Textos sobre Nós Mesmos
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Estamos sempre em busca constante de compreender em nós mesmos a melhor forma de como tornarmos concreto o nosso abstrato. Mesmo quando nos sentimos frágeis e melancólicos, tentamos ser mais íntimos de nós mesmos, buscando as respostas que vem do coração. Tentamos escutá-lo mas as vezes ele fala numa linguagem que não compreendemos, então almejamos o amparo de uma mão amiga nos trazendo auxílio divino e nos ensinando a orar.
Uma luz que nos liberte e nos guie a um abrigo seguro.
Que nos reforce que o arco-íris chega após o temporal.
Que nos mostre que entre as curvas da vida não há linhas retas mas há linhas contornáveis.
HIPÓCRITA II
A pior verdade é aquela que tem que ser dita para nós mesmos, pois ela derrubará a ultima barreira entre você e seu espelho.... Sua hipocrisia.
O peso do sofrimento não esta na perda de quem você ama, esta na certeza de que você nunca foi correspondido (a).
Você não esta sofrendo por dois, pois eu e você sabemos que nunca houve dois...
Só a nossa vontade de ser feliz sem perguntar ao outro se queria nos acompanhar.
Este é um momento em que um pouco egoísmo não faz mal...
Esta na hora de você pensar em você...
É fechar os olhos, pois assim as coisas melhoram, nem que sejam dentro de nós mesmos. É ser forte o bastante para não chorar, mesmo que o sorriso não seja o mai sincero.
Mas saber chorar quando a alegria for mais que o sorriso possa suportar.É entender que ninguém é igual a gente, que por vezes somos melhores.E por ser melhor é preciso aprender a pedir desculpa.É ser compreensivo e entender que a dor do outro pode não ser tão grande quanto parece mas, com certeza dói mais nele do que em você.E por fim, viver é saber amar mesmo que o mundo deconheça essa palavra.
A vida é assim mesmo cheia de surpresas,umas boas outras ruins,mas cabe a nós mesmos saber oque fazer com elas.
As boas guardar no coração e agradecer,as ruins tirar delas todo aprendizado possível e descartar o restante,só assim conseguiremos sempre nos reorganizarmos.
Pois quanto mais o tempo passa mais aprendemos,se estivermos abertos a isso,se não estivermos as coisas com certeza passarão por ti desapercebidas e você nada vai aprender,então preste mais atenção nos sinais que a vida lhe oferece,pois eles são preciosos é com eles que você descobrirá oque fazer num momento dificil.
Observe que as pessoas a sua volta são sempre as mesmas,podem até camuflar no correr dos anos mas sua essência será sempre a mesma,isto vai te ajudar a não se enganar,este é um dos sinais.
Para que nossos sonhos e desejos possam ser realizados, depende de nós mesmos...
Depende do que atraimos para perto de nós e do que afastamos.
Os sonhos devem ser sonhamos mas acima de tudo, eles realizam-se a partir da nossa preparação para recebê-lo.
Pois você pede, mas deve estar reparado para receber!
Segredos
Apenas mais uns segredos
Secretos apenas a nós mesmos
Guardados pela vida
Contudo a vida, como tudo que existe nela
Não sabe guardar também seus segredos
Mas só os sábios os escutaram
E só o tempo trará os sábios
Então os sábios nos dirão
Não se trata de ser o mais inteligente
Parafraseando Kant ou Thoreau
Lendo apenas Neruda ou Goethe
Escutando Chopin ou Mozart
Discutindo Maquiavel ou Stalin
Não...Não é assim
Mais uma vez
Não é questão de ser o mais belo
Ou a mais bela
Sabe o que encanta ?
O que atrai ?
O que conquista ?
É SER VOCÊ MESMO...
Às vezes quando damos novas chances para alguém, na verdade estamos dando a nós mesmos essas chances, pois temos a desesperada necessidade de sermos felizes e vamos dando sempre mais, muitas vezes ultrapassando a nossa própria dignidade e vamos atropelando e sufocando todos os pensamentos de que algo estranho está acontecendo, ignoramos nosso sexto sentido que inutilmente, nos avisa para parar com as "doações", pois está sendo desperdício de tempo e de sentimentos e um belo dia, você ouve a voz da razão e dá um basta...
Desse dia em diante, você consegue ter discernimento e enxergar o quanto foi imbecil e/ou ingênua, enquanto quem não soube aproveitar tanta entrega, quer se doar.
Há um provérbio Indiano propício para essa situação:
- "Quem não dá, perde."
Hoje Deus nos deu nova semana para viver, para darmos o nosso melhor por nós mesmos e pelas pessoas.
Esta semana faça algo de bom por você e pelas pessoas.
Hoje começa também um novo mês de vida, viva a vida da melhor forma possível.
Aprenda a agradecer a Deus por tudo na vida.
Lembre-se, Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje é sempre. Ele está vivo!
Temos uma promessa dEle para conosco: "Estarei com vocês sempre!"
A mágoa faz com que nos percamos em nós mesmos.
Quando perdemos a serenidade, a lucidez, a capacidade de olhar para o outro como olhamos a nós mesmos, seres errantes.
Não, permanecermos magoados antes de ser a punição do outro é punição para nós mesmos.
A capacidade do outro de nos fazer bem não equivale a nossa capacidade de amá-lo, se fosse assim então não é de amor que estamos falando.
Se não houver o perdão, pais não amarão seus filhos, e os filhos tão pouco os pais, assim como toda a família. Amizade seria algo extinto, civilização não existiria.
Que nossos "ofensores" se arrependam de suas "ofensas", mas, que saibamos desfrutar dos benefícios do perdão!
Vamos ser felizes com nós mesmos!
Vamos ser felizes com o nosso corpo;
Com a vida que temos;
Com os nossos amigos, familiares, professores e colegas...
Vamos ser felizes no nosso trabalho ou serviço, na escola...
Vamos permitir a felicidade em nosso coração hoje, amanhã e sempre!
Vamos nos amar, compartilhar alegrias, palavras e sentimentos bons...
Viver a vida com autoestima é essencial na consolidação de conquistas. Vamos sugar do universo energias e vibrações positivas.
Então a gente descobre que nosso maior, ou talvez, verdadeiro inimigo, somos nós mesmos!
Que quando aprendemos a vencê-lo dia após dia nada mais pode nos abalar tão facilmente!
Quando então a gente aprende a ser feliz até mesmo em meio as adversidades, pois se não pudermos mudar a realidade, ao menos poderemos mudar nossa maneira de lidar com ela, transformando a nossas angustias em esperança, nosso desespero em força pra lutar, nossas tristezas em estímulo para superar e alcançar o melhor!
Uma batalha pessoal e intransferível mas é possível vencê-la e talvez seja necessário vivê-la pra aprendermos o que é de fato ser feliz, entendendo que ser feliz não é a ausência de problemas mas sim um estado de espírito alcançado por quem sabe bem o que é a dor mas escolheu não se deixar dominar por ela mas dominá-la, e então percebeu que ser feliz é muito mais simples do que se imaginava!
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
É lindo, gostarmos de nós mesmos,
valorizarmos nossas qualidades especiais
e nos sentirmos orgulhosos de nossa história...
O que estraga tudo é o excesso!
aliás, os excessos são chatíssimos...
Acharamo-nos importantes demais,
os melhores, os mais cultos, os mais bonitos,
os mais honestos e verdadeiros,
os mais isso , os mais aquilo...
e nos esquecemos que aos olhos de Deus
somos todos iguais... falhos e carentes de burilamento
e de humildade...
Cika Parolin
Quem sou eu?
A pergunta mais difícil para uma pessoa responder, pois nem nós mesmos sabemos quem somos.
Pois somos o que as pessoas pensam, ou seja, o que aparentamos ser.
Somos o que vestimos, o que comemos e com quem estamos, e pouco somos avaliados pelo nosso caráter, sentimentos e emoções. Afinal era isso que deveria importar! Deveria ser de onde vem nosso próprio modo de ser, mas esse mundo está cada vez mais ficando sem amor. Nós só podemos nos contentarmos em sermos o que queiram que sejamos, e não realmente o que somos em nossa essência. Mas tenho a esperança de que, algum dia, viveremos em uma sociedade em que o ter é poder (que as aparências valham mais do que a realidade, ou seja, os fatos sejam mais importantes do que as opiniões), aonde ser você mesmo será a filosofia chave para a felicidade.
Existem dias que o silêncio é nosso maior aliado...
Em silêncio conseguimos vencer a nós mesmos...
O silêncio as vezes, é aquele baú que vamos guardando tudo aquilo que é importante pra nós...talvez nunca usaremos....mas está ali...
Silêncio...sem dizer nada as vezes nos ensina muito.
As vezes desvia o furor...
Acalma a alma...
Afaga o pranto...
Da tempo ao tempo...
Nossas maiores conquista são conquistadas no silêncio.
Somos muitos, para sermos nós mesmos, em fases da vida, que mostra a sua face, pois há fases e faces da existência...
E esses muitos todos, esses outros nós, que coexistem, querem, anseiam, comovem-se e gostam das faces da vida, descobertas, cada uma a seu tempo, ou mesmo respetivamente, ao seu modo...
As fases e faces da vida, não cobram coerência, que é o fantasma das mentes pequenas...
As fases e faces da vida, exigem idas e vindas, mergulhos, voos... Invasões...
Marilina no livro "É Mais Ou Menos Assim
Uma relação de carinho
Quantas vezes somos nós surpreendidos por nós mesmos...
Pensamos agradar e acabamos por machucar...
Quantas vezes uma pessoa entra em nossa vida e permanece...
Neste relacionamento sentimo-nos com uma flor.
Pela fragilidade apresentada nos sentimos menos egoístas...
Pela dedicação ofertada fortalecemos a relação e nos tornamos especiais.
Uma relação de carinho não deixa a flor murchar;
Uma relação de carinho impede que desapareçamos de vez;
Uma relação de carinho faz com que exalamos o nosso bom perfume;
Uma relação de carinho fornece calor aos nossos sentimentos...
E como almas esquecidas a vida tornou-se mais bela e cheia de carinho,
Com as almas aquecidas, tudo se renovou e mudaram os pensamentos...
Com essas almas atrevidas o resgate tornou-se muito importante!
Agora de mãos dadas sentimos a beleza do amor suave, bem juntinhos e coladinhos...
O gosto de tudo se tornou elementar, o gosto pelo sol, pela lua, e pelo vento que nos acaricia...
As ondas e seu quebra mar;
A chuva com suas águas renovadoras;
A floresta com as suas surpresas;
Os jardins com as suas belezas;
E por fim...
O amor sendo vivenciado a cada estação num romance inigualável... seja com a taça de vinho, com o buquê de flores, nas fotos cinzentas ou na brisa do mar!
Chega um momento em nossas vidas que necessitamos mergulhar em nós mesmos. Porém, precisamos ter cuidado para não transformar este lugar em moradia.
As desilusões, as tristezas, as decepções, desesperanças são cruéis, pois nos fazem acreditar que o melhor é construirmos um concha protetora em volta do coração para que nada mais o atinja e o fira. E com isso não percebemos que embora o coração fique protegido das feridas, ele também se fecha a todos os outros sentimentos.
Sozinhos na escuridão protetora da concha, temos a sensação de encontro e paz, mas o coração seca, endurece e fica incapacitado de expressar qualquer tipo de sentimento.
Torna-se frio, calculista e distante. Inacessível, sem sonhos.
Viver é arriscar a ser ferido, a perdoar, compreender, aceitar, corrigir, aprender, amar, sonhar ... processos muitas vezes dolorosos mas que através deles, nos tornamos vivos em toda plenitude.
Impossível viver com concha ao redor do coração!
Um mundo de possibilidades se abre quando saímos da concha protetora em que nos escondemos.
Ninguém, além de nós mesmos, pode ser tão cruel conosco quanto nós próprios. Da mesma forma, ninguém conseguirá ser tão lisonjeiro consigo mesmos, a não ser a vaidade que sussurra persuasiva nos ouvidos dos narcisistas.
Então, nem crueldade, nem vaidade. Sejamos simplesmente quem somos. Autênticos e felizes por não haver cópia, bem feita ou mal feita, de cada um de nós.
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