Tu Es Forte
POÉTICA POLÍTICA
Poética política
pô! Ética política?
Crítica!
Tu, esquerda ou direita?
Ex-querda, agora direita.
Troca feita.
Nesta troca de partidos,
como fica teu coração?
-Partido que não.
Ano de eleição:
sorriso para foto,
parece prostituição;
tudo por um voto.
Amor da minha vida o que tu temes?
Temes amar? Ou temes ser amado?
A vida é feita de experiências, algumas machucam quando as feridas cicatrizam...prometemos jamais dizer eu ti amo, mas a vida prega peças e no ardor de auto proteção vivemos a vida desperdiçando o amor que teria sido mútuo... Poderia mas não foi o Criador do alto da sua sabedoria nunca nos diz quando será o nosso último suspiro...e aquela máxima está cedo para isso ou para aquilo...temos o dia de amanhã para completar a jornada...não importa meu grande e único amor...amor de outras vidas...se possível fosse pediria ao criador mais uma chance de encontrar vc de novo num outro plano talvez...mas tenha certeza meu grande amor que duas almas se reconheceriam onde quer que estejam ou se encontrem... Assim que fosse desfrutar da felicidade que é ter vc ao meu lado...desta vez deixe que eu cuide de vc...assim como preciso que continue a cuidar de mim...nessa vida que pena a vida nos afastou mas eu peço ao Criador me conceda mais uma chance ao lado daquele que desde o primeiro instante meu coração se apaixonou...assim os dias sem vc vão se arrastando e enchendo o coração de saudade daquele que sempre será meu grande e único Amor.
Ouço sua voz
sinto seu cheiro
fecho os olhos ti vejo.
Tu és a esperança, a madrugada.
Nasceste nas tardes de setembro,
quando a luz é perfeita e mais dourada,
e há uma fonte crescendo no silêncio
da boca mais sombria e mais fechada.
Para ti criei palavras sem sentido,
inventei brumas, lagos densos,
e deixei no ar braços suspensos
ao encontro da luz que anda contigo.
Tu és a esperança onde deponho
meus versos que não podem ser mais nada.
Esperança minha, onde meus olhos bebem,
fundo, como quem bebe a madrugada.
Senhor Jesus!
Tu disseste: A minha paz vos dou...
Entretanto, senhor
Muitos de nós andamos distraídos;
Atribulados, às vezes, por bagatelas;
Aflitos sem razão;
Sequiosos de aquisições desnecessárias;
Irritadiços por dificuldades passageiras;
Dobrados ao peso de cargas formadas por desilusões e discórdias que nós mesmos inventamos;
Ocupados em dissenções infelizes;
Hipnotizados por tristeza e azedume que nos inclinam a separatividade e ao pessimismo...
Entendemos, sim, Jesus, que nos disseste:
A minha paz vos dou...
Diante, porém, de nossas inibições e obstáculos, nós te rogamos, por acréscimo de misericórdia:
Senhor, concedeste-nos a paz, no entanto, ensina-nos a recebê-la.
Tu me revelaste agora quanto tens sido cruel… cruel e falsa. Por que me desprezaste? Por que traíste teu coração, Catarina? Não posso dirigir-te uma só palavra de consolo. Mereceste tua sorte. Tu mesma te mataste. Sim, podes beijar-me e chorar, arrancar-me beijos e prantos: eles te queimarão… eles te danarão. Tu me amavas… que direito tinhas então de me deixar? Que direito… responde-me… por causa do miserável capricho que sentiste por Linton? E quando nem a miséria, nem a degradação, nem a morte, nem nada que Deus ou satanás pudesse infligir-nos poderia separar-nos, tu, por tua própria vontade, o fizeste. Eu não parti o teu coração… foste tu que o quebraste e, quebrando-o, quebraste também o meu. E tanto pior pra mim, que sou forte. Tenho eu necessidade de viver? Que vida será a minha quando… Oh! Deus! Terias tu vontade de viver com tua alma metida em um túmulo?
- Deixa-me sozinha. Deixa-me sozinha – soluçava Catarina. – Se tenho a culpa, morrerei por causa dela. Basta! Tu também me abandonaste, mas não me queixarei! Eu te perdôo. Perdoa-me também!
- É díficil perdoar olhando esses olhos, tocando essas mãos descarnadas – respondeu ele. – Beija-me de novo, mas não me deixes ver teus olhos! Eu perdôo o que me fizeste. Eu amo o meu assassino… Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?
(O Morro dos Ventos Uivantes)
Se você não se ama, eu me amo e tu fica aí com sua inveja de mim e solta essa língua dependurada na sua face de insatisfação consigo mesmo e com os outros, vê se, se enxerga urubu!
Se existe reencarnação
Na próxima eu quero te reencontrar
Que tu sejas uma pessoa bem próxima
Pra eu poder te conquistar.
Tu és uma mulher enigmática
que prende a minha atenção,
é uma inspiração para os meus versos,
poemas de uma emoção sincera
mesmo nos momentos adversos
com uma afável sensação
que não resolvem os problemas
mas fortalecem até a solução.
"E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por teres me conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: “Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"
AMO-TE
Amo-te nos poemas que escrevo
Nas horas
Nos minutos que não te vejo
E quando tu não estás ao meu lado
Nas palavras que não consigo dizer-te
Nem escrever
Dos silêncios da nossa madrugada
Noites de insônia quando estou acordada
Amo-te meu amor
E escrevo-te nos meus poemas
Mais sentidos!
Tu és com certeza a rosa mais linda que já existiu na terra. Por isso não faço questão de te colher. Só me deixa te admirar, quem sabe te adorar e se eu for merecedor que um dia aceites me amar.
Vai pra fora agora e olha pro maldito céu
Que você tanto ora
Fala pra esse deus pra quem tu sempre chora
Que não quer morrer mas só que a vida te apavora
Feche os olhos e
Diga-me você aonde o caos mora?
E tudo que eu queria dizer foi dito... e nada do que eu queria fazer foi feito... Naquele sábado tudo que eu via eram seus olhos de promessas, tua boca de desejo e sempre aquela dúvida no ar.
A UM SUICIDA
À memória de Tomás Cabreira Júnior
Tu crias em ti mesmo e eras corajoso,
Tu tinhas ideais e tinhas confiança,
Oh! quantas vezes desesp'rançoso,
Não invejei a tua esp'rança!
Dizia para mim: — Aquele há-de vencer
Aquele há-de colar a boca sequiosa
Nuns lábios cor-de-rosa
Que eu nunca beijarei, que me farão morrer
A nossa amante era a Glória
Que para ti — era a vitória,
E para mim — asas partidas.
Tinhas esp'ranças, ambições...
As minhas pobres ilusões,
Essas estavam já perdidas...
Imersa no azul dos campos siderais
Sorria para ti a grande encantadora,
A grande caprichosa, a grande amante loura
Em que tínhamos posto os nossos ideais.
Robusto caminheiro e forte lutador
Havias de chegar ao fim da longa estrada
De corpo avigorado e de alma avigorada
Pelo triunfo e pelo amor
Amor! Quem tem vinte anos
Há-de por força amar.
Na idade dos enganos
Quem se não há-de enganar?
Enquanto tu vencerias
Na luta heroica da vida
E, sereno, esperarias
Aquela segunda vida
Dos bem-fadados da Glória
Dos eternos vencedores
Que revivem na memória —
Sem triunfos, sem amores,
Eu teria adormecido
Espojado no caminho,
Preguiçoso, entorpecido,
Cheio de raiva, daninho...
Recordo com saudade as horas que passava
Quando ia a tua casa e tu, muito animado,
Me lias um trabalho há pouco terminado,
Na salazinha verde em que tão bem se estava.
Dizíamos ali sinceramente
As nossas ambições, os nossos ideais:
Um livro impresso, um drama em cena, o nome nos jornais...
Dizíamos tudo isso, amigo, seriamente...
Ao pé de ti, voltava-me a coragem:
Queria a Glória... Ia partir!
Ia lançar-me na voragem!
Ia vencer ou sucumbir!...
Ai! mas um dia, tu, o grande corajoso,
Também desfaleceste.
Não te espojaste, não. Tu eras mais brioso:
Tu, morreste.
Foste vencido? Não sei.
Morrer não é ser vencido,
Nem é tão pouco vencer.
Eu por mim, continuei
Espojado, adormecido,
A existir sem viver
Foi triste, muito triste, amigo, a tua sorte —
Mais triste do que a minha e malaventurada.
... Mas tu inda alcançaste alguma coisa: a morte,
E há tantos como eu que não alcançam nada...
Lisboa, 1° de outubro de 1911
(aos 21 anos)
Tu nasceu, viveu até agora.
Não vai estragar isso por
culpa de pessoas que só querem
te ver mal, não é?
Se amas uma flor, não a recolhas.
Se a recolheres ela morrerá e deixará de ser aquilo que tu amas.
Então, se amas uma flor deixa-a «ser».
O amor não se trata de possessão, mas sim de apreciação.
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