Trago Flores
Bom dia amores, que até o inverno traz flores. Rosas negras, cotovias, vida cheia de sabores. Vento leve esfria a face às rapinas tão selvagens. Sopro raso de rebojo a que a água cobre as margens. Outro dia, cotovia, outro dia, alegria. Sê-de inverno, sê-de mundo, horizonte, céu ao fundo. Eu respiro, eu existo, não me rendo, eu insisto. Que onde há luz também há sombra e onde há inverno faço ronda.
Florescem as flores no silêncio do tempo,
Trazendo beleza que o vento carrega.
Breve instante, perfume e encanto,
Vida que nasce e na brisa sossega.
Maio chegou…
Trazendo flores, felicidade.
E falando de amor.
Maio, você é incrível.
Bem-vindo...
Bom te ver!
as flores moldam-nos os dias, trazem-nos pensamentos positivos, oferecem-nos uma oculta linguagem que se torna mágica e nos dão força e brio para continuarmos...
“Amor primaveril”
Você chegou, lindo, feito um dia de primavera, trazendo flores e cores, agregando o mais belo contraste que vi através de minha janela.
Vi você chegar, e mergulhar no meu olhar!
Descontraiu minha tensão!
Veio fazer morada em meu coração.
Fez-me enxergar melhor, as belas flores que haviam espalhadas pelo chão.
Afastou de mim as incertezas do caminhar.
Permitindo-me, de seus sonhos, participar.
Mimoseou-me, com o seu dedicar.
Meu coração, que estava acostumado à frieza de uma tulha fria,
vivia de nostalgia.
Agora se via aquecido,
mal sabia ele que novamente ia voltar a ser entristecido.
Chegou para transformar o meu coração!
Assim como existe amor de verão, também existe amor em outra estação.
Só veio transformar, só por alguns momentos.
Florescer meu coração, e
perfumar meus sentimentos
*
Rosely Meirelles
Hoje, ela acordou bem cedo. O despertar do outono traz o cheiro das flores, junto com o barulho dos pássaros cantando músicas sobre liberdade, com um ar de saudade...
O primeiro compromisso do dia é com ela mesma. Ela adora correr, ciente da direção e do rumo. Logo coloca aquele sorriso no rosto, sua marca registrada, veste sua roupa e seu tênis preferido, um coque no cabelo. Sem precisar usar maquiagem ou se arrumar, sem a necessidade de evidenciar sua beleza, porque a estrada não lhe cobra nada.
Movimentando suas pernas, aumentando seu ritmo, o torque do coração, assim começa a música da respiração, a vibração da pele, a lavagem da alma...
No caminho, apenas o barulho dos seus passos. A passada é leve e segura. A corrida nesse percurso já é familiar. É a mesma rua que já ouviu seus pensamentos, suas dores, os gritos presos na garganta... Sempre ouve, sem julgar.
Ela está consciente do percurso, porém, o mundo surpreende. Na próxima curva, tudo pode mudar... Qual a direção, qual o rumo... Às vezes, ela se permite descobrir novos caminhos, novas pontes e conexões. A vida exige.
Amanhã, ela levantará cedo novamente, talvez com o barulho da chuva, e repetirá tudo de novo. Ela sabe que a vida é um ciclo constante, mas a cada dia ela corre com um novo propósito, com uma nova intenção. Ela corre para se sentir viva, para sentir a felicidade fluir em suas veias, para se conectar com a natureza e com ela mesma.
Meu amor
Te prometo te trazer flores todos os dias.
Te prometo te amar e mais a cada dia.
Te prometo ser o homem que sonhou que eu seria
Te prometo te dar todo amor
Te prometo
Te amor muito e isso não é promessa.
É a realidade
Agora e sempre será a realidade te amar
Até os fins dos meus dias.
Poema Tom Nogueira
Te desejo paz e bem e tudo que o vento puder te trazer de bom... te desejo flores, amores, te desejo luz... te desejo dias de sol ... te desejo sorte, força, te desejo realização... te desejo amor e tudo de bom que couber oferecer...
As flores são a essência da vida.
O que há de mais puro e sutil trazendo alegrias e cores na nossa existência...
E que venha setembro trazendo novos dias com o encanto das flores, das cores, com seu perfume, sabores e sentimentos...
Uma brisa tão gostosa perfumada pelas flores trazia a pureza para o ar. Ali nós dois longe da cidade, na perfeição, naquele paraíso selvagem, onde os animais gozavam da mais pura paz e onde os seres humanos estressados com a aflitiva vida da cidade refugiavam-se para conseguir a plenitude do amor.
Assim como as flores trazem o perfume, a verdade traz confiança, a fé traz certeza, o amor traz a felicidade.
O meu jardim
Borboleta,
que em tão negro jardim queres entrar,
que me queres trazer flores ou espinhos,
não tragas
e não entres...
Fica à porta, espreita o que está à tua frente.
Consegues ver, porque lá dentro estão velas.
As acesas, rezam por amores acabados,
as apagadas, por calvários que nunca foram amores.
Diante dos teus olhos
estão mármores frios e negros.
Se reparares com atenção,
em cima desses mármores, estão fotografias.
São fotografias de pessoas,
a quem aos meus filhos direi, que eram amigos,
porque foi com eles
que passei os melhores anos da minha vida.
À tua direita, a terra é estéril.
As flores que vês, vestidas de negro, não são flores!
São de pedra.
Ali jazem fracassos
em forma de mágoas, mentiras, traições e abandonos.
À esquerda, ervas daninhas.
Coroas de flores, por tudo o que foi em vão,
por sorrisos e lágrimas, alegrias e tristezas,
noites inesquecíveis, noites de espera agoniante,
cartas e fotografias que se queimaram,
ouro que se vendeu, bens que se perderam,
recomeços extasiantes, tropeços estúpidos
e sonhos que não se tornaram realidade.
Ao fundo, está um pedaço de terra.
Só tem uma linda flor.
Só tenho essa.
É para a trocar pelo resto da minha vida,
por companheirismo, amor e amizade,
tudo junto!
Por tudo isto, borboleta,
se vieres só de passagem,
não abras a porta do meu jardim!
Mas se vieres para ficar,
se estrelas e constelações quiseres enfrentar,
se tratares o meu jardim como eu tratarei o teu,
entra, porque estive a vida inteira à tua espera!
Quando a noite chegar
Trazendo infinitas respostas
E as flores bonitas
das quais você gosta
E que não abrem-se ao Sol
Noturnas iguais você e eu
Misteriosas
Quais livros que a gente não leu
Relembre as promessas
que nós não cumprimos
incrustadas
No seu coração e no meu
hoje mais nada restou
Mas te peço que leves
Aonde quer que fores
A nossa lembrança guardada
E mais nada
Além do perfume das flores
