Textos Reflexivos sobre Crianças

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⁠Kyi, Schek, Horyv
e Lybid ainda pedem
que as crianças
sejam devolvidas
pelo maldito.

Só sei que
o Barão de Rio Branco
no túmulo
ainda está chorando.

As crianças estão
na minha frente:
uma vestida anjo,
uma vestida de soldado
uma vestida de cossaco
e a menina com um vestido
bordado tradicional
e uma coroa de flores.

Só sei que
o Barão de Rio Branco
no túmulo
está se revirando.

Quando a vergonha
é imensa nada
não adianta lamentar,
Da minha parte
tenho neste poemário
a cabeça erguida.

Só sei que
o Barão de Rio Branco
no túmulo
ainda agoniza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Durante o período
da infância no interior
não existe ninguém que
foi criança feliz ou triste
que não tenha ouvido
alguma lenda ao redor
de um Mussum num rio,
Eis a nostalgia de uma Pátria
ingênua de um destino
que não volta nunca mais:
(Uma memória de quem viveu
na roça para que também
não seja apagada esta singela
história de um tempo que
éramos felizes e não sabíamos).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não existem guerras
que não sejam
contra as crianças
Quem disser o contrário
estará mentindo,
As balas e bombas
vem programadas
para matar as crianças.

Os senhores da guerra
não gostam de crianças,
porque eles não amam
ninguém e nem a si mesmos.

Os senhores da guerra
quando não matam
as crianças com suas
balas e bombas,
Os senhores das guerra
roubam a infância
através da malignidade
das suas tropas,
Porque as que escaparem
serão convertidas
em escravos ou soldados.

Os senhores das guerra
matam a alma das crianças
por perversão fazendo as cantar
as suas canções de destruição.

Para os senhores da Guerra
o único Deus é o dinheiro,
os senhores da Guerra
não servem aos povos,
e sim são óbvios meros
lacaios dos impérios.

Os senhores da guerras
padecem de embotamento afetivo,
por isso sem culpa cultuam
os crimes de guerra e de genocídio.

Os senhores da guerra
nem sempre vestem farda,
às vezes vestem terno e gravata,
Os senhores da guerra também
podem ser senhoras de tailleur.

Os senhores da Guerra são
frontais arqui-inimigos da infância
em nome da perpétua ganância,
e deles só quero mesmo é distância.

Conviver com os senhores da Guerra fortalece a violência em espiral,
e nunca espere de nenhum
deles que te ofereçam um bom final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

" Te ver tão longe,
desfaz minha esperança
antes criança, agora ancião
mas de tudo, digo que valeu
o que ora me diz saudade
é verdade, tudo se perdeu
soma-se ao dia uma lágrima
mas haverá de brilhar um novo céu
e Deus para conversar
para ele pedirei
que numa outra vida me faça teu
tanto que não possas sobreviver sem mim
e eu capaz de te fazer feliz
tanto quanto o nosso amor merece...

Inserida por OscarKlemz

" Na calma da minha casa
não ouço canto de pássaros
nem barulho de crianças
talvez esteja morto e não saiba

mas é uma paz surpreendente
um caos que não sei dizer o quê
fico assim no mundo
num mundo que não fica assim em mim

nos arredores da minha casa
os carros passam
as pessoas riem
o mundo gira

só aqui que tudo fica parado...

Inserida por OscarKlemz

Lembra-te do tempo da procura
dos olhares medindo o carinho
Lembra-te da casa cheia
das crianças correndo
e a algazarra no sofá
lembra-te de tudo que sonhamos
Lembra-te do canto escuro, onde juramos amor
onde nossas mãos guerrearam
e venceu a paixão
Lembra-te!
não esqueças nada
porque aqui saudade é o tempo
que acaricia demais o coração...

Inserida por OscarKlemz

⁠vida engraçada
a gente leva tanta porrada
e ainda sorri feito criança
quando a lembrança
traz os ventos da felicidade
não tem idade
todos têm um pouco de loucura
uns tanto que não levam a vida muito a sério
outros demais, chatos pra caramba
mas o que vale é a ousadia de viver
querer
tanto que morrer
é a primeira coisa que não queremos
envelhecemos
para partirmos quando não der mais
para sorrir
ai sim...

Inserida por OscarKlemz

" O amor não sente cheiro
Imagina o perfume
Viaja na onda da esperança
É feito criança
Faz festa por nada
Nos acorda de madrugada
Para acordado sonhar
E se alguém disser que ele vai embora
É mentira, ele nunca mais sairá
Poderá até ressonar, dormir
mas morrer, jamais
O amor é louco sim,
Mora em mim
Desde que te conheci...""

Inserida por OscarKlemz

.
"" Ah!! como é bom ser criança
brincar de balança
sem ter que pensar
em todos os problemas que homens
sempre tem que arranjar
num tempo de esperança
é bom ver criança alegre a brincar
criança que brinca de roda
que pula a corda
que não quer matar
quer ver as flores nascendo
o sol ascender
o amor começar
criança que brinca de roda
que pula a corda
que não quer matar...""
(1984)

Inserida por OscarKlemz

“” Embalo-me em seu colo como criança
Em suas mãos meu cafuné
Não quero acordar
Pra sempre irei ficar
Divirto-me com teu desejo
Que não quer ser fluido
Ficará para depois
E vou embora
Deixando sua liberdade vigiar
O marrom barulhento
O jeans que estica
O Adeus que não foi nosso
Mas não te deixarei só
Estarei sempre lá, em teu pensamento
Te esperando voltar...””

Inserida por OscarKlemz

O novo não aprende sozinho, ele aprende com o antigo. Se crianças estão doentes é porque existem adultos doentes. Doentes de desafeto, improdutividade, falta de conhecimento, falta de atitude, falta de sensibilidade, falta de carinho, falta de coragem, falta de atenção, falta de respeito.
A idéia do 'Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!' já não tem tanto valor. Inconscientemente e por vezes, adultos molestam adultos na frente de crianças, ou até bulinam, ou até crianças. De adulto mesmo estes não têm nada.
Cura os adultos e as crianças irão sarar, e não mais adoecerão.

Inserida por FranciscoFontes

ANTONINHO DA ROCHA MARMO.

A CRIANÇA QUE TRANSFORMOU DOR EM CARIDADE E FEZ DA BREVIDADE UMA MISSÃO.
A trajetória do Servo de Deus Antônio da Rocha Marmo inscreve-se na história religiosa brasileira como um testemunho singular de consciência moral precoce, lucidez espiritual e responsabilidade social concreta. Nascido em 19 de outubro de 1918, na cidade de São Paulo, faleceu em 21 de dezembro de 1930, aos 12 anos de idade, tendo como causa mortis a tuberculose pulmonar, enfermidade grave e amplamente letal no contexto sanitário do Brasil das primeiras décadas do século XX.
Sua existência não pode ser analisada sob a lente do sentimentalismo devocional desprovido de critérios. Ao contrário, os dados biográficos fundamentais encontram respaldo documental, histórico e institucional. Datas, diagnóstico clínico, local de sepultamento, fundação hospitalar posterior e processo canônico formal são elementos verificáveis que conferem solidez à narrativa de sua vida.
Desde a infância, Antoninho revelou inclinação acentuada à oração, à liturgia e ao exercício da caridade. Relatos preservados por familiares e incorporados ao processo canônico afirmam que organizava pequenos altares domésticos e simulava celebrações religiosas com respeito incomum para sua idade. Essa conduta não é interpretada apenas como expressão lúdica infantil, mas como indício de formação espiritual intensa em ambiente católico tradicional.
Ainda menino, foi acometido inicialmente por sarampo. Posteriormente desenvolveu tuberculose pulmonar, doença então conhecida como peste branca, caracterizada por infecção progressiva do tecido pulmonar, febre persistente, emagrecimento acentuado, tosse crônica e comprometimento respiratório severo. À época, os recursos terapêuticos eram limitados e a mortalidade infantil associada à tuberculose era elevada. O agravamento do quadro levou ao seu falecimento em 21 de dezembro de 1930.
O que singulariza sua biografia não é o sofrimento físico em si, mas a postura interior diante dele. Testemunhos colhidos indicam serenidade, ausência de revolta e preocupação constante com outras crianças enfermas. Entre as frases atribuídas a ele, registradas em depoimentos da fase diocesana do processo, destacam-se “Quero ser padre para salvar muitas almas” e “Mamãe, quando eu morrer, construa um hospital para as crianças pobres”. Também lhe é atribuída a afirmação “Eu ofereço minha dor a Jesus”. Tais declarações aparecem em registros testemunhais e publicações diocesanas relacionadas à causa.
A autenticidade moral dessas palavras encontra confirmação histórica na concretização do pedido que fez à mãe. Após sua morte, iniciou-se o projeto de uma instituição hospitalar destinada ao atendimento de crianças carentes. Assim surgiu o Hospital Antoninho da Rocha Marmo, em São José dos Campos, cuja administração foi confiada às Pequenas Missionárias de Maria Imaculada. A existência e continuidade dessa obra constituem dado objetivo, afastando qualquer interpretação meramente simbólica de sua intenção caritativa.
Seu sepultamento ocorreu no Cemitério da Consolação, local que passou a receber visitas espontâneas de fiéis. Esse fenômeno de veneração popular precedeu o reconhecimento oficial e é elemento relevante na análise da chamada fama de santidade.
Em 2007, sua causa foi oficialmente acolhida pela Congregação para as Causas dos Santos, iniciando-se a fase romana do processo de beatificação. A documentação submetida inclui exame histórico crítico, coleta de testemunhos e análise das virtudes atribuídas ao Servo de Deus. O procedimento canônico exige rigor probatório, afastando leituras acríticas ou fantasiosas.
Do ponto de vista antropológico e ético, sua vida oferece matéria de reflexão substancial. Primeiro, demonstra que maturidade moral não depende exclusivamente de desenvolvimento cronológico. Segundo, evidencia que o sofrimento pode ser ressignificado como espaço de responsabilidade e compaixão. Terceiro, revela orientação existencial não centrada no benefício próprio, mas voltada ao bem comum.
Importa distinguir entre narrativa devocional e fato histórico. O que permanece solidamente estabelecido são os seguintes elementos. Nascimento em 19 de outubro de 1918. Óbito em 21 de dezembro de 1930. Diagnóstico de tuberculose pulmonar como causa mortis. Pedido expresso de fundação de hospital para crianças pobres. Criação efetiva da instituição hospitalar. Processo de beatificação iniciado oficialmente em 2007.
Sua grandeza não reside em feitos espetaculares, mas na coerência entre fé professada e atitude concreta. Em apenas 12 anos, deixou marca institucional duradoura. Não produziu tratados teológicos nem exerceu liderança pública. Contudo, transformou dor pessoal em impulso de solidariedade organizada.
A tradição cristã sempre reconheceu no testemunho infantil um sinal de pureza de intenção. No caso de Antoninho, tal reconhecimento não se apoia exclusivamente na emoção coletiva, mas em fatos verificáveis e documentação formal. Sua memória atravessou gerações porque se ancorou em obra concreta e exemplo ético inteligível.
Assim, sua biografia ensina que a verdadeira relevância histórica não depende da extensão temporal da existência, mas da densidade moral das escolhas realizadas. A brevidade de sua vida não diminuiu seu alcance. Ao contrário, conferiu-lhe intensidade exemplar.

Fontes Consultadas:

Wikipédia, verbete Antônio da Rocha Marmo, dados biográficos, datas e causa mortis.
Portal oficial Menino Antoninho, histórico institucional e fundação do hospital.
Jornal O São Paulo, reportagens sobre a vida, testemunhos e andamento do processo canônico.
Agência Brasil, matéria sobre traslado dos restos mortais e repercussão pública.
Documentação da Congregação para as Causas dos Santos, acolhimento da causa em 2007.

DOSSIÊ ICONOGRÁFICO. CRONOLÓGICO.
ANTONINHO DA ROCHA MARMO.

A documentação fotográfica relativa a Antônio da Rocha Marmo possui valor histórico, devocional e institucional. As imagens preservadas não são numerosas, porém apresentam relevância singular para compreensão de sua biografia, de sua enfermidade e da repercussão posterior de sua memória. A seguir apresenta-se organização cronológica com descrição técnica, contextual e interpretativa.
Retrato infantil anterior à enfermidade grave.
Data aproximada entre 1925 e 1928.
Trata-se de fotografia de estúdio, provavelmente realizada em São Paulo. O menino aparece com vestimenta clara, postura ereta e expressão serena. O enquadramento é tradicional, frontal, com iluminação homogênea, típica dos ateliês fotográficos da década de 1920. Esta imagem tornou-se a representação mais difundida de Antoninho. Do ponto de vista histórico, ela é fundamental porque documenta sua condição antes do agravamento da tuberculose pulmonar. Do ponto de vista simbólico, consolidou a iconografia da inocência associada à sua figura.
Fotografia doméstica em ambiente familiar.
Data aproximada final da década de 1920.
Registro menos formal, possivelmente realizado por familiar. O enquadramento é mais simples e espontâneo. Nessa fase já se percebe leve fragilidade física. A importância desta imagem reside na autenticidade cotidiana. Ela revela o contexto doméstico no qual se desenvolveu sua formação religiosa e moral.
Fotografia durante o período de tuberculose pulmonar.
Data aproximada 1930.
Imagem de maior densidade histórica. Antoninho aparece debilitado, evidenciando os efeitos clínicos da doença. A tuberculose, causada pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis, comprometia progressivamente o tecido pulmonar, provocando tosse persistente, febre, emagrecimento acentuado e insuficiência respiratória. Esta fotografia possui valor documental inequívoco, pois confirma o estado físico real que precedeu o óbito em 21 de dezembro de 1930. Afasta qualquer idealização estética do sofrimento e reforça a gravidade da causa mortis registrada.
Registro do sepultamento no Cemitério da Consolação.
Data posterior a 1930, com múltiplos registros ao longo das décadas.
As imagens do túmulo evidenciam a progressiva visitação de fiéis. O local tornou-se ponto de peregrinação espontânea. Iconograficamente, essas fotografias demonstram a consolidação da fama de santidade popular antes mesmo da formalização canônica.
Fotografias da fundação e estrutura do Hospital Antoninho da Rocha Marmo.
Data a partir da década de 1930.
Esses registros documentam o desdobramento concreto do pedido atribuído ao menino. As imagens arquitetônicas da instituição hospitalar possuem valor histórico e social. Demonstram que a memória não permaneceu apenas no campo simbólico, mas se traduziu em ação assistencial permanente. Do ponto de vista iconográfico, representam a materialização da caridade que marcou sua vida.
Fotografias institucionais relacionadas ao processo canônico.
Data a partir de 2007.
Imagens de cerimônias e eventos vinculados à causa acolhida pela Congregação para as Causas dos Santos. Essas fotografias possuem caráter oficial e testemunham o reconhecimento eclesial da investigação sobre suas virtudes. Revelam a dimensão pública e institucional que sua memória alcançou.
Análise iconográfica geral.
A iconografia de Antoninho é sóbria. Não há multiplicidade de representações artísticas estilizadas nos registros originais. Predominam fotografias reais, com forte valor documental. Essa sobriedade confere credibilidade histórica ao conjunto. As imagens não sugerem teatralidade, mas simplicidade.
Do ponto de vista interpretativo, observa-se coerência entre a narrativa biográfica e a documentação visual. A serenidade do retrato infantil dialoga com os testemunhos sobre sua disposição interior. A fotografia da enfermidade confirma a gravidade clínica da tuberculose pulmonar como causa mortis. As imagens do hospital demonstram repercussão social concreta. As fotografias do túmulo evidenciam a continuidade da devoção popular.
Fontes primárias para consulta de imagens em alta qualidade.
Arquivo oficial do Portal Menino Antoninho.
Acervo da Diocese de São José dos Campos.
Arquivo histórico da Arquidiocese de São Paulo.
Jornal O São Paulo.
Agência Brasil.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Dia de sermos crianças..

Nós podemos brincar de roda e cair no chão de tanto rir, fazer cosquinhas e ver estrelas até o dia nascer. Nós podemos fazer tudo o que quisermos, porque somos jovens, tão jovens quanto quisermos ser. Esse nosso amor não tem idade, é de verdade, não tem hora de dormir. Venha brincar de pular corda eu te ensinarei, e se estiver com medo, eu te dou a mão. Você pode confiar em mim, eu nunca vou te deixar cair. Eu amo ser criança com você, ter sorvete no nariz, correr, pular e me sentir uma boba, jogar videogame até o dia raiar. E quando você é criança comigo eu te dou três selinhos, e depois um beijo de cinema, faço um biquinho e finjo fazer charme. O jeito como você me sorri, me faz sentir tão viva quanto eu nunca senti. E quando você pega a minha mão é como se você fosse o namoradinho de escola que eu sempre sonhei, agora é de verdade, e a minha felicidade não é imaginária. Nós podemos dividir nossos sonhos e planos para o futuro, porque a nossa idade sempre será a mesma, nosso amor nunca ficará velho, o meu amor por você vai ser criança pra sempre. E eu não preciso fechar os olhos pra imaginar, pelo contrário cada vez que eu abro os olhos, é um novo dia de te amar, é dia das crianças, e de sermos crianças felizes!

Inserida por usuario405891

Crianças Africanas

Mesmo com inúmeras dificuldades conseguem manter um sorriso no rosto, sorriso que ilumina o mundo com muita magia, amor e alegria, e preenche o coração e a alma de quem os vê.

Crianças Africanas

Sensíveis que nem o coração;
Radiantes que nem o sol;
Belas como o mar, cheirosas como as flores e puras como as águas cristalinas.
Com um abraço caloroso que nos aquece em noites de cacimbo, e um amor verdadeiro que nos transmite tranquilidade.

Inserida por VivianeLoana

Eu não tiro o sorriso de uma criança que vê uma estrela cadente no céu e acredita que se fazer um pedido, logo se realizará; Eu sei que uma estrela cadente é somente um pedaço do espaço que se vai, algo tão natural; Mas os sonhos das crianças são tão puros, e elas acreditam tanto que eles se realizarão, que é bem possivel que se torne verdade...

Qual a fase mais feliz da vida? Na minha opinião é quando a gente é criança. Que a gente acredita naquelas historinhas sabe? Quando a gente cresce a vida fica meio sem graça pô. Não tem mais aquele lance de "vou ser bonzinho pra ganhar presente do papai noel" "vou por o meu dente debaixo da almofada pra ganhar dinheiro da fada dos dentes". A gente pula, corre, brinca... A gente é feliz. E quando a gente cresce a responsabilidade aumenta sabe? Só acho que quando a gente é criança a gente é mais feliz.

Inserida por thishh

Quando criança acreditei que era uma princesa, que meu primeiro beijo seria em um príncipe, que o bicho papão escondia-se debaixo da minha cama, que minhas bonecas falavam comigo, que os morcegos era todos vampiros, que meu cachorro era lobisomem, que as estrelas cadentes poderiam realizar desejos, que os vagalumes eram fadas disfarçadas e que as ‘pessoas não morriam, ficavam eternamente encantadas’.

Inserida por rafaellakristinne

O que desejo ser quando crescer? Quero apenas, ainda nos meus sonhos de criança sempre acreditar. Quero ser astronauta ou desejo ser um simples jardineiro... Qual a diferença para a uma pura e inocente criança? Ir até o espaço é tão fácil, como caminhar até o jardim da sua casa! Doces e reais sonhos da nossa infância! Crianças que sonham... Adultos que continuam nos seus sonhos a acreditar. Sonhar é fácil... Persistir nos nossos sonhos de crianças terá sempre o poder "mágico" de fazer cada sonho de criança se realizar!

Inserida por AdrianaLeal

Se apaixonar causa um leve retardamento mental. Te faz sentir forte como uma criança, que acredita que pode lutar contra o mundo todo. Faz você acreditar no impossível, no surreal, no improvável, e pior, faz você realizar coisas inatingíveis. Se apaixonar é a melhor coisa que pode te acontecer, faz você ir além. E não importam o que digam ou o que façam, se você está certo ou errado, amar dá razão aos problemas e ao mesmo tempo é a solução. Amor é uma força sobrenatural que toma tudo dentro de você. E posso afirmar que o amor é, e será, a coisa mais linda que existe nesse mundo.

Inserida por dudamorgado

Lembro-me de quando era apenas uma criança inocente e costumava acreditar em tudo, tudo era lindo e radiante. A felicidade plainava no ar, do modo em que fui crescendo, conheci um mundo cruel, as desilusões foram constantes, a dor era maior que a felicidade. Hoje consigo ver o mundo de uma forma diferente, vejo a esperança na frente dos meus olhos, e a minha fé só aumenta a cada dia. Fé de ver um mundo melhor, com mais amor, paz e harmonia!

Inserida por heelinha1