Coleção pessoal de LeoneteSilva
Reforma íntima e mediunidade
A reforma íntima se faz necessária para que possam aflorar as habilidades humanas que carregamos, mas que poucos conhecem.
A capacidade de nos conectarmos verdadeiramente com Deus, com o extrafísico e com aquilo que não vemos tem, entre suas manifestações, a MEDIUNIDADE. Ela pode proporcionar experiências que não fazem parte da percepção cotidiana e que nem todas as pessoas conseguem perceber.
Ao contrário do que muitos dizem, a mediunidade é uma habilidade humana. É algo lindo, e todos, em algum momento, poderão desenvolver essa capacidade. Ela só se torna estranha quando está em desequilíbrio.
Quando buscamos a sintonia e o equilíbrio, não há por que se assustar. Tudo o que precisamos é nos permitir conhecer o assunto para desmistificá-lo.
Desenvolver o sexto sentido é também aprender a se sintonizar. É semelhante a uma estação de rádio: se não estivermos na frequência correta, não conseguiremos compreender o que está sendo transmitido. O que sentimos é apenas a interferência de várias estações tentando entrar ao mesmo tempo, enquanto procuramos aquela que queremos ouvir.
O sexto sentido não tem meio-termo: ou você aprende a assumir as rédeas da própria vida e a compreender suas percepções, ou corre o risco de ser conduzido por elas sem entender o que está acontecendo.
Assim como muitos assuntos são tratados pela sociedade como um bicho de sete cabeças, a palavra mediunidade também pode causar medo. Mas, em sua essência, trata-se da capacidade de estabelecer uma conexão com o extrafísico.
O sensitivo pode desenvolver uma percepção bastante assertiva, mas, sem conhecimento e equilíbrio, também pode vivenciar situações de confusão e sofrimento. Por isso, compreender o que está acontecendo é fundamental para não interpretar de maneira equivocada aquilo que se percebe.
Há quatro situações recorrentes relacionadas à mediunidade que podem levar ao sofrimento em vez de serem vivenciadas como bênçãos:
1 — Vão dizer que é coisa do demônio.
2 — Vão dizer que não existe e que você é louco. Não somos loucos; apenas percebemos coisas que outras pessoas não perceberam.
3 — Vão dizer que é preciso estudar durante anos para aprender a controlar a mediunidade e que ela deve ser usada somente para ajudar os outros, como se não pudesse também contribuir para o nosso próprio processo de evolução e autoconhecimento.
4 — Você pode entrar em alguma instituição religiosa e acabar se tornando dependente de rituais ou de entidades, colocando o trabalho mediúnico acima da própria vida e perdendo a autonomia sobre suas escolhas.
Quando a mediunidade começa a dar sinais, é como um aviso de que está na hora de olhar para dentro e buscar evolução. Nesse processo, ficam para trás os condicionamentos impostos pela política, pela religião e por tudo aquilo que nos afasta da nossa própria consciência.
Isso não significa abandonar tratamentos ou cuidados necessários, mas aprender a não depender exclusivamente deles para compreender aquilo que estamos vivendo. Quando buscamos sintonia e equilíbrio, podemos nos sentir guiados por uma força maior, conectados a algo que ultrapassa a nossa percepção individual.
Somos livres e soltos, guiados pela força maior, dentro da verdade maior. E essa força brota com a certeza do nosso querer, quando nossa vontade está alinhada com aquilo que verdadeiramente buscamos.
Existem vários tipos de mediunidade, e, com o autoconhecimento, você poderá perceber qual é o seu maior dom, a sua maior habilidade.
A mediunidade é um dom. É linda, e tudo o que vem de Deus é sutil. Os seres de luz nos conduzem à nossa missão aqui na Terra.
Facebook, o Memorial da Era Digital
Ele é um álbum que podemos compartilhar com amigos, parentes, vizinhos, pessoas de pertinho ou de bem longe, porque ele não tem porteira e atravessa a fronteira.
Podemos fazer publicidade, criar grupos de amizade, montar nosso perfil com fotos e listas de interesses pessoais e fazer amigos bem legais.
O Face possui várias ferramentas, como o mural, um espaço bem especial, permitido aos amigos postar o que bem entender. Só é preciso ter o cuidado de lembrar que aquilo representa você, seja algo criado ou apenas compartilhado.
Se quiser fazer um grande comunicado ou apenas deixar um simples recado, ele é apropriado.
Facebook é o livro da sua cara,
é a solução para alcançar gente de montão.
Enviar o convite de casamento ou simplesmente informar qualquer outro evento ficou moleza. É uma beleza saber as novidades das pessoas em tempo real — e isso é muito legal!
Podemos configurar nossa opção pessoal para deixar tudo bem mocadinho, ou escancarar se somos separados, bem casados, solteiros ou se estamos apenas enrolados...
Paquerar também é permitido. Não precisa ser escondido, porque é fantástico poder dividir as alegrias e comemorar com muitos curtir, amei e uau.
Isso é muito bacana!
Nada de ser sacana e postar indireta. Gente inteligente não se afeta, porque sabe dialogar.
Falar com sinceridade e externar as vontades
é ser gente que se entende de verdade.
Conectados à família, aproximamos até os parentes que estavam distantes.
No campo de Acontecimentos ou nos detalhes sobre você, existe a oportunidade de mostrar um pouco do passado até o exato momento presente. Assim, podemos lembrar onde estávamos, onde estamos e onde queremos chegar.
Para saber, basta clicar.
Na área de Trabalho e Educação, temos a opção de falar sobre nosso histórico profissional. É uma oportunidade de mostrar experiências, compartilhar conhecimentos e deixar registrado aquilo que aprendemos ao longo da caminhada.
Nesta rede social, a memória pode ser guardada sem sofrer tanto com a ação do tempo.
Porém, tenha cuidado com os lamentos, pois, no futuro, ele vai te lembrar...
As melhores lembranças para compartilhar são aquelas que gostamos de relembrar: momentos feitos com criatividade, que despertam saudade, alegria e satisfação.
Assim, podemos olhar para trás e perceber que houve aprendizado, transformação e evolução.
Nesta comunidade digital, temos a oportunidade de ser quem somos de verdade, compartilhar nossas histórias e, com liberdade, celebrar as belezas da diversidade.
Porque, no fim das contas, o Facebook pode ser muito mais do que uma rede social:
é um pedaço da nossa história guardado no tempo,
um álbum de memórias, encontros e momentos,
onde cada curtida, cada foto e cada lembrança
ajuda a contar quem fomos, quem somos
e quem ainda podemos ser.
A Versão Mais Perfeita do Imperfeito
Aprendi a reconhecer as leis que regem o Universo e, com elas, a interpretar os sinais que Ele nos envia todos os dias.
Fiz amizade com a mudança. Aprendi a romper com o velho, a abandonar aquilo que já não me servia e a abrir espaço para o novo.
Minha mente passou a acolher novos padrões de conduta e pensamento, buscando a harmonia com os princípios que acredito terem sido estabelecidos pelo Criador.
Foi assim que a conexão aconteceu.
Quando deixamos de lutar contra o fluxo da vida e começamos a caminhar em sintonia com aquilo que somos, um mar de possibilidades se abre diante de nós.
É a sincronicidade.
Aqueles encontros, acontecimentos e sinais que parecem surgir no momento certo, como se a própria vida estivesse nos mostrando um caminho.
É a magia de aprender a observar, compreender e, finalmente, entender o verdadeiro significado de viver.
O ser humano é imperfeito.
E talvez a perfeição não esteja em deixar de ser imperfeito, mas em buscar, todos os dias, uma versão melhor de nós mesmos.
Por isso, não quero ser perfeito.
Quero ser a versão mais perfeita possível do meu próprio imperfeito.
A Lua e o Feminino
A Lua, com suas diferentes formas através de suas fases, sempre despertou fascínio e mistério.
Ela é um símbolo de transformação, mutação e renovação, capaz de despertar a imaginação e a espiritualidade de diferentes povos, culturas e épocas.
Muitos ainda acreditam que a Lua possui luz própria. Mas seu brilho é, na verdade, um reflexo da luz do Sol — uma doação de amor entre dois corpos celestes que, em equilíbrio, iluminam a escuridão.
A Lua é como a esposa, a mulher. Representa o sagrado feminino, ligado aos ciclos, à fertilidade, às marés, ao plantio, à colheita e aos ciclos menstruais.
Os antigos observavam atentamente seus movimentos. Antes dos calendários que conhecemos hoje, os ciclos da Lua serviam como referência para medir o tempo e organizar diferentes atividades da vida.
O ciclo lunar, com aproximadamente vinte e nove dias e meio, também guarda uma forte simbologia com o ciclo menstrual, fazendo da Lua um dos grandes símbolos da natureza feminina e de seus processos de transformação.
Por seu conhecimento dos ciclos da natureza, muitas mulheres se tornaram importantes conselheiras dentro de suas comunidades, orientando sobre os períodos adequados para o plantio, a colheita e até mesmo para as caçadas.
Em tempos antigos, dentro da visão que essas tradições preservam, masculino e feminino caminhavam em parceria. Enquanto alguns cuidavam da caça e do cultivo da terra, outros administravam o lar, observavam os ciclos da natureza e compartilhavam seus conhecimentos com a comunidade.
Havia uma relação de respeito e cooperação, guiada pela compreensão de que cada pessoa possuía uma função dentro do equilíbrio da vida.
As antigas celebrações também estavam profundamente ligadas à natureza, às estações do ano e às fases da Lua. Eram momentos de encontro, agradecimento e celebração, nos quais a energia e a intenção do coletivo eram direcionadas ao universo.
O masculino e o feminino, juntos, seguindo os ciclos da natureza e a orientação da Grande Deusa, a Mãe Terra.
Mas, com o passar do tempo, a imposição, o medo e as más intenções afastaram parte da humanidade dessa percepção de espiritualidade e conexão com a natureza.
Hoje, muitas pessoas celebram tradições sem sequer conhecer sua origem ou compreender por que determinados costumes existem.
E talvez seja justamente aí que esteja uma das grandes perdas: quando repetimos sem compreender, celebramos sem conhecer e seguimos sem questionar.
Ah, povo de Deus... se pudéssemos compreender a verdadeira causa de tanto sofrimento.
Vivemos em um mundo de tanta abundância e, ainda assim, muitas vezes escolhemos ouvir apenas aquilo que nos é imposto, contentando-nos com pequenas migalhas de conhecimento enquanto permanecemos presos à ignorância.
Talvez seja preciso voltar os olhos para aquilo que sempre esteve diante de nós:
a Lua, a Terra, os ciclos, a natureza e o conhecimento que nossos ancestrais encontraram ao observar o mundo.
Porque, quando aprendemos novamente a olhar para o céu, talvez também comecemos a enxergar aquilo que existe dentro de nós.
A Vassoura Mágica
A vassoura é um instrumento mágico de purificação, limpeza e transformação.
Nós, bruxas, utilizamos a vassoura para preparar um espaço antes de uma celebração ou de um ritual, afastando energias que estejam em desarmonia e que possam interferir nas intenções que desejamos alcançar.
Durante a purificação, a vassoura percorre o espaço em movimentos circulares, no sentido anti-horário, simbolizando a limpeza, a desprogramação e a retirada daquilo que já não deve permanecer. Suas cerdas não precisam tocar o chão, pois aquilo que estamos varrendo não pertence ao plano físico, mas ao mundo extrafísico.
Um dos momentos em que essa prática pode ser realizada é durante o Sabbat de Imbolc, associado ao final do inverno e à preparação para um novo ciclo. É um período simbólico para limpar, banir e deixar para trás tudo aquilo que não deu certo, abrindo espaço para o recomeço trazido pela primavera e pela celebração de Ostara.
A vassoura também carrega um profundo simbolismo de fertilidade e união. O cabo representa o sagrado masculino, enquanto as cerdas representam o sagrado feminino. Quando essas duas partes se unem, formam um único instrumento, simbolizando a união dos polos masculino e feminino, a criação, a família e o lar.
Por isso, a vassoura se tornou um dos símbolos mais conhecidos das bruxas.
Mais do que um simples instrumento, ela representa a capacidade de limpar, transformar e atravessar fronteiras entre mundos, conectando o plano físico ao extrafísico e simbolizando o acesso a dimensões que, segundo essas tradições, nem todos conseguem perceber.
A vassoura não apenas varre.
Ela abre caminhos, encerra ciclos e prepara o espaço para aquilo que está por vir.
A Beleza que Vem do Espírito
Quando compreendemos que a verdadeira beleza é aquela que vem do espírito, passamos a expressar aquilo que somos em nossa essência.
Fazemos o que nos traz alegria, seguimos aquilo que nos dá prazer e aprendemos a viver sem o medo constante de errar, de sermos julgados ou daquilo que os outros possam dizer ou pensar.
Já não vivemos tentando parecer perfeitos, porque compreendemos que a imperfeição também faz parte de quem somos.
Caminhamos guiados pela nossa própria bússola interior, seguindo aquele sentimento sereno que nasce do coração e nos mostra o caminho.
Não sentimos mais a necessidade de explicar cada escolha, nem de buscar explicações para tudo. Cada pessoa precisa aprender a lidar com suas próprias frustrações, sem depositar no outro o peso de seus fracassos.
Deus deu uma vida a cada um de nós para que aprendêssemos a cuidar da nossa.
Aos poucos, deixamos para trás a inveja, o rancor, a amargura e o mau humor, abrindo espaço para a bondade, a justiça, a lealdade e a compaixão.
E, quando nos harmonizamos com aquilo que existe de melhor dentro de nós, encontramos algo que sempre esteve à nossa espera:
a liberdade de sermos quem realmente somos e a felicidade de viver em paz com nossa própria essência.
Tarot
O Tarot não pertence a nenhuma religião. Ele é um sistema universal de aconselhamento, um oráculo que utiliza símbolos para nos ajudar a compreender melhor aquilo que vivemos.
Suas cartas apresentam símbolos encontrados em diferentes religiões, culturas e sistemas de crenças ao redor do mundo: símbolos cristãos, pagãos e elementos mitológicos das tradições nórdica, grega, entre tantas outras, interpretados de uma maneira universal.
O Tarot é uma arte divinatória que tem como objetivo proporcionar autoconhecimento, e não simplesmente adivinhação. Ele trabalha com possibilidades, e não com afirmações absolutas.
Por meio das cartas, podemos observar aspectos que, em meio a tantas emoções e desequilíbrios, muitas vezes não conseguimos enxergar com clareza. O Tarot pode revelar aspectos energéticos e vibracionais presentes em nossa vida, trazendo à consciência aquilo que estava oculto dentro de nós.
Cada carta carrega um arquétipo, representando um aspecto da personalidade, uma energia ou uma situação que podemos vivenciar em diferentes momentos da vida.
Em uma tiragem, existe uma combinação específica de cartas que se apresenta para determinada pessoa. Dentro da visão do Tarot, isso não é compreendido simplesmente como aleatoriedade, acaso ou coincidência, mas como sincronicidade.
As cartas refletem as emoções, os conflitos e as experiências que a pessoa pode estar vivendo naquele momento, auxiliando-a a compreender sua própria realidade e indicando possíveis caminhos.
Por isso, o Tarot não precisa ser visto como uma sentença sobre o futuro, mas como uma ferramenta de reflexão.
Ele não determina o que irá acontecer.
Ele nos mostra possibilidades, revela aquilo que talvez não estejamos conseguindo enxergar e nos convida a olhar para dentro.
O Tarot é, acima de tudo, uma fonte de autoconhecimento.
Encantamentos...
São invocações feitas com a intenção de provocar mudanças, transformar energias e direcionar aquilo que desejamos manifestar.
Cada pessoa pode criar o seu próprio encantamento, de acordo com suas necessidades, crenças e intenções.
As palavras têm poder. Assim como a oração, a música e os mantras, as invocações carregam uma força que nasce da intenção e se manifesta através do som da voz.
Podemos utilizá-las para banir energias negativas, abençoar uma casa, pedir proteção ou simplesmente trazer equilíbrio para aquilo que nos cerca.
Crie a sua própria invocação ou repita uma oração. Coloque força nas palavras, intenção no pensamento e verdade na voz.
E então estará feito o encantamento.
Varinha de condão, toca o teto e também o chão.
Emana tua luz por todos os cantos,
espalhando bênçãos, proteção e encantos.
Assim como o ar entra em qualquer lugar,
que possa também este espaço purificar.
Que traga tranquilidade e proteção
aos corações que vivem em aflição.
Terra, fogo, água e ar,
venham juntos nos equilibrar.
Que onde houver desarmonia,
nasça a paz, a força e a alegria.
Que assim seja,
e assim se faça.
Halloween e as Bruxas
Nós, bruxas, celebramos as estações do ano, os ciclos da natureza e as fases da Lua.
Entre todas as celebrações, existe uma noite especialmente aguardada: o Halloween, também conhecido como Samhain, celebrado em 31 de outubro.
É um momento simbólico de transformação, encerramento de ciclos e passagem. Uma época em que, segundo a tradição, a fronteira entre o mundo físico e o espiritual se torna mais tênue.
Por isso, honramos os espíritos de luz que, em nossa crença, trabalham em parceria conosco aqui na Terra.
Durante o ritual, formamos um círculo, símbolo da roda de energia. Nele, concentramos toda a energia gerada antes de direcioná-la, com foco, intenção e propósito.
Nossos pedidos podem ser destinados àqueles que precisam de cura e recuperação, àqueles que buscam direção para alcançar seus objetivos ou simplesmente àqueles que necessitam de força para seguir adiante.
Enfim, são intenções para impulsionar a vida.
Ao final, a lista de pedidos é entregue ao fogo e queimada dentro do caldeirão, símbolo do grande útero da Mãe Terra e da força do feminino. O fogo transforma aquilo que foi escrito, levando consigo nossas intenções para que possam iniciar um novo ciclo.
Durante muito tempo, as bruxas receberam uma aparência assustadora. Foram retratadas como criaturas feias e ameaçadoras, alimentando o medo e o preconceito. Criou-se uma imagem tão distante da realidade que, até hoje, muitos enxergam a palavra “bruxa” antes de enxergar a pessoa.
A lista de absurdos criados sobre elas é enorme.
Mas, por trás de tantos estereótipos, existem pessoas que buscam compreender e estabelecer uma comunicação com o mundo espiritual.
Nos dias atuais, muitas dessas práticas podem ser encontradas em diferentes caminhos espirituais. Há pessoas que trabalham como médiuns dentro de centros espíritas e são reconhecidas por sua capacidade de estabelecer contato com o mundo espiritual.
O que diferencia a bruxa do médium, dentro da visão apresentada aqui, é principalmente o ritual: a maneira de estabelecer essa conexão, direcionar a intenção e transformar simbolicamente aquilo que desejamos deixar para trás.
É um jeito de recomeçar sem medo.
Talvez a sociedade ainda não esteja preparada para tudo aquilo que foge do que conhece. O novo pode assustar, principalmente quando não procuramos compreendê-lo.
E, muitas vezes, parece mais fácil julgar do que buscar, estudar e conhecer.
Mas a magia começa justamente quando deixamos de temer o desconhecido e nos permitimos olhar para ele com curiosidade, respeito e consciência.
Houve um tempo em que a magia de entrar em sintonia com o nosso Criador pertencia a todos.
Quando alguém consegue entrar em sintonia com o universo, uma energia circular sobe até a superfície e se manifesta como uma grande serpente, semelhante às labaredas do fogo. Uma grande força nos impulsiona a fazer o que precisa ser feito.
Essa era a forma como nossos ancestrais sabiam que estavam em contato direto com o Criador.
As bruxas são seres humanos que despertaram os elementos interiormente e entraram em sintonia com o universo, sendo capazes de demonstrar isso fisicamente.
Uma bruxa estabelece comunicação com o mundo extrafísico. Essa comunicação entre o ser humano e a espiritualidade já existiu largamente sobre a face da Terra, mas se perdeu, ficando restrita a poucos...
Finalmente, a serpente se ergueu sozinha no meu caldeirão, tornando-me uma facilitadora do aprendizado, pela paz e pela honra de meus ancestrais.
Pelo antigo e místico elemento fogo, fonte de amor em toda a sua força, que me abençoa, dando-me vitalidade, criatividade e paixão pela vida. A fonte de amor, em toda a sua glória, me direciona por meio da comunicação da intuição.
Nem todos são testemunhas da magia e das manifestações do plano espiritual para o plano físico. Mas tenho certeza de que isso ainda vai acontecer para cada um, em seu universo interior.
Independentemente de onde venha a crença, Deus nos habita, e somos feitos à imagem e semelhança de todo o sagrado.
Acima de nós, bruxas, estão os Seres Ascensionados, grandes mestres da humanidade que deixaram aqui na Terra o seu caminho de luz. São eles que nos direcionam para ajudar aqueles que permanecem caminhando na roda de Samsara.
Nossa visão do mundo já não está nos olhos físicos, porque encontramos o ponto de equilíbrio e já não há mais julgamentos, apenas compaixão.
Não importa quão longa seja a sua jornada terrena. Deus está presente no universo para todos os filhos sagrados que queiram se aproximar do Grande Espírito que lhes soprou a vida.
Bruxas...
Somos pessoas diferentes, gente que ama a vida com ternura e espalha doçura por onde passa.
Compreendemos os animais e desvendamos os segredos dos lugares, das plantas e de tantas outras coisas que a natureza guarda.
Ouvimos a voz do vento e brincamos com os elementos...
Não somos vingativas. Somos almas antigas, nem sempre compreendidas, porque não permitimos invasões. Mas, diante dos infortúnios da vida, podemos ser a solução.
Nossa visão vai além da aparência... Vivemos na essência.
Vento, fogo e ar, venham nos ajudar diante das questões do mundo e, por meio dos rituais, abrir os portais.
Entregamos nossos pedidos à Mãe Lua, confiando que serão ouvidos e atendidos.
Seguimos com coragem e boa vontade, buscando ajudar a humanidade com carinho e devoção, para que todos possam trilhar o caminho da evolução.
Sempre se pensa que se tem muito tempo...
Mas ele é implacável. Quando se percebe, já passou muito tempo de lá para cá.
O mais triste é que nada foi feito, e o maior defeito é lamentar.
Olhar para trás de nada vai adiantar. A melhor coisa é continuar...
Mas é melhor se organizar...
Planejar o aqui e o agora. Não jogue fora o mais belo da vida.
O sentido dela é amar.
Amar quem já gostamos é muito fácil. O desafio está no perigo que existe no desconhecido, no esquisito e no complicado. É esta criatura que veio instigar para te ensinar...
A vida é um enigma, um doce mistério. Para descobri-la, temos que aprender a colorir o preto e branco, para alegrar o caminhar.
Ficar parado onde está não é jogar, muito menos enfrentar. É fugir, negar, sofrer... É morrer.
Ninguém parte sem chegar a hora, mas a vida nos elimina quando nos vê sofrer...
O sofrimento é você não entender o que veio fazer aqui na Terra.
Então, vá em frente, e lá vai a primeira pista:
A vida é o sagrado misturado com o engraçado e, às vezes, o certo parece errado...
As bruxas
As bruxas são almas antigas na Terra, praticantes da magia, defensoras da verdade e da igualdade, protetoras da verdadeira natureza humana, desprovidas de preconceitos e normas.
Ser bruxa é não depender de uma religião, viver com boa intenção e ser guiada pela intuição.
Há muito tempo se fala que somos seguidoras do diabo. Isso foi inventado pela Igreja para poder oferecer a salvação de sua própria criação e, assim, tomar o lugar de um ser que naturalmente sabia o que fazer em qualquer situação, de emergência ou não.
Pare para pensar antes de julgar...
Por que uma mulher que vive em paz com as plantinhas e os animais iria atacar um bom rapaz?
Vivemos a vida com muito amor porque sabemos o que ela representa e não enfrentamos quem ainda não está pronto para entender o que é viver.
Não gostamos de controlar. O bacana é auxiliar no caminho da evolução, sem imposição.
A autoconfiança vive com a gente, que sabe o que sente, sem sofrer influência de quem ainda não entendeu que só se ensina aquilo que já se viveu.
Bruxas são seres evoluídos que conseguem captar bons fluidos e jamais perderiam seu precioso tempo tramando contra alguém. Porém, sabemos que o universo é regido por leis que se cumprem por si mesmas, e é ele que vai se encarregar de colocar cada coisa em seu lugar.
A água está associada à purificação, à limpeza e à transmutação das emoções.
Em cada elemento da natureza estão os elementais, espíritos invisíveis aos olhos humanos.
Os elementais da água são as Ondinas e, nessa hierarquia, os Devas, Netuno e Lunara são os responsáveis por elas.
A água nos convida a prestar atenção em nossas emoções. Que sentimentos estamos nutrindo?
Abra-se às energias da água e sinta-a tocando a sua pele.
Entregue-se à sua vibração e permita que a mudança aconteça de dentro para fora, com a ajuda desses graciosos seres da água.
Invocação às Ondinas
Em nome dos bem-amados Netuno e Lunara, eu lhes peço: comandai as Ondinas para que elas atuem em meu corpo físico, mental, emocional e espiritual, dissolvendo e transmutando todo sentimento negativo que me coloca em desequilíbrio.
Limpai, purificai e desprogramai, para que se conserve a pureza da minha alma e, assim, eleve-se a minha mente ao meu mais puro ser.
Que eu seja pleno, vivendo de forma nobre, guiado pela intuição.
Que assim seja e assim se faça.
Deus deu uma vida para cada um cuidar da sua
Seu cansaço não nasce apenas da sua própria caminhada, mas do fardo que outros deixam cair em suas mãos.
É o filho adulto que não assume suas escolhas e você corre para resolver.
É o parente desorganizado e você vira cofre.
É o colega que abandona a tarefa e você carrega o trabalho dele.
Quando você disser “não”, alguns vão se afastar.
Não porque você errou, mas porque perderão o conforto de ter alguém que sempre segurava suas responsabilidades.
Eles confundiram sua bondade com obrigação, sua presença com servidão.
E, ao se afastarem, revelarão que não buscavam parceria, mas dependência.
Ajudar é diferente de carregar nos braços, de viver a vida do outro.
Falar de você, falarão sempre — seja pela sua luz ou pela sua sombra.
Mas lembre-se: o Criador entregou a cada ser humano uma existência para cuidar.
Você não é Deus e não salvará o mundo.
Esse peso não lhe pertence: devolva ao verdadeiro dono.
Respire.
Aceite que alguns irão embora quando você colocar limites.
E caminhe apenas com o peso da sua própria vida.
As boas maneiras são a melhor herança
(Clarice Lispector)
Educar já foi, um dia, muito mais do que ensinar fórmulas e conceitos. Era também tocar o invisível, cultivar a essência, despertar a alma. Era olhar para o ser humano e enxergar nele não apenas razão, mas dons, talentos e a centelha de sua própria grandeza.
Música, dança, artes, cultura, gestos e atitudes compunham essa sinfonia de formação. Aprendia-se a sentar-se à mesa como quem celebra, a usar os talheres como quem honra, a conversar como quem partilha, a ouvir como quem acolhe. A etiqueta não era máscara, mas poesia em movimento: expressão de respeito, equilíbrio e nobreza de caráter.
Essa educação moldava o indivíduo para todos os cenários da vida ,o lar, a sociedade, o trabalho. Ensinava que conviver é também um saber, e que o conhecimento floresce quando se entrelaça com a delicadeza do viver.
Hoje, fala-se pouco dessa educação voltada à alma e aos bons modos. Mas sua necessidade permanece, silenciosa e urgente. Descobrir talentos é vital, mas saber oferecê-los ao mundo com elegância, responsabilidade e respeito é o que os torna extraordinários.
Educar é semear saberes, despertar dons e, sobretudo, formar o ser humano para viver e conviver em harmonia.
Porque a verdadeira educação não se revela apenas no que sabemos, mas na forma como nos colocamos diante da vida e das pessoas, com dignidade, beleza e amor.
Crie seu próprio caminho sem padrões estabelecidos.
A vida possui suas próprias organizações em um código ético que não inclui obediência a regras sem fundamentos.
O consumo no mundo hoje ultrapassa em muito a capacidade de produção do planeta, e a maioria das coisas não passa de tralhas que não agregam valor. O dinheiro investido em propagandas para nos convencer de que precisamos dessas coisas é exorbitante.
De forma inconsciente, dizem nos conhecer melhor do que nós mesmos, fazendo-nos sentir inferiores se não utilizarmos determinado produto e gerando em nós um falso sentimento de pertencimento. Assim, ficamos à mercê do sistema, escravos das dívidas, obrigados a trabalhar sem descanso para pagar compras que acabam entulhadas em algum canto da casa.
O poder de convencimento do sistema é tão grande que transforma pessoas em robôs programados. A angústia e a insatisfação de viver em uma falsa liberdade geram uma fome emocional que nos leva à compulsão alimentar, causando desequilíbrio no funcionamento natural do organismo. O mal-estar nos leva ao uso de medicamentos para aliviar sintomas, e então ficamos presos ao sistema de saúde para tratar doenças.
É de extrema urgência quebrar o feitiço do encanto do sistema, desprendendo-nos desse mundo caótico e sem controle, para criar nosso próprio caminho — sem padrões impostos sobre como devemos ser, o que vestir ou o que comer. Gastamos dinheiro que não temos para comprar coisas de que não precisamos.
Para que a vida seja bem vivida, deve haver equilíbrio, de modo que os seres humanos e as organizações estejam adequados ao todo que constitui a existência. É preciso aprender a questionar o que realmente precisamos em contraste com o que apenas desejamos, para romper o encantamento que nos torna escravos da matéria. Só assim deixaremos de ser uma praga biológica e passaremos a viver de verdade, com saúde e bem-estar.
As bruxas são pessoas evoluídas,consciente de seu lugar no Universo e da necessidade do respeito à individualidade das pessoas.
Ser bruxa é não ter religião ,mas é também estar aberta a qualquer aprendizado que nos leve para à evolução,sem preconceito a quem pratica a religiosidade ,com responsabilidade ambiental e social.
Ser uma bruxa é estar preparada para aceitar a responsabilidade perante a vida, a natureza e a retribuição justa dos meus atos.
Se tornar uma bruxa é o mesmo que evoluir,subir os degraus da espiritualmente,deixando morrer o próprio ego.
Primavera ....
É a estacão de revitalização e renascimento de tudo aquilo que ficou inativo.
O equinócio da primavera é a época de festar a estação da renovação da terra. Chamamos também celebração ou ritual de Ostara.
Para comemorar a chegada da primavera usamos símbolos da estação para decorar ,com muitas cores á lembrar a diversidade .
Ovos cozidos decorados ,flores e plantas,para lembrar a fertilidade .
Vela: para lembrar o elemento fogo.Incenso, o ar.
Paes,bolos e outros para lembrar o elemento terra.
Alguma bebida ,para simbolizar o elemento água.
O Caldeirão que representa o grande útero fértil da mãe terra e a magia da vida.
Escolhemos uma semente para plantar,junto com os ,desejos ,pedidos que desejamos que cresça e floresça em nossa vida Realização,materialização.
Em outro papel escrevemos tudo o que queremos encerrar,por um ponto final e queimamos.
Existem muitas maneiras de celebrar Ostara,mas o foco da celebração é a chegada da primavera e a fertilidade da terra.
Relacionamento é a arte de saber interpretar a linguagem do amor...
A opinião alheia é sempre cruel porque a ideia emitida é o sentimento de um ser projetado em nos e não o que nos define....
Não ha como conhecer alguém sem conviver com ele... Então vamos combinar assim:
Quando você falar comigo,olhe nos meus olhos para enxergar minha alma e alcançar minha essência...
Assim poderá conquistar minha confiança e passeará com liberdade pela minha vida,porque eu lhe ensinarei a me ler nas entrelinhas,para que nossa comunicação flua a ponto de nos dialogarmos até mesmo sem usar as palavras....E então poderemos nos beneficiar das maravilhas de uma amizade verdadeira.
Mas se você fingir ser meu amigo,eu não vou fingir que acredito,vou apenas pedir educadamente para que fique na sua e eu ficarei na minha,para que possamos ficar numa boa....
Deus deu uma vida para cada um cuidar da sua e um jeito especial para classificar cada ser.Mas,para que alguém possa enxergar o seu brilho,se permita enxerga-lo primeiro.
O que precisamos é aprender a dividir o que temos de bom, sem deixar de ser quem somos.
💝
