Textos Reflexivos sobre a Vida

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Uno


Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.

Quando o adormecido despertar


A vida será muito maior. As torrentes rugirão, o frio e a umidade vão nos despertar, as matas fechadas não serão mais inexpugnáveis, os seres vão aparecer na sua glória. Não haverá a quem culpar, muito menos a nós mesmos. A dor não será algo externo. Quem se foi, voltará. O mundo fará sentido.

“O Sangue que Ainda Corre”

Há momentos em que a vida deixa de pedir explicações.
Ela apenas nos coloca diante do espelho.
E talvez seja justamente diante dele que começam as confissões mais difíceis: quando já não podemos culpar o tempo, os outros, as circunstâncias ou os caminhos que escolheram por nós.
Eu também jurei verdades que eram mentiras.
Prometi permanências quando dentro de mim já existiam despedidas. Defendi certezas nas quais eu mesmo já não acreditava. Rompi acordos, abandonei caminhos, traí algumas versões de mim e carreguei durante anos a estranha sensação de que havia deixado pedaços da minha alma espalhados pelos lugares por onde passei.

Talvez viver seja também isso:
uma longa coleção de fidelidades e traições contra nós mesmos.
Existem ventos que chegam tarde.
Existem ventos que sopram com toda a força e, ainda assim, não conseguem mover aquilo que dentro de nós já deixou de girar.
Foi assim que descobri que nem todo vento é capaz de mover um moinho.
Há coisas que simplesmente param.
Amores.
Sonhos.
Convicções.
Amizades.
E até algumas partes de nós.
Mas o coração possui uma teimosia quase incompreensível: mesmo cercado pelos escombros daquilo que perdeu, continua batendo.
Carrego comigo os meus mortos.
E não falo apenas daqueles que a terra recebeu.
Existem mortos que continuam caminhando conosco.
São pessoas que partiram, amores que terminaram, cidades que abandonamos, juventudes que não voltam, abraços que ficaram presos na memória e versões de nós mesmos que jamais encontraremos novamente.

Somos um pouco cemitério.

Mas somos também nascimento.

Porque dentro do mesmo homem que enterra seus mortos existe outro tentando nascer todas as manhãs.

Eu venho de caminhos tortos.
Nunca consegui acreditar muito nas estradas perfeitamente desenhadas. Talvez porque minha própria existência tenha sido feita de desvios, quedas, retornos e perguntas.

Minha história não foi escrita com régua.
Foi escrita com cicatrizes.
Há sangue correndo dentro de mim que nasceu muito antes de mim.
Sangue de gente que amou, sofreu, atravessou oceanos, enterrou sonhos, criou filhos, perdeu pessoas, rezou em silêncio e continuou caminhando mesmo quando não havia nenhuma certeza esperando na próxima esquina.

Carregamos nossos antepassados sem perceber.
Talvez por isso algumas saudades não tenham nome.
Talvez certas dores sejam antigas demais para sabermos exatamente onde começaram.
Existe dentro de cada homem uma pátria invisível.
Uma terra que ele carrega mesmo quando vive longe dela.
Uma língua que continua morando dentro da boca.
Uma música que desperta lembranças.
Um cheiro que abre uma porta esquecida.
Uma palavra que, de repente, nos devolve à infância.

Podemos atravessar fronteiras, trocar de endereço, aprender outras línguas e envelhecer sob outros céus.
Mas há raízes que viajam conosco.
E talvez o verdadeiro exílio não seja viver distante da terra onde nascemos.
Talvez seja viver distante de quem realmente somos.

Durante muito tempo tentei obedecer aos ritos.
Depois rompi alguns deles.
Quebrei minhas próprias lanças.
Questionei minhas certezas.
Gritei contra aquilo que me prendia.
E percebi que existem gritos que não são revolta.
São nascimento.
Às vezes um homem precisa gritar para finalmente ouvir a própria voz.
Porque chega um momento em que já não importa parecer perfeito.

Importa permanecer inteiro.
Não importa quantas vezes a vida tenha nos derrubado.
Não importa quantos tratados tenhamos rompido com nossos sonhos.
Não importa quantos caminhos tortos existam atrás de nossos passos.

Existe uma diferença enorme entre estar ferido e estar vencido.
Feridas sangram.
Cicatrizes permanecem.
Lágrimas caem.
Mas nenhuma dessas coisas significa derrota.
A verdadeira derrota talvez aconteça somente quando entregamos a alguém ou ao medo, à culpa, ao passado o direito de decidir quem ainda podemos ser.
Por isso continuo.
Com meus mortos.
Com minhas lembranças.
Com minhas contradições.
Com meus caminhos tortos.
Com tudo aquilo que perdi e tudo aquilo que ainda espero encontrar.
Minha alma talvez tenha conhecido muitas prisões.
Mas meu sangue ainda corre.
E enquanto houver sangue correndo, haverá alguma coisa dentro de mim dizendo que a história ainda não terminou.

Talvez seja apenas um gemido.
Talvez seja um grito.
Talvez seja uma oração.
Não sei.
Sei apenas que ainda estou aqui.
E às vezes, depois de tudo o que atravessamos, permanecer de pé já é uma das formas mais bonitas de liberdade.

Quando as Cicatrizes Encontram um Propósito

Há quem passe a vida inteira tentando esconder as próprias cicatrizes, como se elas fossem manchas deixadas pelo fracasso, lembranças de uma batalha perdida ou marcas de uma fraqueza imperdoável. Vivemos em um tempo que exalta a perfeição e, por isso, muitos acreditam que a beleza está na pele intacta, na história sem rupturas, na alma que jamais conheceu o peso da dor.

Mas a vida, silenciosamente, ensina o contrário.

As cicatrizes não são o fim da beleza; são a sua maturidade.

Elas são a assinatura do tempo sobre aqueles que tiveram coragem de continuar caminhando quando tudo parecia desmoronar. Cada marca carrega uma história que o corpo talvez não conte, mas que a alma jamais esquece. Há lágrimas que secaram há muitos anos, mas que permanecem gravadas como rios invisíveis dentro de nós.

Durante muito tempo pensei que minhas feridas eram lembranças de tudo aquilo que eu gostaria de apagar. Hoje compreendo que elas são capítulos indispensáveis da pessoa que estou me tornando.

Porque existe uma diferença profunda entre viver marcado pela dor e viver transformado por ela.

A dor aprisiona quando se torna identidade.

Mas ela liberta quando se transforma em propósito.

É então que a cicatriz deixa de ser apenas memória e passa a ser missão.

Ela já não aponta para aquilo que nos destruiu, mas para aquilo que aprendemos a reconstruir. Deixa de ser uma prisão do passado para tornar-se uma ponte em direção ao futuro.

Talvez Deus permita certas tempestades não para celebrar o sofrimento, mas para revelar uma força que desconhecíamos possuir. A árvore que enfrenta os ventos aprofunda suas raízes. O ouro conhece sua pureza no fogo. O coração amadurece quando aprende que nem toda perda é definitiva e que nem toda queda anuncia o fim da caminhada.

Hoje não agradeço pela dor em si.

A dor continua sendo dor.

Mas agradeço pelo homem que ela me ajudou a formar.

Se minhas cicatrizes puderem impedir que outra pessoa desista, então elas já terão encontrado um sentido. Se minhas lágrimas puderem ensinar alguém a acreditar novamente, então nenhum sofrimento terá sido desperdiçado. Se minhas quedas fizerem nascer esperança no coração de quem já não consegue enxergar o horizonte, então minhas feridas terão deixado de ser apenas minhas.

Descobri que a vida possui um estranho e belo mistério: aquilo que quase nos destruiu pode tornar-se exatamente aquilo que nos torna capazes de sustentar outras vidas.

Hoje já não escondo minhas cicatrizes.

Olho para elas como quem contempla antigas cartas escritas pelo tempo. Cada uma me recorda que sobrevivi, que amadureci e que a graça de Deus não elimina todas as marcas da caminhada, mas lhes concede um novo significado.

E talvez seja esse o maior milagre da existência: perceber que Deus não desperdiça nenhuma lágrima sincera. Nas mãos d’Ele, as feridas tornam-se fontes de compaixão, as quedas transformam-se em degraus de sabedoria, e as cicatrizes deixam de contar apenas a história daquilo que nos feriu para anunciar, com silenciosa grandeza, a história daquele que jamais desistiu de recomeçar.

No fim, compreendi que não sou definido pelas dores que carreguei, mas pelo propósito que escolhi dar a elas. E é justamente aí que a esperança floresce: quando as cicatrizes deixam de ser lembranças do sofrimento e passam a ser testemunhas vivas da transformação da alma.

O Rio e as Pedras

A vida é como um rio em movimento constante.
Ele nasce pequeno, quase tímido, nas montanhas. Ao longo do caminho encontra de tudo: curvas inesperadas, margens estreitas, troncos caídos e pedras de todos os tamanhos.
Algumas pedras são pequenas. O rio quase não as percebe. Passa por elas com facilidade.
Outras são grandes e parecem bloquear o caminho. Por um instante parece que o rio terá de parar.
Mas o rio não discute com as pedras.
Ele não se irrita com elas, nem perde sua natureza por causa delas.
Ele simplesmente continua.
Às vezes contorna.
Às vezes passa por cima.
Às vezes, com paciência, desgasta lentamente aquilo que parecia intransponível.
Assim também são os encontros humanos.
Há pessoas que fluem conosco naturalmente. Outras parecem obstáculos em nosso caminho. Despertam impaciência, provocam conflitos ou desafiam nossa tranquilidade.
O pensamento estoico nos lembra que não precisamos lutar contra cada pedra.
Podemos continuar sendo quem somos.
A serenidade é como a água: firme sem ser rígida, persistente sem ser violenta.
Com o tempo, até as pedras mais duras aprendem algo com o rio e o rio segue seu curso sem perder sua essência.
Talvez seja esse o segredo da sabedoria estoica:
não permitir que as pedras decidam o rumo da nossa natureza.
Porque quem aprende a viver como um rio descobre que a verdadeira força não está em resistir a tudo,
mas em continuar fluindo com dignidade.

O Que Falta aos Nossos Olhos e Sobra à Nossa Vida
Há coisas na vida de que não gostamos, mas que precisamos fazer: realizar certos exames, limpar a sujeira do nosso animal, cuidar de um adulto doente ou dar banho em um idoso. Nesses momentos, reclamar muda alguma coisa? Não. Apenas gasta energia que poderia ser usada para agir.
O problema começa quando a reclamação deixa de ser uma reação e passa a ser um hábito. Aos poucos, acostumamo-nos a enxergar primeiro o que falta, o que incomoda e o que está errado. E, quando olhamos a vida por essa lente, até pequenos problemas parecem enormes.
Como bem disse minha filhinha Beatriz: “Talvez valha a pena ressaltar o quanto as pessoas reclamam de tudo, e quase ninguém vê o quão ricas já são. Ter saúde, poder escolher o que comer, ter uma cama, ter pais que nos amam e ao menos um amigo com quem contar já é algo tão grande que não faz sentido reclamarmos tanto.”
E ela continua: “Às vezes, lamentamos o emprego que não temos, o corpo que gostaríamos de ter ou aquilo que ainda não conseguimos comprar, enquanto esquecemos de agradecer pelos olhos que contemplam a natureza, pelas pernas que nos levam a tantos lugares, pela boca que experimenta novos sabores e, principalmente, pela vida que ainda temos. Podemos ter muito, mesmo tendo pouco. Basta aprender a perceber.”
Talvez esteja aí uma das grandes escolhas da vida: olhar para o que falta ou perceber o que já temos.
A reclamação fixa os olhos no problema; a gratidão amplia o olhar para a vida. Se algo precisa ser mudado, que busquemos soluções. Se a insatisfação for inevitável, que saibamos expressá-la sem transformá-la em um modo de viver.
No caminho, aprendi que reclamar não encurta a distância, não diminui a subida e não torna a caminhada mais leve. Mas a gratidão muda a maneira como caminhamos.
Por isso, antes de reclamar daquilo que falta, talvez devêssemos agradecer por aquilo que permanece.
Afinal, pode haver alguém, em algum lugar, desejando exatamente a vida que hoje temos.
Peregrino Nino Carneiro

'O sol bateu no vidro, anulei o cansaço. No mérito
da vida, dei meu segundo passo.
Contemplo a natureza, neste belo cenário...
Deus é o escritor do meu itinerário.
No rastro da estrada, fiz minha petição
Solicitando prudência e mais direção.
Ratifico a graça de estarmos aqui.
Dá-me sabedoria Senhor, pra prosseguir.'

*GPS da Vida Real: Sexta VS Segunda
Sexta-feira eu mando a localização:
"Gente, tô indo. Chego em 10".
Segunda-feira é a localização que me manda:
"Van, pelo amor de Deus, onde você tá?"
Sexta eu localizo os outros.
Segunda eu me perco de mim mesma 😂
Moral: meu celular tem vida dupla.
De dia é GPS, de ressaca é detetive particular.
Ps: se me verem perdida na segunda, só seguir o barulho.
É a vergonha gritando.🤦🏼‍♀️
_Van Escher_

Nascimento, Vida e Morte do Amor

Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,

Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,

O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?

Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.

​Quando olhamos as luzes do cosmos sob uma atmosfera limpa, vemos um céu cheio de vida e resiliência. Vemos o passado e o futuro, e construímos sonhos no horizonte da imaginação. A Lua parece estar tão perto que poderíamos ir lá quando quiséssemos — no entanto, já faz mais de 50 anos que não pisamos nela.
​Os custos e benefícios são muitos, mas, com frequência, observo o pôr do sol e penso em como podemos atravessar o universo em segundos apenas sonhando.
​A humanidade maltrata a biosfera; não compreende a riqueza que temos diante deste mundo único. Tantas possibilidades em um planeta abundante... Tantas variáveis e probabilidades num ajuste tão fino que, com o menor desvio no teor da gravidade, não haveria vida.
​E então surge o ser humano. Brota como uma planta, do nada, e resolve evoluir consumindo tudo o que vê pela frente.
​— Pedra? Dá para comer... Hum, tem um gosto bom.
​O planeta morre, mas resiste — afinal, o homem passou mal.
​A Floresta Negra, o terror do cosmos, observa a humanidade evoluir rápido demais, sem ao menos medir as consequências de seus atos, abraçando o espaço. O silêncio cósmico ecoa diante do nosso grito:
​— Somos humanos! Vivemos aqui, olhem! Venham nos conhecer! Tenham um bom dia, nosso planeta é cheio de vida! Venham, boa noite... Uma palavra de Deus: tem um minuto para evangelizarmos vocês? Deus está em toda parte!
​Ao fundo, o som dos atabaques de um terreiro ecoa. Em outro canto, pessoas gritam slogans extremistas: "Deus, Pátria e Família!". Logo ao lado, os escravagistas digitais vociferam: "Venha para a sua startup! Temos plataformas digitais de IA, venha fazer parte da cadeia global!"
​E então, o silêncio cruel do universo responde:
​— Finjam que não vimos. Ativem as defensivas! Cerquem todas as entradas! Se virem resquícios de terrestres, corram para os abrigos!
​Não estamos salvos... nem mesmo numa Esfera de Dyson. Pois eles já compreenderam o nosso sistema.
​E logo, logo... o domingo está chegando.




Por Celso Roberto Nadilo
poeira cósmica

Os Alienígenas, os Adereços e os Adornos do Primeiro Contato
​O telescópio resplandece: a vida se revela pelo estudo de gases e luzes. Pois a matina alienígena se estendeu.
​Se o primeiro contato ocorre a quatro anos-luz, a velocidade relativa não pode ser quebrada. Vemos os vizinhos cochichando. Os humanos gritam para o cosmos: “Olhem! Olhem para nós!”
​O universo olhou. Seriam novos vizinhos ou apenas o homem das cavernas implorando por atenção?
​— Relaxa. Vamos abduzir primeiro, compreender depois. Por raios, atravessamos o universo só para examinar as cavidades deste macaco hominídeo.
​Diante dos recursos infinitos do universo, os humanos ainda se gabam: “Criamos a inteligência artificial!”
​E quando o encontro real finalmente acontece, ganhamos espelhos e brinquedos que parecem algo infinitamente mais complexo, inigualável. Um bate-bate... Seria um mecanismo de atenção ou um dispositivo de comunicação dimensional e quântica?
​— O gosto de terráqueo é saboroso, até parece carne de vaca. A propósito, a vaca parece inteligente... Por que eles comem a vaca?
— Até a maçã parece uma distração. Olha só, tratam como o fruto proibido! Eita... Por que metade deles é alienada? É falta de oxigênio, falta de maçã ou acho que é falta de vergonha na cara?
— Aquele ali gosta da gente, vamos levá-lo! Coloque-o junto com outro da mesma espécie para ver como se reproduzem... Estranho, são iguais.
— Leve mais dois. Pera! Para tudo! Joga no lixo orgânico. Não podemos contaminar a natureza, ou acabaremos nos tornando humanos.
​Por Celso Roberto Nadilo

O problema dos três corpos na liberdade da vida das Internet...


Deepfakes a visão de algo que não conseguimos compreender diante da fakes news a virtude da fakes news te fazer ver a mentira querem você siga.
Dentro dessa mentira pode se tornas novas dimensões infinitamente de mentiras e balelas para os quais acredita tanto que se transforma em bots do sistema de alienação.
Mudança senso crítico para senso natural e primitivo.
Os graus de uma notícia o torna navegante de um mundo de ilusão.
E mergulhando mais profundo torna se um agente do mesmo sistema caótico pois acredito no que não existe.
Os bots robôs de inteligência artificial dentro da Internet que dão comentários likes e compartilha a mensagem falsa para tenha visibilidade e aceitação das pessoas.

A vida vida nos problema dos três corpos?
E o humanismo dentro deste sistema caótico digital pode ser parte da floresta negra digital.
Ate quanto podemos contemplar o senso crítico diante os espelhos estruturais da Internet.
O mundo está caótico diante a guerra criada pela ação irracional da politica direitistas do senario mundial.
A sobrevivência recorrente agora secar os corpos enrolar esconder ate que tenha visibilidade de um novo despertar de um novo amanhã num ambiente favorável a vida.
Talvez a floresta negra seja a solução momentânea?
Ate sejamos aniquilados pela ganância e incompreensão do relativismo....

Os vultos da almas são resquícios de espírito atormentado pela vida resiste.
Nos sutis atos medonhos da vida buscamos perguntas aonde esta o amor...
Nas mortalas do espírito remanesce o abismo da essência humana,
Mesmo no frio da escuridão tem vários insites de uma vida que floreu e próspero num amor profundo e eterno.

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

O tempo é escoamento do real momento da vida


Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...

Interface do relativismo da Internet...


Podemos coexistir com a liberdade da vida entre os alienados sendo sensatez que são bots a favor de político sem escrúpulos fazem da vida um churrasco de dinheiro e corrupção.
Como sam consciência pode existência do caos político a vergonha nacional.
Entre dilúvio de mentiras e balelas o fraudulento ser corroe a base da democracia.
Os aposentadoria dos aposentado se foi embora para pagar mansões e filme do papai ainda sobrou dinheiro público para churrasco ops a prefeitura paga..
Temos investir no futuro de nossos netos o Brasil paga.

Um pensamento
Ns vida um homem viveu a vida toda trabalhando ate quase morrer nunca parou pois riqueza seu desejo...
Ate que...
Envelhece compra um iate em sua festa um ser o observa e pergunta valeu apena nada disso tem valor real...
Pois que realmente importa tem?
O silêncio o tomou...
Alguém o chama venha comemorar
O ser diz comemore foi embora...
Nada mais fora visto pois sois poeira ao vento o importante esta dentro de voce.

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

A viajem a lua muda algo na sua existência?
A Terra sendo redonda muda algo?
A vida de um ser alheio a sua vida vai mudar algo...?
Enquanto trabalhamos pegamos ônibus, dirigindo para trabalho ou vamos estudar, so que seremos nada mais do que parte do coletivo... sombras um caminho sem rumo...
Mais quando somos parte da história pagamos o preço mais somos descrito da página descrita na história.