Textos sobre a Morte
A morte, para muitos, é vista como um momento de perda profunda e dor insuportável. No entanto, aqueles que compreendem a verdadeira natureza da espiritualidade enxergam-na sob uma luz totalmente diferente. A morte não é uma despedida definitiva, mas sim uma viagem para o mundo astral, um reino de existência que transcende o plano físico.
Esse conceito de morte e perda, tão intrínseco àqueles que investem suas vidas no material e no ego, é apenas uma ilusão. É uma perspectiva limitada, incapaz de compreender a vasta riqueza da experiência espiritual. Para os que nunca vivenciaram a espiritualidade na prática, a morte parece ser um fim, uma separação irreparável. Mas, para aqueles que se conectam com sua consciência espiritual, a realidade é muito mais grandiosa e inspiradora.
Através da visão mediúnica, temos a capacidade de ver e ouvir naturalmente aqueles que já deixaram o plano material. A barreira que separa o mundo espiritual do físico começa a se dissipar, revelando um universo de comunhão eterna e entendimento profundo. Nessa jornada de descoberta, percebemos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos.
No dia em que despertarmos para a verdadeira essência de nossas almas, a separação entre o espiritual e o físico deixará de existir. Seremos capazes de navegar entre esses reinos com a mesma facilidade com que respiramos. A verdadeira conexão, aquela que transcende a morte, será finalmente revelada, e entenderemos que a vida é uma continuidade infinita de amor e consciência.
A Morte do Ego: O Florescimento da Alma e a Realização da Vida
Para encontrar meu verdadeiro eu além das barreiras do corpo físico, dominado pelo ego cego e birrento como uma criança que esperneia para conseguir o que quer, precisei entender muitas coisas. O caminho foi turbulento e, quanto mais me esforçava, mais a espiritualidade me mostrava outros caminhos, com novos conceitos e jeitos alternativos de viver. Eram tantas as coisas que eu achava que queria, mas que hoje já não me atraem.
Ao enfrentar a crise emocional e existencial, decidi deixar tudo para trás e embarcar em uma jornada de autoconhecimento e transformação. Descobri que a depressão, a síndrome do pânico, a fobia social e todas as doenças que meu corpo sofria eram como gritos silenciosos, tentando me dizer o que eu precisava fazer. A coragem de recomeçar em um novo caminho, oposto aos outros, e a busca por um sentido na vida trouxeram descobertas profundas, que acompanharam todo o processo de renascimento pessoal.
Todo o sofrimento e cansaço que experimentei ao escolher desapegar das coisas que nos fazem sentir vivos no mundo físico foi difícil, mas valeu cada momento de abstinência, a "causa" pela qual as pessoas não se encorajam a trilhar a jornada da alma. O privilégio de estar na companhia dos irmãos das estrelas superou a ausência da companhia das pessoas no mundo físico. Porque a jornada evolutiva é solitária, os amigos nos abandonam pelos motivos mais inesperados e, até entendermos verdadeiramente o porquê de tudo isso acontecer, perdemos a fé na humanidade.
Mas, ao longo do caminho, vivendo nas cidades astrais e aprendendo as melhores lições com quem realmente vive a verdadeira verdade, porque nos mostram na prática o que há por trás de tudo, nos libertamos do julgamento. A compaixão faz morada no coração, os olhos se abrem para enxergar as almas além da personalidade. Não ajudamos de forma errada para não atrapalhar o irmão que ainda precisa aprender a lição, e não nos envolvemos nas confusões alheias. Sabemos o que não depende de nossa ajuda e entendemos que, para nós, a questão já está resolvida. Somos julgados aqui no mundo físico como frios, insensíveis, arrogantes. Mas estamos conscientes de que só saberão verdadeiramente o que fazem quando souberem da verdade sobre a trama da vida por trás do romantismo que o mundo nos apresenta como verdade.
Sem lamentos, não fazemos mais drama, porque sabemos que não existe drama. O equilíbrio e a paz fazem morada definitiva no coração. Vivemos com calma porque enxergamos a vida como ela é e não da forma que gostaríamos que fosse. Agora a vida ficou cheia de graça porque o Senhor está literalmente conosco.
A morte provoca nos vivos um misto de emoções; pavor, ira, tristeza, mas também esperança.
A morte ateia fogo até nos mais frios corações e estes têm a chance de viver uma mudança.
A morte de outrem ativa em nós um alerta,
um desejo de trilhar um caminho sensato,
valorizando cada um que nos cerca, e buscando comunhão com o Dono da Vida.
Na horas da morte alguns pensam em Cristo, mais isso é passageiro.
Na morte, no leito moribundo, ao desalento se há de pensar, o que se fez da vida e o que se faz se não houver mais chances, há aqueles que pensam em Cristo Jesus, mais não como o Rei eterno e poderoso, cheio de virtudes e atributos de todos os tipos, mais o simples filho do carpinteiro, o humano, o que se rebaixou e alcançou graça de Deus e dos homens deste mundo e dos que que aguardam o porvir em sono, na verdade é de se exagerar que a intimidade é capaz de rebaixar o ser de Cristo Jesus aonde mesmo ele se rebaixou, pois ele é humilde e se faz ser alcançado por moribundos desobedientes em leito de morte, pois pela graça sem tamanho o mesmo consegue salvar o pecador em um estalar de dedos, caso haja verdadeira conversão, mais os fidqlgos orgulhosos que nunca se dobram e nem se dobrarão no final de sua vida, já tem seu apreço, já tem seu consolo, já tem o seu desprezo, que é a vida sem Cristo Jesus o verdadeiro Rei celestial, pensamos que vamos perder algo ao entregar a vida a Cristo, mais na verdade entregamos uma vida medíocre neste mundo, para obtermos uma eterna nas alturas no Reino dos Céus, afinal ganhamos o favor do Rei Jesus, o Nazareno.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
A honra seja dada ao Rei da Glória, qual Rei é este que se submete a uma morte tão cruel e severa em busca dos seus súditos, qual Rei neste mundo e no vindouro se revestiu de humildade e humilhação sobremaneira...é este, é aquele que está assentado no trono de Glória ao Lado do eterno Pai das Luzes, a saber Cristo Jesus, glorificado nosso Deus eternamente.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
E seu eu tivesse a sorte
Não soubesse o que é morte
Não seria assim tão forte
Não iria me importar
Com cada segundo que passa
Com seu braço que não me abraça
Com seu olhar que me transpassa
E mira um outro lugar
Mas na sorte do azarado
Vendo a morte andar ao lado
Entendo todo o significado
Que você possa significar
Estar desaparecido é diferente de estar morto. De certa forma, é pior. A morte oferece um fim. A morte dá permissao para o luto. Para fazer um funeral, acender velas e deixar flores num túmulo. Para seguir em frente.
Estar desaparecido é estar num limbo. Preso num lugar estranho e desolado onde a esperança brilha fraca no horizonte, e o desespero e a angústia espreitam como abutres.
Nossa vida virou um circo
A carestia sempre teve voz e autoridade para anunciar a hora da morte.
Eu perdi o circo.
Não gritei palhaço. Perdi o espetáculo. A conversa chegou aos ouvidos de maínha.
Em casa, a ladainha acordou a noite.
A noite acordou a Lapinha e entrou pela madrugada.
De manhã, a vida entrou pelo castigo, invadiu a moralidade.
A nossa vida virou um circo.
Mamãe grande encerrou o assunto, desmaiada. Fugi.
Receitaram chás de rosas de palmatória, assim, que eu retornasse de Pirajá. É pra já!
Ganhei o mundo. Vendi chá de cadeira.
Em Pirajá, rolei a lona de tanta fome.
Sonhei. Caí do arame. Arembepe.
Corri.
Ninguém me pegou no sonho.
Sonambulei pelo quarto vizinho gritando palhaço.
Fui expulso de casa.
Levei nas mãos uma moldura inteira
de palmatória.
A melhor saída ainda não seria o cais do porto.
Na baixa, fui sapateiro. Inclinei-me no plano, onde fui pescado.
Puxado por arrastões, subi o elevador. Ninguém, em mim, morreu tão cedo.
Ninguém ficou morto de mim.
Ninguém me matou de passados.
Em casa, mainha preparava olhos e ouvidos de peixe morto. Quiseram me enterrar na lama
Mas, eu estava no elevador Lacerda, onde trapezistas se equilibravam no álcool. Descemos do altar. Desmontamos o circo. Ficamos altos em diversidade e dúvida.
Fui convidado para ser o príncipe nos Galés. Morri na entrevista.
Baiano?... Qual é a tua graça?
Stradivarus. Stradivarus da Silva.
Quem és tu? ... És nagô?
Fui príncipe das marés. Nos Galés!
Toquei tamborim pro Bob Dylan, no Benin.
Meu surdo tocou fundo, Alcione.
The One?
Não sei quem é. É da Mouraria?
Oxe, você não me conhece?
Sou o cara que namorou as gordinhas de Ondina. Usei brilhantina nos cabelos crespos, para me parecer com John Travolta.
Desde menino, sofro bullyings do meu vizinho Violino.
Stradivarus, qual Violino?
O doido que ganhou a vida no Largo. Louco, desvairado, Violino já acordava alucinado, gritando... Até para as fanfarras!
Toca Raul! Toca Raul! Toca Raul!
Matar a fome é vida
Morrer de fome é estatística
Nutrição balanceada é vida
Morte por desnutrição é balanço
Globalização rompe fronteiras
Fronteiras interrompem imigração
Não usar o cinto de segurança.... multa, infração
Recolher lixo pendurado por fora de um caminhão em movimento... profissão.
Ônibus lotado, pessoas em pé ... Seguro é o corrimão.
Roubar pra comer... ladrão
Roubar de quem tem fome.... fraude em licitação.
Delatar um criminoso comum... cagueta, x9....Prêmio: violência e repressão.
Denunciar comparsas de crime e participação.... Delação, premiada
Mentira e falsificação, estelionatário... prisão
Estelionatário de eleição.... mandatário
Carreata, carro de som, comício, promessas, agitação... Campanha
Passeata exigindo direitos e cumprimento das promessas de eleição.... Apanha
Meritocracia explica e justifica as diferenças... Posição
Injustiça e indiferença explicam e justificam o mérito ... Por imposição.
Pai, onde vives?
Entre as estrelas, as flores e o mar?
Posso encontrar-te depois da morte?
Ou enquanto eu viver, Vós ireis existir?
Estou a tentar encontrar-te.
Olhei através do terreno, inspirando ventos e brisas
Pai, onde vives?
Estou à tua procura.
Eu tenho tentado o céu mais alto
Tenho tentado nos meus sonhos
Qual é a distância que nos separa?
Pai, onde vives?
Conheces a minha voz?
Consegues ouvir o barulho que eu tenho dentro de mim?
Tu és toda a beleza!
Mas será que Tu podes ser mais do que aquilo que eu vejo e sinto?
Pai, onde é que Tu vives?
Serás Tu mais do que a doce história
que eu próprio me disse?
Para além da terra mágica
Dá-me um longo abraço
Sabe a minha verdade?
Consegues e compreendes o meu amor?
Por favor, onde é que Tu vives?
Encontrar-te-ei depois da Morte?
Ou apenas enquanto eu viver...
“Entender a morte é vital, mas fundamental mesmo é ser “chama”.
Ninguém sabe se estará vivo daqui a pouco ou amanhã, enfim, quanto tempo mais.
Melhor esquecer tudo isso e viver cada minuto como uma chama que só brilha, ilumina o seu redor, e é um meio de acionar ou propiciar tantas outras coisas imprescindíveis à vida…
Importante e imperativo, é crer que uma chama que tem o AMOR como combustível nunca se apagará”
Ney P. Batista
Feb/27/2022
Existo e estou vivendo.
Insisto e sigo envelhecendo.
Resisto mas vou morrendo.
A vida e a morte digladiando, alguns nem vê a luz do sol, outros nem aprendem a falar, e outros chegam a andar e viver um pouco mais, e tantos outros chegam a envelhecer. Mas, cedo ou tarde, sabemos o suceder.
E assim ansiamos, em algum lugar da eternidade, ver vencida a morte e toda a maldade.
Os verdadeiros amigos consideramos em vida, porque por morte o máximo que podemos fazer é mostrar para outros aquilo ao qual deveríamos mostrar para aquele que se foi. A vida é um mistério, o agora é certeza do que se pode fazer, o passado foi oportunidade realizada ou perdida, e o futuro uma incógnita. Mas uma coisa é certa, em muitas ocasiões podemos decidir e realizar os mais diversos intentos, executar ações que podem marcar a vida de muitas pessoas ao nosso redor. O bem está ao nosso alcance, temos o sim e o não a escolher. Que o Eterno Pai celestial continue abençoando nossas vidas para sermos verdadeiras bênçãos na vida das pessoas. Dos conhecidos, e também dos estranhos, que sempre estarão por perto, seja por momentos únicos ou por várias ocasiões, e assim fazermos o que é agradável a Deus o Eterno Pai e aos muitos corações. Façamos o bem, sejamos o bem que tanto almejamos, vivamos em verdade e benignidade. E que a soberba e a vaidade não resista ante nossa decisão de escolher o que é certo por fazer.
PAZ A TODOS E BOA VONTADE AOS HOMENS E MULHERES DE VALOR.
Vivíamos felizes, e não havia temor da morte, de repente, um vírus muda a história da humanidade. Pronto, perdemos nossa capacidade de vida eterna.
Estivemos sempre de passagem neste mundo, e o povo parece que esqueceu disso. Só se fala dessa pandemia, e as pessoas se esqueceram que a morte tem outras formas de extinguir a vida.
A todo momento morrem milhares em acidentes diversos, HIV, cânceres, AVC, infartos, tuberculose, dengue, chicungunha, zica, malária, fome, etc e tal.
E o povo apavorado só com o xing ling.
Vamos morrer, o dia e a hora por certo nunca haveremos de saber.
VIVAMOS A VIDA A CADA INSTANTE COMO SE FOSSE O ÚLTIMO SUSPIRO.
GLÓRIAS AO ETERNO PAI CELESTIAL POR CADA ENCHIDA DE AR DOS NOSSOS PULMÕES, E PELA INSISTÊNCIA DAS BATIDAS DE NOSSOS CORAÇÕES.
A morte
A morte é o real
Nessa vida distraída
Onde tudo é carnaval
E o real é irreal
Não faz mal a morte
Porque minha cadeira cativa
Está me esperando ativa
Num lugar escolhido com sorte
Só deixo uma saudade
Que sempre me fez feliz
Amante , amiga ,irmã e mulher
Sempre comigo onde eu estiver
Saudades muitas também
De meus filhos , netos e familia
Fizeram eu entender com a idade
Que da vida ....esse é o único bem
Na minha morte .
AOS AMIGOS
Por favor não quero um aviso em jornal , nem uma coroa de flores , nada material.... quero sim que coloquem no mural da sala aonde estarei !!!
UM QUADRO DE AVISO
Que os amigos coloquem as doações feitas por eles nesse momento , aos que vivem e necessitam viver melhor ( orfanatos e asilos )
AS FLORES E AS ARVORES TAMBEM AGRADECERÃO !!!
ou seja O MEIO AMBIENTE COMO UM TODO!!
Eu preciso acreditar no sorriso da vida, não posso guardar na minha memoria a imagem da morte.
Tem pessoas que passam brevemente em nossa vida
Não me ligo as pessoas pelo laços sanguíneos, crenças,
raças, conta bancaria, cor da pele,idade, gostos e feitos, ligo-me as pessoas porque gosto de gente, gosto do ser humano, porque tudo isso me fascina, em cada um posso criar e construir uma historia, ou varias historias
Como uma tarde de domingo sentado á mesa na casa da tia maria que não é minha tia de sangue, mais é minha tia, hoje ela partiu, mais cedo que todos nós que ficamos na saudade,
vamos lembrar desse sorriso e guardar para sempre em nossos corações.
Porque o brilho dos olhos denuncia a viada e a morte
porque o brilho dos olhas fala a verdade e a mentira
porque o brilho dos olhos fala da alegria e da tristeza
porque o brilho dos olhos provoca desejo
porque o brilho dos olhos tem amor e paixão
porque o brilho dos olhos tem historia
porque o brilho dos olhos esta cheio de emoção
porque o brilho dos olhos seduz o coração
porque o brilho dos olhos vem da alma
porque o brilho dos olhos é a luz que ilumina a vida enquanto a morte não chega
Já perdoei quem me pisou entre a vida e a morte, minhas lágrimas afogam o meu ver que em melodias me trazem a lembranças do que me fiz questão de esquecer;
Quando eu mais precisei me vi só sem a quem me apoiar, sem quem eu confiar sem usarei minhas próprias palavras contra mim;
Um coração inteligente escuta conselhos e ainda pode até mudar de opinião, mas um coração idiota que não comporta paz em seu interior nunca aceita palavra alguma;
Nunca deixaria de te amar, mas por um certo tempo deixaria de te contemplar;
Quando o véu da morte cobrir meus olhos, mesmo assim eu transpassaria toda a impossibilidade de não viver esse intenso amor;
E em meu tumulo nasceria uma linda rosa cujo nas pétalas mancharia todo o meu corpo com letras de sangue do meu coração, escrito! "Eu te amo por toda a eternidade";
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