Textos Tristes

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" TRISTEZA "

Não consigo ser diferente da pessoa que fui habituado a ser
Até parece que o meu sofrimento no tempo está a entreter
Odeio este sentimento de pensar em vir-a-ser
O fracasso habita na minha pessoa não consigo rejuvenescer

Nunca confiei nos meus cinco sentidos
Preciso de um outro me sinto mulher
Comprei inúmeros quereres da vida com delitos
Hoje em dia só penso em devolver

A infinidade do céu só sabe me deixar de rastos
Suas cores vagas me tratam como seu enteado
Nele só enxergo nuvens que trazem tempestades, parecem o meu passado
É como se a vida quisesse que Eu presenceasse algum holocausto

Estou deitado no cansaço de nada ter
O quem me dera nos meus pensamentos só sabe corromper
O silêncio me guia num caminho de embrulhos para me conter
Ideias minhas não alcançam o estatuto para constar no paper

Adoptei os princípios dos santos
Não quero ver-me preso em prantos
Minha vida foi sempre uma história e tanto
Nunca colhi das plantas que planto

O horizonte ofereceu a esperança para as estrelas
Deixando a distância visibilizar todas as minhas sequelas
Sou apenas polém ao vento desejando se tornar uma pétala
Nunca fui bom com as palavras, não fui feito para ser tagarela

Como as ondas do mar
Meus sentimentos apenas criam turbulências
Que caminho rumar?
Quando as trilhas só dão as inconveniências

Sorriso nasce em rios de más vivências que leva
Lágrimas secam em goladas molhadas de cerveja
A solidão me seduz diante da saudade que me beija
Que romance o meu, no dia dos namorados em mim só amanhece a inveja

Inserida por MONTEIROPH

⁠Que seria de nós sem a " MUSICA"...
Vida triste, sem cores, sabores, sem perfumes.
Como fariam os amantes para chorarem seus amores, os românticos a sonhar em lindas noites,
As dançarinas seres tristes, sua dança não teria força por si só.
O que seria do romance, embalados por lindas notas de amor, crescendo numa caliente explosão de carinho e prazer.
Mas, mesmo diante de sua força, encantamento ... soberania,
Nada seria da música se não existisse o "MÚSICO"

Inserida por Fabialexandra

⁠Quando, está difícil.
Quando, está complicado.

No momento:
de tristeza;
na pobreza;
na doença;
na fome;
na sede.

Não tem ninguém, para te ajudar.
Não existe pessoa(s), para ajudar.

Mas existe Deus,
Jesus Cristo,
e o Espírito Santo;
para te ajudar.

Ajuda, no que precisa.
Quando precisa.

Você, que é filho de Deus.
Você, que é filha de Deus.

Inserida por glauconmenezes

Totalmente... Estranhamente...

Estou mais fraco e totalmente sem sal
Estou mais triste e totalmente sem sol.
Estou mais solitário e totalmente sem lua
Estou na minha e totalmente na sua.

Estou sem sono e estranhamente hibernando
Estou desperto e estranhamente sonhando
Estou tão triste e estranhamente chorando
Estou tão chateado e estranhamente amando.

Inserida por ProfessorEdson

FANATISMO RELIGIOSO E ATEU

É triste verificar-se que o fanatismo não tem fronteiras! O fanatismo é prisioneiro do contra e cava a própria trincheira no que julga ter de ser o bem do outro; daí criam autoestima gerada pelo sentimento de se poderem autodefinir no declarar-se contra o outro. A necessidade de definir-se, é por vezes tão precária que torna o fanatismo num "bem-comum" de ateus, teimosos e crentes religiosos e seculares!

Inserida por antoniojusto

Penso as vezes,
as vezes de ficar triste
Que se eu fosse alegria,
se é que alegria existe
Eu andaria nos guetos,
secando os olhos tristes
Que vivem ensaiando o samba,
desfilando fantasias
Tentando enganar a vida
mostrando tons e matizes
Formas brilhos e adornos
num carro de alegoria
escondendo todo o medo
cantando seus sambas enredos
inventando o carnaval

Inserida por tadeumemoria

SONETO TRISTE
Criei um soneto tão triste
Que meu soneto chorava
Saiu triste porta afora
Entristecendo a aurora

Calou mamíferos e aves
Calou os bichos das águas
Silenciou toda tarde
Choramingando suas mágoas

Nem a noite estrelada
Do meu poema tristonho
Que triste e desconsolado

Sonhava com a namorada
Que um dia saiu sem rumo
Levando todos os sonhos

Inserida por tadeumemoria

Pelos contos que eu não conto
Dá um desconto ao meu silencio
Não conto dos versos tristes
Não conto da estrela cadente,
Dos girassóis reluzentes
Que reluzem nos meus contos,
Não conto do meu silencio
Pois assim não o seria,
Não conto da minha alegria,
Que não valem nem um conto,
Pelos contos que eu não conto,
Conto pelos e apelos
Só não conto meus segredos
Pelos contos que eu não conto

Inserida por tadeumemoria

TEMPORAL

Mais triste que uma tarde chuvosa

Ela respingava suas tristezas

Nas incertezas dos pingos da chuva

Mas se chovia ela se alegrava

E cantava Ben Jor: "chove chuva..."

E, se alagava, ela secava

Mas o que encharcava o seu ser

Nem era chuva de chover

Agora tente entender: neblina era querer

Chuvarada era fantasia

Mas relampejava e trovejava

Um temporal com ventania...

Inserida por tadeumemoria

Na adolescência eu era um anjo triste

Desses que perambulam,

que caem, que existem

melancólicos, sonhadores,cinzentos

Como os finais de tardes dos dias invernosos

A minha solidão respingava nas vidraças

Como a neblina fria jogada pelo vento

Que doía fundo na minha carapaça

E a minha angústia,

a dor daquele sentimento

A solidão de me sentir sozinho

Não era solitária, era uma multidão

E como cada um faz seu rumo, seu destino

De fazer da multidão, a sua poesia

Aquele garoto triste um dia teve o tino

Inserida por tadeumemoria

Eu fiz um samba tão triste

que quando saiu minha escola

desabou um temporal


chuva, vento e trovoada

e a minha batucada

parecia um berimbau


a letra do samba enredo

citava mistérios e segredos

de um sobrenatural


sob o frio tive medo

tremi voz, pernas e dedos

suei frio e passei mal

Inserida por tadeumemoria

⁠Triste eu não fico
Eu dou qualquer motivo pra felicidade
Eu canto uma canção de amor,
Eu planto uma flor, eu faço uma viagem
Que solidão que nada, eu flerto com a lua
Paquero as estrelas até de madrugada...
A minha namorada ainda não é minha
Mas sorrir e se despe enquanto
Caminha suave na minha direção
Nos momentos mágicos das minhas fantasias...
Ou na monotonia da minha solidão

Inserida por tadeumemoria

⁠Sou triste, sou tão triste, tão triste, tão triste...
Sabe esses dias chuvosos...
esses dias cinzentos, esses dias escuros
quando a natureza derrama todas as dores
e as vidraças choram as lágrimas de todas as angústias
sabe esta saudade que dói, de uma lembrança de um grande amor, de algo inesquecível...
sabe a infância de manhãs ensolaradas em jardins floridos por borboletas, pássaros e libélulas...
eu não sei...
eu sou triste, triste, tão triste...
um deserto povoa os dias, esfria as noites
nessa imensidão onde olhares não se alcançam
nem mãos se tocam, nem se ouvem as palavras
que eu diria, que eu escreveria se eu pudesse escrever
toda emoção, todo prazer, todo desejo de ser assim
de escrever esses dias chuvosos, esse deserto, essas lembranças de grandes amores e coisas inesquecíveis
que eu não vivi...

Inserida por tadeumemoria

eu nem sou triste assim, eu só sou triste, e nem sou tão sozinho
eu só sou só...
⁠e as vezes, só as vezes, as vezes olho pelas venezianas procurando... ainda não sei o quê
as paredes do condomínio me impedem o horizonte e os pirilampos que brincavam nas copas das árvores de corpos celestes e me inspiravam agora é só uma lembrança das boas recordações que eu ainda tenho...
acho que gostaria de dizer isso pra alguém, mas não sei pra quem... quem entenderia um olhar pela veneziana buscando vagalumes, quem ainda entende de horizontes? O condomínio não me permite estrelas como as madrugadas do sertão, mas acho que não posso falar isso, acho que não posso falar muito; é melhor escrever...

Inserida por tadeumemoria

Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você

Inserida por droplets

Jaz Morto!

Zak! Morreste!
Jaz amado foste!
Jaz triste pernaneceste!
Reclama para o diabo!
Amigo, morte já te chama.

Zak! Apodreceste.
A vida foi bela.
Viúva mulher tu deixaste!
Filhos órfãos tu perdeste!
Caí sobre o império...

Zak! Reflete...
Não largues a esperança
Porque talvez a morte não foi em vão.
Tua bravura foi reconhecida
Pelas almas dos mais fracos!

Inserida por Poetadovazio

J⁠á repararam uma coisa 🤔
Quando você está triste, você toma uma para alegrar o seu dia.
Quando você está feliz, você toma uma para comemorar.
Chegou final de semana, é lei tomar uma.
Quando está com problemas, toma uma para esquecer.
Por quais desses motivos você tomaria uma hoje?
Por coincidência hoje é sexta-feira.
Dia de tomar uma.

Inserida por joao_galvao

⁠Que triste vê-lo dizer que nunca conheceu alguém que fez seu coração bater mais forte,e já te digo que a gente sente um grande frenesi na alma,suas pernas ficam bambas, acaba falando aquilo que nao quer falar,fica meio abobalhada,parece que o coração vai sair do peito...que pena Wesley, é um sentimento maravilhoso. É tão intenso quanto a dor de perdê-lo, mas vale a pena, pior seria não ter amado.
Acho que o sofrimento do amor não correspondido vale para os dois ,caro Wesley.
Espero que ainda encontre esse amor mesmo que por breves momentos, "tudo vale a pena quando a alma não é pequena".
(assim disse Fernando Pessoa ).
Boa noite, durma bem.

Marilene lira

Inserida por lira2010

Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura

Uma pose inovadora
A cada enquadro,
A insensatez projeta
Algo irrefreável.

Caretas reveladoras
Num autorretrato,
Somos o resultado
Deste incidente planejado.

Ardilosa, perspicaz,
Astuta, encantadora,
A Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Torrentes de acusações
Infundadas,
Cafunés em subsequentes
Saraivadas.

Nossas birrentas
Carícias dolorosas,
Atestam a teimosia
Da inconveniência reprimida.

Inserida por michelfm

Vem raivosa,
Destemida ruidosa,
A irromper,
Com a Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Na torrente esmagadora,
De saraivadas indefensáveis,
O dilúvio se apresenta desnutrido, Enquanto a arca é dedicada
Ao supérfluo imperial.

Esplendorosa,
A vertente talentosa,
A dissolver,
Com a Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.

Inserida por michelfm