Textos sobre Tempo
PARA UM FELIZ 2018!
Desejo que sejamos mais prudentes,que não perdemos nosso precioso tempo desejando o mal ao próximo,que não temos um coração rancoroso pois isso afunda até nossas próprias famílias em mundo de trevas,que sejamos mais felizes vendo que nossos próximos estão felizes,que não saímos de casa planejando a queda de outros pois beneficiar se com os fracassos de outros nos torna um ser Vil vergonhoso até se olhar no espelho...nunca seremos Santos,Mas Poderemos ser Humanos....Feliz Ano Novo.... a Todos.......
tem poema que é só lembrança
tem poema que não me veste mais
perdeu o cheiro, o gosto, o tempo
virou vulto de um amor qualquer
tem poema que não se encaixa mais
perdeu a graça, a vontade de ficar
virou um estranho no meio da multidão
tem poema que não me traduz mais
perdeu a lógica, ficou invisível, se esvaziou
virou pó, se enterrou, mergulhou no coração.
Já faz muito tempo
A primeira vez sentindo aquela sensação
Enfim achou um amor
Sem reclamações e confusões
Mesmo no trabalho ou no curso
Seus pensamentos estavam nela
Louco para chegar e conversar novamente
Saber como está e como foi seu dia
Quando juntos sentia o coração acelerado
Em ver aquele sorriso e olhos brilhantes
Aquela timidez e aquele silêncio
Já dizia tudo entre os dois
Ele não sabia como compensar
Era muito inexperiente para isso
Mas conseguia quando possível
Levar presentes de agrado
Mas em um curto tempo
Quando afetou aquele relacionamento
Por conta de ciúmes
Um provocando o outro
Ambos apontando os erros
Apontando os defeitos
Que poderia ser um dialogo produtivo
Para consertar o relacionamento
Ficou mais de duas semanas
Sem diálogos amorosos
Sentindo que era o fim
Foi onde tudo acabou
Começou uma vida nova
Sentia-se um cara livre
Conhecendo novos rumos
Tendo novas experiências
Realmente era um cara jovem
Experiência nenhuma de vida
Nem sabia direito distinguir
O certo e o errado
Conheceu a falsidade
Conheceu as ilusões
Mas também conheceu seu espirito bom
E também a positividade da vida
Teve sucesso na vida
Conquistando tudo que queria
Sempre batalhando
Sempre estudando
Porem nesse intervalo da vida
De tempos em tempos
Ela vinha na mente
E começava sempre a reflexão
Teve inúmeros sonhos com ela
Sonhou voltando com ela
Sonhou os dois falando ao mesmo tempo
“Somos almas gêmeas”
Tentou se comunicar de alguma forma
Mas sim, ele era um pouco tímido
Não sabia como chegar
E o que falar para uma nova chance
Tentou ir até a casa dela
Pelo injusto destino
Ela não estava
Ele voltava de cabeça baixa
Poderia ter tentado consertar os erros
Poderia ter amado e entendido mais
Quem dera voltar ao passado
Enfim o pensamento adormecia
Passou-se quase uma década
Sempre repetindo os mesmos pensamentos
Mas a correria do dia a dia
Não permitia o pensamento contínuo
Não importa como ele está
Mesmo na felicidade
Ou até mesmo na tristeza
Ela aparece na mente
Quando era caminho
Passava em frente a casa dela
Surgiam aquelas imagens do passado
Querendo saber como ela está agora
Até que um dia o sucesso e a vida
Acaba estacionando no tempo
A sua mente começa a ficar presa
Neste tempo passado
Sente que ainda não teve um fim
Tendo esperanças de que um dia
Poder continuar essa historia
Poder eliminar essa pendencia do coração
Não sabe o porquê depois de muito tempo
Esse pensamento ainda está na mente
Será que ela realmente ainda gosta?
Ou é coisa de seus pensamentos?
Se ela ainda gosta
Realmente sua energia de amor
Esta refletindo na mente dele?
Onde há esperanças
Se ela não gosta
Realmente pode ser coisas da mente?
Onde já pensou em tratamento
Ou consultas psicológicas
Mas é um sentimento
Que nunca sairá de seu coração
Pois ela tem algo misterioso
Simples fato de nunca ser esquecida
Chega a ter pensamentos
De um dia voltar
Ter sucesso juntos
E família
A mente dele está pressionada
Quer entender o que acontece
Porque tudo isso?
Querendo respostas urgentemente
Por força mental
Tentou emitir pensamentos
Para poder reencontrar
Como uma coincidência
Um belo dia de sol ele estava lá
No ponto de encontro onde aconteceu
O pedido de namoro, ótimos papos e beijos
Alí, agora estas a só, refletindo tudo
Fora esse sentimento
Ele vive uma vida em paz
Mas depois desse amor
Nunca mais conseguiu ser romântico
Agora é tentar seguir em frente
Esperar que a vida o traga respostas
Que o destino seja bom aos dois
Seja o que Deus quiser!
Sentimentos de um anônimo.
Flores secas
As flores que eu te dei
estão jogadas na calçada
O tempo passou muito
Mas eu sempre fui um nada
Suas palavras são frias
Mas não posso reclamar
O mesmo motivo que machuca
Não me deixa me matar
O inverno é o inverno
Mesmo que você não queira
A nossa história de amor
Está na velha pratileira
E eu vou insistindo aos poucos
Não quero mais acordar
A sua mão que me segura
Uma hora vai me soltar
Refrão
Então vem, faça me sentir vivo
Quero ser submisso
Me proteja, me segure
Eu preciso tanto disso
Não me deixe aqui sozinha
Como muitos me deixaram
Regue as flores junto a mim
Vamos regar as que secaram
Já passou o tempo de atirar pedras,
de alimentar intrigas, de guardar o ódio...
Agora é tempo de conceder perdão,
de buscar a paz, de nutrir o amor...
Ah... agora é tempo de fazer mais pontes,
construir estradas, de calçar caminhos.
Agora é tempo de buscar a Deus,
verdadeiramente, com amor no peito,
sem ser egoísta, sem ser fariseu!...
E O TEMPO NÃO PÁRA...ENVELHECEMOS DEPRESSA! NA REGRESSIVA CONTAGEM DO TEMPO; NEM É PRECISO DIZER, QUE A MINHA VIDA, A TUA VIDA É EXATAMENTE ESSE MOMENTO; O AQUI, O AGORA...O HOJE; ESSE AINDA É O MOMENTO DE PODERMOS DIRIGIR NOSSO NORTE, POIS, NÃO SABEMOS SE TEREMOS OU NÃO, AINDA TEMPO DE CURTIR OU APENAS ASSISTIR O QUE VIRÁ
PELA FRENTE...AINDA QUE CONTANDO COM A SORTE, ATÉ O DIA QUE APENAS NOS RESTA ABRAÇAR... ETERNAMENTE, A MORTE! "sirpaultavares"
A PARTIDA DE 2017
Suportamos juntinhos todo esse tempo
Agora chegou o momento da despedida
Nem sempre os dias foram bem elaborados
Mas foi fácil junto das pessoas queridas
Choramos com muita ou sem vontade
Dores apareceram e foram poucas
Resquícios que tivemos de acolher
Como manchas em nossas roupas
Brincadeiras existiram e foram gostosas
Trouxeram alegrias pro meu viver
Sem dor afastei o que não prestava
Valorizei ainda mais o meu renascer
Risos posso dizer que foram fartos
Metas cumpridas com satisfação
Não tive que suportar maldades
Souberam afastar com perfeição
Não vou lamentar sua partida
É da vida tem de acontecer
Apenas quero deixar registrado
Que tive momentos de muito prazer
“Tempo”
Quanto tempo…
… fora do tempo.
Mais o tempo passou.
E o tempo?
Ele não se perdeu no vazio.
O tempo apenas…
… parou no tempo.
E esse maravilhoso tempo?
Ele me trouxe você.
Há quanto tempo…
… que já desaparecia no tempo.
O nosso precioso tempo.
Portanto!
Hoje é tempo do amor.
Tempo do nosso puro…
… e singelo amor.
Hoje é tempo da alegria amor.
Da alegria que não se perdeu com o tempo.
Tempo do tempo…
… que não silencia.
Tempo de correr atrás do tempo que perdemos.
E viver hoje.
O nosso próprio tempo.
Admilson
01/01/2018
Se soubesses o quanto são importantes,
Não perderiam tanto tempo com gente vazia.
Se soubessem o quanto o tempo voa,
Entenderiam que o agora é sinônimo de presente.
Fariam brotar no peito empatia,
E seriam gentis ao mínimo sinal de amor.
Cultivariam carinho em outro terreno,
O deixando fértil a ponto de florir.
Amariam a ponto de juntar em um só dois jardins.
Mas o trem da vida está partindo,
E os passageiros estão apenas ali, parados.
Deixando suas vidas presas à amores cinzas.
Viestes
Tempo faz que de mim fugias,nem em meu
pensamento vinhas julgava-te perdida.
Ontem viestes um pouco mais atrevida,
sorriso gostoso no rosto tinhas.
Eu tinha em meus pensamentos que tu
nunca mais para mim voltarias.
Feliz fiquei, em nada mudastes meu anjo.
Só um detalhe notei, és mais mulher,
teus encantos arrebatam, teus carinhos
sublimam.
Com beijos ardentes transformas a gente.
Unidos nos esquecemos do mundo.
Abraçados ficamos vivendo um sonho,
de há muito guardado.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Vou perdendo o sono
Pensando no amor platônico
Que deixei guardado à muito tempo atras
E faz tempo que não vejo, alguém assim sem ter paz.
Vivendo na amargura e imaginando
Contando os anos, pra isso ir acabando.
Sempre quis você comigo
E o tempo só me iludindo
Eu posso sentir a sua saudade de mim
Sei que assim como eu, você nunca mais terá paz.
Toda vez que a noite vai chegando
Meu coração vai aos prantos
Lembrando de seu rosto moreno
Todo santo dia em meu mundo pequeno.
SOBRE TEMPESTADES E NOSSA NECESSIDADE DE SERENIDADE INTERIOR
Faz tempo li num texto que a nossa revolta dizia mais sobre nós que sobre os outros, sujeitos causadores da revolta. Não sei bem se concordo muito com isso.
Se a atitude de alguém me incomoda é a mim que incomoda. A pessoa, autora da ação, pode viver-muito-bem-sem-crises-obrigada, mas do outro lado, você, simplesmente, não. É a sua expectativa que gera o problema, não é sequer a ação da outra pessoa em si.
Eu sei que gente evoluída deve se libertar dessa vontade de controle das ações do outro, mesmo que por bondade, ética ou correção. Se alguém decide ser desonesto, egoísta ou sem escrúpulos, isto é escolha dessa pessoa, não é da gente. A gente não tem qualquer poder sobre isso.
Mas é que machuca, né? A sensação de impotência, a vontade de onipotência e de mudar os resultados que afetam tanto a gente.
Acho que já entendi que a revolta é um veneno que só envenena quem a sente. E, na maioria das vezes, não altera muita coisa.
Queria poder me resignar ao fato de que a consciência do outro pertence ao outro, não a qualquer pessoa que seja. De que é o outro o responsável pela ações que pratica, e que é ele mesmo que colherá lá na frente as consequências dessas mesmas ações. Mas é bem difícil não reagir. Diante da injustiça, diante da sacanagem, diante da ganância e do egoísmo. É bem difícil não sentir vontade de bater quando apanha.
E o fato é que não sei bem como agir ou o que fazer nesses casos... Não sei o que fazer com essa minha vontade de muitas vezes ficar brava e "pagar sapo", em alto e bom som, com a intenção quase infantil de que o outro "caia em si" e modifique a atitude.
Mas hoje, apesar de já conseguir rezar pela iluminação divina de tais sujeitos-causadores-de-revolta, eu ainda me indigno. Mesmo que eu, em consciência e em espírito, não queira mais não.
"Estupida Angola" Quero antes ser teu amigo, o clique do tempo dá sempre razão à palavra saudade, claramente não sei qual o sabor do feitiço que trazes no teu olhar. Para mim, o nosso país é: Amor, nobreza, alegria, ouvir, lembrança e adeus.
Partida de quem quer despedir-se e não consegue, como uma pessoa que foge do seu ritmo, e não desprende, jamais deixa o seu balançar, o mesmo balançar que apelidamos de coisas que parecem estranhas, um país distante, que nem é português e tão pouco francês, mas ao seu jeito universal se deixa embriagar pela chinesa.
A maior riqueza é sem sombra de dúvida a sua gente, esta mesma gente que o abandona quando mais precisa, maltrata-te, rouba e explora! É deste jeito silencioso e inteligente, que a nossa terra nos ama.
A invenção de ser positivo é das coisas mais lindas do mundo! Mas no nosso país é difícil, é possível distrair as pessoas com cerveja e carnaval, conversas vagas e vinho verde, em vez de apostar na educação. É neste país onde nasceram os homens mais intelectuais do mundo, e que 41 anos depois não conseguimos provar o contrário. Para dizer ao antigo colonialista!
Quantos mais 41 anos precisamos nós, Angola? 41 para saúde, 41 para termos luz, 41 para ter água em casa, 41 para educação, 41 por segurança! Somando em números pequeninos, meu lindo país, são precisos 246 anos para, mesmo assim, não deixar de te amar.
Um país que muda por opção sem as pessoas se aperceberem, confesso que somos cobardes, tão cobardes, que não temos força para a revolução! Queremos a Bernice.
Importamos bundas, médicos baratos, presos estrangeiros e analfabetos funcionais. O mesmo. Santo a quem confiamos o país, 40 + 1 = 41, mostra-nos categoricamente que precisamos de mais 500 anos para que nasça um anjo que possa salvar o país! Salvar da vergonha de ser tão rico e tão miserável.
Escrevo para ti, meu amigo, em tom de desabafo, porque te amo, não consigo ver o nosso belo país em pedaços... Penso que está perto do fim, de um novo começo sem espaço para saudosismo, nem mumonhas. Ou aprendemos a amar o país ou sepultá-la-emos viva 41 anos depois…
Continuo positivo, espero que um dia possamos ver o nosso país no regime das grandes nações.
É melhor desabafar contigo, meu amigo, do que contrair uma úlcera estomacal, doença muitas vezes provocada pelo sistema nervoso e grave desequilíbrio emocional.
Muito tempo se passou mas ainda lembro como se fosse ontem
Eu era só mais uma criança sem saber pra onde ir
Respirava todos os dias com o corpo cheios de cicatriz
Diziam que eu era culpado por todos ser infeliz
Minha alma traz uma fardo que eu nunca quis
Minha mãe me olhava me chamava de bastardo
Por toda minha familia eu era rejeitado
Eu era fruto de um monstro, um menino renegado
Mais uma vez eu chorava em quanto era maltratado
Diziam que quando eu crescer, seria descontrolado
Ia ser igual meu genitor, um cara desalmado
Era melhor da fim do que fingir dar amor
Só deus sabe o que faz, sua vida não acabou
Ninguém me via fazer nada
Mas eu era julgado
Aquele fruto ruim
Um ser excomungado
Eu só queria paz,um pouco afeto
Te amo menino, fica esperto
Mas a minha vida não foi feita assim
Só sofrimento e um pouco dor sem fim
Eu me perguntava quando isso ia acabar
Diziam pra acreditar no senhor que ira me salvar
Eu esperei esse dia chegar, mas era só palavras
Nada ia mudar
Quem viu, quem sabe, meu, seu, eu, ninguém disse como esse menino sofreu
Em meu crescimento não existia mais vontade
Essa realidade era um desastre
A família abandonou
Só criava porque deus mandou
Mas eu não queria ser criado
Só queria atenção, só um pouco de amor
E nesse momento que algo me encontrou
As portas da drogas que me consolou
Não importava o quanto meus pais gritavam
Acendia um que tudo passava
Minhas notas não era as melhores
Um rápido puxão com o nariz
Que tudo se resolve
Eu tinha outra solução que se chamava revolver
Mas eu dizia que era ultima opção
Mas todos os dias pensava como a unica solução
Ninguém me queria, eu só existia
A droga era minha vida, e eu à consumia
Os dias era horríveis não tinha alegria
Meu pai chegava bêbado e depois me batia
Minha mãe gritava dizia que desgraça
Também apanhava em quanto chorava
Ninguém sabia o que essa casa passava
Ninguém era feliz, ninguém se amava
E tudo isso a mãe olhava pro menino
Aquele que causou tudo
O monstro escondido
Eu estava crescendo e começei a entender
Criar meus próprios pensamentos
Eu queria viver
Mas esse tormento não tinha como acabar
Era um fardo que eu tinha que carregar
Olhava pra de baixo da cama, um revolver uma solução
Acaba com os problemas, sentia que era à opção
Não tinha mais luta nem mais cicatriz
O culpado dos tormento agora ira partir
Eu não o culpava os pais por ser assim
Eu gostava deles independe do que fez pra mim
Mas se pra dor acabar alguém tem que sair
Que seja eu pelo bem de todos aqui
E nos dias de loucura
Eu fiquei bem locão
Olhei pro meus pais, olhei pra minha mão
Na direita em frente o espelho tava a solução
Sabia que era pra covarde, mas tem que coragem pra não soltar a mão
Eu já entendia porque eu vivia assim
Também a causa da dor, e de eu ser infeliz
Eu não pedi pra nascer, não pedir pra ser assim
Eu sou diferente, eu quero o melhor pra mim
Peguei o revolver coloquei na minha cabeça
Contei até três em frente o espelho e disse desapareça
Mas do nada eu não sabia o que fazer
Pensei nessas merda, pensei, que agora eu iria morrer
Larguei a solução e fui enfrenta o problema de cara
Depois de horas descutindo
Peguei a mochila arrumei minha mala
Pensei que eles ia me parar
Ia me abraçar e dizer filho venha cá
Mas isso era só o que eu queria
Isso é realidade não fantasia
Seguir na estrada em quanto eu cantava
Não escolhi essa vida, mas só essa que restava
Ninguém tem culpa, e todos precisam viver
Procurei um sentindo, comecei a escrever
Espero que um dia as coisas venha melhorar
Que existe outros meios sem ser se matar
Eu não digo pra ninguém o quanto eu sofrir
Não precisa saber tudo o que vivi
Apenas meu sorriso cheio de cicatriz.
Desabafo 2
A quanto tempo eu não te vejo ?
A quanto tempo não conversamos ?
Eu só....
Queria dizer oque eu sinto
Eu só....
Imaginei que sentira o mesmo que eu
Eu só....
Passei a minha vida abafado pelo vício
De te mencionar em tudo em que eu pensar
De te imaginar
Em todas história que eu fazer você sempre vai ta lá ...
Por favor não vai embora
Eu não me deixo de viver por niguem
Mas pensando bem que sem você nao é a mesma coisa ....
Estou pensando em desistir
Mas penso em você 24 horas
Isso já ta virando tortura
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Mas o rio não sente dor! O rio não sente nada… apenas segue! E com ele prossegue, tudo aquilo que nele se encontra…
E esse menino indeciso, jogando suas pedras no rio,chateado, fraquejado. Embora ainda não ciente, do momento vivido. Não se importa com o que há de vir…
Apenas peleja em sua mente, a trajetória da pedra, e onde irá cair.
Apenas no momento se encontra e nele se perde...
Livre de razão, do fato predestinado. Livre por escolha… escolha de momento.
Mas as pedras se acabam, e no fundo do rio elas ficam.
E como todo menino, as descarto! E procuro outras no chão… no fim me canso, e o dia termina. Só me vem a lembrança e o remorso. O momento se foi… outro virá?
Talvez! Mas, como adulto novamente, não quero esse novo momento! Só quero resgatar aquele breve tormento, que joguei na razão… mas agora já foi, e no mais se foi...
JUVENTUDE
Um guarda-chuva no tempo... Goteiras
sobre o cume da cumeeira, pingos
d'água sobre os ventos... Enquanto
o pintor faz seu patinado em sua parede...
O menino patina pela chuva das tardes
dos seus dias, patina, escorrega sobre a
lama, uma vez ou outra, cai, cai abraçando
a poça d'água... Tudo é vida! A juventude
tem lá, seus meios de felicidades, e vive
os efeitos de suas saúdes e suas alegrias.
Mãe... Estou adentrando no meu casulo,
quem sabe se um dia eu possa quebrar
os cascos da minha armadura e voltar
a viver aquilo que não vejo, sob a
lamina fria do meu espelho.
Antonio Montes
Por muito tempo você foi a inspiração dos meus poemas
Com quem eu desejei viver a mais linda das poesias.
Hoje me agarro às lembranças, tão frágeis mas não pequenas
Sem medo de acordar e observar o fim das fantasias.
Hoje o sonho se desfaz, observando do fim para o início
Posso esquecer, mas não vou ousar fazer este sacrifício.
JOGO
Te encontro sempre nos meus sonhos,
ali és minha, por um tempo.
Acordo , vejo ao meu lado a tua ausência,
ela me acompanha pela vida.
Faço das horas, momentos de trabalho,
e nele me escondo de tudo o que no mundo
há.
Das estrelas faço um brinquedo, cada uma
é um ponto que eu tenho que ligar.
Com os olhos ligo uma a outra, como as
crianças fazem nesse jogo.
Depois de terminado, vejo no céu formado
o teu rosto, com esse teu jeito meigo de olhar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Meu tempo esgotou-se, minha missão foi cumprida. Algo me prendeu, me aprisionou a alma.
Aqueles que deveriam ser comigo, só compreenderam as próprias dores! Isso não me importa mais!
Tanto faz morar na rua, estar empregado, vestido ou nú. Agora entendo o que fez do homem um andarilho.
Não creio no verbo crer! Quisera a ingenuidade, sonhadora e fútil dos meus semelhantes, mas tudo que contemplei foram cérebros rumos ao pó.
Oh! humanidade movida por interesses pessoais o que será de ti?
Alegram-se e preocupam-se, não com a coletividade, mas com a dor daqueles que discordam dos seus prazeres mais íntimos.
Vocês são apenas bajuladores de si próprio!
Será amor e felicidade? ou será apenas comodidade e momentos de concordância entre egos?
Devo Eu fingir demencia a tudo isso, para fazer parte desse clube?
Dar um fim a própria vida num ato covarde, ou ver os meus dias se passarem, a envelhecer sem contestar?
A verdade que liberta nunca foi doce.
Ah vida! jas o tempo do sorriso sem preço e tudo que me alimenta agora, é a solidão da alma.
Poema em versos pessimistas.
(Autor: Paulo César Camuri - 2017).
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