Textos sobre Tempo

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O tempo

O tempo corre, o tempo passa devagar, o tempo age conforme lhe convém, mas ele chega.
O tempo às vezes é justo, outras vezes, injusto. O tempo não para, pois cada milésimo que passa se esvai, tempo de nascer, crescer, viver... e tempo de ir, muitas vezes sem se despedir.
Nós nos adaptamos ao tempo, não ele a nós. O tempo passa, vem e vai conforme está predeterminado.
Não fique parado, pois nunca saberemos quando o tempo irá parar.

Gabriel da Silva Salvador

Pensamentos da Madrugada

Inserida por Gabrielsalvador

⁠Passa um pano para o tempo passar...

O passado é o que o nome diz,
Use-o como um livro,
Experiências são preciosas,

Nem sempre o livro é um romance,
Às vezes rola um drama,
Uma comédia,
E tem até aqueles de ficção científica ou terror barato de sangue que espirra em pó,

A decisão é sua de como usar em seu favor,
Conhecimento ou dor?
Guarde-os na prateleira da vida,
Releia os seus capítulos favoritos,

O que não te serve, deixa lá,
No canto empoeirado,
Onde nem espanador se arrisca chegar,

Deixe as traças da superação com ele acabar,
E siga alerta,
Vivo,
Nada contido,

De tanto ler,
Que agora escreve seus livros.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠Palhaçada

É como o tempo passa,
Outrora,
Emo,
Que sou (confesso),

Usando MSN e Orkut,
Ouvindo Fresno (ainda escuto),
Sofrendo em lágrimas e dores,
De amores que nunca existiram,

Banal?
Não,
Mas, é incrível lembrar de como era a tal!

Não de "me achar",
Nunca fui isso,
Mas, de arcar com as responsabilidades da vida,
Até um pouco egoísta na época,

Achando que trabalho enriquece,
Mas, quem adoeceu com o tempo foi a alma,
Com calma,

A maturidade tomou conta,
E a conta?
Sim,
Chegou, veio com força,

Recuperando o que é bom,
Sanando o que não,
Firme com a firmeza de prego que se move na areia,

Num mundo líquido onde as certezas da vida se tornam incertezas,
Amores, desamores,
E rumores em verdade inconcreta.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠E se o amanhã não chegar?

É um pensamento que, por vezes, nos assombra, não é mesmo? A ideia de que o relógio pode parar a qualquer momento e que o sopro de vida pode se esvair antes que o sol nos convide a um novo dia. Mas, paradoxalmente, é justamente essa incerteza que deveria nos impulsionar a viver.

Se amanhã eu não estiver mais aqui, o que terá restado do dia de hoje? Foram risos genuínos? Palavras de afeto ditas em voz alta? Um abraço apertado que transmitiu mais do que mil frases? Terei olhado para o céu e me deslumbrado com suas cores, ou estive com a cabeça baixa, distraído nas trivialidades que no grande esquema das coisas, pouco importam?

A vida é um presente embrulhado em mistério. Não sabemos quando a fita será desfeita. Por isso, cada respiração deveria ser um lembrete para estar presente. Para sentir o vento no rosto, o sabor da comida, o calor de uma mão amiga. Para olhar nos olhos de quem amamos e dizer, sem reservas, o quanto são importantes.

Não se trata de viver em desespero, mas em consciência. Consciência de que cada momento é único e irrepetível. De que o tempo não volta. De que as oportunidades de amar, perdoar, aprender e se arriscar são finitas.

Que, se amanhã eu não estiver mais aqui, o hoje tenha sido um dia onde eu fui eu mesmo. Onde minhas ações tenham refletido meus valores. Onde eu tenha deixado uma pequena marca de gentileza, de compreensão, de amor. Que eu tenha vivido, de fato, em vez de apenas existido. E que essa reflexão nos sirva não como um lamento, mas como um convite urgente à vida.

Inserida por MensageiroLeal

⁠Ponta Porã Linha do Tempo

Por Yhulds Giovani Pereira Bueno

Na linha tênue que separa e une o Brasil e o Paraguai, repousa Ponta Porã — ou como carinhosamente dizem por ali, *a Princesinha dos Ervais*. Uma cidade que não se contenta em estar na margem de um mapa: ela ocupa o coração de duas nações, dois idiomas, duas culturas... e muitas histórias.

É difícil caminhar por suas ruas sem perceber que o tempo se mistura como o chimarrão servido em roda de amigos: quente, forte, com traços guaranis e sotaques sul-mato-grossenses em perfeita harmonia.

O português e o espanhol se cruzam como os passos de quem atravessa a linha internacional sem perceber — porque, em Ponta Porã, fronteira é apenas um detalhe simbólico.

Ali, as feiras fervilham com o colorido dos tecidos paraguaios, a música sertaneja divide espaço com a polca e a cumbia, e os sabores revelam encontros: chipa e pão de queijo, sopa paraguaia e arroz carreteiro. Nada ali é puro — e ainda bem. A identidade ponta-poranense é mestiça, e é nessa mistura que ela se fortalece.

Histórias de colonos vindos da Europa, indígenas resistentes, paraguaios que fincaram raízes, brasileiros que abraçaram a lindeza fronteiriça. Cada um deixou um tijolo, uma receita, um costume.
O passado ali não se guarda em livros, mas nas varandas com cadeiras de fio, nas rodas de tereré sob a sombra dos ipês, nos nomes que não soam de um só lugar.

Ponta Porã é palco de somas e divisões. Soma de sonhos, divisões de saudades. Porque todo mundo ali tem alguém “do outro lado”, e isso não separa — aproxima. Mistura que não se dissolve, mas que se reinventa a cada geração.

E assim segue a Princesinha dos Ervais: de vestido bordado com ervas mate, cabelo com aroma de fronteira e um olhar que enxerga longe, para além da linha imaginária, onde a cultura não pede passaporte, só respeito e celebração.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Ecologias de Mim

Sou feito de círculos concêntricos,
onde o eu se forma na dança do outro,
na casa, na rua, na pele dos dias,
na palavra que me disseram
e naquela que nunca ouvi.

No primeiro círculo, tocam-me os olhos,
as mãos que me embalam e moldam;
no segundo, cruzam-se caminhos,
ecos de vozes e silêncios de quem passa.

Mais longe, decisões sem rosto
alteram o chão onde caminho —
leis, rotinas, ausências e horários,
tudo aquilo que não vejo,
mas que me constrói por dentro.

No mais vasto dos mundos,
vive o tempo, o espírito, a cultura,
as ideias que nos formatam o sentir,
as crenças que pesam sobre o corpo
como uma herança invisível.

E entre cada camada de mim,
há um fio que me costura: a história.
O tempo a escorrer-me nos ossos,
a infância que volta,
a mudança que nunca cessa.

Inserida por Santiago_Vento

⁠O tempo e o vendaval

O tempo vem com um vendaval, e leva-se tudo...
Tudo se destrói...
Algumas coisas se constroem.
E o tempo é amiga da perfeição

E se voltássemos ao passado,
Apenas, atravessando uma esquina.
De um lado, os nossos sonhos.
Em outro canto, uma estação...

As nossas lágrimas desgarram em nossos olhos.
É como uma paixão que não envelhece...
Mesmo que permaneça algumas semanas,
O vendaval veio para ficar...

Ficaremos bem, meu amor?
E eu não quero ficar sozinha.
E diante do espelho, não quero mais chorar...
O tempo, geralmente, é cruel conosco.

Não chora, meu amor! O mundo nos dará recompensas.
Essas lágrimas são perdidas...
O tempo é cruel conosco.
É capaz de transformar o paraíso em cidades...

E sobre a mesa de bar...
As nossas lágrimas são os goles intermináveis.
O vento é o tempo...
Que nos corrói por dentro.

E a ideia de envelhecer sem você, não me satisfaz.
Então, ser mais um no meio da multidão, também não satisfaz.
Mesmo que os nossos passos sejam diferentes,
Encontrara-me no mesmo bar...

Só o tempo seria capaz de modificar tudo...
O vendaval destruiu os nossos sonhos.
E é por isso,
Que eu estou recomeçando, como a Chuva ensinou-me.

Titânico Mello

Inserida por TITANICO

⁠Sou como a água de um rio…
Calada, disfarço minha fúria,
Você olha, acha que é calma,
Mas no fundo… sou abismo.

Tente mudar meu caminho, ouse me parar,
Levante barreiras, cave desvios…
Só não esqueça:
Minha força não se mede na superfície.

Debaixo do que parece paz,
Escondo correntezas traiçoeiras,
Buracos que te puxam,
Te arrastam… te afogam.

Pode tentar me secar,
Gole a gole,
Como quem suga por um canudo…
E quando achar que me venceu,
Surjo, escorrendo onde você menos espera.

Eu sei esperar…
Silenciosa, espero o tempo das chuvas.
E quando elas caem,
Eu transbordo.
Eu invado.
Eu quebro.
Eu retomo tudo aquilo que é meu.

E nesse instante, meu caro,
Só resta dobrar os joelhos,
Pedir perdão ao Deus que te resta…
Porque eu te puxo,
Te abraço nas minhas sombras,
E te mostro que com a força de um rio…
Ninguém jamais deveria brinca

Inserida por adnaline

O tempo seria a sensação de uma passagem, o "transcorrer entre...", na observação entre dois ou mais eventos na qual dividimos entre início e fim, até na permanência de um evento em repouso, que podemos associar a ele números sequenciais positivos e uma unidade denominados de duração do (s) evento (s), sendo qualquer fenômeno natural ou até pensamentos sequenciais de cenas em nossas mentes, cenas em repouso, e, por incrível que pareça, sem evocar nenhuma cena, ficando apenas de olhos fechados.

Inserida por ArgosArruda

Descompasso

Meu tempo passa,
e meu relógio permanece parado
diante de tua congruência,
relembro-me do meu passado.

Vivo ao lado da incerteza,
de braços abertos à inconclusão.
Sinto-me a me desgastar
perante tua exatidão.

Palavra que me prende,
sentimento que me molda,
sensação que me vicia —
é o amor que me desola.

Ó lua,
será que diante
da plena madrugada,
meu tempo descontinua? ⁠

Inserida por 4r7hur

O Tempo que Escuta
No campo vasto da existência, onde o tempo tece e desfaz ilusões, muitos se perdem na busca incessante por um sentido.
Eu, aqui, deixo meu pensamento. Trago no peito a quietude dos campos e o burburinho da cidade, transformando o invisível em verso, o silêncio em sabedoria e a solidão em ponte para o reencontro da alma consigo mesma.

Minha escrita é para quem sente, para quem pensa, para quem ousa viver cada instante com a intensidade de um raio e a delicadeza de uma flor.

Às vezes, me pego em silêncio — não por falta do que dizer, mas por não saber se o mundo ainda sabe ouvir.
Colecionamos tanto barulho, tanta urgência vazia, que a melodia da alma vira um sussurro perdido na ventania.

Carrego em mim uma pressa calma — daquelas que não se apavoram com o relógio, mas se inquietam com o tempo desperdiçado.
Tenho vontade de fazer muito, sim, mas sem perder a alma no caminho. Essa alma que se enrosca em atalhos e se perde nas veredas sem estrela.

Já não busco respostas rápidas — dessas que vêm prontas e se desfazem ao primeiro vento.
Busco verdades lentas, aquelas que só o tempo revela. Como o gosto de um bom vinho que espera pacientemente a taça certa.
Como a brasa que vira cinza com dignidade, sem pressa de apagar — apenas aceitando o destino de virar pó e adubo para o novo.

Nem sempre estou onde meu corpo está.
Minha alma — essa andeja incansável — às vezes vagueia no passado, catando memórias como quem colhe conchas na praia da infância.
Outras vezes, conversa com o futuro, tecendo esperanças e desenhando pontes para um amanhã que nem existe ainda.
Mas quando estou presente... ah, quando estou — sou inteiro. Ali, a vida me abraça, e eu a recebo com a sede de quem encontra um poço após longa caminhada.

E sobre a morte? Ah, a morte...
Essa velha amiga que nos observa desde o primeiro suspiro. Muitos a temem, a evitam, como se fosse o fim.
Quando talvez seja apenas um novo começo.

Que ela venha, sim. Mas que me encontre em plena dança — com os pés na terra, os olhos no céu e o coração transbordando de vida.
Que me encontre vivo — não apenas respirando, mas sentindo cada batida, cada riso, cada lágrima, cada instante que se fez eternidade na alma.

Porque, no fundo, a grande arte não é evitar a morte, mas aprender a viver enquanto ela não vem.

E viver, para mim, é estar inteiro no que sinto, no que penso, no que sou.

Inserida por voxtream_brasil

⁠O Êxtase de um Novo Tempo

Viver… Ah, viver o melhor momento da existência!
Seja no pomar, sob a sombra generosa das árvores frutíferas,
Ao som melodioso do chilrear dos pássaros,
Que, em coro, anunciam a beleza do dia que nasce.

É o bucolismo romântico que se derrama em cada canto,
Onde a natureza veste-se de festa para celebrar a vida,
E o êxtase profundo floresce como perfume invisível no ar,
Sussurrando aos corações atentos:
“Este é o jardim da vida… um altar de recomeços… um novo tempo que desponta.”

Aqui, cada instante é uma poesia viva,
Cada sopro de vento é uma oração,
E cada raio de sol é um convite irrecusável
Para sentir, agradecer e simplesmente… viver!

Inserida por JBP2023

⁠Sentir-se viva é diferente de viver.
Viver é seguir o compasso dos dias;
sentir-se viva é dançar fora do ritmo,
é se arrepiar com o inesperado, é conectar a alma em cada detalhe, é deixar que a brisa te abrace, que a chuva molhe seu rosto sem pressa, é sentir o toque leve da despedida do sol ao entardecer, é sentir o coração vibrar a cada amanhecer e encontrar a plenitude, mesmo correndo contra o tic-tac do tempo."

Inserida por jakelini_danielewicz

⁠"Antes do Tempo"
Disseram que era cedo pra sonhar,
que o meu tempo viria — bem mais devagar.
Mas Deus já escrevia, com mãos invisíveis,
um roteiro de fé com marcas incríveis.

Por anos pensei que estava atrasado,
que o relógio da vida tinha me deixado.
Mas o céu não se guia por ponteiros terrenos,
Ele age no tempo que é puro e ameno.

Com dezenove, quase vinte, já sou
prova viva de onde Deus me levou:
um emprego nas mãos, e planos no chão,
um terreno firmado pela fé e visão.

Ergo tijolo com mais que cimento,
ergo promessas, erguidas no vento.
Projetos que gritam futuro e verdade,
sonhos que cruzam a eternidade.

Uma garota ao lado, presente e razão,
ela caminha comigo na mesma direção.
E ao centro de tudo, sem discussão,
está o Senhor, dono do meu coração.

Desejo servir, liderar, caminhar,
ver o Evangelho em cada lugar.
Não sou mais moldado por mundo nenhum,
sou inconformado, com propósito e rumo.

O menino que um dia pensou estar atrás
hoje entende o que o céu é capaz.
Pois quando Deus diz “Agora é o teu tempo”,
tudo que é d`Ele chega no momento certo.

Inserida por Patrick_Vieira

"É muito louco esse mundo..."

É muito louco esse mundo…
Quando somos crianças, tudo o que queremos é crescer.
Ficamos ansiosos pelos 18, como se essa idade fosse um portal mágico pra liberdade, pra vida de verdade.
Mas quando ela chega… mal dá tempo de sentir.
Ela passa. Rápido. Rápido demais.
Mais veloz que um foguete, mais impiedosa que o tempo.

E aí, o que era sonho, vira rotina.
A liberdade vira responsabilidade.
A pressa vira cobrança.
E o medo começa a crescer dentro do peito.

Medo de não dar tempo.
Medo de falhar.
Medo de ir embora desse mundo sem entender direito o que viemos fazer aqui.

Porque, no fundo, ninguém sabe o que vem depois.
E talvez seja isso que mais assuste:
essa incerteza do destino final, esse silêncio depois da última batida do coração.

Mas enquanto estamos aqui…
Talvez o segredo não seja entender o final,
mas dar sentido ao agora.
Viver de verdade.
Amar sem medida.
Ser presença.
Ser memória boa.
Ser o que o tempo não apaga.

Inserida por VictoRodriz

⁠"Por que a partida é tão inexplicável?"

Talvez porque ninguém está realmente preparado para o fim.
Passamos a vida tentando entender o começo, lutando para nos encontrar, e quando percebemos... o tempo já está nos escapando pelos dedos.

Corremos tanto. Atrás do que? De dinheiro? De aceitação? De promessas que nem sempre se cumprem?
E nessa corrida desenfreada, esquecemos de viver.
Esquecemos que cada dia pode ser o último.
Esquecemos de olhar nos olhos, de escutar com o coração, de abraçar sem pressa.

A vida é pequena, sim.
Mas não no tempo.
É pequena na forma como a vivemos — cheios de medo, de dúvidas, de silêncios engolidos.

Temos medo do amanhã.
Medo de partir.
Medo do que vem depois…
Mas às vezes, o que mais assusta é a ideia de partir sem ter vivido de verdade.
Sem ter deixado uma marca de amor, de verdade, de presença.

Então, talvez a pergunta não seja "por que temos que ir embora",
mas sim: o que estamos fazendo com o tempo que ainda temos?

Inserida por VictoRodriz

⁠O homem morreu de fome. E quando já era tarde demais, serviram comida no velório. Não é metáfora. É o retrato do quanto as pessoas se importam... só quando já não dá mais tempo.

Todo mundo diz que vai ajudar, todo mundo jura que se preocupa, mas a verdade é que quase ninguém está disposto a fazer algo enquanto você ainda está respirando.

Preferem te aplaudir no caixão do que estender a mão quando você ainda podia ser salvo.
Gostam de parecer bons — não de fazer o bem.

Então entenda: se você espera ser alimentado pela compaixão dos outros, vai morrer com fome. E ainda vão dizer que você partiu em paz.

Inserida por VictoRodriz

⁠E quando eu parecer boba… promete que não vai rir de mim?
É que o amor, às vezes, me escapa pelos olhos e se derrama em gestos simples.
Talvez eu seja romântica demais —
quem, em sã consciência, ainda perde o sono só pra conversar com a lua…
ou procura estrelas quando tudo em volta parece escuro demais?

Inserida por sarahcastello

⁠Como é maravilhoso e sombrio o tempo. Sua beleza é sutil, mas grandiosa. Seu poder de cura é variável, mas eficiente. Seu tamanho, sem descrição permanente. Nos relaxa, nos dá esperança, nos desespera, nos motiva. Passado e futuro se entrelaçam ao presente e assim nos ensinam a sermos humanos melhores, para nós e os a nossa volta. O tempo é magnífico, é espantoso, é céu, inferno, dor, sofrimento, alegria, amor, tristeza, felicidade. É tudo que pode ser proporcionado por ele. Só quem dependeu deste professor perfeito consegue enxergar sua principal lição: aproveitá-lo ao máximo...
Sempre aproveite o tempo.

Inserida por korbisss

⁠O Elo Inquebrável da Maturidade: Amor Que Virou Amizade

A vida nos apresenta muitos caminhos, e em alguns deles, o amor romântico se transforma, mas não se desfaz. Ele amadurece, ganha novas cores e se revela em uma das suas formas mais puras e grandiosas: a amizade. Essa não é uma amizade qualquer; é aquela forjada na chama de um sentimento que um dia foi outro, e que hoje se sustenta na certeza de que a conexão, o cuidado e o respeito mútuo são inabaláveis.

É a maturidade afetiva que nos permite segurar a mão um do outro a qualquer momento, sem que haja sequer um pingo de dúvida sobre a pureza desse gesto. Não importa o tempo que passe, ou as direções que nossas vidas tomem, quando nos reencontramos, a entrega é total, a verdade se faz presente em cada palavra e em cada olhar. Não há máscaras, não há jogos, apenas a transparência de duas almas que se reconhecem e se acolhem.

Essa capacidade de transformar e sustentar um vínculo tão profundo, honrando o passado e vivendo plenamente o presente da amizade, é uma das mais belas virtudes que podemos cultivar. É a prova de que o verdadeiro amor não se limita a rótulos ou expectativas; ele evolui, se adapta e, acima de tudo, persiste. É saber que, aconteça o que acontecer, há sempre um porto seguro onde a confiança e a verdade são os alicerces, e onde a mão estendida é um lembrete constante de um elo inquebrável.

Minha inspiração.: S.P.P.B

Inserida por MensageiroLeal