Três Coisas
Uma hora a gente percebe o quanto merece ser feliz. E o quanto as coisas têm que dar certo, têm que entrar nos eixos, têm que funcionar, nem que seja na marra. Quem tá de fora não compreende o quanto a gente se esforça pra merecer cada gesto amigo, cada conquista, cada palavra que soa mais perfumada que flor. Quem não calça os nossos sapatos não vê o tanto que a gente rala pra conseguir respeito, carisma, abraço de quem apareceu há pouco. Por isso temos é que nos ocupar mais com aquilo que provoca a vontade de ser eterno. Temos que dar atenção é pra quem reza pra gente antes de dormir, quem liga pra gente na hora que acorda, quem lembra do nosso aniversário, quem celebra nossas vitórias e estende a mão quando a gente cai. Temos mesmo é que deixar de lado quem só acena de longe, quem esquece da gente quando tá com outras companhias, ou quem tem coragem de dizer que nos ama só quando tá carente. A gente tem é que ter na mente quem nos deu tudo em troca de nada, quem cuida da gente quando falta saúde, quem nos acolhe quando falta dinheiro, quem nos perdoa quando aumentamos o tom de voz, quem nos deu a vida, quem nos ensinou valores, e a amar. Por isso, tô abrindo mão de amizade pingada, de amor mendigado, de sinceridade surrada e de palavra bonita, mas sem verdade. Se é pra ser feliz, tem que ser sem medo e sem dó. Se é pra curtir a vida, que seja com vontade, sem piedade. E se for pra rir, que seja alto, só pras pessoas lembrarem dos lugares de onde a nossa felicidade insiste em brotar: de dentro, do berço, da alma. E de Deus.
Não é a forma que as coisas
acontecem, mas, a forma que reagimos a elas, que será determinante para a superação.
Outros mundos dentro de nós – ? Sim. As coisas que há fora de nós possuem um paralelo nas coisas que há dentro de nós – como nós também somos mundos e coisas...
Somos música – ou, de certa forma, os pais da música
que toca e amamos, que toca nossos corações e alma. Ela
– essa música – começa em nós, sim.
Somos geografia de nós mesmos – sim. Podeis apostar, Senhores. Podeis apostar e vereis o quanto há de verdadeiro nisso, Senhores. Apostai e constatai. Sim. [...]
Eu sou uma mulher e sou latina. Essas são as coisas que tornam minha escrita distinta. Essas são as coisas que dão poder ao que escrevo.
Eu gostaria de poder te mostrar todas as coisas bonitas que vejo, porque eu sei que você iria apreciá-las tanto quanto eu.
Às vezes, quando me sinto perdido ou sozinho, eu escrevo para você. Mesmo que eu nunca as envie, ou que nunca chegue a você.
Às vezes penso em tudo que escreveria se pudesse. Eu te escreveria textos de paz, para acalmar o teu coração. Eles seriam a minha forma de dizer que quero sempre seu bem.
Escreveria sobre os sonhos que sonho, sobre as lágrimas que choro, sobre a alegria que sinto, sobre tudo o que me faz feliz.
Eu te escreveria sobre a felicidade que sinto, sobre a dor que me consome, sobre a paz que procuro, sobre a esperança que me move. Sobre as vezes em que chorei e as outras em que tive esperanças. Sobre como o mundo mudou, sobre o que ainda não compreendo. Sobre as lições que aprendi e sobre aquelas que ainda não entendo.
Contaria sobre minhas noites sem dormir, e sobre como às vezes eu só quero sumir. Contaria dos sonhos que se esvaem em meio à rotina.
Falaria sobre as verdades que preferimos omitir, sobre a dor e sobre a cura, sobre a vida e sobre a morte, sobre a esperança que me faz continuar.
Sobre as músicas que me arrepiam a pele, e sobre os livros que me salvam da loucura.
Diria que a vida é uma merda, mas que vale a pena ser vivida. Diria que o amor é uma piada, mas que com você eu rio mesmo assim.
Diria sobre a dor que me rasga a alma, e sobre a felicidade que me faz sorrir, sobre a saudade que me corrói por dentro, e sobre a esperança que me mantém vivo. Só que eu não posso escrever tudo isso, não só porque você não está mais aqui, mas porque as palavras são limitadas, e o que eu sinto é infinito, como o universo que me cerca.
Por isso guardo tudo dentro de mim, e deixo que a vida me ensine que as coisas são como são, e que eu não posso mudar nada.
Mas ainda assim, eu escrevo, porque é a única forma que conheço de dar voz aos meus sentimentos, e de me conectar com o mundo lá fora.
Você não sabe, mas eu escreveria sobre o som da sua voz, raspando como um disco de vinil antigo, e que me faz lembrar de todas as noites que passamos juntos, sem um pingo de sono.
Escreveria sobre todas as coisas que me fazem sentir vivo e morto. Escreveria sobre o tempo, que passa tão rápido e cruel, e nos deixa com a sensação de que não fizemos nada como deveríamos. Sobre os mistérios que habitam a noite, sobre os segredos que o silêncio encerra.
Diria o quanto ainda é importante pra mim, e o quanto te admiro e respeito, e que cada pensamento meu, era pra ser um abraço quente em teu peito.
Escreveria tantas coisas que talvez até faltasse papel ou espaço para registrar tudo o que sinto. Escreveria inclusive sobre a escrita, e a liberdade que ela traz, e que talvez te faltou muito isso para enfim alcançar a paz.
Não sei, talvez seja melhor assim, deixar as palavras soltas no ar, e deixar que cada um as encontre do jeito que melhor lhe convier.
Eu procurei por muito tempo, ler sobre as coisas do mundo contemporâneo. Marxismo, Capitalismo Neo Liberal, Direita, Esquerda, Sim, Não e o que acabou fixando em minha memória foram: Dó ,Ré, Mi, Fa, Sol ,Lá e Si...
Infelizmente, a hierarquia serve pra duas coisas: A primeira para reprimir alguém que se destaca!!! A segunda é pra repensarmos o tamanho de tudo isso!!!!
Contrariar as coisas e na maioria das vezes estar certo. Não é ser chato, ou popularmente "pé frio" é ser ético...
Menino, não se apegue tanto! Mais uma vez, vou te enrolar!!!!! Você, precisa aprender algumas coisas.... Querido Deus, pode ser amanhã!!!! Hoje estou profundamente seduzido pelo meu processo humano...
Hoje me sinto feliz, não consegui fazer muitas coisas nessa minha vida!!!! Mas algo que realmente me fez sentir próximo de Deus, foi conviver com a querida e iluminada Joyce!!! Foram longos anos de amizade e confidências aonde eu consegui estar desprendido do meu orgulho, das minhas fraquezas e meus medos!!!!! Obrigado querida Joyce....Gratidão eterna.....
O mais estranho pra mim era que as coisas, não se apresentava em seu tempo devido, mais sempre rápido demais e sorte de quem entende...
Nasci com coisas, que pareciam não ser minhas... Amor pela Lara aos quinze anos!!!!!!! Algo que me consumia de quando acordava até dormir...parecia mais um egoísmo degradante do que amor, afinal era muito confuso pra mim. Algo bem maior que eu... Nunca mais aconteceu, ainda bem rsrs...
