Textos sobre Mulher e Homem

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⁠E, finalmente, se fizer um paralelo exato entre um homem morto fisicamente e um homem morto espiritualmente [...], então da mesma forma tem que se dizer [...] que se ele não pode aceitar Cristo porque está morto, então ele também não pode rejeitá-Lo. Um homem morto [fisicamente] não pode crer em Jesus Cristo, mas um homem morto [espiritualmente] pode.

Laurence M. Vance – The Other Side of Calvinism, ed. rev. (Pensacola, FL: Vance Publications, 1999), p. 522.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Ao homem foi dada uma escolha [...]. Ter essa escolha define o homem como um ser humano: comer ou não comer; obedecer ou desobedecer; amar ou não amar. O homem não é um robô. O homem era capaz de amar pela sua própria livre escolha sem a qual, o amor não é amor.

John R. Cross - The Stranger on the Road to Emmaus (Olds, AB: Good Seed International, 1997), pp. 56-57

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].

A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.

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Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"

O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.

A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.

A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.

Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.

"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"

Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.

A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.

Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.

Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.

E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O Processo Histórico
O cenário para manifestação do homem da iniquidade está sendo montado diante dos nossos olhos.
O mundo se encontra PRONTO para manifestação e ACOLHIMENTO do anticristo, e muitos na igreja estão DESPREPARADOS para manifestação e o ARREBATAMENTO de Cristo.
A tristeza é que muitos cristãos, principalmente as lideranças, estão adormecidas e não entendem ou fingem não entender o que realmente está ocorrendo no mundo.
O processo histórico está se repetindo novamente com uma nova roupagem e novos personagens. Como no passado, os cristãos fiéis e judeus ficaram sozinhos, e serão novamente o bode expiatório das mazelas desse mundo caído. Os novos Neros dessa nova (velha) ordem mundial criaram e criarão muitos mecanismos de opressão, e todos que não aderirem a esse novo estado de coisas (A Grande Babilônia de Apocalipse 17 e 18) serão cancelados (perseguidos) nessa nova ordem que está emergindo no mundo.
O cenário está sendo montado diante dos nossos olhos. Por isso, ouça o conselho do Apóstolo Paulo em 2º Tessalonicenses 2.1-17.
Pense nisso e preste atenção nos acontecimentos da geopolítica mundial.
No Amor dAquele que vem sem demora para arrebatar a verdadeira Igreja, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

"Considere o íntegro, observe o justo;
há futuro para o homem de paz.
Mas todos os rebeldes serão destruídos;
futuro para os ímpios nunca haverá."
(⁠Salmos 37:37,38)

O que aconteceu no passado foi ruim, traumatizante, mas isso não pode tornar obscuro o seu presente e nem influenciar no seu futuro.

Inserida por Adriano451

Foi Deus quem criou a Terra,

Deus criou o Universo,

Ele criou o Homem,

E criou o anjos

Para proteger a criação,

Deus criou o amor e a paixão,

Para morarem no teu coração.

Os anjos nascem com asas,

Outros nascem com asas

- mais discretas.

Há quem duvide que eles existam,

E também que nas duas asas acreditam,

Quem disse que anjos só têm duas asas?

É porque nunca repararam nos anjos

que nasceram com quatro patas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os destinos estão entrecruzados ☆

☆ A tua voz de homem interessado

Os corações batem compassados

Os passos serão acertados

☆ Juntos no vals cruzado ☆

☆ O teu coração apaixonado

Quero descobrir as preferências

Degustarei as tuas eloquências

Apalparei as malemolências

☆ Revistarei as indecências ☆



Nós dois de corpos colados

☆ Debaixo do céu estrelado

Nos amando um bocado ☆

Beijos doces e estalados

Amorosos e excitados





☆ Nós dois no bailado ☆

E bem enamorados

☆ Nos melhores passos ☆

No auge do vals cruzado

☆ Versos delicados

☆ As malícias ficarão por nossa conta,☆

e doce risco - ao final da milonga.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠De quatro de fevereiro
a quatro de fevereiro
a história de uma tropa
e do último homem
a cavalo tem sido escrita
onde para a justiça
não há uma luz
no final do túnel
e tampouco há uma saída.

As festas e o aniversário
passaram por todos,
ele não foi libertado,
outros presos de consciência
estão em igual calvário;
eis o signo deste poemário
que vem sendo traçado
para que nada seja olvidado.

De quatro de fevereiro
a quatro de fevereiro
a mística do movimento
nunca mais foi vista
desde o treze de março
fatídico do tal ano
que levaram o General
injustamente preso,
e há quem comemore
o dia quatro de fevereiro!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você já leu ou ouviu
isso antes, e Hobbes
que perdoe a paráfrase:
"O Homem é
o Lobisomem do Homem",
Os tempos mudaram,
e ninguém precisa sair
por aí para matar ninguém
mesmo que seja pela via
da reputação de outrem.

A bala de prata agora
tomou outra forma,
a bala de prata nos tempos
de hoje é a palavra,
Em tempos de mentirosos
basta falar a verdade que o Mal acaba.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Fazendas invadidas
pela ELN colombiana,
o homem da terra
vai perdendo
na vida a confiança.

Com mais de poema
que tragam
notícias do General
preso injustamente
e a esperança
de ver a Nação
vizinha pacificada.

Até peito recobrar
o sonho de liberdade
é preciso perdoar
de verdade,
Para se reconciliar.

De povo para povo
sem arremedo
para quebrar
os grilhões do ego
e vencer o medo
do futuro,
É por isso que
me importo e escrevo.

Dizem sem provar
que no Inferno
de cinco letras
as amadas
estão presas,
Se foi intriga ou não,
por poesia aqui
estão na esperança
que alguém por
elas estenda a mão.

Inserida por anna_flavia_schmitt


A menina e a boneca

Você já era um homem feito,
e eu só uma menina.

Você era experiência,
e eu a inocência.

Você nem falou comigo.
Mandou recado por um amigo,
dizendo ser eu muito infantil.

Eu não sabia ser isso defeito.
Você não entendeu direito...
Eu largaria a minha boneca por você.
Haredita Angel
29.11.2011

Inserida por HareditaAngel

⁠Entre um “cristão” que aceita a Eliminação de um homem por nascer e o outro que aceita a Eliminação de um homem que 'não deu certo', paira um abismo de Misericórdia.

Talvez não haja nada mais medonho do que ver pessoas que se rotulam Cristãs, decidindo de que lado pode se tirar uma Vida.

Vidas, Vidas são. Dentro ou Fora do Ventre.

Inserida por ATeodoro72

⁠Um homem que
cuida e protege
os mais frágeis
colocando os corações
deles dentro do seu
(sendo Pai ou não),
Também merece ser
lembrado como Pai,
e para este status
concedido pela vida
não existe substituição:

(Pai é aquele que põe no mundo
e sempre existe um Pai para cada situação).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Chama Militar

Quando um homem decide
se tornar militar para servir
a Pátria ele decide pelo heroísmo,
e não se tornar um assassino,
quem disser o contrário
está simplesmente mentindo.

O militar que se imolou na porta
da embaixada da potência ocupante
em protesto ao Colonialismo
colaborador da própria
Nação merece ser reconhecido
pelo seu heroísmo na História.

Merece todo o respeito o militar
que optou pelo ato extremo
de protesto contra o sofrimento
que as pessoas têm vivido na Palestina
sob o jugo dos seus colonizadores.

Posso afirmar em alto tom
que ele entendeu a real
função na vida de ser militar,
e deixou a altiva mensagem
que um militar que se preze
deve proteger e não assassinar.

Rogo ao Senhor do Destino
que as chamas no corpo do herói
sirvam para trazer muitas luzes
às mentes obtusas da classe dominante
para que ajam para deter o sofrimento,
porque as chamas no corpo deste militar
não hão de ser apagadas nem pelo tempo.

In Memoriam a Aaron Bushnell

Inserida por anna_flavia_schmitt

Uma mulher tem que ser amada com desejo,
agarrada com força,
sentindo o puxar de seus cabelos com vontade,
ardendo de desejo ao sentir
o peso do corpo de seu homem
a queimar-lhe a alma e a pele com suas mãos
enquanto lhe enche de toda volúpia e prazer

E por haver amor
- há de haver amor! –
sempre haverá muito tempo para ternura e carinho
no antes e no depois…

Inserida por AugustoBranco1

MULHER DOS MEUS SONHOS

Só quero te amar, mais que nunca!!!

O vou te amar o máximo que eu puder!!! Sua passagem pelos meus sonhos essa noite, e trouxe inspiração, respirei seu ar, sua graça, sua alegria, seu medo, sua dor, sua duvida e seu amor!!!

Deliciar-me-ei, em ti... Você e gozar-me-ei, a vida em ti...

As delicia do teu corpo, o suor que desejásseis em ti minha mulher!!!Sou teu amado?...Eis tu, minha amada!!! Sou eu teu desejado? Eis tu minha alma desejada!!! Queria o teu amor para sempre, Pará sempre o teu amor queria!!! Faz amor comigo mais esse dia!!! Não me negues teu amor!!! Sedutora idolatria!!!

Hoje eu quero fazer!!! Quero te amar!!! Penetrar e gozar nos teu libidos!!! Emprazar-te-ei, em ti ó minha amada !!!

Tudo o que eu ainda não fiz!!! Farei de novo!!!Quero sentir o prazer!!! Que me deste em meus sonhos!!!Hoje eu quero te deixar feliz se sentir mulher amada, cobiçada, desejada!!!Quero te fazer delirar nos meus anseios!!! Provocar tua carência!!!!Quero te fazer gemer de prazer por ser tão bela!!!Quero ver você se apaixonar, e me chamar de amor!!!Amor marcado!!!Amor furtado, beijo roubado!!! ...E nunca mais deixar de me querer!!!Meu amor é teu... Seu amor é meu!!!....

Inserida por GmFontes

ABAIXO A BANDARILHA

Que mal o touro fez ao homem?
Maldito bípede desumano...
Enfurece o quadrúpede ...
Usa a bandarilha colorida...
Sangra aos poucos...
Causa dor no dito animal...
Quem seria racional?
Na arquibanda gritam “olé”...
Em nome de uma cultura,
De um costume tão estúpido,
Raça maldita e estúpida,
Que sente prazer em causar a dor
Usem criminosos como touros,
Seriam mais justos,
Criem seus filhos bípedes como touros,
Coloque-os na arena,
Como numa arena romana,
Cheio de um povo dito civilizado,
Quando seu filho tiver sangrando
Jogue flores e grite “olé”...
Maldito costume humano,
Causar dor pelo prazer de outros,
Castrem esses humanos desumanos,
Que são ditos cultura antiga,
Orgulham-se de ser primeiro mundo,
Mas não respeita o ser vivo...
Venha um Tsunami ou Terremoto,
Faça a limpeza dessa injustiça.
Ai os poucos humanos racionais
Que se enojam com as bandarilhas,
Poderão respirar e gritar a Deus... Olé!

15-01-2013

Bandarilha s.f. Dardo ou farpa cuja haste é enfeitada com uma bandeira ou,
Com fitas de papel de cores e que os toureiros espetam no cachaço dos touros
Quando estes são corridos.

Morada no Céu

Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião levou-o por várias alamedas e foi lhe mostrando as casas e moradias. Passaram por uma linda casa com belos jardins. O homem perguntou: - Quem mora aí? O anjo respondeu: - É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado. O homem ficou pensando: "Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom!" Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita. - E aqui, quem mora? - perguntou o homem. O anjo respondeu: - Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira. O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser no mínimo um palácio. Estava ansioso por vê-la. Nisso o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse: - Esta é a sua casa! O homem ficou indignado: - Como é possível! Vocês sabem construir coisa muito melhor. - Sabemos - responde o anjo - mas nós construímos apenas a casa. O material é você mesmo que seleciona e nos envia lá de baixo. Você só enviou isso!

Moral da história: cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade. Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes de cada dia.