Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Divisor de águas - Mandetta elevou o nível de inteligência no jogo político, não será mais possível, a partir de hoje, tratar o povo como anencéfalo nas entrevistas para as redes de comunicação, nem nas campanhas eleitorais.
"Virus" o que o corona fez?
"Convid ou" o povo a aprender a ler nas entrelinhas.

Inserida por Gracaleal

Como temos, somos e carregamos coisas de quem amamos, mesmo que eles não estejam conosco de corpo presente... Hoje sinto como se Eu não fosse Eu mesma...
sou constituída de tantas lembranças e momentos queridos... perfumes perdidos... palavras ditas, carinho feitos... cheiros e sons que combinados as lembranças... ao fechar os olhos me fazem rir ou chorar de emoção e saudades... sei que isso é Amor aos meus... mesmo que não vivos, mesmo que não perto... Os sinto aqui dentro, comigo, sou constituída de cada pedacinho deles... entre amor e saudades, alento e carinho.
Sei que os Amo!
Sei que sou eles de alguma forma!
Sei que estão aqui juntinhos!

"Tudo que morre fica vivo na lembrança, como é difícil viver carregando um cemitério na cabeça... "
Biquine Cavadão; Impossivel

Inserida por GildaMorais

Menina e Moça

Está naquela idade inquieta e duvidosa,
Que não é dia claro e é já o alvorecer;
Entreaberto botão, entrefechada rosa,
Um pouco de menina e um pouco de mulher.

Às vezes recatada, outras estouvadinha,
Casa no mesmo gesto a loucura e o pudor;
Tem coisas de criança e modos de mocinha,
Estuda o catecismo e lê versos de amor.

Outras vezes valsando, e* seio lhe palpita,
De cansaço talvez, talvez de comoção.
Quando a boca vermelha os lábios abre e agita,
Não sei se pede um beijo ou faz uma oração.

Outras vezes beijando a boneca enfeitada,
Olha furtivamente o primo que sorri;
E se corre parece, à brisa enamorada,
Abrir asas de um anjo e tranças de uma huri

Quando a sala atravessa, é raro que não lance
Os olhos para o espelho; e raro que ao deitar
Não leia, um quarto de hora, as folhas de um romance
Em que a dama conjugue o eterno verbo amar.

Tem na alcova em que dorme, e descansa de dia,
A cama da boneca ao pé do toucador;
Quando sonha, repete, em santa companhia,
Os livros do colégio e o nome de um doutor.

Alegra-se em ouvindo os compassos da orquestra;
E quando entra num baile, é já dama do tom;
Compensa-lhe a modista os enfados da mestra;
Tem respeito a Geslin, mas adora a Dazon.

Dos cuidados da vida o mais tristonho e acerbo
Para ela é o estudo, excetuando talvez
A lição de sintaxe em que combina o verbo
To love, mas sorrindo ao professor de inglês.

Quantas vezes, porém, fitando o olhar no espaço,
Parece acompanhar uma etérea visão;
Quantas cruzando ao seio o delicado braço
Comprime as pulsações do inquieto coração!

Ah! se nesse momento alucinado, fores
Cair-lhes aos pés, confiar-lhe uma esperança vã,
Hás de vê-la zombar dos teus tristes amores,
Rir da tua aventura e contá-la à mamã.

É que esta criatura, adorável, divina,
Nem se pode explicar, nem se pode entender:
Procura-se a mulher e encontra-se a menina,
Quer-se ver a menina e encontra-se a mulher!

Machado de Assis
Falenas. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1870.
Inserida por lubaffa

Contratação ilegal para vencer as eleições.
"Não tem uma fiscalização por parte dos vereadores e muito menos pelo Ministério público . Contratações de cunho politico sem nenhum critério. Concurso nem pensar e assim vamos assistindo com as mãos amarradas porque se reclamar ou denunciar ocorre o linchamento por parte da cúpula de quem comanda o município".

Inserida por SERGIOFURQUIM

Para: As 7 Pessoas com quem Sonhei

Mas, nunca se perca

Para: Alguém

-"Não consigo... Não consigo..."
Tua voz ecoava naquele quarto. Não conseguia vê-lo graças aos animais de pelúcia gigantes de olhos vermelhos, rasgados, espalhando seus estofamentos por todos os cantos.

Apesar das cores dos arco-íris estampados nas paredes e dos sons da caixa de música, a tensão do local não me permitia ver algo infantil ali. Mesmo sua voz, parecia grave e assustada. Continuava andando e te procurando, para tentar entender o que acontecia. Foi quando percebi: Os olhos vermelhos das pelúcias acompanhavam-me por onde eu andasse. Corri até passar por um coelho branco gigante, mas, os olhos me acompanharam mesmo quando estava às suas costas. Os bois, os gatos, os cães, pareciam olhar para uma presa encurralada, sedentos, mas, nenhum deles se movia.

"Não consigo..." - Mais uma vez, consegui ouvir tua voz. Dessa vez, compreendia o que lhe assustava e também fui capaz de perceber tua localidade através do som. Lhe encontrei, abraçando teus próprios joelhos, encolhido em um canto escuro, não por falta de luz, mas sim, por algo que parecia foligem, como se um incêndio tivesse ocorrido.

Completamente sujo e coberto de queimaduras, segurava com força um brinquedo com o formato de uma águia dourada. Coloquei minha mão sobre seu ombro e tentei chamar tua atenção:

"Oi, você está me ouvindo?"

Mas, você apenas continuava:

"Não consigo... Não vou conseguir..."

"Sabe onde estamos? Como veio parar aqui?" - Tentei outra vez, sem resultado. Segurei seu rosto e olhei no fundo de seus olhos castanhos vazios, para que não tivesse escapatórias - "Eu quero ajudá-lo, mas, você tem de parar de ignorar minha presença"

Finalmente voltando sua atenção a mim, você pareceu furioso. Teus olhos, outrora escancarados, agora pareciam gritar juntos de sua voz, que disse:

"Sequer sabe como veio parar aqui e crê ser capaz de ajudar-me? Santa é a ignorância que parte de ti!" - Respondeu em um berro, se levantando e finalmente saindo daquele transe.

"Se sabes como viestes até aqui, por que não retorna por onde veio?" - Retruquei, irritado

"Não tenho mais elos com o mundo carnal, assim como qualquer um que desencarne..."

"Como assim?" - Ainda mais confuso que outrora, tornei-me insaciável por respostas que, ainda não sabia, mas, jamais iria encontrar.

"Estou morto, não percebe? Não vê o sangue sob seus pés ou espalhado pelas paredes?" - Após suas palavras, fui capaz de vê-lo. Tais cores sim, eram vívidas, como os olhos das pelúcias que ainda nos encaravam. - "Este é meu purgatório, não conseguirei sair daqui nunca mais e não sei como veio parar aqui. Talvez seja um intervalo de meus devaneios malfeitores, para eu sucumbir mais facilmente quando partir." - De repente, o coelho gigante levantou-se, revelando garras em seus dedos e presas afiadas em sua boca.

"Não deves sucumbir. Sei que consegues lutar com esses seres, vi seus enchimentos espalhados por esse quarto. Você conseguirá derrotá-los" - Argumentei.

"De fato, sou capaz de combatê-los, mas sair daqui, continuará sendo impossível, ao menos, por enquanto. Ao menos, a mim."

"Quer dizer que sabe de um caminho para minha escapatória." - Levantei-me, observando em sua mão direita, uma espada azul, da qual não me lembrava lhe ver carregando.

"E deve trilhá-lo logo! Há apenas uma forma para você de falar com os mortos: sonhando! Não consigo protegê-lo por muito tempo, vá, antes que ele lhe pegue!" - Lembro de ficar pasmo, ao ver que as garras do animal desciam em minha direção, rapidamente.

"Mas, se estou sonhando, como faço para acordar?"

"Não é óbvio? ABRA SEUS OLHOS!"

Foram as últimas palavras que ouvi, antes das garras do coelho chocarem-se contra sua espada, bem na minha frente. O clarão das faíscas que foram produzidas, fizeram-me fechar os olhos...

Abra seus olhos...

De repente, vi na escuridão, a silhueta de Laila, de costas. Corri até ela

Abra seus olhos...

Ao tocá-la, ela simplesmente desfez-se em brilhos, que se esvaíram no escuro. O mesmo aconteceu, quando olhei para trás, e os inconfundíveis tons amarelos e brancos da roupa de Lúcia chamaram minha atenção.

Abra seus olhos...

Corri em direção a ela, mas, não cheguei a tempo. Tuas cores, desfizeram-se em um rio de brilhos, que cursou seu caminho, para longe.

Abra seus olhos...

Perguntei-me quem era aquele monstro de pelúcia que lhe atacava. Teus olhos eram vivos e, por mais que vermelhos e assustadores, transpassavam sentimentos, pareciam lamentar teus próprios ataques, ainda que o fizessem sem cessar. Teus olhos, desfizeram-se em pétalas vermelhas.

Abra seus olhos...

De meu peito, uma esfera de luz gigante se fez reluzente à minha frente. Teu brilho era forte, e fez com que eu presenciasse, dessa vez, na luz profunda, uma outra pessoa, que, sem feições a não ser um sorriso em sua pele feita de nada, esticou-me a mão direita, parecendo chamar-me.

Abra seus olhos...

Comecei a seguir em direção ao ser que me chamava, tentando alcançar sua mão, quando vi que, fazia de mim, tuas próprias feições. Em meu coração, senti um clamor carinhoso e acolhedor, que dizia-me: "um dia, a mim, há de devolvê-las". Na última vez que ouvi tua voz, tuas palavras fizeram-se um grito agressivo mais uma vez:

"ABRA SEUS OLHOS!"

Sentei-me assustado em minha cama. Ao meu lado, meus pais levavam as mãos à cabeça, chocados. Os médicos se perguntavam: "É um milagre?" A garota deitada na maca ao lado, dissera: "Bem-vindo de volta", porém, ela estava inconsciente, ligada a alguns aparelhos que lhe nutriam a vida.
Enquanto perguntavam o que eu estava sentindo, apenas pedia um pedaço de papel. Desenhei teu rosto nele, na esperança de não esquecer-me. Até então, não sei dizer se tu és apenas um devaneio, se de fato conversei com os mortos, sequer sei dizer qual era o nome do meu salvador, mas sei, que deveria ter pensado duas vezes antes de simplesmente deixá-lo para trás com aquela besta. Queria poder ter feito algo para ajudá-lo.

"Não consegues sequer lembrar o nome dele?" - questionaram-me, mas, apenas uma resposta vinha à minha cabeça:

"Não consigo... Não consigo..."

Inserida por viniciusmarciotto

É difícil de expressar, mas não vou me estressar, há volta
Tudo parece escuro, parece que estou perdido
Rodeado por um grande muro
Percebo então que não sei quem sou e que fui abandonado
Fiquei impressionado, pois isso me deixou lesionado
Uma tremenda lesão bem no meu coração.

Acreditei nas palavras deles que diziam "sempre estaremos ao seu lado"
Mas isso é mesmo muito complicado
Só fui um simples manipulado
Não prometa o que não pode cumprir
É difícil digerir, engolir a perda da dor
É muito constrangedor.

Sorte a minha, que tenho minha família
Me apresentaram a Deus o famoso Rei dos judeus Ganhei um amigo e tudo começou a ficar bem comigo
Ainda penso besteira e cometo muitos erros
Mas sei que é com os erros que aprendemos e nos arrependemos.

Enfim consegui derrubar o muro
Percebo que fui imaturo
Através de Deus ganhei outros novos amigos
E que eu estava fora de perigo
Sim perigo
Perigo da solidão, livre da escuridão.

É difícil de expressar, mas não vou me estressar
Sou volta
Volta pra Ti, meu Deus
Volta que veio pra ficar
Que nunca mais vai voltar.

Autor: Ewerton A Silva
Adaptado por: Rayane J

Inserida por ewerton_a_silva

Fuga
Não adianta fugir,
Fugir das Leis,
Pensar no bem,
Cumprir os Mandamentos.
Se não fugir,
Será bem mais fácil!
O quê?
O atravessar pela vida.
Sincretismo Religioso?
Cada um se adapta
De acordo com a sua visão!
Visão pequena,
Visão ampla...
Tudo vai de acordo,
Com a capacidade de se ver Interiormente.
Somos pecadores?
O Salvador já pagou por nós.
Ficar se torturando?
Não adianta nada.
Eu te perguntei: - Você perdoa?
Perdôo!
Que perdão frio, seco, exitante.
Percebi que você não perdoou...
Nem a você próprio!
Imagines aos demais...
Logo, perdoe a si próprio,
E, por consequência aos demais!
Quando não perdoamos,
Ficamos a fugir...
Sem saber o porquê.
Se fizeres a verdadeira lição de casa,
Voltarás ao teu segundo habitar.
A felicidade não fugirá mais.
Pense nisto com carinho.

Inserida por ivetemaurilia

O problema
O problema todo do homem,
É o julgar.
Não se colocar no lugar do outro.
Aí o egocentrismo prevalece.
Querer que os outros sejam,
Se comportem como eles esperam.
Nesta situação dançamos.
Por quê?
Cada um é cada um.
Um ser único perante o Criador.
Compreenda-o, e aí sim,
Terás oportunidade de empregar,
As virtudes, amor, paz, harmonia,
Alegria, compreensão,
E os problemas desaparecerão.

Inserida por ivetemaurilia

Quatro bilhões de pessoas nesta terra,
e minha imaginação é como era.
Não se dá bem com grandes números.
Continua a comovê-la o singular.
Esvoaça no escuro como a luz da lanterna,
iluminando alguns rostos ao acaso,
enquanto o resto se perde nas trevas
na deslembrança, no desconsolo.
Mas nem Dante captaria mais.
Que dirá quando não se é.
Nem mesmo com a ajuda de todas as musas.

Inserida por pensador

Depois de toda guerra
alguém tem que fazer a faxina.
As coisas não vão
se ajeitar sozinhas.
Alguém tem que tirar
o entulho das ruas
para que as carroças possam passar
com os corpos.
Alguém tem que abrir caminho
pelo lamaçal e as cinzas,
as molas dos sofás,
os cacos de vidro,
os trapos ensanguentados.
Alguém tem que arrastar o poste
para levantar a parede,
alguém tem que envidraçar a janela,
pôr as portas no lugar.
Não é fotogênico
e leva anos.
Todas as câmeras já foram
para outra guerra.
Precisamos das pontes
e das estações de trem de volta.
Mangas de camisas ficarão gastas
de tanto serem arregaçadas.
Alguém de vassoura na mão
ainda lembra como foi.
Alguém escuta e concorda
assentindo com a cabeça ilesa.
Mas haverá outros por perto
que acharão tudo isso
um pouco chato.
De vez em quando alguém ainda
tem que desenterrar evidências enferrujadas
debaixo de um arbusto
e arrastá-las até o lixo.
Aqueles que sabiam
o que foi tudo isso,
têm que ceder lugar àqueles
que sabem pouco.
E menos que pouco.
E finalmente aos que não sabem nada.
Alguém tem que deitar ali
na grama que cobriu
as causas e conseqüências,
com um matinho entre os dentes
e o olhar perdido nas nuvens.

Inserida por pensador

Chuva

De nenhuma parte chega. Partir?
Não há palavra mágica que rompa
este costume de olho, este silêncio
sonoro de dardos. A primavera, o luxo
dos anos e da luz, se perdia agora
no caminho vencido. As esperanças
morreram a tempo. De novo, tudo é perfeito
ao longo do vazio: a chuva lenta
não vai a parte alguma.

Inserida por pensador

PARALIPSE

Uns, com a boca conversam no passado
Falam o que não falam: alguns, criticam
Azucrinam boca no destino, falam
O que não se deve falar

Tão longínquo por quê?Ou o que está perto?
Nossa segurança? Este é o ano,
Este é o mês, esta é a semana, este é o dia,
Esta é a hora, este é o minuto, este é o instante?

Ou isto ou aquilo povoa corpo intermitente
Que nos amedronta incapazes. O mesmo que nos contacta
Em que vivemos, pandemia. Vírus, coronavírus... Amedronta
Apocalipse, ainda não é.

Inserida por Genuzi

Por mais que estejamos jovens, não se trata de uma questão de estar. Toda via uma questão de ser, de fazer acontecer, de querer que essa juventude seja eterna mesmo no meio de tantas mudanças. Nesse paradoxo vemos que viver e ser de modo heterodoxo é a única coisa que o espírito jovem quer conservar. E esse conservar sempre tem seu descompasso e do destino nunca conseguimos fugir do laço, seja porque tomaremos decisões ou porque tem dias que queremos apenas um abraço.

Ser jovem é almeijar um sonho e buscar construir o seu próprio caminho para sair correndo por ele, mesmo sabendo que o chão tem espinhos.Por mais dolorosa que seja a travessia o jovem sabe que chegará o dia que olhará para o sangue derramado e contemplará o preço da sua alegria.


A cabeça do jovem é uma tempestade de fases onde cada gota de chuva percorre o seu corpo. No barco a deriva da sua vida nem todo mundo consegue ser um seguro porto. Por isso não cobre que tenhamos sempre uma cabeça madura, porque levar a vida como jovem também tem suas doses de loucura.

Inserida por saulo_1

😃Boa tarde !Não devemos temer os desafios que ainda estão por vir, é preciso confiar mais na capacidade de superação. Não permitir que as circunstâncias te façam desistir daquilo que mais deseja. Se entregue, lute, acredite, só não deixe de ser feliz, independente do resultado!
*Que Deus nos dê força*
_Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês._ *1 Pedro 5:7*

Inserida por DanielaOliveira1008

Quando a pessoa não tem uma história bonita, ela cria na imaginação... Ela mente de uma forma tão natural que até ela passa acreditar em suas mentiras.
Quando a pessoa não tem uma história bonita, ela se irrita com a história bonita do outro e tenta destruir a qualquer custo.
Quando a pessoa não tem história, ela se acha no direito de escrever a história do outro.
Quando a pessoa não tem história, ela cuida da história do outro, se esquecendo de escrever a própria.
Uma pessoa sem história bonita é uma pobre alma empenhada em destruir a história do outro, mesmo quando o outro se trata de filho, marido, neto, nora...
Uma pessoa sem história bonita tem o poder de destruir laços de amor e companheirismo se sua vítima não estiver alicerçada na palavra do Senhor.
Uma pessoa sem história bonita precisa de Jesus na vida e insiste em viver sem.
Álcool não cria história, inveja não cria história, mentira não cria história, ruindade não cria história, soberba não cria história, depravação não cria história, perversão não cria história...
Jesus é o autor da nossa história!
A história escrita pelos dedos Dele ninguém pode apagar.
A nossa história foi escrita pelos dedos do autor da vida, Jesus!!
Deixe o Senhor escrever a sua história, aceite-o como único Senhor e Salvador!!!

Inserida por NinaFQ

REGISTRO DA PAUSA

Os dias estão mais longos.
Não, os dias estão mais curtos.
De certo não sabemos já que a muito perdemos a noção do tempo,
nos ponteiros do relógio.

Tivemos que ver o tempo parar
Para ver ele passar.
Tivemos que esquecer o tempo
Para lembrar que nas tardes de outono
O céu se torna rosa e grená.

A abrupta parada do mundo
Desorganizou os encontros
Restabeleceu os relacionamentos
E definiu o caos como ponto de partida

Há grandes oportunidades
Na organização do caos
Tolo daquele que vê, mas não enxerga
A mudança que tímida se achega

Que possamos ter coragem de olhar
Para dentro de si e para dentro do lar
E não tenhamos pressa de conversar
Quando o assunto for a viver a vida

E quando for a hora de pagar
Os abraços que a muito deixamos de dar
Que possamos ouvir com atenção
As batidas harmonizadas do coração

Das lágrimas carregadas de empatia
Que de litros havemos de derramar
Deixemos de apenas existir
E deixar o tempo passar

Chegou a hora de pensar
Se comandamos ou deixamos comandar ?
Quanto tempo cabe em um abraço a beira-mar ?

Tudo passa, humanidade.
E isso também irá passar!

Inserida por IcaroApoema

Não gosto de tudo, não entendo tudo, não aceito tudo, mas aprendi a respeitar todos!
Sei que meu ponto de vista não agrada todos, assim como o de todos não me agrada, mas respeito cada ponto de vista.
Desde que o mundo é mundo é assim e não vai mudar porque queremos!
Se não tenho o mundo que eu queria, nada melhor que ficar em paz no meu mundo, mesmo que outros mundos queiram destruir o meu, eu tô tranquilo, pois o mal eu não faço a ninguém.

Inserida por mateus_tiberio

E lá estava Ela outra vez, olhando sua face no espelho. Parecia não se reconhecer, as marcas aparentes estavam mais acentuadas.
Havia uma sombra na cortina embaçada que cobria os teus olhos.
As muitas noites insones, várias poesias sendo tecidas na tua mente inquietante... enquanto o punho se contorcia, os dedos procuravam desenhar as palavras no papel.
Num breve instante, entre um lapso de memória e alguns segundos de pura insanidade, registrava tuas tristes quimeras.
A sobriedade afastava alguns fantasmas, num pouco de lucidez, ainda havia vestígios dela.
E logo quando a perdia... podia fitar na tua frente, os demônios que lhe roubavam a quietude. Era como olhar dentro do olho Diabo, lhe tragava para dentro de si! E num inferno, a tua alma viajava... saia do teu corpo, vagando pelos umbrais de teus infortúnios, era como ter mil açoites sobre a tua carne.
Quando o mundo de tuas fábulas se colidia com o teu caos, Real... Havia uma guerra por dentro de si, à qual fazia sangrar por todos os lados. E nessa hemorragia de sentidos saturados, morria a menina nos versos, dando lugar a estranha criatura.
Tantas noites insones, lágrimas, feridas e tantos outros finais não escrito nas tuas páginas. Haveria um final feliz para aqueles profundos olhos tristes?
"Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha?"
Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, em vez de me afundar nelas, sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Sinto a analgesia de não se ser ninguém; E se choro e agonizo é por este exagero de mim... que não caibo em nenhum lugar. Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - de querer tudo e não ter nada!
O que sinto ser é um transbordar de Ser, uma contradição imensa em si. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure...
Desejei tanto, quis tanto florir... se fosse uma Flor, seria a mais bela entre elas. E se à mim fosse concedido um par de asas, nem o céu me serveria de limite.
Enfim, assim vou vivendo, quem sabe um dia ainda aprendo a deixar menos de mim por ai... e levar menos dos outros pra onde

Inserida por LumahCristina16

Minhas mãos não estão frias, meu corpo não está arrepiado, meus pés não estão gelados e meu rosto não está pálido. Mas não sinto meu coração aquecido, e sim frio e doendo. Sinto a minha alma doendo, esfriada e amedrontada.
Meu corpo parece está fraco, dolorido, quebrado, vazio, frio e maltratado. Meus sentimentos parecem está sumindo. Minha alma parece que está desistindo e me abandonando.
Eu quero chorar, abandonar essa vida, deixa esse corpo que já sofreu tanto, essa alma penada que quê ser liberta e esses sentimentos que andam me atormentando.
Os cortes me aliviam, o choro me aconchega, a vontade de morrer me persegue, a dor me apavora e a vida perde o sentido.
Me sinto fechada, desprotegida, apavorada, sensível, abandonada, isolada e infeliz. Peço todos os dias a minha morte, o meu descanso, a minha paz e o livramento disso para talvez assim eu seja feliz.
Sinto que isso é o certo porque assim ninguém vai precisar se preocupar, sentir medo, se incomodar e que assim eles vão achar alguém melhor que eu na vida deles. Alguém que cuide, saiba aconselhar de uma maneira melhor, seja mais presente, tenha mais paciência, seja mais engraçado, menos preocupado e que seja uma pessoa melhor.
Só quero um fim logo.

Inserida por sentimentossecretos

Minha essência no mundo

Um encontro comigo mesmo
Sigo a minha bússola
não estou a esmo
Ser humilde de coração
E me sentir parte da Criação

Sou aprendiz
E vejo minhas virtudes,
Mas também vejo defeitos
Posso ser melhor
Ora, ainda não somos perfeitos!

Saber o que tem a ver comigo,
Pois, todo mundo é diferente!
A minha essência eu vou mostrar
E com o meu servir
O mundo melhorar.

Inserida por Helora