Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida
Um passarinho na janela
Era uma manhã como tantas outras, quando minha atenção foi capturada por um pequeno pássaro que, com graça e leveza, pousou na janela de minha casa. O passarinho, em sua serena vivacidade, parecia trazer consigo um mundo de reflexões.
Suas asas delicadas tocavam o vidro com a leveza de quem afaga o próprio destino, e seus olhos, dois pontos brilhantes, refletiam a quietude de um espírito livre, como quem tem um céu inteiro dentro de si. A presença daquele pássaro revelou-se como um oráculo silencioso, sugerindo-me que a vida, em sua essência, é uma eterna contemplação do invisível.
Enquanto o passarinho perscrutava o horizonte, pensei nas vezes em que nós, humanos, presos em nossas angústias, deixamos de perceber as belezas simples que nos cercam. Ignorância é acharmos que pássaros, só porque têm asas, não caem ou que nunca descansam nos tapetes de Deus durante o seu percurso. Essa liberdade não tem nada a ver com invencibilidade.
O pássaro, em sua graciosa indiferença, ensinava-me a arte da quietude, a contemplação do instante presente, a sabedoria de viver sem pressa.
E assim, naquele encontro fortuito, compreendi que a janela não era apenas uma barreira física, mas uma metáfora da alma, uma passagem para a introspecção e para o entendimento do nosso lugar no mundo. O passarinho, ao pousar na janela, não apenas a tocava, mas convidava-me a abrir as portas do meu próprio coração para as sutilezas da vida.
Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.
Achava que andar em círculos era coisa de doidivana. Um dia, prestando atenção em sua vida, deu-se conta de que seu maior entrave era a sua própria opinião.
A autorrealização humana deve-se, em grande parte, ao reconhecimento de que estar vivo é um privilégio e não uma espécie de castigo.
Um cristão sem fome insaciável de ser como Cristo pode ter tudo o que tiver, mas será sempre miserável, pobre, cego e nu.
Vivamos juntos, até que um dia só restar um de nós e o outro venha buscar quem ficou. Sem medo, porque há esperança de reencontro.
Quando não há reciprocidade, o interesse pelo outro tem um limite. Quando o silêncio grita: "acostume-se com a minha ausência", só nos resta obedecê-lo. Acostumar-se com a ausência, com a incerteza é o desafio desta vida.
A Dança das Cadeiras
Certa vez, sentei em um restaurante e vi que um ex-patrão estava lá, conversando com um fornecedor que eu conhecia há uns dez anos. Eu estava com uma mochila nas costas, pois tinha acabado de chegar de viagem. Tirei a mochila, sentei, comi e, em seguida, levantei para ir embora. Por educação, ao passar pela mesa dos dois "homens em posição de poder", parei para cumprimentá-los. Ao ler as expressões deles, fiquei um pouco intrigada e logo fui submetida ao que poderia chamar de interrogatório: “E seu curso, acaba quando? O que vai fazer depois disso? Como é a área comercial? Isso dá algum dinheiro?” e assim por diante. Consegui responder sucintamente às questões enquanto ainda observava as expressões. Apesar de lembrar claramente do fornecedor e do seu nome, e sabendo que ele também se lembrava de mim, já que nos víamos com certa frequência, percebi uma hostilidade velada, e algo como uma surpresa (sou alguém que ele não conhece mais?). Desses que vulgo julga a sociedade, ocupam posições de "poder", havia um amargor quase palpável por estarem no mesmo ambiente que uma ex-funcionária, agora autônoma e graduada. Após perceber os tons ofensivos e os olhares capciosos, meu ex-patrão comenta: “É a dança das cadeiras.” Levanto, sorrio hostilizando o comentário e vou embora.
Nas mãos entrelaçadas, há mais do que peles, ossos e Histórias. Há um laço invisível, um abraço silencioso. A Enfermeira, com seu toque suave e compassivo, é o respeito e o cuidado a Segurança que traz vida, que embala a jornada da missão, E assim o medo se Afasta, Tocadas afaga-se o coração.
Valor da Jornada
No caminho da vida, um passo de cada vez,
Sinta a brisa suave, veja o sol que se fez.
Cada momento é um presente, um sopro divino,
Uma chance de amor, de afeto genuíno.
Valorize o agora, o simples e o grandioso,
Nos sorrisos, nos gestos, no tempo precioso.
Cultive os laços, construa pontes de luz,
Cada coração que toca, um brilho que seduz.
Nas ações diárias, busque a plenitude,
Com intenção e gratidão, em toda a atitude.
Veja a beleza em cada pequeno ato,
No silêncio, na palavra, no abraço exato.
Viva com missão, um propósito claro,
No efêmero encontro, no instante raro.
Aproveite a jornada, celebre o existir,
Pois o tempo é um sopro, um breve florir.
Deixe marcas de amor, de paz e de bem,
Que ressoem no mundo, como um amém.
E ao fim da estrada, ao olhar para trás,
Veja um rastro de luz, de vida eficaz.
O caminho da humildade está na compreensão sensata do que somos: Um ser finito, perecível e limitado ao tempo, espaço e circunstâncias.
BOM DIA!
Nas asas do tempo, chegamos e despertamos em mais uma oportunidade de escrever um lindo capítulo da vida. Que saibamos dar o devido valor!
No sorriso de uma criança, mora a alegria,
Um sol que nunca se apaga, ilumina o dia.
São mestres de um amor puro, sem condição,
Oferecem ao mundo sua mais pura canção.
No seu olhar, a curiosidade infinita,
Cada coisa é nova, cada passo, uma conquista.
Vivem o presente, sem pressa, sem dor,
Ensinar-nos a ver o mundo com mais cor.
Ah, se em nós renascesse essa inocência,
Se a vida fosse, novamente, pura essência!
Despertar cada manhã com olhos de criança,
Abraçar o dia com renovada esperança.
São pequenos mestres de uma grande verdade,
Que no coração simples mora a felicidade.
Nos ensinam a rir, a amar sem temer,
A encontrar magia no simples viver.
E nesse dia especial, que a infância celebra,
Que cada adulto se lembre e reverbera,
A alegria inata, a curiosidade e o amor,
E redescubra no próprio peito esse fervor.
Seja cada dia um novo despertar,
Como crianças, aprender a sonhar.
Que possamos, enfim, de coração aberto,
Ver o mundo, de novo, num brilho incerto.
Pois dentro de nós, há uma criança escondida,
Que anseia por viver, por amar, por ser vida.
No dia da criança, que esse ser floresça,
E que a mágica do mundo, em nós, permaneça.
Todo rosto bonito, sempre esconderá um lado escuro, tem pessoas que você não dá nada, mais faz macumba até pra quem olhar duas vezes nos olhos. Acha que a maldade é sua amiga pessoal, mais esquece que a Lei do Retorno não deixa nada para depois.
A vida não é um propósito a ser alcançado, mas uma jornada solitária de questionamento, onde só o erro é certo.
Devemos perceber a felicidade nas sutilezas da vida, pois ela é um sentimento que reside na simplicidade!
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