Textos sobre Humanidade

Cerca de 1558 textos sobre Humanidade

⁠⁠A tragédia da Humanidade, consiste na caótica e irônica manifestação de duas características exclusivas da nossa “autodenominada“especie de “Homens Sábios”.
A primeira é a Passionalidade, pois os homens possuem ilimitada capacidade para amar, todavia também para odiar…
Pertinente ambivalência também se demostra trágica em outra característica exclusiva humana, ou seja em sua “Perfectibilidade “, pois podemos aprender, aperfeiçoar e praticar habilmente as mais nobres virtudes, ou os mais abomináveis vícios em nossas ações e condutas

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠⁠É trágico e irônico como em filmes de catástrofes, a Humanidade se junta para destruir um grande meteoro (ameaça natural).
Mas o que não nos sensibilizamos,é que cada “míssil lançado é um meteoro” na realidade particular de cada comunidade atingida.(Tragédia artificial).
Na ficção nos unimos para destruir um meteoro. Na realidade nos segregamos, em uma corrida armamentista, na ambição de ter se o maior arsenal de pequenos meteoros particulares!
A Humanidade é retratada como uma espécie solidaria e civilizada em um filme de ficção, e classificada como tribal e bárbara em um filme de documentário!

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠A relação da humanidade com o Planeta deve sempre ser harmonicamente simbiótica, nunca predatoriamente parasita.
O Homem só deve agir adaptando a natureza a sua necessidade,quando tal ação demostrar-se sustentável ao meio ambiente.
A relação de dependência do não perecimento da espécie humana ,com a preservacao do ecossistema planetário, é um truísmo que nunca deve ser ignorado.

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠A religião e a filosofia são duas formas de buscar compreender a origem da humanidade. A religião se baseia em crenças e dogmas, enquanto a filosofia utiliza a razão e a reflexão para alcançar respostas. Ambas as abordagens têm desempenhado um papel importante na história da humanidade e continuam a ser relevantes até hoje.Muitas pessoas acreditam que o destino é algo que está fora de nosso controle, mas na realidade, é algo que está em nossas próprias mãos. Embora possa parecer que não temos escolha em certas situações, a verdade é que nossas ações e decisões influenciam diretamente o caminho que nossas vidas tomam.
Ao longo de nossa jornada, cada decisão que tomamos, por menor que seja, pode ter um grande impacto no resultado final. É importante lembrar que podemos sempre escolher como reagir às situações que a vida nos apresenta, e que nossas escolhas moldam o nosso futuro.
Claro, isso não significa que tudo o que acontece em nossas vidas é completamente resultado de nossas escolhas. Há muitos fatores externos que também podem influenciar e afetar nossas vidas, mas é importante lembrar que sempre temos uma escolha em como lidar com esses fatores.
Assim entendo que o destino é algo que está em nossas mãos, mesmo que não percebamos. Cada escolha e ação que tomamos molda o nosso futuro, e é importante reconhecer o poder que temos sobre nossas próprias vidas.

Inserida por NINALEEMAGALHAES

Um breve momento, em que o vento soprou, e o futuro não quis relembrar;


A humanidade se esqueceu do que foi bom.
O romantismo e a harmonia ficaram nas décadas passadas.

Não costumo relembrar o passado, porque este já foi ultrapassado,Mais que me da saudade quando lembro daquela época.

Uma época de romance e musicas lentas, de mulheres dengosas e um pouco ciumentas, de cabelos estilosos e muita originalidade.

Uma pena que tudo isso ficou no passado, atualmente vivemos outra épocas, outros momentos. As musicas lentas ainda existem mais hoje só toca nas rádios, e aconchegante e romântica dança lenta ficou no passado.

Os penteado alguns são mais moderados outros até mais ousados.
O dengo e o ciumes aumentaram muito mais. E nas atuais balada barulheiras e músicas frenéticas é o que tem para hoje.

Boas lembranças das épocas anteriores veio repentinamente em minha mente e uma longa saudade no meu coração bateu. Que só quem viveu naquelas épocas poderia sentir essa longa saudade que insiste em ficar ...

Inserida por Boysdontcry

Amor, o paradoxo da humanidade. Palavra religiosa de salvação. Projetado em algo ou alguém de forma particular passível da falsa sensação de reciprocidade. Busca incessante de realização e felicidade. Expectativa que sentencia, julga e condena o amado. Tribunal dos "vencedores", dos donos da "razão", do controle em desequilíbrio, ilusões no palco da vida. O desejo de ser amado como a quem manobra um fantoche. Moldar, controlar, manipular...

Amor, estado pleno e incondicional de amar sem esperar nada em troca. Servir e servir por sentir amar tudo. Tudo é amor. Desconstruir os muros e barreiras emocionais, fazer o lado dentro ser o lado de fora e assim vice-versa. Saber usar a razão de que tudo é o que tem que ser. O amor é o ato revolucionário de amar e só amar. Nada além disso. Amar verdadeiramente tudo para que nada seja desamor.

Inserida por DaniLeao

[A Humanidade não dá Trégua]

Viver em sociedade é viver assim:

Se você tem dinheiro,
você é um homem livre,
Se você tá quebrado,
que Deus te livre.

Se você tem amigos,
você está no céu,
Se te sobra inimigos
se amargou com o fel.

Construa uma prisão
para se proteger,
Dos que aí fora estão
para vencer você,
Se vive sempre na luta,
se tem boa conduta,
Não viu ainda
O que esse mundo lhe oculta.

Se você espera que eles te ouçam,
As portas têm ouvido, as muralhas não.
Se você espera consideração,
Vão passar por cima, te atropelarão.

Se não tá feliz com o que tem,
Para dois terços do mundo nem isso vem.
Tem guerra por terra, guerra por tesouros,
Tem guerra fria, guerra por louros,
Tem guerra mista e guerra dividida,
Só não tem guerra pela vida.

Vida difícil, extremamente sofrida,
Só depende de você aceitar a ferida.
O ser humano complica a situação, Transformando tudo em complicação.

Será que é isso que somos ?
Será que vamos viver ?
Porque se assim for, não quero saber,
O que o destino virá a reger.

A humanidade não dá trégua
(não dá trégua).

Inserida por michelfm

⁠O que é uma busca necessária para a humanidade quando se trata de riqueza e acúmulo de bens em uma vida aparentemente estável?
É na verdade uma ilusão.
O que é minúsculo e desprezível por sua pequenez e o que é grande e complexo por sua magnitude são, na verdade, partes de uma mesma composição e o que os define é o volume do que existe tanto no minúsculo quanto no gigantesco e a mesma complexidade e o que os torna exatamente iguais em essência e o que nos impede de ver e compreender é a nossa ignorância e cegueira...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠A CRÔNICA DO AMOR

O amor quando é mútuo, supera todos os limites da humanidade, ultrapassa todas as camadas da atmosfera. Transforma-se em algo inenarrável, indispensável e profano. Amar é vagar constantemente rumo ao paraíso. Entretanto não se enganem, esse fenômeno se desfaz. Pois a privação mundana é inerente ao egoísmo que promove a emulação. Assim todo encanto, e toda aquela beleza cósmica transforma-se num caos. É assim que o amor morre, porque ele só é perene quando é regido pela confiança e na cumplicidade sem fim!!!

030822III

Inserida por J6NEMG

⁠PULVERIZAÇÃO DA HUMANIDADE

A convivência social está cada dia mais intolerável, sufocante e aniquiladora. Onde quem reina é o egoísmo, a maldade, a ambição, a avidez e a opressão. Isso justifica o descontrole emocional das pessoas na sociedade atual, o que faz jus a mística de que estamos nos fins dos tempos, o fim da espécie humana, a pulverização da humanidade!

260523

Inserida por J6NEMG

A humanidade sempre acreditou que podia possuir o mundo.Ergueu reinos…
acumulou ouro…criou guerras em nome de algo que nunca conseguiu definircompletamente. Chamaram de poder.Mas o poder nunca foi deles.
Homens marcharam acreditando que eram eternos, carregando bandeiras, armas e ambições…sem perceber que o tempo já havia decidido o fim de tudo.O ouro brilhou nas mãos erradas, prometendo grandeza…
mas entregando apenas ilusão. Porque nada disso permanece. Nem os impérios que dominaram continentes… nem os nomes que um dia foram temidos…
nem as riquezas que custaram vidas.
Tudo se desfaz. A guerra deixa marcas
mas até as cicatrizes desaparecem com o tempo.E no silêncio que fica,não existevencedor.Só ausência.A verdade é simples…e sempre foi ignorada:
Nada disso é eterno. O poder acaba.
A ganância cansa.O ouro perde o brilho.
E o homem…volta ao mesmo lugar de onde nunca deveria ter saído!!!


DeBrunoParaCarla

Inserida por DeBrunoParaCarla

Muito se fala sobre os problemas da humanidade, especialmente sobre o Brasil. Há quem diga que educação de qualidade seria a solução; outros afirmam que leis mais rígidas traria a paz; tem ainda os adeptos da pena de morte aos cruéis marginais; outros dizem que se a nossa classe política fosse comprometida conosco nossos problemas estariam resolvidos.
Eu vou na contramão! Para mim o que de fato resolveria os males da sociedade como um todo seria mais AMOR entre os povos. Se fôssemos capazes de amar do tanto que brigamos viveríamos em um mundo educado, as leis existiriam apenas para cumprir um protocolo legal, morte haveria somente por causas naturais e os nossos governantes seriam justos e descentes. Contudo, a falta de AMOR, o mais nobre dos sentimentos, faz com que percamos tempo, saúde e consequentemente a vida. Se fizermos, cada um a parte que nos cabe, de certo viveremos mais e melhor.

Inserida por josue_josue

Humanidade

Nós humanos, seres racionais (nem tanto), fizemos muitas coisas ao longo de nossa existência.
Como “inventar” a Astronomia, a Matemática, a Linguagem e etc...
Mas parece que ainda não aprendemos uma coisa, que aliás, já fizemos de certa forma, “parte”. Não aprendemos a — pensar. Temos tantos e tantos conhecimentos, tantas e tantas pessoas inteligentes, mas nem parece que existem; o que adianta ter conhecimento e priva-lo para o resto do mundo? O que adianta ser inteligente e não ter atitudes inteligentes?
Como uma Sociedade, “Evoluída”, consegue ser tão irracional? Nós engatinhamos pelo pântano, caminhamos sobre pedras, corremos sobre a água; mas do que adiantou? Do que adianta sem nem mesmo saber o mínimo do mínimo? “Pensar” é o que precisamos — PENSAR.
Atualmente, século XXI, estamos no Capitalismo; que aliás, não parece um modelo econômico muito bom. O que o Capitalismo nos possibilitou? Ah! Essa é fácil! Nos possibilitou: termos propriedades, “poder” e meios de produção para evolução da humanidade. Só tem um, porém, a humidade está dando valor ao físico, ao material; não ao “espiritual”, não ao que há dentro de nós mesmos. Então do que adianta? Temos poder de compra, uma casa, um celular, um computador; mas aonde se encontra nosso cérebro? Não sabemos pensar, refletir, aprender, ensinar; não sabemos. Nossa curiosidade está se extinguindo desde o nascimento; e isso é bom? Talvez para os que acham que o “dinheiro” tem poder. Por que, ao meu ver, o dinheiro é só papel; com valor único determinado pelo nosso pensamento. Nós determinamos o que é valioso; só que não funciona assim. Tudo neste mundo é valioso; desde um grão de areia ao carvão. Uma pergunta para vocês: como é possível dar valor (preço) ao que não tem valor intrínseco? Simplesmente não tem como. O que faz o nosso Sol ter significado? Nada.
Mas o que seríamos sem o nosso Sol? Nada. Nós damos este significado; NÓS!

Inserida por pattuzzoj_arquivo_1

⁠"O evangelho fácil, raso e sem renúncia se espalha nas entranhas da humanidade.

A teologia do Coaching que massagea o ego e satisfazem as lacuna da vida das pessoas, atraí milhões de pessoas a um evangelho antropocêntrico que não condiz com a verdadeira mensagem Cristocêntrica contida nas Escrituras".

Inserida por StyvesParley

⁠O melhor da Humanidade…

No abismo das sombras, quando o caos se faz presente,
Surge a centelha humana, de brilho resplandecente.
O mundo se desfaz em turbilhões de incerteza,
Mas o coração desperto revela sua fortaleza.

No grito da tormenta, onde tudo parece ruir,
A mão que se estende faz a esperança ressurgir.
Em meio ao desespero, a bondade é a corrente,
Que une almas perdidas num gesto eloquente.

A compaixão floresce em terrenos de desolação,
E o instinto de ajudar é a mais pura redenção.
Na face do perigo, a coragem se manifesta,
E o melhor da humanidade, enfim, se manifesta.

Pois é no calor dos momentos extremos e decisivos,
Que os atos de amor se tornam os mais vivos.
E assim, na adversidade, encontramos a verdade,
De que a essência humana é, na ajuda, a eternidade.

Inserida por mauriciojr

⁠Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se...

Há na humanidade uma espécie peculiar de fragilidade disfarçada de força, indivíduos que, em sua incapacidade de criar, buscam parasitar o que outros constroem. Como aves de rapina desprovidas de garras ou presas, não enfrentam, não lutam, não se lançam ao risco de conquistar por mérito próprio. Em vez disso, rondam incansavelmente aqueles que brilham, aguardando o momento oportuno para se alimentar das migalhas de sua queda. São almas que não possuem voo próprio, mas que se movem em círculos, orbitando o talento alheio, como satélites de uma luz que não lhes pertence.

Essas pessoas habitam uma existência marcada por um vazio silencioso, um abismo interno que as impede de enxergar sua própria essência. A inveja as consome, mas não a inveja do ódio estridente; é uma inveja sutil, quase patética, que se expressa na bajulação, na falsidade, no sorriso forçado que tenta disfarçar a vergonha de sua própria insuficiência. Vivem da energia dos outros, como parasitas emocionais, e suas vidas se tornam uma farsa contínua, uma peça teatral onde o ego é o protagonista e a autenticidade, o grande ausente.

No fundo, são dignas de compaixão, mas não de piedade. A compaixão verdadeira exige distância, exige a força de compreender que o vazio que carregam é um reflexo de suas escolhas e de sua recusa em enfrentar a si mesmas. Como bem dizem as escrituras, devemos amar até mesmo aqueles que nos desejam o mal, pois o amor é o único antídoto contra as trevas que habitam o coração humano. Contudo, amar não significa compactuar. É necessário manter-se firme, ser luz sem permitir que essa luz seja sugada por quem não sabe, ou não quer, resplandecer por conta própria.

Essas pessoas são movidas por um ego frágil e inflado, uma máscara que esconde a profunda insatisfação consigo mesmas. Elas gritam para serem ouvidas, não porque têm algo a dizer, mas porque têm medo do silêncio que revelaria sua insignificância. São frágeis, não no sentido de merecerem cuidado, mas no sentido de que sua fragilidade as torna perigosas. Não sabem construir, mas sabem destruir; não sabem criar, mas sabem roubar; não sabem brilhar, mas sabem apagar.

E, ainda assim, o que fazer além de seguir no caminho do bem? Não é nossa tarefa julgá-las, tampouco é nossa obrigação salvá-las. Devemos manter o foco em nossa própria jornada, protegendo nossa luz, fortalecendo nossas raízes, e permitindo que a verdade, como um rio, flua de forma natural. Pois a verdade é implacável: aqueles que vivem da farsa cedo ou tarde serão engolidos por ela. E quando isso acontecer, não haverá nada, nem ninguém, para sustentar o castelo de cartas que construíram. Restará apenas o vazio que sempre esteve lá, esperando para consumi-los.

No fim, a queda dessas pessoas é inevitável, não porque alguém a deseje, mas porque é a consequência natural de uma vida construída sobre ilusão e sombra. Que elas encontrem, nesse momento, a coragem que lhes faltou para olhar para dentro. Que o vazio, ao invés de as destruir, as ensine. E que, enquanto isso, nós sigamos sendo luz, não para elas, mas para o mundo. Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se.

Inserida por mauriciojr

⁠A humanidade e a espiritualidade…

Em meio ao caos intrínseco da modernidade, onde o tecido social se fragmenta em uma miríade de interesses particulares e narrativas conflitantes, torna-se urgente refletir sobre os alicerces que sustentam a existência humana. A cada gesto, a cada escolha, delineamos um traço do que somos e do que desejamos nos tornar. Contudo, o que vemos, tantas vezes, é a espiritualidade reduzida a uma mercadoria, uma ferramenta de barganha, um instrumento para atender caprichos e alimentar a ânsia por benefícios pessoais. Que caminho é este, onde o sagrado é invocado com o estalar de dedos, como se a transcendência pudesse ser manipulada para servir apenas ao ego?

Este cenário desafia-nos a questionar as raízes de nossa humanidade e os valores que dela emergem. Há, entre muitos, uma fé que se dobra sobre si mesma, incapaz de transbordar para o outro, para o coletivo. É uma crença que clama por bênçãos, mas que esquece de abençoar; que pede luz, mas não se dispõe a ser farol; que se recolhe em um casulo de desejos próprios, alheia ao sofrimento que reverbera ao seu redor. Assim, a espiritualidade torna-se um reflexo de um mundo de espelhos, onde o único rosto visível é o próprio, e o outro desvanesce, invisível, irrelevante.

Há também aqueles que, presos em sua própria apatia, abdicam do esforço em nome de uma espera passiva, quase pueril, por milagres que substituam o árduo trabalho de se construir. Esperam, como quem olha para o céu em busca de um cometa, que algo ou alguém lhes entregue o que não ousaram conquistar por conta própria. E, enquanto aguardam, deixam germinar em si a inveja corrosiva, a hostilidade silenciosa em relação àqueles que se atrevem a crescer. Tentam bloquear o avanço alheio, não percebendo que, ao fazê-lo, sabotam a si mesmos e perpetuam o ciclo de mediocridade que os aprisiona.

Neste cenário, somos levados a perguntar: que humanidade é esta que renega o potencial de sua própria grandeza? Por que tememos tanto a responsabilidade de evoluir, de nos especializarmos, de nos tornarmos melhores, mais íntegros, mais autênticos? Por que preferimos a hipocrisia confortável à verdade que confronta e transforma? A resposta talvez resida no fato de que o caminho da evolução é árduo e exige renúncia: renúncia ao egoísmo, à ilusão de superioridade, à preguiça de se olhar no espelho e enfrentar aquilo que mais tememos em nós mesmos.

A espiritualidade genuína não é uma moeda de troca, nem um refúgio para a vaidade. Ela é um chamado à transcendência, não apenas do mundo, mas de nós mesmos. É uma prática que nos desafia a reconhecer a interconexão de todas as coisas, a ver no outro um reflexo de nossa própria essência, a agir com bondade sem esperar retorno, a construir um bem que seja maior do que nós. Não há espiritualidade verdadeira onde há inveja, onde há indiferença, onde há a recusa em crescer. Não há transcendência onde falta coragem para olhar além do próprio umbigo.

Se quisermos escapar do estado caótico que nos envolve, precisamos, antes de tudo, mudar a direção do olhar. Precisamos abandonar a busca por atalhos e aceitar que o crescimento é lento, porém necessário; árduo, mas libertador. É preciso cultivar a bondade como um ato revolucionário, como um gesto de resistência diante da fragmentação do mundo. É preciso abandonar as máscaras da hipocrisia e vestir a autenticidade, mesmo quando ela nos desnuda diante de nossas falhas. É preciso compreender que a verdadeira grandeza não reside no que acumulamos, mas no que compartilhamos; não no que conquistamos sozinhos, mas no que construímos juntos.

A humanidade não está condenada ao fracasso, mas tampouco está garantida no sucesso. Somos uma obra inacabada, uma promessa ainda por cumprir. E cabe a cada um de nós decidir se seremos artífices dessa construção ou cúmplices de sua ruína. O futuro que almejamos, de paz, de harmonia, de plenitude, não será dado; ele será criado, tijolo por tijolo, pela força de nossas mãos, pelo brilho de nossas ações, pela pureza de nossas intenções. E, ao fazermos isso, descobriremos que a verdadeira espiritualidade não nos eleva acima dos outros, mas nos une a eles, em um laço inquebrantável de humanidade compartilhada. Que possamos, então, abandonar tudo o que nos apequena e nos entregar, com coragem e integridade, à tarefa sublime de sermos plenamente humanos.

Inserida por mauriciojr

⁠Desligue a Humanidade
Eu não quero ser humana.
Quero não ter sentimentos,
pois dói menos.

Não quero sentir que tenho amor para dar,
sem ter ninguém para recebê-lo.
E eu não quero alguém como provavelmente alguém talvez me queira.
Quero alguém de verdade.

Não quero ser humana.
Quero voltar a ser uma máquina,
ter como maior objetivo coisas a longo prazo,
não quero querer amar ninguém.

E, por favor, caso eu me torne quem eu era,
não coloque ninguém na minha vida.
Não quero fazer ninguém sofrer
como estou sofrendo agora.

Inserida por yasz

Cartão de crédito
E assim a humanidade segue num mundo alienado de tudo... de todos... cada vez mais.

De olhos bem tapados pra não ser visto. De ouvidos bem tapados pra não ser ouvido. De mãos atadas pra tudo... pra todos... pra ter desculpa pra não fazer nada.

Os óculos bem escuros, o boné que cobre a visão, os fones nos ouvidos.... tudo pre-me-di-ta-do pra não ter que acenar a mão. Ah! e a música bem alta pra alienar a própria emoção.

Que mundo é este que está nos levando a total alienação? Cada um vai carregando sua vidinha muito alienada na própria mochila... num caminho que vai dar em nada... neste mundo que dá voltas e mais voltas... mas parece que está sempre parado.

E a síndrome do Fantástico? Amanhã você vai trabalhar de cara feia, num trampo que não gosta, que não lhe dá o menor prazer... por quê? Porque tem de sobreviver... alienado.

E o salário vai direto pra sua conta, porque pro empregador é melhor não olhar pra sua cara e ter de dar de cara com o que não é de sua conta... A conta é você quem vai pagar... com o cartão de crédito - pra não ter de fazer conta, pois o troco é de sua conta... e o credor pode não saber fazer conta e o troco errado dar.

E o salário dar conta é de sua conta...

So sorry :(

Inserida por RosangelaCalza

OS HUMANOS SEM HUMANIDADE

Com bárbaros não há diálogo
Entre os boçais a sabedoria não reina
Os intolerantes não respeitam as diferenças do outro
Os ignorantes não entendem argumentos
Os alienados não enxergam os fatos
Os hipócritas dizem amar, mas matam

Os sábios
Lutam contra a barbárie
Levam paz, por onde passam
Carregam no peito, amor pelo mundo
Trazem no olhar a esperança
sem deixar de ver a realidade que os cerca
Reconhecem a dor do outro

Em tempos de brutalidade
É preciso ser luz na escuridão
Vida em meio a guerra
Flor vencendo o canhão
Fé para os desesperados
Família para os abandonados
Razão em meio a bestialidade
É preciso ter humanidade diante da crueldade

Inserida por Sheilatinfel