Tu és uma Pessoa Nobre Homem para Mim
Sorrio para mim mesmo todas as vezes que me atropelo pelo otimismo diante das palavras mudas egoístas que a vida por suas jornadas difíceis, não vai me dizer.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
Hoje pela manhã acordei com uma nítida expressão dita a mim por uma anjinha em um sonho.Disse elazinha para mim, por favor me dê flores coloridas, perfumes suaves e notícias boas e engraçadas....e elazinha continuou, preciso tanto disto por que nosso mundo está a um passo de explodir com tantas notícias tristes, tantas maldades bizarras do ser humano para ele mesmo, com atitudes de barbares que acreditávamos terem sido extintas à centenas de anos atras ....mas não, o feio, o dodói e as bobagens, nunca morem para sempre......que pena que o mundo insista em ser e seja assim. E com estas palavras idéias vou encarar a vida mas com o pedido e pensamento da anjinha ecoando na minha cabeça e tentar resgatar o que ainda há de feliz.
Desculpem me os mestres vanguardistas do mundo inteiro mas é muito mais fácil para mim como profissional da arte , caracterizar como o bom e próspero jardim da arte contemporânea de hoje um dos caprichosos, limpos e criativos trabalhos de um dos tantos artesãos que em semelhantes plataformas vários artistas consagrados do passado já beberam em diversas épocas e bebem até hoje.Do que aceitar e reconstruir clássicos conceitos de materialidades por instalações, luzes, motores, sons mecânicos e imagens copiadas e retocadas por photoshop como obras de arte de valor artístico significativo, estético, conceitual e semelhante.
Viver muitas vezes para mim é o desafio diário de passar a perceber, outros maiores e melhores ensinamentos das coisas bem simples que passam por nós o tempo todo mas quase insignificantemente. As entre linhas que espelham a face nítida da alma.
E finalmente fui expulsa do céu, caí em meio a todo desespero que havia dentro de mim,
Quantas vezes hei de morrer em busca da vida, em busca de algo a mais.
Quantas vezes vou me enganar em busca de uma verdade, felicidade.
Eu te odeio por tanto te amar, tu eras tudo que eu procurava,
Escuro, meu Tsar.
Quando a vida mudar, onde estarás...
E quando minha vida finalmente chegar, será o fim
Você aprecia
a minha sensibilidade
os teus olhos fazem
de mim incrível
Os teus carinhos
são todos para mim
é perceptível
que somos raridade.
Os meus - sensores - existem
eles se abrem
com o teu toque
A percepção é
nossa sincronicidade
nós somos pura
sensualidade.
O caldo mágico
e doce das situações
Saem de nós dois
e das nossas levitações
As palavras de amor
são as provas
que nós dois
Somos respiração
de prazer
e de fortes emoções.
Os meus sensores
se abrem
eles se abrem
só para você
A percepção é
nossa felicidade
é perceptível
Que existimos de verdade.
O teu querer
pela minha respiração
de prazer
É um terno e ensolarado
amanhecer
Sonho com o nosso amor
pulsando na campina
O teu coração me acarinha
e me fascina.
As palavras de amor
são todinhas nossas
e viram poemas para te dizer
Que amar vale a pena
o teu agradecer por eu existir
Sempre me acalenta
Mostram que o teu amor
faz de mim mais serena.
O teu querer pela minha
respiração de prazer
É sinal que você me cobiça
sensual e intensa
Aprecio o teu vigor
suavemente acetinado
o meu coração já é teu dono
- e está apaixonado.
Não há graça ter contato com pessoas que pensem igual a mim, porque o assunto se esgota rápido, e acho melhor ainda que discordem de mim porque exerço e testo o meu poder de convencimento.
Você que é um cavalheiro à moda antiga, Trago em mim um recato de menina, E um encanto que me mostro com poesia que me encontro tua cativa.
Sei que você sabe que te vejo multiplicado em mim, Te vejo em cada verso, Te vejo em cada canto, Te vejo poema - és minha respiração.
O amor que carrego protegido na fortaleza do coração - está bem protegido pelas flores de mim. De todos os amores que tive, o teu é sem fim...
Os teus olhos não me notam, O teu coração está comigo, Sempre voltarás para mim, Você sabe como ninguém que o meu coração é o teu abrigo.
Basta um só gesto incontido, O teu poder sobre mim é infinito, A êxtase que me provocas, Transforma o mundo ao redor num mundo muito mais bonito.
Lábios cor-de -macieira, Sorriso cintilante, Fazem de mim vacilante, voltei a pensar em ter um romance...
Ao fechar os teus olhos entregue os teus delírios de amor em mim, Sou a tua doce aventura, Você é a minha doce ventura que nasceu para mim.
Escorreu de mim como
Um manancial cósmico,
Encobriu de um jeito
Tão misterioso...,
Abraço de um anjo
De espiritual encanto;
Invadiu com real virtude
De verdade balnear...,
Escreveu nas ondas do mar
Um poemário de intensidade,
Deu um beijo com vontade
Cá estou de joelhos, pronta,
Para ele me invadir, dominar.
Revelei para ele sem vergonha:
- Sou bandeira de dar em doido
Tipo pipa solta voando no ar.
Perfumei com as cores da lagoa,
Findei com todo o castigo,
Corri para versejar...,
E reunir as pontas do laço de fita
Para ninguém mais separar.
Publiquei com fina poesia:
- Eu sei ser mansa brisa -
Pomba obediente na tua mão,
Pronta para o quê der e vier.
Para fazer uma grande história
De amor e de fascinação;
Carregarei com honra a nossa paixão.
Não me roube de mim mesma,
Eu me pertenço!
Sou filha da boa franqueza...
Não me roube a paz
De construir a vida
Que eu sempre quis
Eu deixei tudo para trás.
Não me veja com outros olhos,
Eu sou como sou!
Sou poesia, sangue e sonhos...
Não me tire o tempo
De procurar o amor
Imaculado no peito
De alguém que seja
- inteiro -
E seja cheio de candor.
Não me faça como passatempo,
Eu sou dona da minha vida!
Não se faz ninguém perder tempo...
Não me venha com intenções:
Primeiras, segundas e terceiras...
Eu busco muito mais que o teu querer:
Busco o verdadeiro amor
Talvez na dimensão que você viva,
Jamais irá entender, não queira me prender!
Não é justo fazer-me de objeto,
Sou dama de fogo e ferro,
Deixe-me no meu caminho certo.
Não é legítimo e nem legal,
Arrancar a poesia lirial,
Tirar a honra do meu andor,
De andar orgulhosa
Por cultivar o jardim celeste
Que florescerá com o meu sonho de amor!
Toco as estrelas com os dedos,
Abre as portas da tua alma!
Traz para mim os teus beijos,
Ventos de um forte presságio!
Nasci para ser amor irreversível,
Tornei-me a primavera dos desejos.
Tateio entre os giros do Universo,
O destino fez do meu coração
- um verso disperso
Escrito para ser inesquecível
De uma doçura de derreter o inverno.
Teço um caminho de fina seda,
A minha loucura por você não é lenda,
Talvez a minha suavidade surpreenda,
Dançarei na Lua para que não se esqueça.
Toma-me pela mão, e escreva!
Virarei poesia, e até mesmo odalisca;
Tenho coragem até de ser ousadia,
Fazendo que por mim você persista.
Te adorarei sempre por inteiro,
De janeiro a janeiro,
Do jeito do poetinha,
Tenho a marca de todas a revoluções,
E o perfume das mil tentações.
Tudo em ti virás em mim,
Sou cantiga que te nina,
Sonata que lhe rouba o chão,
Sou a magia do amor que invadiu
A tua alma, a tua mente e o teu coração.
Toco as orquídeas do nosso jardim,
Respiro nelas os teus aromas
Doces da tua flutuação,
- Estás em todo o lugar! -
Tranquilidade um dia a gente terá,
Um dia a gente irá se reencontrar.
Na vastidão do mundo,
Tu me observas infinita,
Não perdes nada de mim,
Nem quando sofisma,
De mim tudo encontras,
Sempre no canto do olhar,
Vive do tempo e sem contas,
Porque ficaste perdido,
No imenso espaço de amar,
Vamos aprendendo nos namorar,
E nos invadir em paz
Como duas gaivotas que se namoram.
Tenho no teu corpo, o mistério,
A expressão mais paradísiaca,
A vitória do impróvável,
E a glória de toda poesia,
Que quero desvendar inteira.
Estendo o meu corpo no teu,
A concretude mais intensa,
A glória da certeza,
E a vitória memoriável
Se fará perfeita - entenda.
No infinito escrito,
A eternidade vai se escrevendo,
Com caneta tinteiro, e néctar
Dos frutos e das flores,
Pela primavera eu morro de amores.
