Textos sobre Mulher e Homem

Cerca de 13352 textos sobre Mulher e Homem

Quando o pássaro tem asas
A gaiola impede o voo
Estando lanosa a ovelha
O homem vem e lhe tosa
Às vezes
devorado, desarvorado
e arrependido
Não me perdoo
Por ter estado aqui
Cantando para quem
Jamais me quis ouvir
Doando minha carne, meu sangue
o que me restava de paciência
Além de toda uma vida
Vida ingrata
Deus me colocou aqui
Sob a reles condição de primata
No país das maravilhas
Covarde como o leão
Sem coração qual o Homem de lata
Agora não me resta nada
Na noite fria
Qual ovelha tosada
Minhas asas agora cansadas
Me relegam à mercê de predadores
E eles não são tantos
Enormes são suas maldades
Porém, nem precisavam sê-las
Quase nada mais me resta
Uma janela,
luz de estrelas no Céu,
Luz de velas cá na Terra,
vontade de fazer o certo
Um coração ausente, que erra
e o diabo sempre perto
tentando que eu desista
Cuspindo em meus poemas
aumentando meus problemas
Rindo da minha alma de artista
Um dia tudo se acaba
Exceto essas verdades
Que me invadem e orientam
Cada um carrega sua cruz
A minha me orienta a direção
da Fonte Universal de Toda Luz
Que haverá de confortar-me
e dar-me um coração
E um anjo de verdade
Pra fazer companhia
Se ainda persisto
E porque eu acredito
Na existência desse dia.

Inserida por edsonricardopaiva

Pode acontecer de um dia
Eu me tornar um fugitivo
Um homem procurado
Um complicado ser
Esquecido, odiado e abandonado
Porém, nesse dia
Eu ainda serei um homem
Mesmo que procurado vivo ou morto
Um ser humano desprezível e torto
mas vivo
Com toda certeza
Um dia todos nós seremos
Uma lembrança, uma simples fotografia
No colo de uma criaça curiosa
A perguntar quem fomos nós
E talvez o seu interlocutor
Não saiba ao menos responder
Seremos uma lembrança morta
Mas tudo isso não importa
Hoje ainda é outro dia
Hoje ainda é o dia de hoje
Não permita que ele fuja
Sem deixar nele sua marca
Pode ser que amanhã
O Sol não surja para nós
Não deixe nunca seu momento de lado
Os dias que se passaram
Sem que percebêssemos
Hoje, sem dúvida
Em nossos corações
São os mais intensamente procurados.

Inserida por edsonricardopaiva

O primeiro passo para o Homem
Chegar à Lua
Uma palavra
Conquistar um amor
Uma palavra
Iniciar uma Guerra
Uma palavra
Sobrepor-se aos outros seres
Uma palavra
Ficar rico
Uma palavra
Construir o Canal do Panamá
Uma palavra
Chegar à Presidência
Uma palavra
Casar
Uma palavra
Tocar um instrumento
Uma palavra
Chegar a um novo invento
Uma palavra
Escrever um poema
Uma palavra
Arrumar um problema
Uma palavra
Perder tudo
Uma palavra
Outras palavras vem depois
Mas tudo se inicia com uma palavra
Pense nisso
Antes de proferir a sua próxima frase
Uma palavra inicia tudo
As que vem depois são decisivas
Sempre

Inserida por edsonricardopaiva

"Dentro
do meu coração de homem
Existem amores e lembranças
Que parecem ter pra sempre
desaparecido
Talvez desapareçam para o mundo
Porém, para mim
Eles não somem
Hão de permanecer pra sempre
Escondidos
de forma latente e permanente
Perenemente guardados
Amores esquecidos
por pessoas às quais eu fui benquisto
durante um certo tempo
Em suas vidas
Elas ainda estão aqui
e jamais serão esquecidas
Essas pessoas
Esquisitas e esquecidas
Estão ainda
Guardadas e bem amadas
Amadas e bem guardadas
Por este amigo
Que muita gente esqueceu
Guardadas
Neste meu coração imperfeito
Coração de homem
Pois eu sou apenas um homem
Não sou Deus
Um homem
Que tem um coração
ainda de menino
Talvez por isso ele sinta esse amor
de certo modo, divino
diferente dos amores que sentem
Aqueles corações
Que infelizmente, quando crescem
Passam a ver o mundo
as pessoas e o amor
de uma forma diferente
de como tudo deveria ser sentido
Pra que a vida
Fizesse sentido."
edsonricardopaiva

Inserida por edsonricardopaiva

Fazendo eu uma analise bíblica,
Tirei minhas próprias conclusões,
Em atos C.3 um homem coxo que se portava à porta de um templo
Pedindo esmolas então foi dada a ele uma palavra de ordem
Levanta-te e anda e assim ele se levantou.
Assim como ele se levantou digo a todos os preguiçosos e vagabundos que
Saia de casa, da cama, da malandragem e vai procurar um emprego e deixe
De depender dos outros; só assim você vai se sentir no meio de uma sociedade de verdade.

Inserida por pcduarte

⁠A Maldição

A maldição do homem é sua prisão;
também chamada de corpo;
esta cela de carne e osso;
o limita, o aprisiona, o diminui;

Fomos feitos com uma incessante vontade de ser mais;
com a consciência de que podemos tudo;
mas ao mesmo tempo limitados ao nada;

Mas afinal, como algo a mais podemos ser?
Se eu e você, compartilhamos a mesma prisão;
pés que nos mantêm no chão;

Esta énossa maldição.

Inserida por josett

Grande será o homem
Que acordar de madrugada
Caminhar à pé pela calçada
Atravessar a Avenida
Apressado
Sem nem ao menos
Olhar para os lados
Preocupado em ser homem
Maior será esse homem
Quando cedo despertar pra vida
E botar o pé na estrada
Atravessar os anos
Centrado
Em galgar o topo do mundo
Aprender a enxergar no escuro
E não olhar para o passado
Imenso será o homem
Que já nascer propenso
A pisar na Lua
Atravessar Universos
E olhar de frente pro Sol
Em prol da grandeza que há de vir
Determinado a ser um gigante
E saber todas as respostas
E apenas bom será o homem
Quando cedo aprender
A reconhecer cada medo que tem
Aceitando a própria imperfeição
Caminhar descalço quando preciso
Olhar pro chão quando andar na rua
Calar as respostas que conhece
Sem falso orgulho ou pretensão
Esquecer-se a si mesmo e ficar calado
Pois cedo aprendeu a entender a vida
E nada esperar deste mundo
Porque tudo um dia fica no passado.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Deus fez o homem a sua semelhança, e o homem contemporâneo fez de Deus um pequeno boneco inflável e o colocou preso em um pote de vidro.

Um Deus que só a eles pertencem
Um Deus que eles próprios colocam palavras em sua boca
Um Deus que não tem voz e nem vez
Um Deus que eles pintam e bordam
Um Deus enfeitado de fantasias
Um Deus que eles próprio ditam suas regras
Um Deus que não pode se manifestar no inferno ou até mesmo ir ao inferno
Um Deus que tem seu preço
Um Deus ao mesmo tempo intocável
Um Deus que só pertence ao mundo deles
Um Deus limitado demais, pra caber em um mundo infinito.

Inserida por joaoeudesdeana

⁠... em duas palavras:
deve o homem 'reconhecer' e aperfeiçoar'
sua essência como espírito - sendo ele,
a expressão maior do Criador nessa terra!
E por qual e sensata maneira deverá
ele agir, senão lançando-se por entre
os sinuosos dilemas do viver - e,
lutando ali; e, sofrendo ali - que ele,
incansável, convicto, mais e melhor,
dignificará seu senso
realizador!
___

_ José mauro de Toledo.

Inserida por maurotoledo

Devemos sempre reverenciar
o homem, elucidou Jesus, o Cristo:
mais justos, cordiais, melhor percebermos
esse Serque nos encarna,como
expressãomáxima da Criação;
sua extraordinária cognição,
a notória capacidade em adaptar-se
às circunstâncias...
Embora, não poucas vezes,
ele se perca, acometido
por suas próprias
escolhas!

Inserida por maurotoledo

⁠... um gesto
de sabedoria que reverencies
o homem, salientou Jesus, o Cristo...
Em suma, mais justo, cordial, prezares
essa magistral estampa que te encarna como
superno recurso concedido pelo Criador - exposta
as tuas recorrentes fragilidades e expectativas;
sua extraordinária conformidade - a notória
mestriaem adaptar-se às circunstâncias...
Embora, não poucas vezes, ela se perca
impactada por nossas dúbias
escolhas!

Inserida por maurotoledo

⁠... quando
afirmou Jesus, o Cristo que:
prejudicial a si mesmo todo homem
que sujeita-se a outro homem - não aludia o
'Enviado da Luz' sobre ilícitos e deformidades
ocupando esse mundo -mas sobre talentos e
subsequente autonomia dormentesem cada
espírito - que brandamentedespertos e
vividos,asseguram e direcionam cada
Ser ao real sentido de sua vida:
o autoconhecimento!

_ José Mauro de Toledo.

Inserida por maurotoledo

⁠... um homem
pode equivocar-se sem que
tal atitude represente um gritante
fracasso; posto que,tudo é parte de
um jogo instigando seu aperfeiçoamento
como espírito - a menos que,
desgostoso, culpe o outro por seus
recorrentes deslizes - o que
resultará num vexatório
fracasso!

Inserida por maurotoledo

ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"

O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.

A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.

A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.

Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.

"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"

Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.

A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.

Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.

Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.

E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Todo homem pode ser manipulado ou autosabotado por mais inteligente que seja. Já um filósofo não.
Porque o filósofo avalia todas as circunstâncias do mundo de forma neutra, sem a influência sequer do seu próprio "eu".
Quem sabe ponderar entre a luz e a escuridão consegue discernir qualquer evento que aparecer no caminho e, portanto; fazer escolhas justas, por mais que para os outros quiça possa não parecer a melhor decisão.

Inserida por marachan

Tolo é o frustrado, que diz que a dor existe porque o mundo é cruel com o homem; Sábio é o feliz, que diz que a dor existe porque o homem é cruel com o mundo.


O primeiro choro de sua vida é fruto da crença de que o mundo é um escravo... Chicoteia-nocom reclamações, barganhas e lamentos em uma tentativa fútil de fazê-lo mudar suas leis, e, no fim, o único que sai ferido é o próprio homem.

Inserida por TakaMakoto

O tamanho do universo é
análogo ao amor de Deus, ou seja,
infinito.

A fé do homem deve ser da
mesma proporção, como também
recheada de agradecimento e
regada de perdão.

Cada amanhecer é um presságio
do poder do Pai Celestial e um
novo momento dado pelo nosso
Criador a todos nós.

A alvorada nos renova, e os
primeiros raios de sol são
bênçãos divinas.

⁠Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.

Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.

Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.

E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.

E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.

Inserida por italo0140

⁠A unção que vem do céu não enche o ego ela esmaga o orgulho.
Ela não faz o homem parecer grande,
ela faz Deus ser tudo.
Por isso, muitos desistem no meio.
Querem o dom, mas não suportam a dor.
Querem microfone, mas não suportam o silêncio de Deus forjando o caráter.
Querem autoridade, mas sem o caminho da obediência.
Mas os que suportam o processo…
Serão cheios de uma glória que o mundo não pode dar.
E que os céus nunca deixarão apagar.

Inserida por MiriamLeal