Textos Sábios
Até que ponto?
Conhecimento é inato, até que ponto?
O empirismo tem suas razões e suas verdades, até que ponto?
As crenças, os valores, o certo e o errado, "a alegoria da Caverna de Platão", tem sentido até que ponto?
A tecnologia desafia a humanidade seguindo em duas cordas bambas paralelas, uma caminha velozmente rumo ao fracasso social e irracional da maioria, outra caminha dando saltos largos na corda bamba elevando o poder descontrolado dos grandes capitalistas, ao mesmo tempo cegando as mentes vazias de conhecimento, suportaremos como sociedade, até quando?
Os "ídolos da caverna" dependem de cada indivíduo, pois cada um de nós tem uma caverna, um lugar profundo onde guarda verdades que independem da comprovação, são certezas das quais não abrimos mão mesmo diante de provas concretas. Os "ídolos da caverna", ou os pré-juízos, podem nos levar ao erro por não aceitarmos a existência de outras verdades e de outras realidades além dessa nossa verdade íntima e profunda.
O empírico se assemelha à formiga, pois se preocupa em acumular e depois comer a sua comida. O dogmático é como a aranha que tece sua teia com material extraído de si mesmo, da sua própria substância. A abelha faz o melhor caminho, pois tira a matéria das flores do campo e então por uma arte própria, trabalha e digere essa matéria".
Os "ídolos da tribo" são os enganos criados pelo nosso próprio intelecto que através de observações fáceis e parciais pode chegar a conclusões falsas, como aconteceu durante muito tempo nas observações que os homens fizeram do universo e acreditaram que o sol girava em torno da terra.
Os "ídolos da praça", ou do foro, que podem nos levar ao erro por diferenças de interpretação do que nos falam e do que falamos aos outros. As palavras são o fio condutor que podem nos levar a esse ídolo, as palavras podem fugir da nossa interpretação e criar vida e sentido próprio e nos levar ao erro.
Coragem e fé, “Vós sois deuses”!
Na história da humanidade já tivemos a oportunidade de conhecer trajetórias de personalidades extraordinárias que venceram pela ‘coragem’ e ‘fé’. Porque não falar do exemplo maior, que foi Jesus Cristo?.
Posso citar vários outros como Mahatma Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Paulo de Tarso, Allan Kardec, Isaac Newton, Arquimedes, Sócrates, Platão, Abraham Lincoln, entre tantos outros que de uma forma e outra conseguiram mudar o curso da nossa história nos trazendo conhecimentos e verdades que contribuíram para o nosso progresso espiritual, moral e material.
São personalidades que não reencarnaram em nosso planeta por acaso. Para nós, simples mortais, são fontes inesgotáveis de inspiração. Creio que poderíamos seguir os exemplos...
Quando Jesus Cristo disse aos seus discípulos a frase que mudou a maneira de pensar de parte da humanidade: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra de minha justiça”, não era jogo de palavras, não estava blefando!.
Sim, os discípulos levaram a sério e conseguiram mudar, fazer a diferença com a coragem e fé para felicidade da humanidade.
Que nós também possamos mudar o curso de nossa história com base nestas duas palavras “coragem e fé”. Todos nós podemos fazer a diferença, aliado também a persistência.
Sabe, às vezes não precisamos ser um mártir, como Jesus Cristo, um filósofo como Sócrates, um Isaac Newton, que nos mostrou a ciência, mas podemos ser nós mesmos, e mudar a 'nossa' história, para melhor...sermos Deuses de nós mesmos!
QUEM SÃO OS MEUS VERDADEIROS MESTRES?
Os meus verdadeiros Mestres são:
1. Espírito Humano:
Constrói e mantém o meu Corpo vivo e faculta Intuições.
2. Jesus Cristo:
Ensinou-me a oração ou comunicação com meu Espírito Humano.
3. Siddartha Gautama:
Ensinou-me a meditação.
4. Lao Tsé:
Ensinou-me a harmonia com meu Espírito Humano e com a Natureza.
5. Sócrates:
Ensinou-me o questionamento e a reflexão crítica.
Os meus verdadeiros Mestres ensinaram-me ainda a Integridade.
Os meus verdadeiros Mestres não são Doutores, por isso, não preciso ser Doutor.
Os meus Mestres Escolares são reais e não verdadeiros!
Eu não tenho sonhos e talvez nunca os tenha. Nem aspirações nobres e lúcidas, que com certeza não veriam em vida a luz do sol e nem encontrariam ouvido de gente, pois aspira o ser vivente e quem vive é a carne; tudo além e a mais é. Apenas a isto olhei, observei obstinadamente e encontrei. Eureka! [...] No sentido último e preciosista do termo, opto por utilizar o vocábulo sobreviver, em um sentido que já se faz "também" (talvez, a depender da definição de biologia, e assim por diante) filosófico, e não meramente biológico. O que, em suma, digo é que não vivo, sobrevivo e também por isso não sonho; encontrei e sou.
Acaso sereis suficientemente filósofos para me fazer esta objeção? (...)
Escolhei a BOA solidão, a solidão livre, frívola e ligeira, aquela que vos dá o direito de permanecerdes bons, num sentido qualquer(...)
O cinismo é a única forma sob a qual as almas torpes tocam ao de leve no que se chama sinceridade. O homem superior deve apurar o ouvido perante qualquer variante do cinismo, felicitar-se de cada vez que ouve IDIOTICES do FARSANTE despudorado ou do sátiro científico (...)
Para um homem dotado de profundo pudor, os destinos e as decisões delicadas escolhem caminhos por onde poucos transitaram e de cuja existência nem os seus mais íntimos confidentes devem ter conhecimento(...)
Devemos livrar-nos do mal gosto de querermos estar de acordo com muitos(...)
Aquilo que pode ser comum tem sempre pouco valor. Em última instância tudo deve ser como é e sempre foi. As coisas grandes estão reservadas para os grandes, os abismos para os profundos, as delicadezas e os arrepios para as almas delicadas e, de um modo geral, tudo o que seja raro, para os raros.
165. Da felicidade da renúncia -
Aquele que renuncia absolutamente a uma coisa e por muito tempo, se porventura volta a encontrar, quase acredita que a descobriu; e qual não é a felicidade do homem que descobre! Sejamos mais sábios do que a serpente, que fica tempo demais exposta ao sol - ( Friedrich Nietzsche - in Gaia ciência)
"Platão dizia que 'verdade conhecida é verdade obedecida'. Tão logo você enxergou nitidamente que certa conduta é má, tem de evitá-la por todos os meios. Até lá, tem uma certa margem de erro justificado, como exigência inerente à própria noção de aprendizado, com a condição de confessar o erro tão logo o tenha percebido como tal e de não teimar nele depois disso. Quando você descobriu o que é bom, não o largue por dinheiro nenhum deste mundo."
Milhares de anos atrás, na República, Platão ofereceu uma visão curiosa de pessoas que confundem sombras lançadas numa parede com a realidade. Na Ilíada, os troianos caíram por um cavalo. Shakespeare preferia sorrisos a pontas de espadas e colhia rosas mesmo sabendo dos espinhos. E, nos últimos anos, o viés cognitivo é utilizado como o último desespero para salvar a raça humana e substituir a coragem. O uso de palavra de sentido inverso ou oposto ao que quer ser proferido é empregado para gerar confiabilidade na informação. Como quando a televisão te manda desligar a televisão.
Desde o Meno, de Platão, é possível estabelecer que o professor não é, em primeiro lugar, alguém que sabe instruindo quem não sabe. Ao invés disso, ele é alguém que tenta recriar o assunto na mente do estudante. Sua estratégia é a de antes de mais nada fazer o estudante reconhecer o que potencialmente já sabe, e isso inclui a quebra dos poderes de repressão interna que o impedem de distinguir o que sabe. Eis aí a razão de ser o professor, e não o estudante, quem faz a maior parte das perguntas. Esse traço de ensino em meus livros provocou algum ressentimento entre meus leitores, ressentimento que se deve muitas vezes à lealdade para com outros professores. Esse ressentimento vem junto com a percepção de uma certa esquiva deliberada de minha parte, trazida à baila sobretudo porque não dispenso a ironia, coisa essencial, para todo o professor desde Sócrates. Nem toda a esquiva, entretanto, é apenas uma esquiva. Até mesmo as parábolas de Jesus eram ainoi, ou seja, fábulas com uma característica de enigma. Em outras áreas, como no zen-budismo, o professor no mais das vezes é alguém que mostra sua capacidade por se recusar a responder às perguntas ou que as varre com algum paradoxo. Responder a uma pergunta (ponto a que voltaremos no curso deste livro) é consolidar o nível mental em que foi formulada. A menos que se deixe algo de reserva, sugerindo a possibilidade de uma pergunta melhor e mais completa, o avanço mental do estudante se detém.
Os brasileiros vivem no dia a dia o mito da Caverna de Platão. A exemplo daqueles escravos presos e assistindo o desfile de imagens na parede da caverna, os brasileiros assistem diariamente o desfile de autoridades dos três poderes da república, que,- agora em telas digitais e até mesmo ao vivo -, falam, prometem, encantam, decepcionam, mentem, assaltam e deixam os escravos ainda mais escravos. Mas como os antigos escravos da caverna, também os brasileiros continuam iludidos que tudo que vêem é a verdade. De tempo em tempo, alguns destes escravos se libertam e se tornam um daqueles e tentam mostrar para os que não entraram na política que as coisas são bem diferentes do que eles imaginam. Mas como mito original, continuam acreditando nos políticos safados como se honestos fossem e que lhe falam a verdade.
Qual era a religião de Platão? Jesus era formado em quê? Essas perguntas retóricas destacam que acumulação nunca foi sinônimo de liberdade. A acumulação, seja material ou espiritual, acaba se tornando um fardo ou uma prisão. Quando o demais se torna de menos, isso é o cúmulo da ignorância.
Muitos esbravejam, gritam e tocam os tambores anunciando a sua libertação da caverna de Platão, só que infelizmente 😔 continuam carregando em seu inconsciente: as sombras do medo, as loucuras de suas máscaras, a ganância e a corrupção. Pobres seres, que mesmo tentando caminhar na luz da vida, estão sempre apavorados com as suas escuridões mentais, que se enraizaram no seu espírito. Mas há uma grande e real forma de libertação, que é tendo um encontro verdadeiro com o Cristo, 🤗para poder abandonar, de vez, a sua própria cruz, que estará sempre algemando as almas dos arrogantes, hipócritas, caluniadores, pobres de espírito e infiéis. Porém, buscais primeiramente a sabedoria de Deus e a sua justiça, porque as demais coisas Ele vos acrescentará.🙏 E desta forma poderás abandonar de vez, a falsa camuflagem, para que todos possam lhe ver, como uma verdadeira imagem e semelhança do Criador.
Parabéns, pessoal! Nós conseguimos superar a velha caverna de Platão! Em vez de ficarmos presos a sombras projetadas nas paredes, agora estamos presos a telas brilhantes e sedutoras que nos fornecem todas as respostas que precisamos. Não precisamos sair e explorar o mundo real - basta deslizar o dedo na tela e BAM! Temos tudo o que precisamos saber sem sequer precisarmos abrir um livro.
Eu tenho consultado vários livros de Sócrates a Shakespeare, tentando achar uma forma de expressar com palavras o quê nós sentimos um pelo outro, mas eu percebi que não há palavras para isso, quando você sabe que tem, você confia, você acredita, você se arrisca, fica disposto a sacrificar tudo, para manter custe o que custar.
Como já dizia Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.” Pois então eu vos digo, amigos: encarei o abismo da minha alma, beijei o meu próprio demônio, realizei rituais do meu próprio suor e sangue; e afirmo, em alto e bom som, para que toda a sociedade possa me ouvir: eu sou o são que todos chamaram de louco. Sou a mais linda nascente que brota no rio Eufrates. Sou aquele, dotado de tamanha inteligência, que tentam calar com vossas bocas imundas. Então eu vos digo — não aos vossos ouvidos, mas às vossas mentes fechadas e doutrinadas: uma revolução não começa com um só homem; começa, sim, com doze.
Sócrates uma vez disse uma vez, a todo filósofo que queria a sabedoria: "Conhece-te a ti mesmo." Outra vez, disse: "Sei que nada sei." Achar que sabe tudo sem Deus, leva a uma extrema loucura. Quando pensa que não, a ignorância e o autoconhecimento adquirido ao longo da vida, pode ir muito além. Dizia: "Para tudo há uma resposta." Ainda que brincasse, de fato é só buscar a resposta. Não é difícil, pois há uma grama de fatos e evidências que te levam a compreensão à algo muito mais além do que isto que escrevi, apenas lendo. O que quero dizer, é que leva a várias interpretações, ainda que eu tenha a "chave" do conhecimento. Há gênio que possuem a chave. Outros, assim produzem e vão muito além produzindo. O pior de tudo e felizmente cômico, é que outros conseguem acessar outras chaves do conhecimento, quando penetram nos mistérios de Deus e compreendem a vida humana, o universo e tudo... Não uma ideia geral de tudo, mas cada um por um, sabendo que Deus existe e é real, Criador de todas as coisas. Só Ele tem o impossível de saber de tudo, como uma ideia da realidade. Ainda que em constante movimento em diversas dimensões.
