Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
PEDRA RARA
A concordância verbal do meu interlocutor com o meu verbo, eu a vejo como equilíbrio! Porém, esse ouvinte é uma raridade. É como Pedra preciosa que está escondida a sete capas no silêncio de cada um. Em sendo esta a realidade da harmonia dos homens, este ato é um milagre acontecer!
Pensador Agenor Escritor
EU VI...
Eu vi
Um ladrão honesto
Eu vi
Um mentiroso falando a verdade
Eu vi
Um velhinho aleijado e cego
Pedir esmola sem necessidade.
Eu vi
Um surdo ouvir um trovão
Eu vi
Um padre negar a cruz
Eu vi
Um justo rejeitando a bíblia
Eu vi
Um ateu aceitar Jesus.
Eu vi
Vi tudo isso que eu já falei
Eu vi
Escrevi tudo quando acordei.
Se eu fosse poeta...
Há se eu fosse poeta!
Eu saberia o que escrever,
Nem precisaria pensar muito e as palavras iriam surgir;
Palavras das quais eu jamais imaginaria que pudesse escrever;
Sabe aquelas palavras diferentes que chega te deixar inspirado?
Pois é, eu não sou poeta e tão pouco sei usar essas palavras,
Meus poemas não tem palavras diferentes ou bonitas,
Pois eu não procuro enfeitar um poema,
eu simplesmente escrevo o que estou sentindo
ou o que vem na minha mente.
Não sei escrever bonito como os poetas consagrados,
Minhas palavras são simples e singelas,
Mas posso garantir que são as mais puras e sinceras,
Pois vem direto do meu coração!
Não é sempre que consigo escrever,
preciso de uma inspiração e não é sempre que à encontro,
Mas tem momentos que sinto uma enorme necessidade de escrever,
Não sei explicar ao certo o que acontece,
mas tem certas horas que tudo o que preciso
é de um papel e uma caneta,
é como se assim eu conseguisse expressar tudo
o que sinto sem precisar falar com ninguém,
e sem ter que dar muitas explicações!
Não me importo se ninguém vai ler o que eu escrevo
ou se vou receber algum comentário,
esse não é o meu objetivo!
Eu escrevo para mim mesmo,
eu escrevo para me sentir melhor,
é como se eu escrevesse tentando salvar a vida de alguém
talvez a minha própria vida!
É como se atravez de palavras eu tentasse explicar
todos os mistérios do universo.
As vezes posso ser mau compreendida,
podem me julgar porque meus poemas não são como os dos outros, ou porque não rimam ou porque não contém palavras bonitas, para mim pouco importa, gosto de ser autentica, as vez até citar uma que outra frase de outros autores mas sempre procurando ser eu mesma, com minha simplicidade e fácil compreensão no que escrevo.
Não vou me estender mais,
pois poderia passar horas aqui escrevendo,
já que é o que eu mais gosto de fazer.
Escrevo não para agradar os outros e sim para desabafar e tentar colocar em poemas o que estou há pensar!
Quando eu vejo que tem coisa aí, eu logo me interesso.
Vou atrás da coisa, olho a coisa, pego a coisa e a coisa me pega.
Me pega e me coloca dentro, dentro da coisa.
A coisa vem atrás, a coisa me olha e a coisa me pega.
Quando eu entendo a coisa, a coisa também me entende, cria-se um caso, um laço.
Eu e coisa, coisa e eu.
Quando eu não entendo a coisa, ela fica dentro mim, que sou outra coisa.
A AMIZADE ENTRE NÓS
Eu descobri que a amizade
Pode nascer, mesmo sem se esperar
De algo de em comum
Que haja entre nós
De pequenas coisas
De uma simples canção
Haja o que hover
Sempre irei lembrar você, amiga
Quando eu ouvir
Os sons das melodias
Das cnçoẽs que cantamos
Só restou saudades
Vontade de voltar
Denovo ao passado
Onde estives
Poderás também
Lembrar de mim
Se me procurares
Naquelas cançoẽs
Irás me encontrar
Foi muito bom
Poder conhece-la
Dividir com você
Algo especial
Que fará com que eu
Possa sempre lembrar me
Que a amizade entre nós
É presente de Deus
“O eu do meu ser”
Meu eu
Meu inferno
Minhas lágrimas negras
Meu sorriso enganoso
Minha solidão e meu desejo venenoso
Meu cavalheiro impiedoso
Meu pecado mortal
Meu pilar nas noites de fadiga
Meu eu
Sou quem sou pelo ser do meu eu
Com uma coroa de vergonha sobre a minha cabeça
Me escondo do meu próprio eu
Mas acabo sendo descoberto de mãos atadas
Pelos olhos que nunca abrem
A escuridão… do meu Eu!
coisas de amigos:
e agora?
-vai
e se der medo?
-vai com medo mesmo.
e se eu cair.
-eu te seguro.
e se não aguentar também?
-caio junto.
e se eu me apaixonar pelo caminho?
-eu vou te zoar!
e se eu me magoar?
-estarei ao seu lado à te ouvir.
e se "VOCÊ" se machucar?
-eu vou rir.
e se "EU" me machucar?
-relaxa! eu cuido de suas feridas.
e se eu não voltar?
-eu vou te buscar.
e se eu me perder?
- eu te encontro.
e se eu não resistir?
-me grite antes de desistir.
Odeio ele, odeio 500...
Odeio muito mais neste dia dos namorados.
Odeio os caras que eu amei
E que eu fiz me amar pra depois deixar...
Os que me amaram e eu fiz me odiar...
Odeio ter escolhido tanto, e saído com caras errados...
Os meus vizinhos tarados...
Pra quem eu nunca... não de novo..
Odeio os caras pra quem eu dei...
Por que eles realmente, só queriam uma coisa..
Odeio meu linguajar sujo e um tanto arrojado...
Odeio quem eu era... Odeio mais...
Mais odeio, muito mais quem me tornei...
Como borboletas...
Passei toda a manhã,
esperando a chuva ir embora
para eu visitar o jardim
e o sol, inquieto,
aguardava comigo.
No final da tarde,
ele secou a terra molhada
para eu caminhar entre as roseiras
e ler em voz alta, as poesias
que saltavam do livro
e voavam como borboletas
a cada página virada.
by/erotildes vittoria
Te ver desistindo de "nós" é a pior sensação que eu já tive na minha vida...
Te ver tentando "amar" um outro alguém...
Marcar um outro alguém nas suas coisas...
Apagar as poucas fotos q temos ou q significam algo...
Querer estar com um outro alguém...
Feliz com um outro alguém...
Era para ser NÓS...e somente isso... :'(
É isso que maltrata, que machuca, que fere, que sufoca...
DESISTIR...não era para ser assim...
não "tínhamos" tudo para dar certo...
"TEMOS" tudo para dar certo...e estamos deixando "ir"...
com o tempo esquecer...nos tornar meros desconhecidos...
CARA...que saudade...TA SUFOCANDO MUITO...
Ta tomando a decisao errada :(
Eu me perdi em algum “E viveram felizes para sempre.” que estava escrito num daqueles folhetins de rua que a gente nunca lê. Talvez eu tenha me enrolado um pouco nas definições de amor colorindo o céu de vermelho apenas para me apaixonar pelo teu todo, sei lá.
Dizem que o amor de um escritor nunca morre, e mesmo morto dentro de tudo que eu sempre achei bonito, estais por aqui, estranho. Entre tantos que me arrancaram risos estrondosos, gargalhadas vergonhosas, apenas você rouba as minhas palavras e sucumbe tudo que há de bom em mim. Sinto-me mal por não ser o teu bem, me sinto mal por você ser o meu mal, mesmo que você nem saiba disso.
Sabe menino, eu escrevo sobre tudo o que já morreu aqui dentro.
Escrevo sobre as metáforas que crio para justificar minhas fugas rumo ao infinito. Inicio da maiúscula até o ponto final milhares de tracejados que combatam a memória ruim. Bordo em palavras sobre o dia que passou, sobre as chances que perdi. Você é a minha chance perdida, você ainda está vivo em algum canto aqui celebrando carnavais. Está aqui, talvez, navegando em uma das veias, controlando um bocado de nervos. Está aqui. Por isso ainda não merece um texto meu, pois eu ainda não te esqueci.
Entrelaçávamos os dedos, porém não os planos, e eu até esquecia os infortúnios no exato momento em que as costas da tua mão direita deslizavam pelo meu rosto. Disse que me amava, e eu não entendia como os teus olhos não eram tão mentirosos quanto a tua boca. Era uma exceção entre todas as exceções, a melhor consequência, a melhor coisa que nunca tive.
Você me amou apenas uma vez. Eu te amei apenas uma vez entre todas as vezes que nunca demonstrei, mas estavam ali, gritando por uma resposta urgente, aturdidas por ouvirem os teus ecos de reciprocidade num único momento de vontades vorazes.
Vou esquecer o outono enquanto te embalo nos meus pensamentos, não existe tempo seco quando o úmido da tua saliva desconecta os meus sentidos. Barganhava o meu zelo, movia-me de acordo com os seus acordos. Ele me desarmava com dois sorrisos e duas mordidas no pescoço.
Porque até o coração vende uma imagem errada de si, não é?
Continuo sentada no muro da existência verbalizando os meus anseios, como se traduzi-los em poemas fossem me fazer voltar num tempo que nem sei ao certo se quero voltar. Quem sabe isso tudo me convença de quê eu choro poesia só para não te perder pro esquecimento, ou apenas para não me perder nos meus próprios devaneios. Embriago-me de possibilidades, rodopio em um olhar que sempre achei que fosse meu. E morro a cada vez que concordo com a cabeça baixa, a cada vez que aperto a mão do destino, engolindo a seco as coisas que poderíamos ter sido – e não fomos.
Enlouqueço aos pouquinhos quando até o moinho de vento canta o teu nome.
Andando por essas ruas não tão familiares sem a tua presença, percebo que nem eu me familiarizo mais comigo. Acho que vai ser assim que vou marcar os teus hábitos na lua e te encontrar a cada eclipse. Eu poderia ter sido o teu sol se você não preferisse as noites estreladas.
Pelo menos alguma coisa sobrou da gente.
O nosso eclipse.
E eu nunca mais te encontrei.
O BRASIL, A MÍDIA E O GOVERNO
DIZER QUE É A COPA DAS COPAS
EU JÁ VEJO QUE O BRASIL DAS COPAS
COPA DA HUMILHAÇÃO
COPA DO DESCASO
COPA DA INDIGNIDADE HUMANA
COPA DA POBREZA E FOME
COPA SEM DIREITO A SAÚDE
COPA SEM DIREITO A EDUCAÇÃO
COPA DA CORRUPÇÃO
COPA DA VIOLÊNCIA E MORTE
COPA DAS INJUSTIÇAS SOCIAIS E POLÍTICAS
COPA DA INSANIDADE HUMANA
COPA MAQUIADA DE TANTOS SOFRIMENTOS
COPA DE UMA REALIDADE QUE NÃO CONDUZ A SER REALIZA
COPA DO RESPEITO QUE EU QUERO
A Solidão e Eu
Convivemos muito bem:
minha cúmplice Solidão e Eu.
Sempre caminhamos juntas
por essa nossa vida inteira...
Entre nós não existe dúvidas,
cobranças ou questionamentos!
Não fazemos perguntas inúteis
e não respondemos o óbvio.
Conhecemos nossos limites,
por isso nos entendemos bem.
Faça como minha fiel solidão:
respeite o meu ostracismo e
eu respeitarei a tua liberdade!
Não me tire do meu mundo
_ peça e eu irei ao teu...
EM BUSCA DA FELICIDADE PERDIDA
Eu vou...
Hoje começo mais
uma partida vou em busca
de uma felicidade perdida.
Que nunca soube
esperar estava
bem pertinho de mim,
mas eu a dexei escapar...
Vou corrrendo
emocionadamente
para a recoperar.
Tenho fé de que hei-de
a encomtrar depois
de a perder sinto
que a estou precisar,
sem ela é como se
tivesse deixado
de respirar.
SÃO esperanças perdidas
SÃO sonhos irrealizáveis
SÃO são palavras partidas
tudo pela ausência
da felicidade.
A felicidade não
surge depois do
sonho
realizado,
A felicidade é a
realizadora do
próprio sonho,
POR ISSO
Eu vou....
Sem saber onde
a encontrar
seguirei minha
alma ela
me vai direcionar,
Num destino longe
e imprevisível onde
alma vai esvsziar,
pois é preciso
se sacrificar
para que dos seus
frutos eu
possa provar.
POR ISSO
Eu vou...
Com o sorriso da
alma
pairando no ar
com a força dos
ossos que me
possiblitam
movimentar,
com os olhos
enchados de tanto
chorar(de emoção).
Eu vou...
Correndo sem poder
parar almejando a
alcançar esta
felicidade,
Eu vou...
Sem remorso nem
medo de não mais voltar.
Eu vou...
Suportando
ardentemente
o raio solar,
atravessando rios,
lagoas, até
o alto mar.
Mas sinto que forças
já não tenho para
continuar
deitei-me numa pedra
gigantesca que havia
perto do mar tão
logo pus-me a pensar:
Por onde a felicidade deve estar?
Não tarda nada
passou um raio solar
sobre as nuvens a
iluminar,
logo espalhou-se...
E deixou uma escrita
que só a alma conseguiu descodificar.
A mesma dizia: Não
viva de retaliação, não
pense
nem fale daquilo
que te faz sentir mal,
você me encontrou
porque
me procurou
coma alma e o
coração.
Emanuel da gama.
Pensamentos Pensados.
"Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar."
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
A LOUCURA ESTAR NOS LOUCOS:
Loucos
Encontro em vós, um eu reprimido
Avisto seus atos, distantemente
Pergunto-me o motivo, de tal rebeldia
Descubro em mim, a resposta
Para os loucos
Não é permitido, uma vida tranquila
Não é permitido, a normalidade
A coragem que há, não sei onde está
O medo do despreso, me encomoda
A neutralidade, me aflita
Não posso evitar
Só quero agarrar, o que falta à mim
Só quero servir, os que por mim choram
Devo sentir, a loucura dos sábios
Devo amar, os não amáveis
No jogo do amor, eu ganharei
Posso perder, por ingratidão
Mas jamais deixarei, de ouvir, meu CORAÇÃO.
Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua esposa.
Eu perguntei: por que sua esposa está em casa de repouso?
Ele disse:
- Porque ela tem Alzheimer (perda de memória).
Eu perguntei: a sua esposa se preocupa e sempre te espera para ir tomar café com ela?
E ele respondeu:
- Ela não se lembra... Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece.
Surpreso, eu disse:
- E ainda toma café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconheça?
O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão. Em seguida, disse:
- "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é".
Eu quero seu beijo
Mas tenho medo
Medo do que posso sentir
De querer fechar meus olhos
E sonhar a realidade
Eu quero seu beijo
Mas tenho medo
Medo de sentir o arrepio
De ser tomado pelo destino
E não querer mais voltar
Eu quero seu beijo
Mas tenho medo
Medo de sentir o sabor
E de tanto te beijar
Viciar meu paladar
Eu quero seu beijo
Mas tenho medo
Medo de ser só outro beijo
E eu ficar com meu desejo
Sem sua boca, sem meu ar
Chega de só beijar
Então seja sincero
Pois tudo o que mais quero
É seu beijo verdadeiro
Me deixe acreditar
Quero sentir no seu beijo
A certeza de que será assim
Que quando a vida acabar
Será com esse beijo
Que quero me despedir
Parece coisa boba
Mas quero você do meu lado
Na cama, na cadeira do cinema
Na mesa jantando
E na vida inteira
Eu quero seu beijo
Mas tenho medo
Se o que tem é veneno
Então, não faça de mim
Outra vítima do seu beijo
Me conhece da onde?
Eu cai no mundo, experimentei a dor e o prazer
Com isso adquiri discernimento, consciência
Para expandi minha luz própria
Sigo meus instintos, cometi meus erros, vivi minhas experiências
Eu me arrisquei eu vivi até de maneira extrema sim!
Tenho muito a aprender...tudo na vida é muito importante
As experiências não podem ser desprezadas.
Eu vivo tudo sem medo da conseqüência
Sou inconseqüente porque não vivo pela conseqüência do medo.
Vivo pelas causas, quem vive pela conseqüência é uma pessoa regrada obediente ótima para ser comandada, por que ela tem medo das conseqüências
Eu, evoluo porque vivi a sorte e o azar eu me arrisquei, me joguei na vida
Eu não me neguei nada, não me intimidei por nada.
essa consciência que sorte e azar não existe, que tudo foi criado por nós mesmos e que podemos alterar nosso destino a qualquer momento!
A dor vale quando se extrai dela o aprendizado
Entras
No nosso quarto com o teu perfume.
Aroma forte que eu tanto gosto.
Entras como se entrasses no mar.
Fecho os olhos esqueço tudo.
Entrego-me nos teus braços.
Lanças-te com se fosses contra as ondas.
Contra as ondas do mar.
Perfumadas, adormecidas, salgadas.
Roubados no tempo dos cortejos, dos sorrisos
Tempo florido, vestido de fogo.
Nas pálpebras sem esforço , sem cansaço.
Primavera silenciosa na alma, no corpo
Melodia encantada de gemidos.
Nas noites de lua, de sol, rastro dos teus passos.
Abraços quentes, sentidos, poéticos.
Entras no nosso com a saudade e a liberdade.
De amar com paixão, derrubando a solidão!
- Relacionados
- Textos de Amor
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
