Textos sobre Mentira
Flashes de Luz
Como uma mentira que não chegava ao fim
Não sei como eu vivi tanto tempo assim
Olhando para o nada tentando enxergar
Uma nova saída para pegar
Esse sonho louco de ser alguém
Um grande homem que vá além
Já estava caído quando chegou
De uma vida de erros me resgatou
Mas hoje eu vim aqui pra te dizer
Esse versinho que eu fiz pra você:
Ás vezes quando nós nos despedimos
As horas e segundos que passamos juntos
Passam em minha mente como flashes de luz
Frações de segundos antes do fim
Tornaram sua partida eterna pra mim
O corpo celeste mais importante
Meu sistema solar de brilho ofuscante
Imponente como os dois anéis de Saturno
A titã que me protege enquanto durmo
A Maldade Humana e o Poder da Mentira
A mentira seduz, encanta, enfeitiça. Ela se espalha com facilidade porque muitas vezes é mais confortável do que a verdade. O ser humano, ao invés de questionar, prefere acreditar no que lhe convém, no que agrada seus desejos ou reforça seus medos. Mas por quê? Por que é mais fácil aceitar uma mentira bem contada do que encarar a verdade?
Vemos pessoas sustentando falsidades mesmo sabendo que não são reais. Elas ouvem de alguém, repetem e espalham, sem se preocupar com as consequências. A verdade, por outro lado, parece não ter o mesmo apelo. Quando alguém traz uma boa notícia ou compartilha uma felicidade genuína, o mundo muitas vezes reage com desprezo ou indiferença. Mas quando se trata de destruição, fofoca ou ódio, a atenção é imediata.
Existe um prazer perverso na desgraça alheia. Há quem se alimente da infelicidade dos outros, que inveja o sucesso e faz de tudo para derrubá-lo. Essas pessoas não vivem suas próprias vidas, apenas observam e atacam aqueles que brilham. Mas por quê? O que as move? É um caráter doente? É o medo de serem inferiores? Ou é simplesmente uma escolha consciente de seguir o caminho da destruição?
Olhando para a história, percebemos que o mal sempre tenta tomar o controle. Em certos momentos, parece até vencer. Mas a verdade é como azeite sobre a água: sempre vem à tona. A mentira pode correr rápido, mas seu fim é inevitável. No final, aqueles que vivem da maldade acabam sozinhos, infelizes, consumidos pelo próprio veneno.
Então, o que podemos fazer? Nos proteger, seguir em frente e não permitir que a escuridão dos outros nos atinja. O mundo sempre terá aqueles que tentam destruir, mas cabe a nós escolher o lado da verdade, da construção, do bem. Porque, por mais que demore, a verdade sempre vence.
As Lunáticas da Mentira
Vagam soltas, lunáticas da ilusão,
Espalhando mentiras sem compaixão.
Sabem que são falsidade pura,
Mas seguem firmes na criatura escura.
Outras, coitadas, ignorância vestem,
Não veem, não ouvem, apenas infestem.
Ah, se a ignorância fosse muda e cega,
Não feriria, não seria tão brega.
Mas ela sente, e sente com rancor,
Carrega no peito o mais frio terror.
A maldade que nela se esconde e dança,
É o atraso cruel da nossa esperança.
São quase nada, sombras da dor,
Mas o nada, ao menos, tem algum valor.
Elas mentem, ferem, zombam da verdade,
Hipócritas almas sem piedade.
Mal amadas, maldosas, sem raiz,
Vivem do caos, do que não condiz.
Mas a paz, essa luz que não engana,
Vencerá sempre a mentira insana.
O Herói Que Nunca Foi
Há quem precise de um herói,
mesmo que seja de mentira,
mesmo que a capa esconda ruínas
e a máscara disfarce a ira.
Fecham os olhos para o óbvio,
adoram o brilho do falso altar,
não importa o que ele destrua,
desde que os faça sonhar.
Talvez jamais foram crianças,
daquelas que acreditam no bem.
Talvez a infância lhes foi negada,
e agora não confiam em ninguém.
Talvez viveram na ausência
de ternura, de luz, de calor —
e agora se alimentam do medo
e de um discurso sem amor.
O herói que seguem é o avesso,
não salva, não cura, não guia.
Onde pisa, deixa rastros de cinza,
de dor, desamor e agonia.
Mas eles aplaudem, defendem,
com fervor quase irracional.
Sabem que é tudo mentira,
mas preferem o mal ao real.
Porque dentro de si há um vazio
que o tempo não soube curar.
E ao verem alguém feliz,
fazem de tudo pra derrubar.
Dizem “Deus” com a boca suja,
com a alma vendida à vaidade.
Usam o nome do sagrado
pra espalhar crueldade.
E assim seguem cegos, de joelhos,
bajulando quem só destrói.
Acreditam num falso profeta
que prometeu, mas não constrói.
E o mundo assiste, calado,
a essa farsa com cheiro de dor.
Enquanto os verdadeiros heróis
seguem em silêncio — com amor.
Censor
Pergunta sobre mim
Respondo a sua pergunta
Você matuta, reflete
E diz que é mentira.
Você novamente pergunta
Eu respondo
Você especula, pensa
E diz que é mentira.
E aí vai, e pergunta, pergunta
Eu respondo e respondo
Você cisma, pondera
E não acredita.
E você volta a me perguntar
Eu reconsidero, reflexiono
Respondo filosofando
E não sou compreendida.
Você pergunta mais uma vez
Eu sinto que está a julgar
Refuto a indagação
Silencio.
E você pergunta sobre o meu silêncio
Sinto que é para auferir vantagem
Da sua mais nobre arte
Que é a de censurar.
O silêncio e a minha mais aristocrática retribuição
Assim você elucubra a mentira já posta
Em qualquer das respostas
Que irá me sentenciar.
A mentira da Marília
Como foi capaz Marília de me enganar desse jeito?
Estamos um pouco distantes bem sabe mas, vem pedindo a minha ajuda
Corro atrás que nem louca
De repente, vejo a sua foto postada e observo, encontra-se noutro país
Curti, me senti feliz, desencanei da preocupação
Recebi o telefonema do estágio que pra você eu consegui e, somente agradeci
O Pedro, lembra dele, aquele que você queria conquistar
falei pra ele da sua condição, então, ficou com a Márcia
Que te aconteceu Marília?
Agora descobri
Postou uma foto antiga sem data-la
confundindo toda gente, sem sair do seu lugar
Os amigos ironizaram, a sua timeline virou bagaço
Marília, não sei o que dizer, perdeu a compostura e
todas as oportunidades de encontrar a felicidade
com a sua brincadeira infeliz.
Quando paramos para ouvir o "apito do trem" da mentira, ou do
egoísmo, ou da mesquinharia, ou do ódio, ou da indiferença, ou da incredulidade, ou da enganação, não conseguimos nos concentrar em nossa vida com o Senhor e tudo o que fazemos dá errado. Não podemos mais fechar os olhos e deixarmos que o egoismo traiçoeiro nos atire nas mãos dos impetuosos e mal feitores corruptos.A maior honra esta em sermos coerentes e menos egoísta, é preciso conscientizarmos que não estamos sós e precisamos uns dos outros, precisamos estar atentos à voz de Deus e não a voz do mal que assola a humanidade " o dinheiro, o status, a imparcialidade" ... seguir a direção por Deus mostrada e ser guerreiro mesmo em tempo de paz, é estar sempre atento ao que nos espreita . Quem ouve a Deus não ouve o "apito" do pecado da corrupção! Quem ouve o Senhor não se deixa iludir, nem se embaraça, nem erra o caminho, pois, não ouve os "apitos" enganosos do mundo.Quando estamos firmes na rocha, o apito não nos atrai. Quando nos ocupamos em seguirmos o caminho da verdade e da compaixão, mesmo que eu não seja um adorador implacável e assíduo frequentador dos templos religiosos, Deus estará comigo e contigo, sequer teremos ouvidos ao chamado dos impetuosos que nos cercam e suprem de nossa honra, nossa alma nos levando a ser zumbis servidores do mal.... A minha força em alcançar a verdadeira gloria, sera pouca se eu não respeitar o meu próximo, se não eu não me mover diante do perigo que poderá atingir a mim e a meu próximo.... De que me vale o paraíso aqui na terra, as custas do sofrimento de meus irmãos, as custas das dores alheias as quais eu deveria compartilhar com a minha racionalidade humana... Se você ainda se distrai ouvindo o "apito do trem", peça a Deus que o abençoe para que ouça somente o som da vida, o som do verdadeiro objetivo pelo qual estamos aqui nesse mundo...é preciso provarmos a Deus que somos humanos e a nossa fé é maior do que todo mal que nos tenta arrastar para o outro lado que não seja o do Senhor Jesus Cristo....
Nene Policia
Poema: Abandonado
"Tu sempre me dizias que nunca irias,
falavas mas escondias a mentira,
sempre me enganavas com um olhar enganador sempre.
... Você partiu quando ainda era cedo,
foi embora e levou os seus pensamentos e desejos,
e nem ao menos teve a humildade de se despedir,
saiu feito um pássarinho bateu asas e voou ao azul céu imenso...
e para bem distante tu fostes para bem longe do nosso ninho,
deixando-me carente de carinho abandonado.
Campina Grande-PB. 24/07/12.
Se o vizinho pensa que tudo que estamos vivendo é uma grande mentira, inventada pela mídia para nos aterrorizar, muito bem, que ele siga acreditando no que melhor lhe convir. Enquanto você, eu, vamos continuar nos protegendo, nos resguardando, tomando todas as medidas necessárias, que impedirão de contraímos este maldito vírus. Deste modo, poderemos em um futuro próximo, sair, e mais uma vez, brindar a vida.
Dos ímpios
Dos ímpios, vem a impiedade! Dos falsos vem a mentira! Dos arrogantes vem a crueldade! Do blasfemador, vem a Blasfémia! Mesmo que sejam teólogos, não deixam de ser tudo isto! Mas aí deles, pois já vem o que é verdadeiro! Aí deles no dia do Senhor! Dos falsos pastores, dos hipócritas! Dos maus obreiros!
A Doce Mentira
Num canto de sonhos e quimeras, onde a verdade se esconde em véus, surge uma mentira, de palavras leves, tecendo enganos como cabelos sutis.
É um poema sem rumo, sem certezas, onde repousa a fantasia, um verso embriagado de falsa beleza, que emaranha o coração e o torna duvidoso.
Seus versos são fios de doce veneno que acariciam a alma com engano, ele se veste de inocência com muito esforço e sussurra sua falácia com estranha decepção.
O mundo, cativo de seu encanto, abre os braços para sua dança enganosa, ignorando que por trás de cada canção, a verdade se esconde em uma armadilha.
Oh, mentira astuta e sagaz do poema, tecerás com maestria as tuas ilusões, mas no final triunfará a verdade, e quebrará o feitiço da tua melancolia.
Porque embora suas palavras sejam de ouro e seus versos pareçam estrelas brilhantes, no final a mentira será banida e a verdade prevalecerá antes de suas canções.
Esta é a eterna dança entre o falso e o verdadeiro, onde a poesia nos envolve na sua dança, mas sempre nos lembrando, com convicção, que a verdade é a luz que nunca se cansa.
A palavra Mentira no de ato mentir vem da palavra mente, fato!
Ou seja, mentir nada mais é que uma criação originada em sua mente. O que nos leva a conclusão de que a criatividade (ate então) é uma mentira particularmente verídica, pois no momento em que foi criada, as mentes alheias não tiveram a mesma trajetória de criação da qual a " ideia mentirosa " foi criada, mas há possibilidade da mesma ser aceita como uma ideia não individualmente mentirosa para cada indivíduo, e deixar de ser por sua essência Mentira, para que finalmente se torne uma Verdade coletivamente conjugal.
Negar o que se é, é uma lástima.
Fingir o que se sente é uma mentira contada a nós mesmos.
Querer sem querer é perda de vida e de tempo.
Ficar com vontade de ir é atrofiar os poucos dias acrescentados a nossa pequena passagem por essa terra...
Deixe a vida pulsar, aprende a ser livre, voa para fora de si mesma.
Uma vez perguntaram a um mentiroso: "Qual a maior mentira que você já contou?"
E o mentiroso respondeu - a verdade. -
- Como podes dizer isso com tanta certeza? Não faz sentido! -
- Não faz? Está me perguntando qual foi minha maior mentira, agora você não acredita em mim e estou contando a verdade. Quando se é um bom mentiroso, não faz diferença ser verdade ou não...ninguém vai acreditar em você. -
NOTRE-DAME
Mentira do passado... aquela ansiedade, a taquicardia, a pressão, as mãos frias, as pessoas passando e rindo de mim, naquele minuto que você se atrasava... o trem me atropelava lá na estação com aquele barulho e o seu brilho de prata, como uma espada afiadíssima e os meus pedaços se espalhavam até que você aparecia e eu renascia como uma fênix... o que era aquilo? Aquela dependência... eu voava até as montanhas de Nova Iguaçu, até o pote de ouro que guardava o brilho de todas as estrelas, ali eu guardava as luzes daquele sentimento, até que nossas mãos se encontravam e o mundo voltava a ser meu; o sol só se punha quando você dizia as palavras mágicas...então o quasímodo subia na torre da igreja e badalava todos os sinos como uma homenagem à paixão como em Notre-Dame... mentira; a ilusão é fantasiosa e Nova Iguaçu tem seus limites... o Sena da minha imaginação afogou meus delírios e hoje diante do espelho eu me vejo um quasímodo sem nenhuma catedral.
O ASTRO, A OSTRA E AS OUTRAS
Uma gota é uma mentira a mais num mar de ilusão,
meu coração é conta-gotas de qualquer paixão
O que me ilude alude ao astro, à ostra, ás outras...
a luz que vem de cima reluz no astro
O que se ergue de baixo pra cima é o mastro,
veleja minh’alma feito embarcação
O mar é tão imenso penso, penso, o mar cabe no meu coração
A ostra é alimento,o astro é sentimento, as outras eu não sei não...
Caymmi caymmiria bela filosofia:
“quão belo é o mar...”
Versos singelos, apologia a imensidão,
E a ostra tão pequenina lá no fundo do meu ser
A ostra é uma estrela de quinta grandeza que vive a me aquecer
ABACAXIS
A maior mentira
Colhe pitangas na jaqueira
A maior besteira
É pensar em dar rasteiras em sacis
Querer mulher bonita
É como desejar abacaxis
Tem sempre algum problema
Preocupações infinitas...
Por mais que se tenha carinho,
Como diria seu Chico:
“Mulher bonita é como melancia
Nunca se come sozinho...”
MENTIRA
A vida jamais será uma mentira,
Mas se a vida fosse uma mentira
Estaríamos na esquina
E como se você não soubesse
Eu te falaria dos meus desejos,
Você fingiria surpresa
E com as coisas bonitas que eu falasse
Você se encantaria
Mas a vida não é uma mentira
E a lua cheia que eu vejo ninguém mais compactua
E a rua que eu moro não tem esquinas
E as mentiras que eu escrevo não tem rimas
A vida é uma verdade sem sua presença
E as minhas mentiras são só minhas
Sempre quis a solidão da lua
Que a rua escura
E esta ternura débil e insana
É a mãe desse amor platônico;
Sempre quis olhar da janela
E ver a janela nos teus olhos
Enquanto tua respiração
Afugentasse as abelhas dos cálices das flores
A vida jamais será uma mentira
Esta mentira só existe nos meus sonhos
CRIADO MUDO
Alguma coisa deve mudar de hoje em diante, os fantasmas que vejo é Mentira... não somos tão solitários assim, eu e meus eus distintos,
Às vezes sou velho, às vezes num berço, embalo o tempo da inconsciência
Às vezes morro de saudade do meu eu menino
Mas nada disso é motivo ou explica nossas dores
Os corredores silentes passeiam nossos fantasmas,
Que cobram por desilusões e murmuram antigos amores
Alguma coisa deve mudar de hoje em diante
Vovó se espreguiça sobre a cama como se o tempo
Lhe esticasse sem dó suas canelas depois de levar o seu juízo
E sobre o criado mudo a dor revela, próteses que já foram seu sorriso
Na máscara da mentira,
A verdade se perde.
Os laços se desintegram,
E a confiança se dissolve como neve ao sol.
É na sinceridade que reside a força,
No olhar honesto que se encontra a luz.
Pois onde há transparência, floresce a confiança,
E os corações se aquecem com o fogo da bondade.
