Tudo Oque eu Sentia Acabou
O encontro
Não te conhecia, mas de você já sentia saudade
Queria vê-la, tê-la em meus braços, essa era minha vontade.
Imaginava-me ao seu lado, feliz, realizado
Um homem completo com a mais linda e maravilhosa mulher.
Queria tanto tocar em suas mãos, sentir sua pele, sua maciez, seu cheiro
E contar o que nos unu ao mundo inteiro.
Um homem e uma mulher quando Deus os aproxima
Quando os tira de mundos tão distantes e diferentes, Os atrai, cria um clima.
Faz nascer dentro deles uma única emoção que mexe com os corações e as mentes
Assim somos eu e você O Pai do Céu permitiu que eu a visse e jamais desistisse de tê-la sempre.
Tive a certeza de que era você, era você quem eu esperava
Tantos anos aguardando a minha benção chegar
Muitas lágrimas, orações e clamores por esse tempo a esperar.
Finalmente eu conheci o meu amor
Olho vc como se já a conhecesse a longos anos
Quantos sonhos, quantos planos!
Queria tanto te falar o que sinto
Abrir meu coração e revelar toda a minha inteira euforia
e quanto a isso eu nao minto!
Contive-me. Segurei o quanto pude.
Procurei disfarçar e esconder
Senti medo. Medo de você não me corresponder.
De amar e não ser amado. E a sofrer ser condenado.
Foi quando fechava meus olhos me esquivando.
Que vi você me olhando.
O tempo parece que parou.
O universo criado por nós se revelou.
Estendi a minha mão e a você eu toquei.
Sua pele na minha pele. Sua mão na minha mão.
Jamais esquecerei essa sensação.
Houve um encaixe perfeito.
Um para o outro feito.
Aguardando apenas o momento de encontro.
A hora em que a celestial conspiração declarasse pronto.
Chegou o tempo certo, de mais perto, lado a lado caminhamos.
De realizarmos o que esteve sempre nos sonhos meus.
Vivermos um para o outro e ambos para a glória de Deus.
Te amo minha linda flor!!!
SONETO XI
Sentia a brisa em meu rosto
O sol sobre mim
Do qual brincava de mal gosto
Queimando meu jardim
Por que fazia isto
Destruia meu bem-querer
Sorria ao me fazer chorar
Sorria ao me ver sofrer
Maltratava meu coração
Me fazia sentir
Causava em mim solidão
Tristeza, udo emfim
Ainda me fazia mal
Queimando meu jardim
Sentia-se como uma obra de arte exposta ao público. Um filme em cartaz. Estava sempre em evidência sofrendo críticas. Parecia ter o raro dom de incomodar mesmo quando não estava no ambiente.
Aqueles que a amavam e eram muitos, tratavam de dar explicações psicodélicas em um esforço, quase em vão, para salvar a sua imagem, que, de maneira nenhuma nunca havia se perdido.
Era bom ser ela. Ela só não servia para ser outra pessoa. Ser unissex. Ser a mãe que se esperava. O pai sumido.O irmão ideal.O gatinho que subira no telhado.O amigo que não deixou o endereço.A namorada que casou com o outro.O pastor que mudou de paróquia.O marido perfeito. A vovó que fazia bolos inesquecíveis. A mulher dos sonhos. O banco de empréstimos. O Homem-Aranha. Jesus Cristo.
Ser “ela” tinha momentos difíceis, mas se ela tivesse sido, por exemplo, você, teria sido pior para ambos, pois ela não teria vivido a sua própria história e teria feito a tua vida miserável. Entende?
Era bobagem querer que “ela” fosse como você ou eu.
Agora, dormindo em paz, todas as projeções feitas em cima da sua vida, voltaram para os seus respectivos donos, para àqueles que ainda estavam, por sorte, ainda acordados. Ela sempre soube que chegaria o tempo que até mesmo as projeções seriam libertas desta escravidão.
cada parada ele se sentia um fracasso e achava um idiotismo aquilo, já dizia que era impossível. Ao mesmo tempo orgulhoso, afinal, olhava para trás e via já o percurso que ele já havia conquistado. Tudo a procura daquilo que o provável era uma tolice de pessoas imaturas, mas na verdade era uma coisas inexplicáveis, e ele sabia que todo aquele idiotismo tinha rumo, e que no final a recompensa era o sonho. E maquinava muitos pensamentos em sua mente, pensava como seria , o que ele falaria, como reagiria. Quando se dá por si , só faltava a iniciativa, o trajeto já tinha conquistado. E agora já era. Sentou-se ao lado dela, e apenas lhe deu algo - representou. Era mais forte que ele. Ela tinha mais inocência. Tudo se resumiu em uma resposta: - Sim. O amor.
A cada forma superior de felicidade que conhecia, sentia-se mais triste, pois sabia que a chama que brilha com o dobro da intensidade apaga-se com a metade do tempo.
E ria da sua melancolia rebatendo com versos de velhinhos solitários e amáveis como Drummond.
“Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.”
Não sabia se era um misto de felicidade, de tristeza, de euforia, ou de sem-vergonhice. Sabia que cantava a vida, cantava e isso era tudo, não é Cecília?
“Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.”
Vivo pensando naquele dia, naquele momento em que você disse que o que sentia por mim, não era amor.
O coração se apressava e ela sentia todas as vibrações do corpo. E pulsava, e batia no ritmo da música e via toda a emoção correndo na veia. E pulsava, pulsava. E dançava. Os pés pareciam se soltar do chão. E ela respirava em calafrios contidos. E rodopiava, em círculos cercando o mundo dele. E ela ria e ria, e não queria que aquilo acabasse. E não conseguia parar de admirar aquele instante, como único. Era como se todos tivessem imóveis, e como em câmera lenta observavam, só observavam. Ela se movia, e ele se movia, em completa sintonia. Sem ensaio algum, era como um encaixe. Parecia complementar. E pulsava. Em meio a euforia, o carinho parecia entrelaçado num abraço, num beijo. Ele a tocava com efeito, com sutileza. Como se nada mais tivesse importância e nada tivesse tanta certeza quanto ali, quanto aquele agora. E realmente não tinha. Estavam por inteiro, intensamente. As mãos suavam, transpiravam. Os dedos se encaixavam no ar, e ainda acompanhando a batida da música, ela não queria soltá-los mais.
Desculpe se não coloquei em palavras o que meu coração sentia, mas é que é impossível limitar o infinito. Não se pode definir o amor.
Pequena ainda questionei meu pai por qual motivo não sentia-se plenamente feliz? Respondeu-me:"não tem opções que faças ou lugares que tu vas onde possa deixar sua cabeça em casa ela e seus sentimentos; sempre te acompanharão.
Uma tarde inteira de sorrisos, uma noite inteira de conversa.
Aquele vazio que sentia esporadicamente, hoje compreendo e chamo de espaço. Aquele sentimento inacessível que outrora era incompreendido hoje chamo de liberdade.
Uma vida inteira, uma brasa nas mãos, um ditado verbalizado, um único acesso, um único meio, um único obstáculo.
Ninguém sabia como ela se sentia. Por fora forte. Por dentro uma boneca que acabara de ser quebrada.
Acabo de desabafar, tirar um pouco do peso que sentia dentro de mim em alguns caracteres, que não sei como serão correspondidos, ou se serão. Sabe o que é pior, é não ter a mínima idéia do que poderá ocorrer após estas palavras serem lidas, não sei, e isso me chateia, as vezes é tão bom se acomodar e deixar o mundo girar sem interferência, mas, as vezes o cômodo incomoda.
Uma menina....
Hoje a menina que poupava palavras de seu amor, do que sentia; aquela que era sempre movida pela razão. Hoje simplesmente se sente destruída por não saber mais nada e não ter mais certeza de nada principalmente do que achava ser verdadeiro.
Não sabe mais o que é amor e muito menos saber o que sente, só sabe que a dor não esta mais passando. E as coisas já não são mais espontâneas; e o medo da dor que sente cada vez mais vai a afundando sem ela mesma perceber ou saber o que esta acontecendo.
Só consegue saber que cada noite fica mais fria e a dor quase sempre está presente e já não consegue mais achar os remédios para combater essa dor, por que simplesmente não existe. Infelizmente apesar de tudo o que sabe não consegue mais levantar a cabeça, porque mesmo quando tenta a dor tende a ser mais profunda e dói mais do que espera.
Essa menina própria se culpa por não te dito o que deveria, por se calar por causa de um medo antigo, que achava que era o pior medo existente e simplesmente esqueceu do mais importante defender a si própria e não ao seu medo, e no fim de tudo caiu na propia defesa que impunha, na propia defesa que achava necessário.
Essa menina hoje sou seu que deixou se ferir porque baixou a quarda e já não sei como colocar as coisas nos seus lugares tem medo de cada passo porque simplesmente esta sozinha por que já não consegue ouvi a voz do seu altíssimo Jesus.
Uma menina....
Hoje a menina que poupava palavras de seu amor, do que sentia; aquela que era sempre movida pela razão. Hoje simplesmente se sente destruída por não saber mais nada e não ter mais certeza de nada principalmente do que achava ser verdadeiro.
Não sabe mais o que é amor e muito menos saber o que sente, só sabe que a dor não esta mais passando. E as coisas já não são mais espontâneas; e o medo da dor que sente cada vez mais vai a afundando sem ela mesma perceber ou saber o que esta acontecendo.
Só consegue saber que cada noite fica mais fria e a dor quase sempre está presente e já não consegue mais achar os remédios para combater essa dor, por que simplesmente não existe. Infelizmente apesar de tudo o que sabe não consegue mais levantar a cabeça, porque mesmo quando tenta a dor tende a ser mais profunda e dói mais do que espera.
Essa menina própria se culpa por não te dito o que deveria, por se calar por causa de um medo antigo, que achava que era o pior medo existente e simplesmente esqueceu do mais importante defender a si própria e não ao seu medo, e no fim de tudo caiu na propia defesa que impunha, na propia defesa que achava necessário.
Essa menina hoje sou eu que deixou se ferir porque baixou a quarda e já não sei como colocar as coisas nos seus lugares tem medo de cada passo porque simplesmente esta sozinha por que já não consegue ouvi a voz do seu altíssimo Jesus.
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