Tomar Decisões
Pensa e analisa, todas as vezes que você se deu mau, você não ouviu a Razão, decidir fazer alguma coisa pela Emoção é uma aventura sem prognósticos é apostar em uma aventura, no incerto e sempre vai te custar caro.
Quando digo que algo me magoa, não cabe ao outro decidir onde dói em mim.
Tenho me questionado sobre tudo "Vale a pena?"
Bater em porta alheia, e tentar mostrar aos outros, onde eles erram? Se a própria pessoa não tem a dignidade de assumir onde falha e precisa melhorar?! Estar sempre com mais angustias que alegria? Pior, gente cheias de erros , que se colocam como vítimas, tentam nos colocar comos vilões,minhas palavras carregam peso da minha verdade,meu valor estar no que eu não permito
A soberania consiste em amar sem se perder, e em decidir o momento certo de olhar nos olhos do passado sem comprometer o brilho do futuro.
Dou ouvidos ao que desalinha o mundo,
e deixo um verso
decidir se vira riso ou lágrima.
Escrevo no improviso
bilhetes de poesia
que escorrem por frestas,
até cair nas mãos certas.
Às vezes me embaralho
e viro silêncio.
Faço do texto um abrigo,
e entre uma frase e outra
sussurro uma oração,
pedindo clareza para o coração
que insiste em cantar.
E mesmo torto,
mesmo simples,
sigo rabiscando.
Bom dia!
Vamos decidir cada dia sem se perguntar, o que vamos fazer, acreditar no seu eu interior e ir a luta. Pois so você será dono do seu caminho. Bom dia de terça-feira!🙌🌹
Ery santanna
A maior escolha que fazemos é decidir se aceitamos as coisas como são ou se assumimos a responsabilidade de mudá-las.
Tu és dono de tua própria vida...portanto cabe a ti mesmo decidir entre ser feliz ou sofrer,sorrir ou chorar.
"Não dê poder a outro de decidir quem você é, e onde deve estar.
Reconhecer o seu VALOR é tarefa sua".
Mergulhar é decidir afundar acreditando que o corpo ainda lembra como voltar. Há um segundo em que o ar falta, o peito arde, a cabeça avisa que talvez seja demais. E mesmo assim, fica-se mais um instante. Não por coragem, mas por curiosidade. Depois, o impulso antigo reaparece, o corpo sobe, o ar entra desajeitado, e respirar volta a ser um milagre banal. Toda transformação começa assim: um quase-afogamento seguido de reaprendizado.
Tenho vivido o estado estranho de não ser mais quem fui. Um auto-estranheirismo. Há dias em que me entristece não dar conta do que antes era fácil. Coisas que fazia sem pensar agora exigem pausa, cuidado, negociação interna. É como acordar numa casa que sempre foi sua e precisar de segundos para lembrar onde fica a cozinha. Isso dói, porque a memória do que fui ainda mora em mim.
Mas há também prazer: descobrir habilidades que não existiam, aprender com o espanto de quem começa do zero. Errar sem arrogância. Esse estranhamento não é ruptura, é transição. Caminho por ele com angústia e curiosidade. Nem sempre sei quem sou hoje, mas começo a desconfiar de quem posso me tornar.
Talvez amadurecer seja suportar a tristeza do que não somos mais sem apressar a alegria do que ainda não sabemos. Permanecer nesse intervalo instável, onde o desconforto ensina e a surpresa salva. Aceitar que não reconhecer a si mesmo também pode ser sinal de que a vida está funcionando.
Nem tudo acontece por um motivo.
Mas tudo o que acontece te obriga a decidir quem vais ser a seguir.
"Liderar não é administrar o que existe, mas assumir o desconforto de decidir pelo que ainda não está pronto."
Quando você decidir a esquecer algo,exercite o não querer,com certeza você acabará esquecendo o que tanto quer ou o que tanto quis.
O automatico e confortável porque elimina o esforço de decidir. Mas também elimina a possibilidade de viver algo diferente.
O perdão nos devolve a soberania espiritual, pois retira das mãos dos outros o poder de decidir se seremos felizes ou amargurados.
