Tolerância
É necessário cessar a romantização da tolerância ao associá-la ao processo de autoconhecimento. Na moral de toda jornada de crescimento pessoal não é a tolerância que revela seu grau de amadurecimento, na verdade, você determina sua evolução quando reconhece seus limites e os impõe aos que adentram seu território. Conviver não é aceitar tudo. Não podemos aceitar todas as falhas de uma pessoa baseados no conceito popular de que todo mundo erra. Embora haja verdade nisso, o erro do outro não deve ser o motivo do seu desequilíbrio, portanto não sinta-se ruim por tirar pessoas da sua vida (família, amigos, companheiros, o vizinho fofoqueiro, o chefe inconveniente, o desconhecido folgado...). Sinta-se confortável em ser mal visto; seja o marrento, o difícil de lidar, o rebelde, o anti herói ou até mesmo o vilão. Algumas pessoas são como vírus e suas ações não são vistas como incômodas, pois fazem parte da natureza delas. Afastar é sempre o melhor remédio. Nunca tolere uma situação só porque já teve alguns prazeres com a pessoa. No primeiro sinal de desrespeito e desconforto, saia! Seu desenvolvimento exige que você se adapte a certas ausências, nunca fique em um lugar por conta das lembranças, essa é a opção mais autodestrutiva que carregamos na cultura da convivência. Prefira a solidão do que uma companhia que corrompe seus princípios.
Deus é tão tolerante, generoso e paciente que nunca desiste de nos ensinar e mesmo quando demoramos para aprender a lição Ele não retira de nós a sua graça.
Ah, o século 21! O glorioso momento da nossa era onde ser "tolerante" significa fazer uma maratona de piadas sobre o cristianismo, e o verdadeiro prêmio é o status de "anti-cristão profissional". É quase como se o Cristianismo, com seus bilhões de adeptos ao redor do mundo, fosse a única religião com a qual é seguro brincar sem se preocupar com as consequências.
Vejam só a Madonna, nossa paladina da liberdade artística, que, em uma demonstração de respeito pelos princípios do Brasil – aquele país acolhedor com uma bela mistura de católicos e evangélicos – decidiu que a melhor forma de honrar a diversidade era pisotear os valores cristãos. Como? Ah, só zombando de todos os cristãos com sua performance, claro. Porque, obviamente, quando se trata de ser inovador e provocador, nada diz "sou ousada" como ignorar a pluralidade religiosa do Brasil em favor de uma boa dose de controvérsia.
E aí, no cenário global das Olimpíadas, onde se preza a neutralidade laica e o "respeito por todas as crenças", tivemos a brilhante ideia de reinterpretar a Última Ceia com um toque especial – os apóstolos em trajes de drag queens. Porque, quando se fala em respeito pela diversidade, nada diz mais "inclusivo" do que tratar figuras sagradas como uma piada de salão. É como se o objetivo fosse mostrar que a irreverência tem que ter um preço, e que preço! Que se dane o respeito; o importante é garantir que ninguém saia sem uma bela dose de humor “subversivo”.
É quase como se a regra não escrita do nosso tempo fosse a de que para se destacar, é preciso subverter e menosprezar aquilo que é sagrado para milhões de pessoas. A ironia, claro, é que ser “progressista” agora parece significar pegar as crenças de uma das maiores religiões do mundo e transformá-las em um espetáculo de entretenimento barato. Nada como uma boa dose de sarcasmo e desrespeito para mostrar que a verdadeira coragem é desrespeitar tradições e crenças que já enfrentaram séculos de resistência e fé.
No fim das contas, vivemos numa era onde a única constante parece ser o desejo de chocar e provocar, e que o verdadeiro preço do "respeito" é, ironicamente, uma boa dose de escárnio. E se você acha que isso é um exagero, lembre-se: estamos apenas começando. O espetáculo do século 21 é apenas uma questão de tempo até que a próxima provocação venha para garantir que, para se ser visto como "progressista", a única regra é não deixar pedra sobre pedra, especialmente se essa pedra é uma pedra de fé.
Ah, o século 21! O glorioso momento da nossa era onde ser "tolerante" significa fazer uma maratona de piadas sobre o cristianismo, e o verdadeiro prêmio é o status de "anti-cristão profissional". É quase como se o Cristianismo, com seus bilhões de adeptos ao redor do mundo, fosse a única religião com a qual é seguro brincar sem se preocupar com as consequências
Todos nós temos um limite tolerável; o segredo para manter a dignidade é não fazer concessões, não permitir que ninguém ultrapasse esse limite.
"Trate as pessoas com humildade, generosidade, respeito, presteza, brandura, tolerância, justiça e simplicidade. Lembre-se: Jesus tratava os pobres com generosidade e um carinho especial ".
"Seremos pessoas equilibradas e felizes, quando praticarmos a tolerância e desenvolvermos a capacidade de autocontrole ".
Aprenda a tolerar e a compreender os erros das pessoas, ao invés de condená-las. Não podemos esquecer que também cometemos erros.
Ser tolerante não basta é necessário bom senso para identificar o limite onde a tolerância deixa de ser virtude para se transformar em fraqueza.
"Cuidar da saúde mental requer gentileza consigo mesmo: ser tolerante, leve, e acreditar no próprio potencial. Caso contrário, a autossabotagem se torna inevitável."
Tolerar não é concordar, mas haverá o dia em que os rios irão seguir caminhos diferentes. Viva a vida sua mas não fique preso a um mundo vencido.
“Enquanto a mansidão da tolerância aceita tudo passivamente, a estupidez ousada a todos atropela e aniquila, inclusive os mansos de coração.”
Memória Maçônica - A lembrança fraterna
Maçom é paciente, é irmão, é singular, é tolerante sempre. Mas isso não é o ideal, visto que o ideal está no mundo das ideias. Isso é o justo e perfeito, é como a Ordem trabalha o maçom, é como ele deve trabalhar sua pedra.
Maçom não alfineta, não puxa briga; na verdade, ele resolve a situação da melhor forma possível.
Maçom não infla seu ego, ele trabalha cada vez mais na sua humildade e empatia.
Maçom não diz saber tudo, pois cada vez que ele estuda, mais vê que precisa estudar.
Maçom não cria problema, ele soluciona.
Seja como aprendiz, mestre ou inspetor, estamos constantemente nos esforçando para dar o nosso melhor, buscando a excelência em tudo o que fazemos. Mas é o que fazemos para o bem do próximo, do irmão, da fraternidade, da Ordem. Não buscamos medalhas, poder, honrarias ou metais. Buscamos o bem! E principalmente, o bem do próximo.
Mas por que toleramos o legalismo, se a graça é tão clara? Porque o orgulho nos leva à intolerância, ao medo, a intimidação, a culpa e a vergonha.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O corte de laços com frequência pode ser o obstáculo que te afasta da evolução. Seja mais tolerante e aguente até o limite.
Ninguém tem bola de cristal. Para que as pessoas respeitem os limites da tua tolerância é preciso deixar bem claro as atitudes que você não tolera.
A felicidade está mais próxima do "não" do que do "sim"; aquele que tolera o desprazer consegue viver melhor. Quem só busca o prazer, sofre muito mais; afinal, a vida sempre nos apresenta negativas.
