Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
O Amor.
Amo não se vê.
Amor não se toca.
Amor não se pega.
Amor não se compra.
Amor não se vende.
Amor não se empresta.
Amor não se dá.
Amor não abandona.
Amor não agride.
AMOR se conquista.AMOR se sente.AMOR se dos.AMOR cuida.AMOR se vive.
E mesmo eu morrendo o "AMOR "sobreviverá".
O Amor.
Amo não se vê.
Amor não se toca.
Amor não se pega.
Amor não se compra.
Amor não se vende.
Amor não se empresta.
Amor não se dá.
Amor não abandona.
Amor não agride.
AMOR se conquista.AMOR se sente.AMOR se dos.AMOR cuida.AMOR se vive.
E mesmo eu morrendo o "AMOR "sobreviverá".
" Ter medo..., não apenas um
Mas medo de algo que não conheço
Algo que não é o ver, nem o tocar
Mas o sentir
Não ter medo só de sentir
Mas do jeito estupido que ele te faz agir
Por alguém que não merece
Alguém que não te corresponde
Ter medo da aproximação
Quando vejo alguém a tentando
Mesmo sem querer, eu a afasto
Contudo isso, tem o medo da rejeição
Medo de ser rejeitada
Rejeitada por sentir o que não é correspondido
É triste ver em estudos comparar o amor...
Pra mim o amor não tem comparação!
Qualquer ciência que use o amor como argumento de estudo vai usar números e fatos que o deprecie.
Quando á amor em um relacionamento, os resultados são diferentes sobre qualquer aspecto que possa depreciar sua ação e reação.
Amor legítimo é suficiente para durar sobre todas as situações.
Se o amor fosse físico ele cortaria um diamante e ao mesmo tempo é suave como uma brisa, ele esfriaria um vulcão e o acalmaria e se fosse fogo, ele aqueceria na temperatura certa.
Toda experiência que envolve os sentidos dos homens deve ser respeitado pois, como mostra a ciência, o homem vivendo o efeito das suas emoções de forma impensada tende a reagir pra bem ou pra mau com exagero.
O amor traz paz, trás a certeza de estar fazendo a coisa certa.
A tristeza ou a euforia não são resultados do efeito de ser amado ou amar.
A ação é a reação do homem sobre o efeito do amor é a mesma para quem da ou recebe.
Eu amo amar o amor, porque com ele, nós somos nós mesmo.
Mas respeito estudos sobre os sentimentos dos homens e que torço para que o resultado seja o caminho de encontrar o amor.
ACALANTO
Ide amor.
Traga de onde quiseres
O ser amado. De onde for!
E,
se não o teres
No prazer do teu calor
Volte! Não é adeveres
Tê-lo como louvor
Se acaso cansares
Outro conforto há no Criador
Se desejares
Serás vencedor
Pois amor é satisfação
E,
não um gestor
Acalme o seu coração!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, 12, junho
Cerrado goiano
Alguém?
Amor? Oque é amor?
Até onde vi nos meus pais,
Amor é não desistir
Amor? Oque é amor?
Até onde vi com meus amigos,
Amor é beleza
Amor? Alguém me explica oque é o amor?
Ate onde li nos livros,
Amor é paciência
Amor? Alguém pode me ajudar?
Ate onde vi no mundo,
Amor é raro
Amor, amor, amor... Oque sera?
Ate onde vi na igreja,
Amor é Jesus
Amor? Talvez eu saiba!
Que o amor é tudo, o amor é nada. O amor é força, mas também é fraqueza. O amor é força vital, mas tem bem é morte.
É o sorriso espontâneo, é o choro da despedida.
Ah, o amor...
Onde acho alguém para amar?
Visto que não quero mais escrever
Não consigo me livrar dos pensamentos
Que insistem em todos os momentos
Num abraço estar sempre a te envolver
Condenado ao fracasso está o amor
Que incapaz é de enfrentar a solidão
Cujas portas fechadas estão
Do coração que não aguenta mais sentir dor
Frente as portas fechadas meus esforços são em vão
Pois não há poema que se esgueira na fresta da janela
Entrando mesmo ao ser lido pelos olhos dela
Que é capaz de abrir as portas de seu coração
A desistência, a mais sensata das opções me parece ser
Mas recuso-me a tão fácil desistir
Mesmo que continuamente tenha que insistir
Por mil anos ou mais para prevalecer.
Na boca alheia não vejo encanto pra confortar meu pranto por viver a te amar,
Felicidade não sinto e eu sei que eu minto quando em você venho a pensar,
Uma existência hedônica de uma fantasia platônica que nunca se fará presente,
Mas estará sempre em meus sonhos a fim de confortar meu coração e torturar minha mente.
"Criamos histórias que não vivemos
nos satisfazemos com a ideia do que não há
Mas do amor pouco sabemos
Pois só sabe quem pôde um dia amar
Nos tempos do ser humano descartável
Imaginamos que em outros tempos poderíamos ser mais amáveis
quem me dera o tempo controlar
Mas posso sim imaginar
E transportar o sentimento
Para quem acredito ser a pessoa que escolhi amar
Nos tempos em que a tecnologia nos trouxe a solidão
São dos tempos passados que vou me agarrar
Sigo então na contramão
Volto a shakespeare
Mas não são os poucos dias de amor
Faço minha história durar
Para que seja eterno enquanto dure
Para que seja intenso e cure
A tristeza dos problemas do meu lugar."
Aprende logo menina:
Tudo na vida passa. A vida não espera
Suas dores passarem, não seja só mais
Uma passageira diante da vida.
Não espera pelo tempo, nem
Pelo destino, nem por Deus.
Desapega do que só te leva para trás
E só te trava o andar e pega uma
Carona com a vida e corre
Atrás daquilo que te faz bem
E se afasta do que só te faz mal.
Beijo bom não é aquele que sentimos na carne
Com aquelas vontades de "mão boba".
Beijo bom é quando sentimos na alma;
Quando só o beijo é necessário para a chama da alma acender
E não o fogo da carne!
Beijo bom é acompanhado de amor, ternura e paz
Que faz nossa alma se sentir em paz!
Beijo bom nos faz saltar de alegria
E não prantear o arrependimento.
Beijo bom poucos conhecem
E àqueles que conhecem, tem a dádiva de poder voar de mãos dadas com o amor.
Vamos falar sobre a frase "cada um oferece o que tem"
Então se um pessoa não oferece o que você espera, ela é automaticamente má? Será?
Somos nós os únicos culpados por esperar demais, depositar nossa felicidade e expectativas no outro. Já se perguntou se o outro sabe o que você espera dele, ou se ele está afim de lhe dar o que você espera? Já se perguntou se você não é expectativa de alguém?
Não estamos aqui para servir ninguém, estamos para ser felizes, busque a felicidade sem esperar nada de ninguém, porque ai sim ela será somente sua.
Por Cássia Andrade
Lembrando de nós dois amor.
Esperança que não acabou.
De te ver seguir em frente.
Com a liberdade que sonhei pra mim.
Quero você inteiro, acordado.
Sonho pra ti o q não me cabe mais.
Sonho bom de gente boa.
Sonho de paz e água clara.
Sonho de amor e riso farto.
Por favor amor, seja feliz.
Se não por você, seja por mim.
Viva por mim.
Simples assim.
E se um dia eu não estiver aqui
Possa sentir em ti
O que não existe mais em mim.
Vida de cachorro vira-lata não é fácil.
Basta um pratinho de comida, um pouquinho de carinho e ele vai te seguindo, se torna até seu melhor amigo.
É tão forte, não existe doença que o derrube, um cercado que o segure e nem um cão bravo que o iniba.
Mas passa uma cadelinha no cio e cadê teu grande companheiro? Se perdeu no mundo!
Sem rumo, brigando, passando frio e fome.
Vida de cachorro vira-lata não é fácil.
ESPERANÇA
Era tanta solidão, que deitei-me
sobre a saudade, e ali fiquei.
Não sei se horas ou dias.
A saudade me acolheu.
Sonhei com coisas idas como paixão,
com o amor que foi perdido.
Acordei sem horizontes ou ideias na lembrança.
Sei que dentro de mim havia, uma nova vontade.
Apoiei-me nela, pus-me em pé ,e sai buscando
pelas ruas aquilo que perdi.
Achei-te enfim , sorriste para mim como criança.
Tomei-te em meus braços beijei-te muito muito,
e em lágrimas agradeci, a esperança.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Deus não só criou; ele participou e continua participando.
O sofrimento de Deus não é porque ele sofre, mas porque ele sofre por nós, pois não quer ver a gente sofrendo. Por isso, ofereceu-se em nosso lugar, para que não sofrêssemos.
Antes disso, ele já vinha como o Anjo do Senhor, o próprio Jesus, aquele que aceitava adoração e tinha autoridade para abençoar e repreender como nenhum anjo poderia fazê-lo.
Acordei pensando: antes de eu viver, Jesus viveu primeiro; antes de eu sentir, Jesus sentiu primeiro; antes de eu chorar, Jesus chorou primeiro; antes de eu sofrer, Jesus sofreu primeiro; antes de eu clamar, Jesus clamou primeiro.
O próprio Deus, o Espírito Santo, clamando por mim a Deus. Antes de eu orar, o próprio Deus ora por mim.
Deus eterno. Antes de eu ser, Jesus é!
Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares. Josué 1:9
Vinde, cantemos ao SENHOR; jubilemos à rocha da nossa salvação. Salmos 95:1
Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém. Romanos 16:27
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“Amanhã, dia de Corpus Christi. Não vou comungar, não tenho vontade, apesar da paz que sinto. A despeito das minhas dúvidas, dos meus erros, acredito, acredito. A verdadeira fé deve ser mesmo a vontade de crer, de aceitar com humildade como faço agora. É pensar: quero crer, portanto creio. Esta a força que nos leva à frente. Não se deter no pensamento do que é certo ou errado, verdadeiro ou não, mas querer com toda força, aceitar, aceitar. Mas mesmo assim, aceitando, não sei por que, não tenho vontade de comungar. Adio, adio sempre, para uma época que não sei quando, talvez quando não tiver mais tempo. Penso comigo: quando me aposentar irei diariamente à missa como mamãe, Tidoce e Dazinha faziam. Será que me aposentarei um dia? Para mim a aposentadoria é um prêmio tão esperado que chego a temê-lo. Serão dias de sol, de música, de alegria. A liberdade em parte, pois com Nonô na situação em que se acha não me é possível tê-la integralmente. Mas a liberdade exatamente como é mais bela, a liberdade que o amor dá. Não desejo nem nunca desejei a liberdade integral, desde a morte da minha mãe. Liberdade sim, mas presa pelo amor a alguém, a alguma coisa. Liberdade total para mim significa abandono, falta de amor. Preciso querer alguém, prender-me, sentir que necessitam de mim, mesmo apesar do meu receio, das minhas queixas. O que poderei fazer da liberdade total? Arrastá-la como um fardo, invejando as cadeias do amor dos outros e suspirando por elas. Sentarei num banco de praça numa manhã fria e de sol, vendo as árvores, sentindo o vento, ouvindo o vozerio das crianças que brincam, os rumores da vida meio distante através da névoa dos anos vividos. Andarei devagar pelas ruas, pisando as folhas caídas no outono, tentando adivinhas o mistério de cada casa adormecida na manhã fria. E à noite, sentada no quarto de música, ouvirei tudo que amo, olhando os quadros, os retratos na parede, pensando com doçura nos que já se foram, rebuscando na memória um som, um gesto, um sorriso esquecido no tempo.
A vitrola para e me levanto para tirar o disco. Nonô vem saindo do quarto, cheio de tinta. Vou ajuda-lo a lavar as mãos. Irrita-se porque tento enxaguar mais uma vez os dedos que ele julga limpos, me empurra, zanga-se. É sempre assim. Insisto e enxugo vagarosamente os seus dedos, tirando qualquer resto de tinta que por acaso tenha ficado, com um pano velho. Do banheiro encaminha-se para a sala de música, onde liga a televisão e senta-se na poltrona favorita. Acompanho-o me sentando também a seu lado e começamos a ver um filme onde um dos personagens num dado momento faça de inferno. Sacode a cabeça e escreve no caderno, me mostrando: “Não tem inferno, juro a você.”
Olho-o em silêncio e ele mantém o meu olhar, reafirmando com a cabeça:
- Não, não.
Estou com ele, mas quantas vezes não tenho discutido no confessionário a esse propósito! Foi mesmo origem de um desentendimento meu com um padre a quem detestei no momento. Passei muito tempo sem voltar ao confessionário, para quê? Se não admitiam que eu fosse sincera? Que me adiantava dizer que acredito na existência do inferno, se dentro de mim penso o contrário? Nonô, por exemplo, já tem o seu inferno aqui mesmo. Quase cinco anos emparedado vivo, haverá maior inferno? Nem mesmo a morte, libertação, apesar do medo que a precede.”
Vida Vida – pp. 201 e 202
TragediAna
Quem era Ana?
A estranha do portão?
Essa foi a sua fama
Por não ser como todos são,
O que ela queria?
Do que ela gostava?
Isso ninguém sabia
Porque ela não falava,
Em suas noites de solidão
A pobre Ana chorava
Os seus dias de humilhação
Para o travesseiro desabava,
Todos a desprezavam
Sem qualquer explicação
Mas não imaginavam
Que ela já encontrou a solução,
Eles não conseguiram seu perdão
Sua triste voz ecoava naquele portão
Agora todos lhe ouviram
Como nunca tinham ouvido até então,
O seu nome era Ana
Uma jovem libriana
Rejeita por quem não a ama
Fez seu túmulo em sua cama.
Pequena
Como ela é fofa,
Miúda e sorridente.
Não subestime sua força,
Nem mesmo sua mente.
Sua coragem não tem tamanho,
Seu amor é incomparável.
Mesom quando não está amando,
Ainda é muito amável.
Não desperte sua ira,
Nem mesmo sua paixão.
Msm que ela ria,
Vc pode partir seu coração.
Por fim a ame intensamente,
Sem descriminação.
Assim irá pra sua mente,
E pro seu coração!
Desde que não me seja impunemente
Farei de tudo assim que seja escuro
E do menos óbvio que não seja puro
O máximo do claro e evidente
Desde que não me tirem a minha paz
Farei do mais opaco o transparente
Más não por ser tão forte ou valente
Nem me achar extremamente capaz
É que eu trago no meu olhar nascente
E com toda imagem ampliada
A visão do meu cascalho vivente
E no peito a dor resignada
Da amargura em estado latente
Que tão friamente ficou guardada
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