Tomar Decisões
O sujeito que acredita decidir a partir de si não examinou ainda a densidade do que o constitui. O aparato psíquico é formado por sedimentos: internalizações precoces, modelos parentais, identificações com figuras de afeto e de conflito, traumas que atravessaram gerações sem nome. O que se chama de escolha é, com frequência, a repetição de um roteiro cuja autoria pertence a outro — às vezes a um morto que nem chegou a ser nomeado. O indivíduo como unidade coesa é uma ficção defensiva: o que existe é um sujeito dividido, atravessado por vozes que não reconhece como suas e que, justamente por isso, age como se fossem.
O automatico e confortável porque elimina o esforço de decidir. Mas também elimina a possibilidade de viver algo diferente.
A vida é ponte entre medo e ação,
decidir é cruzar sem pedir aprovação.
Empoderamento não nasce do grito,
nasce do silêncio que sustenta o rito.
Para viver um grande amor
conquistei o meu coração!
Para decidir essa questão
enfrentei
as pressões de todas as minhas
rejeições...
Me perdi em idas e vindas
encabulada!
Esperava a grande lição!
Frente à frente...
precisamente como devia ser!
Não conseguia
tocar o coração da minha amada
sem antes tocar
o meu coração amante!
Serenamente eu me entreguei ....
Agora estou desarmado!
O que fiz para me convencer...?
Apenas foi preciso sofrer!
Tudo aceitei!
Perdoei ...
Todas as dores
desejei morrer ...
A solução caiu nas minhas mãos ...
Um dia apenas para aprender!
Só um coração sem rumo
conhece o quanto nosso eu
é profundo!
Descobrimos juntos o caminho do meio ....
Restauramos todas as ilusões perdidas!
Isto significa
saber viver!
~~ANJO ARREBATADOR~~
Em um mundo tão rapido e tão veloz. Decidir e agir, por mais dificil que seja, devem acompanhar tal velocidade.
Que a sua vida seja um reflexo de quem você se tornou ao decidir abandonar o erro e buscar a excelência de valores nobres.
O livre arbítrio não é apenas a liberdade de decidir. É a liberdade de criar o mundo que deixaremos para aqueles que virão depois de nós.
Talvez o verdadeiro desafio não seja sentir vergonha da espécie humana. Talvez seja decidir não contribuir com aquilo que nos causa vergonha. Em um mundo que normaliza a brutalidade, escolher a compaixão é um ato de coragem. Em uma sociedade que recompensa o ego, escolher a empatia é uma forma de resistência.
Não carregue velhas dores nem deixe o medo decidir. Quem acredita no agora sempre encontra um novo sorrir.
A esperança abre caminhos onde a fé faz florescer. O futuro nasce no presente, esperando por você.
Caminhos....
Quanto são os caminhos à sua frente? Você tem de decidir por um deles? Ou simplesmente pode se negar a escolher?
Ou, seguir sempre em frente... pelo caminho escolhido desde sempre.
Sabe o conhecido? A zona de conforto? Caminhos que nos levam aos mesmos lugares? A nenhum lugares?
O conhecido... tem sempre dele um que de desconhecido... sumido, amortecido, encolhido esquecido.... propositadamente esquecido.
Zona de conforto que é puro desconforto... aí você vive como se estivesse morto.
Mesmo lugares... nunca são os mesmos ares... o vento já veio, já se foi.... fez a volta e está de volta.
Nenhum lugares... passos errados... descompassados.
Sim, são muitos os caminhos... vão do possível ao impossível.
Oras...
"Das utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!"
(Mario Quintana)
A verdadeira soberania começa quando você deixa de entregar a outras pessoas o poder de decidir como você deve se sentir.
A vida em algum momento vai te exigir decidir, se você vai continuar vivendo infeliz ou se vai abrir a porta da felicidade.
Ser feliz é o normal, ser infeliz é um instante, tal qual o eclipse quê ausenta a luz do sol momentaneamente.
quando o acaso decidir
Talvez o mais estranho entre duas pessoas não seja aquilo que aconteceu.
É aquilo que continua acontecendo depois.
Uma foto qualquer pode carregar uma história inteira. Uma pessoa pode aparecer ao lado de outra, sorrindo, sem intenção nenhuma além daquele instante, e ainda assim atravessar uma tela e parar justamente onde não deveria. Em algum lugar, alguém vê. Reconhece. Sente alguma coisa que talvez nem queira admitir. E responde de um jeito pequeno, quase casual, como quem tenta esconder o tamanho daquilo numa frase.
Engraçado como algumas pessoas ainda conseguem fazer isso.
Mesmo longe.
Mesmo depois de tudo.
Mesmo quando já não existe mais motivo para prestar atenção.
Talvez porque certas histórias nunca tenham aprendido a terminar direito.
Elas só mudam de lugar.
Saem das conversas e vão parar nas músicas. Saem dos encontros e aparecem numa foto. Saem da rotina e, de vez em quando, voltam pela boca de alguém que nem fazia parte da história.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tão familiares mesmo quando estão vivendo uma vida completamente diferente da nossa.
Como se existisse uma versão do mundo em que as coisas tivessem acontecido um pouco diferente.
Um segundo a mais.
Uma escolha a menos.
Um medo que não tivesse vencido.
Uma mensagem enviada na hora certa.
Uma porta que alguém tivesse decidido não fechar.
Nesse mundo, talvez fosse simples.
Talvez vocês se encontrassem sem precisar fingir que não estavam procurando um ao outro.
Talvez não existisse esse cuidado exagerado com o que sentir, com quem vê, com quem sabe, com quem aparece numa foto ao lado de quem.
Mas aqui é diferente.
Aqui vocês aprenderam a conviver com a estranha habilidade de ainda significarem alguma coisa sem precisar dizer exatamente o quê.
E talvez você nunca descubra se aquela reação foi ciúme, saudade, curiosidade ou apenas aquele pequeno incômodo que aparece quando alguém percebe que a pessoa que um dia ocupou um lugar importante continua existindo muito bem sem pedir licença.
Talvez nem ela saiba.
E tudo bem.
Porque existem sentimentos que não precisam de nome para serem verdadeiros.
Às vezes basta uma foto.
Uma amiga em comum.
Uma mensagem atravessada.
Um “não” disfarçado de brincadeira.
E pronto.
O passado abre os olhos por alguns segundos.
Depois volta a dormir.
Eu gosto de pensar que, se realmente existe outra vida, talvez ela não seja uma segunda chance.
Talvez seja apenas um lugar onde certas pessoas conseguem se encontrar sem carregar tudo aquilo que carregaram nessa.
Sem orgulho.
Sem medo.
Sem a necessidade de parecer indiferente.
Sem precisar transformar sentimento em silêncio só porque ninguém sabe muito bem o que fazer com ele.
E talvez, nessa outra vida, quando alguém mandar uma foto dizendo “olha com quem eu estou”, a outra pessoa não precise fingir que não se importou.
Talvez ela apenas sorria.
Porque, no fundo, algumas pessoas não desaparecem.
Elas só deixam de ser presença e passam a ser possibilidade.
E existe uma diferença enorme entre esquecer alguém e aprender a viver sem essa pessoa.
Acho que é isso que ainda me intriga em nós.
Não saber se foi uma história que terminou…
ou apenas uma história que chegou cedo demais.
Talvez em outra vida a gente descubra.
Ou talvez não.
Mas, se algum dia você ler isso e sentir que tem alguma coisa familiar demais nessas palavras, talvez seja porque certas histórias têm esse problema:
mesmo quando ninguém fala o nome,
elas sabem exatamente de quem estão falando.
Revela quem Ele é
Ele não espera que você se conserte
para então decidir amar.
Não observa suas rachaduras
como quem calcula se vale a pena ficar.
Ele vê o medo que você esconde,
as falhas que você tenta cobrir,
e não recua diante delas —
é ali que escolhe agir.
Porque a graça não floresce no mármore,
mas na pedra que já foi quebrada;
o poder não nasce da perfeição,
mas da alma cansada.
Deus não ama apesar das suas imperfeições —
Ele atravessa cada uma delas com luz.
E onde você vê fraqueza,
Ele vê espaço para revelar quem Ele é em você.
A Última Dança
Se um dia o tempo decidir apagar os passos que deixamos pelo caminho, ainda assim o meu coração saberá encontrar o teu. Porque algumas histórias não precisam de lembranças para sobreviver; elas vivem no silêncio, no olhar e na certeza de que amar você foi o mais bonito dos destinos.
Quando nossas mãos se encontram, o mundo parece desacelerar. A música pode até parar, as luzes podem se apagar, mas o teu abraço continua sendo o lugar onde encontro paz. Cada instante ao teu lado transforma o comum em eterno, como se o universo inteiro respirasse no mesmo compasso que nós.
E, se a vida nos provar com tempestades, prometo continuar escolhendo você. Não pelas facilidades, mas porque o amor verdadeiro permanece quando tudo o mais muda. Quero ser o sorriso que acalma os teus dias difíceis e o abraço que te lembra que nunca estará sozinho.
Quando chegar a nossa última dança, não quero sentir tristeza. Quero apenas olhar nos teus olhos, segurar tua mão e agradecer por cada passo, cada riso e cada sonho que dividimos. Porque, mesmo quando a música terminar, o amor que escrevemos juntos continuará ecoando para sempre na eternidade.
