Tudo Oque eu Sentia Acabou
Certa vez se encontrou um homem numa rua deserta.
Ele se sentia só e machucado.
Estava cego de um olho e passava muita fome.
Aquele homem aparentava ter uns 70 anos, mas sua idade real era 41.
Ele caminhava pelas ruas sem parar.
Já havia perdido a noção do dia e da noite.
Já esquecera o cheiro da flor, a comida da mãe, o conselho do pai e o abraço do irmão.
Estava triste.
Durante anos ele procurava por alguém que o ouvisse e desse atenção.
Deixara um amor, um bem querer perdido na estrada.
Desejava morrer, como se a morte fosse vida.
Desistira da vida porque a vida já era morte.
Certo dia, como num sonho, alguém estendera a mão.
E esse alguém o pegou pela mão e o conduziu pra dentro de um carro.
Do carro, entrou num foguete, e viajara para o espaço sideral.
Pousara em um outro planeta, bem parecido com a Terra.
Porem muito mais abundante em flores, frutos e animais.
A moça que o colocara no foguete o pegara pela mão.
Se aproximaram de um rio azul.
Ela pegou um pouco de agua e tocara em seus olhos.
Pronto! Não estava mais cego!
A alegria havia dominado aquele homem.
Naquele rio ele tomara um banho e se vestiu com roupas limpas!.
Depois do banho a moça sorridente e acolhedora o conduzira a uma roda e o colocara no centro dela.
Lá Homens, mulheres e crianças sorrindo haviam dito:
- Fale!
- Fale tudo o que quiser!.
O homem passou 10 dias e 10 noites falando sem parar.
Depois chorou como uma criança e emudeceu.
Aqueles seres se aproximaram do homem e o abraçaram.
Nunca disse que não te queria, nunca neguei o que por ti sentia e dizia.
Quando o fiz, sem ser em negação mas sim como interrogação, foi apenas e somente para me defender, pois o teu coração me pertencia mas chamados pela razão a outra na realidade tinhas que prestar justificações sem querer. Tentei te dizer mas faltou a coragem para te transmitir o que nesta viagem acabou por se perceber!
É ela se sentia sozinha, tão vazia, que chorar havia se tornado algo praticamente impossivel. Depois de tanto tempo trancafiada naquele quarto, tão cheio de lembranças, quase sufocando em sua dor, ela se libertou de sua propria prisão, foi sentir o vento e respirar os ares que há muito havia esquecido…
E sentia uma falta imensa de não sei o quê. É. Não sei o quê. Ela não tinha a mínima noção do que sentia falta, apenas..Sentia.
Pensava nesse sentimento e, automaticamente, sentia o peso de todas as consequencias já causadas por seu errôneo uso.
Era errado, mas era nosso. Só nosso.
A inquetação que sentia, a vontade de mexer no teu tlm, este pressentimento... e tu ainda dizias que eu estava obcecada e com pensamentos injustos, mas a verdade é que o meu comportamento tinha justificação. Apenas estou aliviada, pk pelo menos descobri a verdade e levanto a cabeça e digo com toda a certeza " A CULPA NÂO FOI MINHA".
Cada vez mais acredito mais no meu SEXTO SENTIDO.
Ela se sentia como se algo que nunca tivesse a pertencido fosse roubado.. Como se seu coração gritasse de dor sem motivos. Ela acreditava em contos de fadas e descobrir que eles não existiam a machucou muito, e agora ela não acredita em mais ninguém, porque todos dão motivos pra ela desconfiar. Ela se senti triste, com uma vontade imensa de chorar, sua alma anda tão vazia que ela tem medo de investigar o porque desse sentimento tão rancorozo que não parecia ter um fim. Ela pensa em desistir, mas algo dentro dela diz que é pra seguir em frente, e ela faz isso não por opção e sim por obrigação da qual ela não sabe explicar, ela é alguém comum, ela tem sentimentos, ela sou eu.
Ando sentindo falta do que antes não sentia. Mas tem certas horas que não sei como falar. Sabe quando tudo parece tão errado e sem motivo?
Hoje me bateu mesmo aquele tédio e tristeza, e eu vou navegando nessa substância sem vida que se chama o nada. Vou me jogando nesta coisa sem nome que está me queimando por dentro.
Me sinto sem medo de nada, só daquilo que existe em mim.
Só daquilo que não encontro mais aquí dentro."
Angustias da vida cega e encenada.
A alma gritava em plena madrugada e o corpo sentia os espasmos constantes de uma dor brotando que germina em poros secos, desidratados pela servidão contida em ares de completa solidão, o momento era de lagrima que escorre pela pele fria, tudo me ligava à morte, a sensação asfixiante e o conforto estofado da imobilidade abaixo da terra, é triste pensar na inutilidade da mente, existir e não ser nada, ser o que não se quer, sendo aquilo que me tornam aquilo que me tornei, moldado por chuva acida lapidado por mãos que percorrem o corpo, rasgando, sangrando, cicatrizes internas e externas, repletas de angustias, preso a sensação de diálogos mudos, a mímica paralitica de uma falsa expressão contida, eu grito em mim, pois me falta coragem para gritar em ti o que é obvio, as pálpebras que fecham aos que existem, morrendo na escuridão forçada dos olhos, em cena muda declamo o que sou, por expressões vazias, em cubos planos imóveis e tortos, a mão tremula sobre o papel risca a folha virgem, cravando traços de uma existência corroída, a tentativa de ser o que se pensa existir, a falsidade humana, a falta de calor em mãos gélidas, laços estabelecidos facilmente rompidos, pela falta de sentidos, quem sente sofre, pois sentir é ser frágil, é o que some e não volta, pois o medo da entrega submerge nosso intimo e se instala por completo em nossos nervos, eu tenho medo, muito medo de me entregar, pois o abismo que me separa, e infinito e amedronta quem espia seu interior, meu silencio emite ondas que perseguem quem grita por vida, eu suplico por ar, pois é de direito meu o ato de viver, observar o que me cerca e memorizar o que me afeta e tudo me afeta, pois sofro de sentidos, analiso e concluo não haver respostas para o que procuro, as línguas cansadas, a pele pálida, o chorar de magoa, dizer que amo é de mais para quem ouve, pois o medo da dor e tão grande, que a distancia é obtida como necessária para quem sente o que nos obriga a ser frios, fracos, tolos, doentes da alma, suicidas naturais, um salto livre e nu sobre pedras pontudas, aguardando a queda ansioso pelo nada seguido de sangue e lagrimas, assim existo, sou matéria orgânica, que ao final, apodrece em meio sujo, o que resta de mim são traços, fotografias e memórias alheias, assim concluo minha dor, existo e não existo, E-X-I-S-T-O! A existência é natural, o sentido que é oculto, a procura desgasta, exige do corpo e da mente, revela e confunde, compreendo minha loucura como necessária e obrigatória presença em meus dias de angustia e caretice, verifico que a solidão me persegue, e eu aprecio sua presença, por motivo de força maior é natural a dor, mais insuportável a falsa felicidade fingida e encenada, falsas personalidades, doces amargos, sensações fúteis de prazeres bobos e forçados por fatores abstratos, que nos levam a fantasias, que nos levam a dor, me exigem o sangue, o segredo intimo que percorre meu corpo, furtam-me a esperança de confiança no ser humano, furtam-me a existência, negam o direito ao grito, rotulam-me hermético, rotulo-te narciso. Pela manha percebo a vida, mais um dia que respiro, lavo o corpo e completamente nu sobre a face do espelho refletida à imagem que sou, percebo minha existência física, mais me foge a existência da alma, pois me é negado o sopro de vida, o peso de viver, comprime, esmaga, e eu desisto, sou fraco, me suicido, torno-me parte do circo, marionetes tolas, vidas manipuladas, frases feitas, poemas rasgados, gritos engasgados, vidas fúteis, o que sou então se não o nada, sou a morte fingida de pernas quebradas, sou a dor material, sou a lama, meus lábios gélidos beijam as bocas vivas retirando-lhes o resto de esperança, mordo-lhes a língua, sugo-te o sangue, finjo ser aquilo que desejas, e te possuo, pinto telas com as mãos, como maças, lhe atiro fogo e vejo queimar, pois estou morto, já me falta o ar, é a busca incessante de ser não é mais, já não existe, enterraram me vivo, sofro a asfixia de ser aquilo que um dia pensei ser.
O amor... O que sentia por você...
Era um sentimento que não podia ser explicado com as palavras do nosso dicionário e talvez com nenhuma palavra nova.
Era de tamanho tão grandiozo que não podia ser medido e nem mensurado.
Era algo de respeito e para uma vida inteira...
Um dia você bateu em minha porta...
a porta se abriu...
e com ela deixei saír o amor que sentia por você !!!
" Estou bem, como há muito tempo não me sentia. Sem dores no coração, sem vazio, sem aquele buraco fundo e oco dentro de mim. Sem nada que possa me pôr para baixo. Estou bem. E sorrio ao lembrar como uma sensação assim é prazerosa de sentir. Estar bem consigo mesmo. Sentindo o coração bater leve, sem pontadas. Batidas suaves que me fazem rir e lágrimas doces que passeiam sobre a minha face e molham o meu pijama, me deixando com uma sensação de felicidade, mesmo que seja passageira. "
Amor
Um amor sem fim
pensei que ia ser assim
Era tão lindo o que sentia por ti
Que não pensava em ter um fim.
Mas tudo acabou
um sonho que não terminou
sabendo que um dia acabaria
e que eu choraria
Por um amor que tinha acabado
pelas palavras sem sentido
de pessoas sem noção
que não sabem o que é paixão
Cinco Coisas
Eram cinco pessoas: aquele que se sentia amado, o que acredita no sucesso e era bem sucedido, o incrédulo que em nada cria, o justíssimo que clamava a igualdade e o que acreditava na verdade......
Muito bem: analisemos as cinco distintas pessoas acima:
Em um dia ensolarado, saiu o que se sentia amado, pela esposa, pelos filhos, pelos amigos.... ele, sentia-se completo, exigia de seus subordinados máxima destreza e era infalível com horários. Buscava sempre o melhor de todos, fazendo com que todos quisessem dar seu melhor..... Todavia, um dia encontrou o incrédulo, que em nada cria e este, lhe disse, amado, tens um problema?
Qual, perguntou ao incrédulo? Mesmo sentindo-se amado, ilustre, sensato, não dá a reciprocidade daquilo que sentes, oprime ao máximo aqueles que te rodeiam e te sente amado.... Mas pelo quê? Pela tua beleza? competência?
Mediante a isso, o amado contesta o incrédulo: diz-se isso, por que em nada acredita! Por que és infeliz em tua incredulidade e assim deseja que os outros o sejam!
Neste momento, entra na sala o justíssimo, escutando a profecia e interfere: Ambos são iguais, de formas opostas, concluo, pois nem tu amado dá a reciprocidade ao alheio e, menos ainda tu, incrédulo, acredita em alguma coisa.....
Feliz sou eu, que justamente compreendo a vida e faço justiça quando necessito, colocando cada um em seu lugar..... de forma exemplar.......
Entrementes, o bem sucedido invade a reunião ao escutar tamanha discussão e logo interpela: Amado e não ama? Incrédulo e crê que alguém precisa mudar? Justo que busca a igualdade, mas prevê que todos são iguais, não levando em conta as diferenças individuais... Estão todos vocês loucos..... Certo estou eu, que sou bem sucedido, pois nada julgo, em tudo creio e amo a medida que sou amado...............
Ouvindo um barulho à porta, os quatro homens viraram-se e notaram a entrada daquele que acreditava na verdade e, então,perguntaram-lhe: O que você acha a respeito disso tudo?
Passado um minuto de reflexão explanou: Acho que na verdade, só se é amado quando existe em nós a capacidade de amar e, para que isso ocorra, é necessário acreditar em algo, seja no que for, até mesmo no ar que respiramos e, mesmo que não possamos vê-lo (o ar), simplesmente, não podemos julgar sua inexistência prévia.... Assim, só haverá sucesso como ser humano e seres bem sucedidos em nossos corações, quando todos vossos elementos estiverem equilibrados sobre uma mesma visão e entendimento, dessa forma, quando vossas bocas se abrirem, somente uma será proferida:
"O amor à vida somente se dá na crença de sermos justos conosco antes de julgar os demais e, o sucesso em nossos atos depende exclusivamente da forma verdadeira em como lidamos conosco primeiramente, para depois atingirmos aos demais".........
Pensem.....
Como fugir desses tempos clichês que assombram minha mente. Foi só o ato de pensar que não sentia mais tanto como antes que pronto, o coração se revirou e negou a afirmação que poderia trazer a felicidade. Tristeza está aqui dentro de mim, ao som daquele música deprimente, mas com o ritmo tão gostoso, meus olhos se enchem de lágrimas, você vem no meu pensamento como quem não quer nada e percebo que nãos e congelou no tempo, ainda está vivo dentro de mim. Amo-te como nunca meu anjo. Infelizmente ainda padeço nessa eterna loucura de amar quem não me ama
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