom,
simplório seja meu sentimento
além do caos o sonho de paixão,
esquecido num momento
abraçado na solidão,
para o que sonhar alem do viver?
singela flor que se dissipou
nos ventos que sopraram
sem rumo para vaidade através do sussurro
de teus lábios a nudez que implora por amor.
crescente na decadência tão atroz,
responsável por meras parábolas,
sorrisos presente num vazio ausente,
simples atenuantes para o julgo o fel,
perdições do prazer do expresso,
sentimento agonizante...
por mais que queira
as sombras...
tem seu ardor da sua paixão.
Vocês já repararam que NEM UM ÚNICO filósofo ou escritor de renome escreveu algo contra o meu trabalho, só zés-manés fracassados e invejosos?
Se eu mudar todos para melhor, festejo. Se eu mudar só um, ganho meu dia. Se eu não mudar ninguém, durmo tranquilo.
Neste belo cenário
eu me deparo com um sonho
um delírio do meu imaginar
sim, só lembro de você
Relembro das vezes em que estivemos ali
e que não cessamos de observar
Tantas belezas, os momentos
os instantes de amar
Paixão, desejo teu ser é ímpar
faz meu coração acelerar
Lembranças vem e vão
sinto o meu todo extasiar
(18/04/2019)
A cada sorriso, um baque em meu coração.
Uma maré intensa,
Invadindo meu peito.
O preenchendo com amor.
Silêncio, meu coração, que a paixão bate e me consome como um fogo ardente,
Silêncio, ó mente perturbada, que jamais conseguira se unir ao coração.
Ó, silenciai todos os pensamentos que parecem um turbilhão quando pensam na tentação de você quando piro no seu olhar
Um sopro na imensidão do infinito
Fez meu coração pulsar novamente
Fez minhas mãos transpirarem
Fez meu ego voltar e viver.
Um sorriso na imensidão do mundo
Fez meu coração amar novamente
Fez minhas mãos acariciar teu rosto
Fez meu ego acreditar no amor.
Na imensidão do teu sorriso
Voltei a amar
Voltei a sonhar
Voltei a sorrir
Por te amar Ironir.
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