Textos Reflexivos sobre Inclusão

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Antigamente, quando me olhava no espelho, via apenas um reflexo distorcido. Era como se um monstro estivesse me olhando e idealizando uma versão branda e pacificadora, sabendo que eu tinha capacidade de ser e agir como tal, mesmo movido por raiva, amargor, vingança e ódio. Eu estava aprisionado em mim mesmo. A mudança psicossocial e psicológica foi fundamental na minha transformação como ser, mesmo quando pensei que era o meu fim e que não haveria mais saída. Hoje, o monstro está preso e não pode mais me ferir, nem ferir os meus. Sinto minha libertação; o aprisionamento dele me traz paz, confiança, honestidade e amor-próprio. Essa libertação trouxe um alívio imenso, um crescimento pessoal e profissional. Que esta mensagem seja um símbolo de esperança⁠

⁠Todo mundo um dia passa por um sentimento, uma reflexão ou uma sensação que não sabemos explicar. Relaxe, respire fundo, pegue tintas e comece a criar coloridamente o que sente. A arte que fazemos instintivamente, pergunta e responde a maior parte de nossas dificuldades camufladas com a maior exatidão.

A espiritualidade vem da reflexão e do fundo do ser. Não é uma questão de religião, mas sim do divino ser. A religião é uma escolha e deve ser respeitada, pois todas elas ensinam a espiritualidade e o encontro do ser humano consigo mesmo. Com a espiritualidade, há paz, boa convivência social e respeito à vida

O psicopata no jogo atravessava a sala como quem engole o próprio reflexo, os batimentos cardíacos 100 por hora riscavam o ar feito giz invisível, quase sem pulsação e ainda assim vivo demais, enquanto a cachoeira que mais se parece ao deserto do Saara despejava areia líquida sobre pedras que ardiam de frio, nada fazia sentido porque o relógio caminhava para trás e os passos ecoavam antes de tocar o chão, e no entanto cada detalhe obedecia a uma lógica secreta, pois o jogo nunca foi tabuleiro, era consciência, e o psicopata não era um monstro, mas a parte estratégica que aprende a sobreviver onde a água evapora antes de matar a sede, os batimentos 100 por hora não eram pânico, eram alerta, quase sem pulsação não era morte, era controle absoluto, a cachoeira desértica era o paradoxo da mente que chora por dentro enquanto por fora se mantém seca como o Saara, e assim o que parecia ruído se revela cálculo, o que parecia loucura se revela método, porque no fim o jogo é interno e cada grão de areia que cai da água invisível marca o tempo exato entre sentir demais e não sentir nada.

Graças à compreensão ontológica pré-reflexiva, o homem comum sabe que cada situação é, em primeiro lugar, uma pergunta que deve ser respondida por ele, de maneira que, na verdade, nem ele pode perguntar pelo sentido de sua existência, pois "a vida em si é que coloca as perguntas ao homem: ele não tem de perguntar, antes a própria vida é que pergunta, e ele tem de responder a ela - tem de ser responsável diante dela".

Último domingo do ano, um dia de pausa, reflexão e gratidão. Que possamos olhar para tudo o que ficou para trás com aprendizado, soltar o que pesou e guardar o que nos fortaleceu. Que este domingo traga silêncio onde houve barulho, esperança onde houve cansaço e coragem para os novos começos que já nos aguardam.

Tem dias que nem sei mais quem sou. Me olho no espelho e vejo um reflexo apagado, cansado... distante do que um dia fui. Sinto que perdi o brilho no olhar, a força nas palavras, a vontade de lutar. Aprendi a esconder o que sinto, porque ninguém percebe mesmo. Ando por lugares que já me fizeram sorrir, mas agora só me dão vontade de sair correndo. Me pego lembrando de quem eu era — cheio de planos, de vida — e comparo com esse alguém que só sobrevive. Não sei se é tristeza, exaustão ou só um vazio que tomou conta... só sei que algo em mim se perdeu. E isso pesa mais do que consigo explicar.

"A tecnologia é o reflexo da nossa curiosidade, mas o uso que fazemos dela é o reflexo do nosso caráter. No dia em que pararmos de usar as ferramentas apenas para acumular e começarmos a usá-las para conectar e cuidar, a verdadeira evolução acontecerá. A liberdade não está no poder de criar máquinas inteligentes, mas na sabedoria de nunca permitir que a frieza do código substitua o calor da empatia. Que o progresso técnico nunca caminhe mais rápido do que a nossa capacidade de sermos humanos."

As horas desfilam em sapatos de vidro rachado, pisando espelhos sem reflexos. Giram, bamboleiam, tropeçam: valsa de ponteiros tortos, meio-dia engolindo meia-noite, amanhecer tossindo crepúsculos de tinta. Nada faz sentido – ou faz? Minutos bêbados derramam-se como vinho em taças vazias, poças sussurrando equações sem números. Relógio de areia vira de cabeça para baixo; grãos dançam quadrilhas, subindo em espirais estelares. Horas com máscaras de palhaço riem, desmanchando-se em confetes de ontem. Pulam corda com teias de aranha, contam até infinito e param no zero, agora dissolvendo em bolhas que estouram risos mudos. Por que o segundo devora o anterior? Sombras crescem ao meio-dia, tango com luz fugidia. Absurdo! Mas no caos, pulso: cada giro é átomo de destino, tropeço é órbita no vazio. Desfeitas, recompõem-se em abraço fractal. Absurdo mascara o sentido: universo dança descompassado para ensinar o ritmo infinito. Param, ofegantes; relógio sorri. Tudo encaixa no desencaixe perfeito.

Seria a convicção um reflexo do que desejamos acreditar? Ou, quem sabe, aquela voz que o invade todas as noites, ao recostar a cabeça no travesseiro, tenha algo realmente importante a dizer. Alguns acreditam em um sexto sentido; outros, que possuem o dom da adivinhação. Eu espero estar errado sobre tudo.⁠

É de um amor inigualável, quando o peso nos ombros passa a ser reflexo de uma luta constante dentro de si. Quando os farrapos humanos são enxergados como motivos para continuar andando. E mesmo sem acreditar, com os os olhos inchados pela mágoa da egocentricidade alheia, seguimos em frente. O amor talvez seja isso: um sentimento totalmente desprovido de culpas, rumores, observações e despido de frustrações banais. Sua essência está nas entrelinhas, no recomeçar, na vida.

Mas olha que curioso, e aqui entra aquele tipo de reflexão que a gente só consegue ter depois que sobrevive ao próprio passado. Aquela menina que foi deixada do lado de fora da festa… ela não ficou pequena. Ela cresceu. Ela virou alguém que teve voz, que teve público, que teve coragem de se expressar num blog quando muita gente nem sabia o que era isso direito. E isso incomodou. Porque tem gente que só gosta da gente quando a gente cabe no lugar que elas determinaram. Quando a gente cresce, quando a gente brilha, vira ameaça.

Em tempos de pandemia a reflexão tomou conta de boa parte das pessoas, isso é muito bom. Bom porque as pessoas podem por seus pensamentos em seu devido lugar, rever seus erros e acertos. Refletir sobre tudo em sua vida e buscar não a perfeição, mais sim a melhora para si e para o próximo ⁠.❤

O reflexo não devolve presença — apenas reproduz contorno. Ele repete formas, mas não alcança profundidade; imita a superfície sem tocar aquilo que nela vive. E é por isso que repetir jamais foi corresponder: porque correspondência exige encontro, enquanto o reflexo oferece apenas duplicação silenciosa.

A Lei de Deus é um reflexo de Seu cuidado: os primeiros cinco mandamentos zelam pela honra devida ao Criador, enquanto os cinco últimos estabelecem as bases da dignidade humana. Neles, Deus protege a vida (não matarás), a integridade da família (não adulterarás), o direito ao fruto do trabalho (não furtarás) e a honra pública (não mentirás). Por fim, o preceito contra a cobiça atua como um guarda no coração, ensinando que a verdadeira obediência começa onde ninguém vê: em nossas intenções.

O caminho da reflexão é solitário, mas essencial, ele nos força a encarar o espelho da alma, onde os disfarces caem e a essência nua de nossas fraquezas e grandezas se manifesta. Só nesse mergulho interior é possível encontrar a sabedoria para julgar a própria vida com retidão, e a coragem para assumir que nem sempre o nosso direito é a nossa verdade mais profunda. A maturidade é a aceitação de que somos mestres e alunos no tribunal silencioso do coração. Reserve um tempo hoje para ouvir o que sua alma tem a dizer sobre seus próprios vereditos.

Olhando para o mundo lá fora vejo um rosto amargo e doente, ou seria apenas meu reflexo tenebroso e assombroso no vidro, talvez minha face envelhecida precocemente pelo uso exagerado do tabaco , mais ainda digo que a mais valor sentimental no escarro lançado a beira de um abismo sem luz do que na alma de muitos homens.A chuva escureceu a tarde aquele dia , e a esperança que lavasse meu coração , acabou. Escuto a chuva batendo levemente com um tonar de piano , tranquilamente barulhento que me causam arrepios macabros.A tarde se ausenta e vai dando espaço há noite , e a chuva com seus magistrais relâmpagos tornam ainda mais assombroso o seleiro de meu pai , e ainda escuto o estalar das madeiras velhas do assoalho que mais parecem passos de pobres fantasmas querendo se esconder da chuva.

Inserida por MarceloValentini

Percebi que os erros cometidos pelas pessoas são reflexos de sua louca vontade de que tudo dê certo ... todo mundo tem seu lado vítima e seu lado réu...em alguns, um desses lados falam mais alto que o outro... muitas vezes resultado de decisões baseados somente na emoção...as vezes devemos dar mais ouvido a razão, que muitas vezes é julgada como frieza, mas é uma porta para evitar grandes males e decisões precipitadas...mas sem esquecer do coração... que nos evita ter uma vida normal, esperada, sem emoção... o grande lance da vida é aprender a encontrar o equilíbrio...

Inserida por anabeatrizgonsalves

Que coisa boa era ter o seu olhar furtado no meio da aula, no reflexo do caderno. Entre tantas células, tantos organismos eu queria você. De uma maneira intensa, notória, agradável. Era tudo uma fantasia, uma fábula, nós dois, dois animais, dois mamíferos. Dois mentirosos, que não sabiam mentir.

Inserida por arthustorres

Sou apenas reflexo. Vestígios do que aprendi. Sou mistura de ideias que não sabem ficar quietas. Que insistem em ser expostas. Espelhadas. Enquadradas em algum contexto. Hoje sou saudade. Saudade e nada mais. Sou um pouco de passado também. Do passado que é justamente esta falta de agora. Sou um pouco do ontem. Do que era bem querer e neste instante é razão. Reflito. Clareio e só. Comportei alguns sentimentos que não valem ser citados. Estou alimentanto uns outros. Pra inovar um pouco. Mas ainda assim sou frágil. E acho que vou sempre ser. Mesmo colecionando sorrisos. Mesmo reunindo os únicos traços que forças que restam. Mesmo assim. Admito minha pequenez. E continuo sendo eu. Menina. Impulsiva. Medrosa. Chorona e inquieta. Mas que sonha. Sou apenas sonho. A vida toda é um susto.

Inserida por WANDERLYFROTA