Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Em tempos como este, em que temos a disposição tantos recursos de entretenimento, as vezes não sobra tempo para uma prática saudável e que seria de melhor proveito para nosso entendimento: a meditação. Não falo da meditação tal como a praticada pelos monges budistas, mas simplesmente pensar, analisar, cogitar e assim se posicionar no tempo e no espaço dessa condição do ser humano na terra. As vezes as coisas vão acontecendo e a gente nem se dá conta. Nada é por acaso. Assim nos ensina a espiritualidade maior. E é verdade, mesmo que não saibamos qual é essa razão. Uma maneira que existe e que é bem fácil de usar é meditar, pensar. Mas pensar em quê? Em nada específico, a princípio. Somente cala a tua boca, cala a tua mente e aquieta teu coração. Deixa a mente ir em busca do que precisa. E assim em silêncio poderá, quem sabe, escutar as respostas que precisa para o equilíbrio. Façamos este exercício, pois a espiritualidade está sempre a disposição. Basta somente darmos a ela a devida oportunidade
✨🍀✨🍀✨🍀✨🍀
O meu amor não volta mais.
Mas saber que essa pessoa tá bem é muito importante é algo satisfatório.
Entende?
Não trouxe o que era nosso a notório, meu erro foi não ver meu erro! Sei que as lembranças ainda rolam, mas... Pensa pelo lado bom! a distância machuca e sara e no fundo o que resta é solidão, saudade e paz... Porém acima de tudo se tem o respeito.
PÉROLA NEGRA
Negra da cor do âmbar,
Negra imensurável e fogosa.
Melanina pura, não vou me gabar.
Representas a mais bela prosa.
Roubei o astro do céu, melosa...
Pra te oferecer.
Era suposto
Que fossemos um só coração,
Pois é a ti que tanto gosto.
Em todos os lugares não te encontrei...
Entretanto quero amor ganhar
Um beijo doce!
Me apaixonei...
Por favor pérola, deixe-me te amar.
Negra escuridão
Que alegra o teu coração.
Não é uma camarão,
Nem tem um corpão...
Mas o seu sorriso é de derrubar o juízo...
O seu andar, o seu gingar é de sob ela olhares roubar
E o som do seu gargalhar,
É simplesmente de arrasar.
E com esses tipos armados, há que acabar com potenciais super homens...
Ah pérola negra,
Quem te conhece não nega,
Por si é impossível conhecer-te
E não se apaixonar.
Mesmo que seja em meio segundo.
Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão. "2tm 4:16-17".
Nesse texto o apóstolo Paulo quando mais precisou foi desamparado, porém o Senhor estava com ele, Deus está com você.
Transformando
Por onde andei
Era chão atapetado
Não havia ruído
Mas o corroído da alma
Era mais barulhento
Por onde andei
Palavras sussurradas
Pois não há suturas
Para emendar
Sonhos impossíveis
Por onde andei
Vaguei
Fui tateando
E o impossível
Se despiu
Por onde andei
A poesia tingiu
E fugiu
Por onde andei
Fui sobrevivente
De minhas escolhas
E da minha coragem
Por onde andei
Minha voz
Virou você
Um barco de estações escritas
Com seu nome
Que naufragou
Por onde andei
Na vida
Resisti, escapei
Me salvei
De mim mesma
Das horas
De lagarta
Nas horas de borboleta.
Livro: Pó de Anjo
Vida de Poeta
Andei procurando, na minha cidade
O bem estar, a felicidade
Não encontrei, não esperei
Bati asas e voei
E assim vou viajando, seguindo sem rumo
Cada dia um lugar, eu não me acostumo
Um novo amor, uma nova canção
Uma nova vida e uma desilusão.
Andei, voei, chorei e até cantei
Nos caminho tortuosos da vida só eu sei
Quantas coisas eu passei
A vida me apronta, um pró e dois contra
Mas onde o homem se perde
O poeta se encontra.
Nas docas da insônia, entre rios e mares
Outro céu outro sol, outra aurora, outros ares
A saudade no olhar, recuado em brumas
E um sonho no mar, naufragados em espumas
Mas em busca de um sonho, vou com persistência
E o tempo me joga, rumo a experiência
Com gente que odeia, com gente que explora
Com gente que ama e com gente que chora.
Andei, voei...
Quando se fala que tudo o que nos é dado, sem esforço, não é valorizado, também vale para as coisas que nos é dada pelo Universo Criador. Se não aprendemos com amor, aprenderemos com a dor!
Mesmo diante alguns momentos de sofrimento, ainda teimamos e insistimos em contrariar nossa missão divina, àquilo que nos foi dado, que grita em nosso âmago e, simplesmente ignoramos, deixamos de lado, por anos.
Enquanto está tudo bem em nossa vida, esquecemos de agradecer, muitas vezes até reclamamos sem nenhuma razão, até se torna um vício reclamar. Agimos por pura ignorância! Acreditamos que tudo o que fazemos tem que ser reconhecido pelos outros, quando na verdade deveríamos fazer bem feito, por que é aquilo que te mantém alimentado e feliz, mas não usamos com sabedoria o que nos é ofertado e, depois achamos que estamos sendo penalizados. Passamos a vibrar negativamente, focamos apenas nas coisas que nos desagradam, mesmo que estejamos cercados das melhores coisas. Tomamos atitudes de forma inconsequente, deixamos de alimentar nossa espiritualidade e demonstrar gratidão. Com isso, nossa vida começa a regredir, as coisas que antes dava certo, do nada começa ruir e, é aí que paramos pra refletir o que foi deixado de lado, o que fizemos de errado, onde deixei de construir meu alicerce, por quê pulei aquela etapa da minha vida, por quê ignorei e não resolvi aquele dilema que me atormenta tanto? Pendências devem ser resolvidas, jamais ignoradas ou postergadas, pois nosso foco se mantém preso à elas e não evoluímos.
Precisamos ser atentos, justos, coerentes, sensatos e, acima de tudo, gratos.
#JaneFernandaN
Surgiu
Como uma flor no asfalto
Não foi nem de longe
Um clichê esperado
Desses que a gente vê na TV
Surgiu e apenas surgiu
Não explodiu
Mas desabrocha
As vezes parece mais duro que uma rocha
Não foi um clichê
Isso jamais vai ser
Longe te quero perto
Perto te quero mais próximo
Mais próximo quero sua boca na minha
E o seu sorriso doce
E esse seu jeito torto
Que me irrita
Não é conto de fadas
Nem daqueles que se observa no sofá da sala
Não foi nem de longe
Um clichê esperado
Um desabrochar rápido
Um arco íris colorido
Algo premeditado
Não foi nem de longe e nunca será
Algo que se espera
Algo que se imagina
Eu nem mesmo esperava
E hoje não imagino longe da minha vida.
Tem um tempo que te olho
Já tem um bom tempo
E te olho
Não me canso
Não me deixo cansar
O meu olhar encontrar o seu olhar
Os seus doces lábios desejar
Tem um tempo
Já tem um bom tempo
Que meu coração é seu
E meu corpo deseja o seu
Eu não me canso
Não me deixo cansar
Deixar minhas mãos no seu corpo
Suavizar
Deslizar
Ah doce Anjo
Se pudesse enxergar
Com os meus olhos
Toda essa paixão que não se cansa
Ela não para
Talvez ela pode nunca cessar
Ele manda o comando
Se levanta!
O outro com teimosia diz para não levantar
Ele manda o comando
Come!
O outro com teimosia diz para não comer
Ele manda o comando
Não definha, anda!
O outro com teimosia diz
Para definhar-se, não ande!
Ele sabe o que deve ser feito
O outro sente o que deve ser feito
E enquanto os dois brigam aqui dentro
Se devoram e me detonam
O meu olhar no vazio se perde
A minha boca entre aberta não grita
Só respira
As minhas mãos não sacodem
Só digitam
Existe um pedido de socorro
Mas não ouviram
Ás Vezes -
Ás vezes glorio-me do meu tempo!
Deste estar e não-estar cheio de noite
e de mistério ...
Glorio-me das horas dos meus versos,
'inda que, às vezes, me torturem e
desenganem!
Glorio-me das horas tristes com sabor
a madrugada, cheias de silêncio e de
Vazio ...
E digo-o consciente!
Digo-o de pés firmes no chão!
Benditos sejam os versos que me habitam!
houve um tempo em que
o número de mortes não cabiam no papel
somente da janela olhávamos o céu
se receber um abraço indefeso,talvez não sairia ileso
houve um tempo em que
fronteiras eram fechadas e máscaras colocadas
houve um tempo em que
um mundo tão grande se afetou por um vírus tão pequeno
Aprendi a lidar com meus medos, tristezas, inseguranças.
Aprendi que quando vc nao esta bem aos olhos dos outros vc é um "dramatico". Que todos podem ter um "dia de cao", mas vc nao. Vc nao pode ter nada disso sem que nao encomode as outras pessoas
Aprendi a secar minhas proprias lagrimas e dispensar minha raiva em mim mesmo, sem me auto prejudicar.
Aprendi que meus assuntos sao interessantes pra mim e somente pra mim, nao por menos falo muito com meus pensamentos.
Aprendi que a solidao nao é minha inimiga. E sim, o amor da minha vida!
O que é ser amigo?
Amigo não te abandona
Não te deixa na mão.
Amigo não te machuca,
Não te faz chorar
Não maltrata, não te deixa na solidão
Sei que falei demais
Abri meu coração
Falei só a verdade.
Falei com emoção.
Não queria te perder
Não queria me afastar de vc
Apenas te dizer
A importância que tens pra mim.
Sua amizade, seu sorriso,
Sua palavra,
Que me faz me sentir assim
Uma pessoa especial.
A NOITE E SEUS MISTÉRIOS.
A noite é como uma cortina.
Não sabemos o que vamos encontrar do outro lado.
Além dela existe uma vida.
Com muitos sentimentos, que nos leva a descobrir ou nos faz recordar.
É na noite
Que a lua mostra seu encanto,
As estrelas iluminam o mundo.
Fazendo nos apaixonar.
É onde acontecem grandes amores.
Outros tantos
Adormecem;
Morrem;
Renascem;
Reaparecem.
É na noite
Que pensamos,
Viajamos,
Nos desencontramos para nos encontrar novamente.
É a noite que pensamos e repensamos... É nela que exclarecemos o que queremos,
o que buscamos,
planejamos para a nossa vida com com a incerteza de que ainda vamos viver ESSE GRANDE AMOR.
Não foi quando te perdi que o mundo desabou, foi quando me perdi.
Não foi quando estive no fundo do poço que o desespero bateu, foi quando quis ficar lá.
Não foi quando meu bolso ficou vazio que afundei, foi quando meu coração esvaziou.
Não foi quando ninguém me quis que tudo ruiu, foi quando eu mesmo não me quis.
Não foi quando enxerguei a maldade do mundo que entrei em pânico, foi quando descobri minha própria maldade.
Conhecer a si mesmo é a pior das tragédias e a maior das dádivas.
Porque as pessoas não aprendem sem passar por um sofrimento?
Desumanizar-se à ponto de perder sua Paz?
É mesmo necessário haver um martírio pra achar que se deu bem e morrer alguns anos depois com algum sentimento de inutilidade, e todas as deficiências e dependências tal qual um bebê indefeso, onde poderiam só compartilhar Amor e Paz sendo generoso com todos e principalmente consigo mesmo...
Amarelo Rua a Baixo
Não foi fácil saber quais.
Amarelos que nem usas mais!
Nem descer aquela rua.
Alegre como o campo que não lá havia.
Fôramos apedrejados nesse dia.
Naquele frio,
Que ninguém tinha como nós,
Nem a nossa voz dizia ter sentido.
Mas as gotas do teu cabelo...
Essas sim!
Eram o "mim",
O pouco de ti,
O tudo dos teus e o nada,
Dos empertigados.
(nada que eu quisesse, pelo menos)
No dia em que fomos vistos a passar naquela rua,
Já nos conheciam,
Já lá haviam jardineiros,
Varredores rua a baixo...
Rua a cima!
E os porteiros do Jardim Botânico que nos viam
E os motoqueiros da Telepizza que nos deram!
Mas nesse dia era dia de Janeiro.
Não! Espera!
Era o dia que nos dera, como se fosse o ano inteiro!
Mas chegámos lá.
Ah!... Se chegámos lá, menina dos oníricos amarelos.
Lá a uma estrada,
A um rego de água
E a um caminho âmbar.
E lá alguém passava caminhando menos belo.
Sabendo tudo,
Não querendo dizer nada,
Mas alguém que passava disse:
- Deus vou ajude!
- Deus vou ajude meus filhos!
E ajudou tia!
Ajudou tia!
Tanto que sempre serei a forma da ponta do seu cajado!
Quanto a ti...
Não sei de ti nem pra onde foste!
Apenas deixaste os ganchos do teu cabelo
E a minha gaveta desarrumada.
A saudade da seda molhada
E da gota.
Garota, garota, garota!
É o que vejo agora na refracção da gota!
Três pontinhos.
Não chegam, garota!
Não chegam para cozer a ferida de felicidade,
Exposta pelo teu bisturi... na verdade.
Quando foi o teu estaladiço odor escarlate para depois?
Quando foi?
Quando foi a ferida sangrada pelas danças nocturnas dos dois?
Quando foi?
Pela foz do cais.
Pela voz do Rui.
Pela pedras marginais.
Pelo Porto sem sentido.
Pela cascata de mãos dadas,
No eco das Arrábidas!
Gritos felizes...
Berros no bruto pra escutar no ouvido.
Agora o Cronos,
Olha para o dia da ferida,
Para o depois da felicidade,
Para a parede fria... prá nostalgia
E vê-te a ti, garota,
Vê o teu bisturi,
Vê o corte de felicidade,
O desnorte
E os teus tais três pontos de Saudade!
Saudade, saudade, saudade de ti, garota!
Saudade dos amarelos que não usas mais.
e nada mais é
se não arte
uma bica
e um fim de tarde
em Marte
Ausência I
O silêncio que meus olhos expressam
É resultado da tua ausência
Ausência essa que não envolve distância
Pois eu te vejo.
Vagueando pela casa,
De um canto a outro.
Como quem está perdido
Ou até mesmo no lugar errado.
O toque frio, cheio de pressa,
Ansioso pelo fim do expediente.
A fala dura, engessada,
De um robô pronto para servir.
O olhar desviado, transbordando medo
Que se encontrado, será forçado
A assumir o que há de errado.
Sua ausência é covarde.
Não resolve,
Tortura.
Abençoadas são as crianças que caem
E não deixam de brincar,
Que se sujam mas sabe que tem alguém pra
Lhe limpar,
Que se machucam mas tem alguém pra beijar suas feridas
Que brigam com seus amigos mas em segundos
Estão se abraçando novamente
Abençoadas são as crianças
Porque passam tempo de mais brincando
E não tem tempo para sentir ódio
Em seus pequenos corações
Abençoados sejam as jovens crianças
De vossas novas gerações
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