Trabalho Noturno
Voo noturno
Sonhos precisam de asas
Acontecem durante o sono
E também estando desperto
Noturnos descansam a mente
Diurnos alimentam a esperança
Acalentados para se tornarem certos.
Sonho para menos saudade
Acordo para te ver de perto
Voo noturno, encontro etéreo
Pouso diurno, teu amor na realidade.
Olho para o céu noturno, fico ali parada
contando estrelas, com cara de quem
sente saudades de casa ...
Noturno
Outra noite chegou
Lá fora um frescor
Aqui dentro...tensão
Na incógnita noturna
Uma dormência intranquila
Pautada nos fantasmas da noite
Obscura e escura
Num medo infundo
Uma palavra escrita
Outra chamada
Meu nome...meu nome
Sou filha, sou mãe
Sopra uma brisa
Ainda quente
Pela janela (aberta) da sala
Contrastando com o calor do quarto
Segue a vida
De tantos lá fora
Segue a sina
De nós duas aqui dentro
É quase madrugada
No ar um medo da "sorte"
Todos os gatos são pardos
Na escuridão da noite
Amanhã o sol há de brilhar
No meu despertar
Tomarei a benção
Durmamos com Deus
VARANDO A MADRUGADA
Adoro este "silêncio" noturno! Não tenho com quem dizer algo. Mas tenho a certeza de não ouvir nada que eu não queira...
mel - ((*_*))
“Rumo ao futuro”
Procurei uma estrela, avistei apenas no período noturno, Procurei o sol, avistei apenas no período da tarde, às vezes quando chovia ele sumia, daí meu barquinho de papel entra na história, com medo de um naufrágio, e eu aqui, usando a estrela pra me guiar, usando o sol para me esquentar, e usando meu pequeno barco de papel como um desfecho para assim aplicar que tudo que eu disse não se passou apenas de pensamentos.
MEU FORMIDÁVEL LADRAR:
Este formidável silêncio noturno
Muito me apraz.
Quando estou dormindo para o nada...
Quando nada sinto que sou
Enquanto vivo...
O sossego da noite que orvalha Minh ‘alma,
Acentua-se no silêncio das coisas que se acalma
O que mais se acentua me atordoa,
O silêncio que murmura aos meus ouvidos,
Coisas que não há no escuro da madrugada.
Ah, não me é formidável ou apraz-me,
O esparso ladrar de cães de guarda noturno
Por fazer quebrar-se o noturno murmúrio do nada (...).
Como eu queria ladrar à noite!
Para não ser fiel aos que ladram sociedade a fio.
Contudo me é formidável o estrepe essencial,
De ser consciente.
O Céu Noturno
Eu queria que houvesse um apagão,
E que nesse momento você estivesse comigo,
Deitada numa rede,
Olhando para o céu,
Minha ideia de romance,
Minha ideia de amor,
Observando o universo que Deus criou!
Nessa noite Santa
Sagrada Doutrina manifesta
A todos meus males espanta
Destes terrores noturnos da floresta
Me acompanha além da beira mar
O Verbo Manifestado do bem querer
Dá me a capacidade de amar
De enxergar além do que eu possa ver!
Eu vi a tempestade chegar
Mas não esmoreci
Fiquei firme no meu lugar
A nuvem se encolheu e ficou no seu canto ali
Era uma pequena nuvem que trovejava
Longe do céu distante
Apenas ela me mostrava
Que a tempestade se foi nesse instante
Tudo na vida vai passar
Apenas não podemos esmorecer
Cumprindo nossa missão em poder amar
Ao Nosso Pai Eterno,sempre agradecer
a vida é como uma caixinha de supresas as vezes ela te abate no meio de um voo noturno pelo pacifico e as vezes ele vive como se a vida fosse uma caixinha de surpresas
Somo como estrelas no céu noturno, nosso brilho é visto apenas por causa das trevas ao redor, mas diante Dele, até mesmo a estrela mais brilhante não poderá ser vista.
Crimes noturno - Alan Maiccon
Já são 0 horas sexta feira
Balada o pen bar
que pena
Eu não podia estar lá
Você foi e não me convidou
Nem me ligou para comunicar
vou ligar para ver se ja voltou
Ou é fim do nosso namoro
Virei a noite toda ti ligando e nem aí
Passou a noite toda curtindo por aí
E não chegou a se lembrar
Que eu ainda estou a ti esperar
Virou veneno
2x
Lembra que uma hora pode ficar sem me ter em suas mãos
Daqui a pouco não terá mais
para chamar de seu
Tudo que se faz demais
Ninguém tolera mais
Você vai voltar a me procurar
Iludida por um amor
Que nunca mais será seu pois acabou
SUBLIME ILUSÃO
Noturnos devaneios
Te conduzem a mim,
Sedenta de prazer,
Desnuda de receios...
Desejos nos envolvem
Numa doação recíproca
De amor e sedução.
Oh! doce embriaguez!
Oh! sublime ilusão!...
Vagava pelos anéis de saturno
Diante o vendaval que rodeava o noturno
Um mito medieval, brindado as taças
Surgindo de um caldeirão lançado as traças
Choveu da remição neste instante a goteira da existência
Frutificando os filhos do zelador com paciência
Não houve remorsos dos cosmos nas singularidades
De santo graal em mãos mostrando suas necessidades
Como fundo do espaço uma tela
Uma obra de Monet enclausurada na cela
Até tangente pela espada de um jovem cavaleiro desembainhada
Foram processos estelares na guerra de encruzilhada
Herança sagrada que se construiu com as enevoadas
A linhagem dos lagartos havia começado assim supracitadas
Uma relíquia no meio do universo
Brotando trevas e luz de num mesmo extroverso
Deixaram exposto sua linguagem metalinguística com jargões
Continuando a caçar perdido no orbe o lendário cemitério dos dragões
REINADO
Noturnos são os passeios de minh’alma
Meu espírito vagueia por liberdade
Encarar a chama da vida
Talvez pela morte.
Quem sabe o homem
Aquele que neste instante
Atravessa a rua
E olha para o chão,
Talvez tenha perdido a alegria.
A moça que usa o fio no ouvido
A escutar músicas.
Pela tatuagem
Ela conhece o amor...
Um floral, lindo,
Que trança sua perna esquerda
Como se a possuísse.
Outro homem atravessa a rua
Segue vestido como quem procura um trabalho Não um trabalho qualquer
Vai decidido, confiante.
Aquele rapaz
Jovem
Está sorrindo sozinho
Talvez tenha conhecido
Os prazeres do amor.
Ah, o amor...
Esta noite as ruas estão agitadas
Os cães estão calados
Posso dormir tranquilo
Porque essa noite
Quem reina é o amor.
