Tudo Oque eu Sentia Acabou
Talvez eu te conte como eu te queria
Sobre o que eu realmente sentia
Talvez você leia meus poemas
Talvez eu escreva mais sobre esses sentimentos
Talvez você me leia algum dia
Dias atrás eu reclamava sobre não entender o que sentia
Hoje eu sei o que sinto e imploro para não sentir
Apenas não sentir, quero me abster dessa dor.
Universo, meu querido universo, me dê uma carta branca, só essa.
É engraçado, hein, houve um tempo em que eu sentia algo tão intenso por você, era surreal. Mas você mesmo fez isso mudar e não foi pra melhor.
Eu nunca amei ninguém,
mas já escrevi sobre amor.
Fingia que sentia, escrevia pra quem?
Se nem eu entendia o meu interior.
Faz um tempo que eu não entendo,
Tá difícil entender.
Até meus hobbies são passageiros,
Eu não sei o que fazer.
Eu já escrevi sobre amor,
Mas agora os meus sentimentos são verdadeiros
Hoje sinto um sentimento tão forte,
Aquele vazio que arde e machuca o peito.
TERRA ÚMIDA
Eu me sentia em plena terra úmida,
a própria lama.
Então, me descobri semente,
comecei a crescer.
Elevei-me para algo que não compreendia
e, quanto mais me elevava,
mais sentia a necessidade de usar aquela terra úmida.
Era como se aquela lama me nutrisse e me fizesse crescer.
Comecei a tomar forma.
Era caule, era folha.
E, quanto mais me elevava, mais sentia a necessidade
de usar aquela terra úmida.
Comecei a ter a sensação
de que existiam outras como eu,
na mesma situação.
Eu as via.
E nossas raízes, em meio àquela terra úmida,
apoiavam-se umas nas outras,
tão conectadas que nos percebíamos uma coisa só.
Éramos caule, éramos folha, éramos flor.
E a terra úmida começou a perder seu aspecto de lama.
Florescíamos juntas: eu e as outras.
Nossas pétalas cobriam a terra úmida com suas cores
e com um perfume que transcendia qualquer compreensão,
reverberando por quilômetros, a milhas de nós.
Éramos árvores.
Ou, talvez, continuações umas das outras.
Éramos caule, éramos folhas, éramos flores, éramos frutos,
firmes, naquela terra úmida, que nos nutria
de algo que nos elevava.
Nossos frutos doces nutriam as mais variadas espécies de seres
que propagavam nossas sementes
por mais milhas de distância,
estávamos em toda parte.
Éramos caule, éramos folhas, éramos flores, éramos frutos,
éramos Tudo.
E, nesse Tudo, éramos também o Nada,
nem semente, nem caule, nem folhas, nem flores, nem frutos.
Sem definição.
Por toda a parte.
Simplesmente éramos.
Enquanto você apenas maldizia a mim e as demais pessoas, eu sentia o suor impregnado em minha camisa surrada, comprada à prestação, e ainda enfrentava os vilões e os canhões no quintal.
Muito em breve minha camisa não será mais surrada – e os vilões e canhões no quintal – serão neutralizados.
E quanto a você?
O que me contará de novidade?
Eu sempre vou lembrar de nós assim:
Do medo bobo que eu sentia, por isso, toda vez que escrevia " te amo" para você, era em negrito, não queria correr o risco de passar em branco, ou que me esquecesse.
Queria deixar explícito.
O que mudou?
Quando eu ocupava os bancos da universidade durante a minha graduação eu sentia um orgulho ímpar de estar numa instituição federal.
Eu estudava feito uma doida e junto com meus colegas; éramos ratos de biblioteca, competíamos para tirar notas altas nas provas. Só passar não era suficiente. Média baixa era vergonhoso, coisa que não queríamos sentir... não queríamos no futuro uma vida vergonhosa, um salário vergonhoso, passeios vergonhosos.
A gente ia às aulas e por mais chata que fosse a matéria, o professor, o material da aula; a gente ia e ficava até o fim. Isso nos economizava pelo menos 5 horas sentados em frente a um livro muitas vezes cheio de ácaros.
E quando a gente se saía mal nas provas éramos humildes para reconhecer que fomos incapazes, incompetentes, burros ou que não nos dedicamos, a ponto de não saber o suficiente sobre o que nos foi perguntado.
Tínhamos a capacidade de chamar para nós a responsabilidade do nosso fracasso, ao invés de colocar a culpa nos outros, seja no professor, na cadeira dura, no calor, no frio ou na fase da lua.
Isso com toda certeza foi um diferencial!
Nerds? Sim, ontem, hoje e provavelmente amanhã e acredite rezamos todos os dias para que nossos futuros filhinhos também sejam.
Realizados? Sim, ou quase lá. Fazemos o que gostamos e com direito a salários dignos. Por isso eu posso dizer: Cada hora NÃO perdida no boteco, na frente da TV, ou dormindo está sendo recompensada.
Eu me sentia vazio, desolado, sem rumo...
Procurando achar uma razão pra viver...
Sem saber que você sentia o mesmo que eu
Procurei o porquê da distancia.
Acho que tudo é conspiração, caio dessa solidão.
E olho Pra cima...
Espero a chuva cair, mas depois vem o arco-íris
Espero que dure muito...
Eu estava chorando, mas você não sabia. Eu queria te dizer o que eu sentia, mas me sufoquei e me calei. Eu queria ter te falado - Me deixa tentar só mais essa vez!
E daí eu sentia vontade de correr.Correr, não importava para onde.Qualquer lugar servia,desde que eu não tivesse que pensar.E correria mesmo com minhas pernas doídas ou machucadas ,assim como o meu coração.
E me sinto feliz como não me sentia há muito tempo,como se eu fosse um balão e tivesse me enchido de ar e estivesse a voar nos céus.Só que não foi de ar que me enchi;foi de amor.me embriaguei de amor.E é nessas horas que percebo como o amor se assemelha ao álcool pois os dois dão dor de cabeça,os dois te fazem rir e chorar excessivamente e no dia seguinte provocam uma horrível ressaca misturada ao arrependimento.Mas não me importo com a ressaca pois para ser feliz vale a pena qualquer coisa.
E eu sentia que aos poucos as coisas estavam finalmente entrando nos eixos. O peso que eu carregava estava ficando mais fácil de suportar e eu finalmente poderia compartilhar ele com alguém. Eu finalmente não tinha mais tantos segredos para manter, ou tantas cicatrizes para esconder. Era como se tudo que eu tivesse passado, toda a dor que um dia eu tivesse suportado tudo tivesse sido um sonho, um pesadelo na verdade. Como se nada tivesse sido real. Porque quando eu olhava para trás quase não era capaz de reconhecer a mim mesma. Quando eu olhava para quem eu era, quase não consigo acreditar que é a pessoa que eu me tornei. Tantos erros foram cometidos, diversas e diversas vezes. Erros que me fizeram quem eu sou hoje. Estranho como os dias parecem estar sempre iguais, nada parece mudar. Mas então quando você olha para trás, tudo esta diferente.
Eu sentia medo daquele entardecer. A noite sempre me parecera um refúgio nada insólito... cheia de segredos, que servira como esconderijo dos culpados. As noites eram sempre anunciadas com a morte do sol. Mas a esperança amenizava o medo, na profecia anunciada de que o sol nasceria de novo em algum momento.
Eu sentia ciúmes e nem percebia . Você me fazia feliz e eu nem percebia . Agora você mudou, e a saudade me fez perceber. É, no meu caso... Eu só sei aprender com a dor.
Eu sentia muita fome e vontade de comer chocolate quando a professora falava sobre a via láctea no primário
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