Textos Reflexivos sobre Crianças
A criança teme um monstro em baixo da cama, assim como o adulto teme um Deus sobre seu teto. Ensina-se às crianças o suposto e o catequético. Logo na idade jovem elas descobrem a verdade, que permeia o surreal e acabam desenvolvendo cinismo e cretinice. Se fosse ensinado às crianças à verdade desde a mais tenra idade, teria formado pessoas com mais capacidade de resolver problemas.
Criança é adulto com fantasmas entranhados, aprende desde cedo sobre o mal mesmo não praticando e nem conhecendo o mal. Criança também perde noites de sono, achando que quando os pais não vão às igrejas, eles estão com o Diabo, logo imagina fantasmas dentro de casa, em baixo das camas, atrás das cortinas. Essa criança não se sente abençoada e não há total conforto em seu sono, devido a imposição do castigo divino. É estupida a ideia de condená-la ao castigo dos deuses pela suposta desobediência. Não pode ser saudável um desenvolvimento pleno da criança se prevalecendo de uma única verdade, na qual a doutrinação religiosa se incide sobre ela hereditariamente pelo o vício da prática da religião.;
7 de setembro, ou tem muito sol, ou muito frio, ou muita chuva. Dia em que as crianças são submetidas às longas filas e a cantar um hino que jamais entenderão. Francisco Manoel não provocou tédio pela letra, porém pela inversão causa euforia em cada brasileiro patriota vítima dos discursos hipócritas e falácias palacianas. Quem dera uma manhã nostálgica de cantares de pássaros e sons de água de cachoeiras às margens do Ipiranga desatreladas de gritos por liberdade.
Nessa brincadeira lúdica existencial séria como dança de crianças em aniversário, eu sou um escritor de romances divertidos em inteligente estratégia, princípio em 'anjo aeronáutico'; meio em 'balança alphantásma' e 'aghata phantásma' antes do 'tornado', enfim! Sou um brincalhão, escrevendo isso...
Comprei um jogo de tabuleiro pra minha filha porque ela ainda é criança! Ela, gente boa como é, desceu e levou pro play pra jogar com outras crianças. Elas foram aparecendo, fazendo a roda e um deles sentou com um iPad na mão. Valentina perguntou: “ei, você que tá também aqui com o tablet! Quer jogar meu jogo novo que meu pai me deu?!” E o garoto respondeu: “não não, só estou sentado vendo, porque não jogo jogo idiota, estou jogando no meu iPad!” Bom, percebi que Valentina ficou com o olho cheio de água olhando o iPad e o tabuleiro. Apesar da vontade de espatifar a cabeça dele no fundo da piscina e não deixar nunca mais respirar, não me meti porque o papel do pai é preparar os filhos pro mundo. Hoje foi a primeira vez na vida que eu senti essa sensação como pai, e na hora que eu segurei pra não me meter, entendi como era doloroso pro meu pai me falar lá atrás que a vida ia me machucar pra eu entender. Tudo fez sentido agora. Eu fiquei de longe observando como ela iria lidar com isso e pensando no meu pai. As outras crianças entraram no jogo do tabuleiro. Quando acabou eu sugeri brincar de monstro, eu seria o monstro, e correria atrás das crianças. Foi quando o menino levantou e gritou: “hei gente, eu corro muito mais rápido do que o monstro, eu vou participar.” Foi quando Valentina disse: “pai, ele não pode participar”. Respondi: “ por qual motivo filha!?” E ela respondeu: porque a gente não brinca com criança idiota pai”. E aí vem a vida: o menino gritou que ia brincar sim, e olhou pra mim, eu fiquei em silêncio da mesma maneira que fiquei em silêncio quando foi dele pra ela. Não me meti no fora que ele deu nela, sofri, e não me meteria também no que ela deu nele. Ali pensei em acabar com isso e colocar ele na brincadeira a força pra ela aprender a ser superior. Mas ela talvez não entenderia e seria muito injusto, não gostaria que meu pai fizesse isso comigo. Resultado, mais uma vez observei calado, deixei que a vida e os dois resolvessem no meio da garotada todo impasse entre os dois. Resultado: o menino gritou que ia participar sim e me olhou mais uma vez, e eu fingi que não era comigo; ele, por sua vez, saiu chorando, pois as outras crianças mandaram ele ficar com o iPad sem Valentina dizer mais nada e disseram que não queriam brincar com ele. Raivoso e mimado como deve ser, foi embora chorando e tropeçou, o iPad caiu no chão e quebrou a tela, rachou! E aí vem Valentina e diz depois de cinco horas lanchando, quando eu nem mais lembrava disso: “Pai, estou muito feliz!” E eu: “Como assim filha!?” E ela: “você não viu papai, Deus ficou do meu lado hoje.” Agora vem um desafio pro pai pra amanhã: ensinar que o senso de justiça traz felicidade, mas que o de vingança não. E que amanhã os dois podem brincar normalmente. Que é um novo dia. Nossa, ser pai é um desafio incrível! O mais difícil da minha vida. É muita responsabilidade. Não a financeira, mas a ética, cívica e moral. Não podemos falhar. Às vezes entro em crise de preocupação. A vida é muito difícil, muito dura. E assim também será com ela, que eu tanto amo. Que sentimento esse que a gente não esquece um minuto do dia: preocupação eterna com os filhos. É real.
lembro agora quando era criança e colocava os braços dentro da camisa e dizia às pessoas que os tinha perdido. Lembro quando dormia no quarto da minha irmã e achava que todos os animais de pelúcia dela me olhavam; dormia com todos para nenhum ficar ofendido. Acordava cedo final de semana só para forrar o chão com uma coberta e ficar com os brinquedos do lado vendo desenhos. Sobre o amor, lembro que ele era mágico e me bastava completamente quando olhava a menina que eu gostava no colégio, e me escondia quando ela olhava de volta no recreio. Lembro na escolinha de futebol quando me joguei no chão e simulei uma câimbra pra ver como era a sensação de ter uma partida inteira de futebol parada por minha causa. Lembro quando tinha festa lá em casa, eu esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saia sempre porque elas demoravam a passar e me dava vontade de fazer xixi. Comecei então a assoprar dentro de sacolas plásticas e estourar no ouvido do meu pai pelas costas para os outros rirem. Sobre o meu pai, lembro também que cansei de fingir que estava dormindo no sofá só para ver ele me carregar no colo para cama e ainda pedir silêncio para os outros no caminho para eu não acordar. Quando viajava com meus pais de Friburgo para o Rio durante a noite, olhava pelo céu da janela do carro e achava que a lua estava seguindo o carro e, quando chovia, olhava aquelas gotinhas de água escorrendo na janela como se fosse uma corrida entre elas. Parece que foi ontem
Das crianças... agora comecei a ter contato com uma figurassa. O filho de 4 anos do síndico do meu prédio, o Gabriel, que vai jogar bola numa parte do terraço que é colada na minha varanda. É o filho do meio de uma família bem situada na sociedade e, como natural, muito mimado pelos pais e um outro irmão. Goza de perfeita saúde e leva uma vida normal das crianças da sua idade. Está sempre aqui no terraço brincando sozinho, jogando bola, tentando, pelo o quê eu escuto, imitar os craques da seleção. Aí começo a me identificar com ele. Como eu, ele também é, pelo que percebo, controlado por uma necessidade de fazer gol que lhe acompanha, diariamente, até o momento de dormir. Como eu fui um dia, apesar do carinho dos pais e do irmão mais velho, deve-se sentir sozinho nos períodos escolares, sem parceiros para as traquinadas da idade. A não ser nos dias de domingo, quando reparo que o levam para uma vila aqui atrás, onde ganha a rua para brincar com alguns garotos da sua idade, mas jamais afastando-se do local. Cópia do que eu fui, também ele joga sua bola imaginando dribles impossíveis e gols inimagináveis dos craques de hoje. Aí que entra a questão, quando ele dá um gritinho Vai "NIUMÂ" (Neymar) e a bola cai aqui na minha varanda hahaha. Como os chutes estão frequentes nos finais de semana, ele já me chama na intimidade, com uma ousadia impressionante: "XIÔÔ (tio), "QUÉ" PANHÁ BÓIA". E lá vou eu devolver a bola para que o jogo não pare por incompetência do gandula. E daí, talvez, a gratidão manifestada pelos cumprimentos e acenos de mão com que me agracia ao passar por mim agora na portaria. Tentando avaliar o peso da cruz que cada um carrega e, sobretudo, vendo o Gabriel, nos finais de semana me posicionando como gandula na varanda, e nunca deixando de me cumprimentar ao me encontrar na portaria ou na rua, espero que ele possa crescer sem encontrar maiores obstáculos no mundo cão em que vivemos, e que este século que ele irá enfrentar adulto seja menos violento e ofereça às pessoas maiores possibilidades de realização dos sonhos de vida. Sinceramente é o que eu desejo ao meu "amigo" Gabriel...
Sabe que não tem nada a ver com sua aparência, lhe desejo por ser esta linda criança, sabe que foi pelo seu jeito lindo de ser sem frescura, por ser manhosa dengosà e frágil, pelo seu carinho,então deixe-me te tocar atravessar sua pele e sentir a tua alma, porque por um simples motivo, te desejo de mais,
Mínha criança da pele morena e de um sorriso totalmente sem jeito. Não vacila não. Se não uma hora dessa vai acordar na minha cama. Criança mulher. Mulher menina. Que com um olhar roubou meu coração. Menina que me inspira todas as belas palavras. Mas em tua frente sempre perdi a noção. Porquê pra mim sempre foi minha única perdição. Menina de uma voz doce que sempre acalenta meu coração. Se sabe menina que em mim. Desperta amor fogo e paixão
Imaginemos alguém adotando uma criança e alimentando-a apenas com fast food, cedendo a todos os seus caprichos na tentativa de agradá-la. Essa pessoa busca preencher as carências emocionais da criança com diversão constante, entretenimento e evita qualquer forma de correção. Em vez disso, sempre elogia e apoia. Provavelmente, isso levaria a problemas de saúde sérios ou ao crescimento de um adulto com desvios relevantes de caráter e fraco emocionalmente. Esse cenário pode ser comparado à maneira como algumas igrejas estão cuidando das almas que atraem.
Bem aventurado seja o veterano que passa o Natal com as crianças. Ser veterano é ter a certeza que nunca foi Super Homem e muito menos será um Highlander, ou seja, imortal. Bate a saudade daqueles ausentes que ficaram no caminho da jornada. Porém, se não perdeu a sensibilidade, as crianças, pela inocência e alegria são e sempre serão o grande estímulo para: a resiliência, a esperança, a continuidade e vida.
O trem da vida conduz a criança ao longo dos trilhos do crescimento, transformando-a em um adulto íntegro, conforme o cuidadoso investimento de pais e educadores. É uma liberdade guiada, que oferece a preciosa oportunidade de escolher o próprio caminho em harmonia com o roteiro singular de cada alma.
Felicidade? o que é felicidade? quando criança pensava ser o brinquedo que eu queria e não podia ter, Quando adolescente imagina ser conseguir beijar a garota mais linda do colégio! Um pouco mais velho acreditava que felicidade era ter dinheiro para conseguir comprar tudo que eu queria, mais tarde acreditava que felicidade era viver um grande amor... ai começaram os problemas , porque o brinquedo que queria quando criança passou o tempo comprei, a garota mais bonita do colégio ficou feia e o sonho passou, o dinheiro descobri que com bastante esforço conseguiria o suficiente, mas o grande amor... ah o grande amor esse sim é difícil porque amar cegamente consegui, mas nunca tive tal amor direcionado a mim! Então penso que a felicidade não exista, o que existe é a batalha e pequenas conquistas mas a grande vitória creio não existir!!!!!
Adultos frustrados foram crianças traumatizadas pelas tradições arcaicas e disciplinas obsoletas dos seus pais e que, tendo agora a oportunidade de serem transformados pela evolução de uma educação primada, relaxam suas mentes e seus comportamentos, aceitando a próxima geração de filhos se tornar decadente em uma sociedade, quando podem ainda ser prestativos, generosos, educados e responsáveis.
São erros infernais dos pais permitirem as crianças dominarem a internet com diversões, onde as consequências do atrofiamento espiritual, a comunicação familiar e o desenvolvimento intelectual ficam comprometidos com uma geração em crises: doentia, viciada, depressiva, neurótica e rebelde aos conselhos de seus responsáveis e desobedientes às normas da autonomia e aos valores educacionais.
Choro e fico triste sempre pela morte das crianças inocentes e das grandes almas mas diante aos adultos e velhos que não foram grande coisa nem boa pessoa em vida não derramo uma gota de lagrima se quer. Nem pelo dito cujo e muito menos pelas famílias e pelas comunidades que viverão alegres agora pois afinal ficaram livres dos desgraçados.
Se cada responsável por uma criança em todas as grandes cidades, hoje conseguir trocar o aparelho celular por um cãozinho, em muito pouco tempo teríamos jovens mais doceis e consequentemente menos anjinhos no céu. O numero de suicido de crianças cresce assustadoramente, em todo mundo e as hiper-conexões aceleradas mentais digitais tem direcionado, para isto. Infelizmente a tecnologia foi feita para o exclusivo uso de adultos.
Criança é criança e adulto é adulto, pela criação de protocolos para a telefonia móvel em todo território nacional, disto isto só permitido para quem pode se responsabilizar civil e criminalmente. Tem que virar lei, o menor que for pego com um, só se for o mesmo numero da conta do responsável que garante acesso, do que vê, do que faz e com quem fala, se não for com numero do responsável, o mesmo responde criminalmente pelo crime de abandono, por isto e com multas severas e astronômicas.Com esta simples medida, muitas das loucuras da sociedade contemporânea infanto-juvenil iriam diminuir.
Criança com fome não aprende, a educação consciente tem que prover um raciocínio objetivo e simples como uma boa alimentação. O não trabalho infantil no Brasil, é uma demagogia estupida se as plataformas publicas educacionais não conseguem colocar todas as crianças famintas nas escolas. A legalização e a fiscalização imperativa por regras duras do trabalho infantil. atende em si toda nossa social, cultural, profissional e educacional realidade.
Você pode se tornar um adulto e ainda assim sentir sentimentos nobres de uma criança. Como sentir naturalidade em falar sua verdade, sem medo ou vergonha. Tudo isso é apenas um treino. Acordar e escolher ser o melhor para você, sem ferir ninguém. A paz está na consciência de quem escolheu ser a imagem de um homem que até em sua morte foi valoroso. Tudo está na forma que tu sente o mundo e o quanto dá valor para o que tem.
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