Textos que Descreva a Si Própria
Em infinitas possibilidades
Anseia-se a liberdade
Para compor sua própria música
Em uma escala subatômica muda-se a percepção
Transforma todas as coisas
Somente numa coisa única
Cada segundo uma nota
Cada nota uma cor
A dor é uma experiência quando há distância da essência
No cinema da mente busque ser o diretor
Mas se perdemos o controle do barco
Pensamos que somos fracos
Ignoramos a onda probabilística
Até que percebamos que somos a própria água
O pensamento é a prancha
E que tudo se resume em aprender a ser surfista.
O cofre do Diabo.
Era de madrugada. O quarto enegrecera mais do que a própria escuridão de costume, onde repousava Lucius seu descanso matinal. Encheu-se o lugar de uma fumaça insólita e soprou uma agradável brisa refrescante, impregnando o ambiente de um instigante e sedutor perfume. Era Ele. De aspecto angelical. Havia dito que *Lucius* seria um PODEROSO cofre humano, onde estariam guardados os tesouros dos mistérios do mundo físico e espiritual...
🦉
A vida é uma parte que integra a existência. Não é a própria existência. Esta, é mais complexa que aquela. Pois a existência compreende o ser, e o ser é complexo.
A vida, parte do ser, é apenas um, dos veículos da existência! Isto é, da essência total de um indivíduo. Por isso é justo afirmar que a existência não se encerra com o fim da Vida. Pelo contrário! O fim da Vida é exatamente o começo da experimentação da existência!
Paradoxal, antagônica e curiosamente a existência, só pode ser atingida literalmente, com o fim da Vida; isto é, através da Morte! Pois a Morte é a ponte que liga a Vida à plenitude da existência!
Paráfrase da própria ideia
É quando ocorre um pensamento próprio, mas o pensamento não é anotado de imediato. Então, com o decorrer do tempo, quando a mente não consegue se lembrar, na íntegra, do próprio pensamento ou da própria ideia, parafraseia-se a própria ideia e tem-se, aí, o resgate do próprio pensamento.
Às 08h07 in 26.02.2024
Sobre o talento nato, dissertou Lucius:
- E por ser inato, assemelha-lho-ei à própria constituição Física, de cada um. Pois assim como o Corpo se desenvolve com o tempo e através de alimentos que se dão a ele, o talento, também, amadurece com o tempo e se desenvolve com a prática! Chamo de prática, toda e qualquer circunstância que o leve a se desenvolver! E quero crer, ainda, que, via de regra, os talentos natos são distribuídos especificamente pela natureza, a certos indivíduos. Não refiro-me aos dotes ou sentidos naturais, comuns. Pois estes, todos os indivíduos têm. Refiro-me ao talento específico. Ao direcionado. Aquele que faz o indivíduo ser destaque da maioria, capacitando-o a feitos diferentes! O indivíduo predestinado a tê-lo, será, espontaneamente, colocado sempre em circunstâncias que o forçarão a desenvolver mais e mais, seu talento nato.
Às 12:00 in 29.07.2024
Sobre a renovação do espírito científico
De tempos em tempos, para a própria saúde da evolução intelectual ( mental ) de um pensador, este, deveria isolar-se por um significativo momento e se submeter a uma espécie de metamorfose gnóstica, sobre tudo o que aprendeu ao longo da vida! Reavaliar todo esse trabalho e comparar ao seu espírito, hoje, muito mais amadurecido. E quão magnífica será tal comparação ou renovação de seu espírito científico, ao perceber que tal reavaliação ( reciclagem intelectual) mais se assemelhará a uma descoberta!!! Tal buscador se surpreenderá, deveras. Pois ter espírito científico, não é apenas se ater a novas descobertas. ( Isto é, descobrir o que nunca conheceu). Mas também, ou talvez sobretudo isto: reavaliar o que já se sabe e re-ajustar tal conhecimento, melhorando-o. Apóstolo são Paulo diz: "transformai-vos pela renovação de vosso entendimento". Aqui está umas das demonstrações Bíblicas mais inequívocas, de que a mente de um indivíduo é renovável. Isso não é outra coisa senão a capacidade de reedição, das coisas de que se aprendeu!
Às 12:21 in 04.05.2025
E a própria morte, "o último inimigo" do homem, será destruída pela ressurreição. No momento em que ouvirmos a voz do arcanjo e a trombeta de Deus, "então será cumprido o que está escrito: tragada foi a morte na vitória". “Este corpo corruptível será revestido da incorruptibilidade, este corpo mortal será revestido da imortalidade” e o Filho de Deus manifesto nas nuvens do céu destruirá esta última obra do diabo!
John Wesley -Sermões O objetivo da vinda de Cristo, III, 2-5 (J, VI, 275-76).
Quando morremos com Jesus
(reputação, justiça própria, glória, honras, etc..), começa a nossa nova vida em Jesus. E mais, os mortos têm todas as suas dividas canceladas. Qual acusador ou credor tem poder para entrar na morte e cobrar os que morreram em Cristo Jesus? Se morrermos em Cristo Jesus na Cruz já foi tudo pago (Cl 2.13-14).
De Agostinho foi dito que a própria grandeza de seu nome tem sido o meio de perpetuar os erros mais grosseiros que ele mesmo propagou. Mais do que ninguém, Agostinho encorajou a doutrina perniciosa da salvação pelos sacramentos de uma igreja terrena institucional, que trouxe consigo rituais sacerdotais com todos os males e as misérias que implicaram no decorrer dos séculos.
John W. Kennedy - The Torch of the Testimony (Christian Books Publishing House, 1963), p. 68
Em meio a tanta dúvida e aflição,
Sinto-me perdido em minha própria prisão,
Cercado por vidas que me geram solidão,
E uma angústia que me corrói o coração.
Procuro me encontrar em meio ao caos,
Mas cada passo é mais difícil que os outros atrás,
Minha alma grita por paz, por uma solução,
Enquanto meu coração sangra a dor da solidão.
Tudo o que eu queria era um pouco de alento,
Um conforto para esse vazio que me assola por dentro,
Mas a solidão é um manto que me sufoca,
E a tristeza é um peso que me arrasta como uma rocha.
Ainda assim, eu persisto em minha jornada,
Em busca de um caminho que me traga a felicidade almejada,
Que acalme meu coração, que cure minha alma,
E que me leve de volta à alegria, à calma.
Que um dia eu possa encontrar essa paz,
E deixar para trás toda a angústia e a dor que me traz,
Que eu possa viver em plenitude, livre da solidão,
E que a felicidade possa florescer em meu coração.
Um pássaro chamado PAIXÃO!
Acordei nesta manhã impregnada com
O perfume da minha própria loucura... E
Suavemente flutuei nas asas de um pássaro
Chamado Paixão...
São voos nos qual mergulho no despenhadeiro
Do tempo...
Tenho medo... Vejo as ondas que quebram nas pedras...
Com o coração batendo forte... E as lágrimas escorrendo fáceis...
Abraça-me silenciosamente
Esta ansiedade fixada às asas
Deliro sussurros... E num rodopiar de emoções
Escuto melodias... As que cantam os ventos...!
Num eco sonoro de brados matizes... E me encantam...
Estou sentindo a inspiração
Ela chega forte
Como a própria respiração
Preenchendo tua vida com sorte
É o momento
Da entrega ser realizada
Rápida como o vento
Passando nesta morada
Levanta a poeira e vá embora
Depois do café vem tormenta
Amarga como os tempos de outrora
Mais do que força aguenta
Então venhas assim
Para fazer essa ação
Ser parte de mim
Do meu coração
Sou autor da minha própria história? Pode ser...
Sou caminhante do meu próprio bosque? Perdido talvez...
Sou sujeito de minhas próprias ações? Se for...hora de fazer escolhas...
Se tudo está no texto, tenho escolhas? Dentro de certas normas...quem sabe...
Sou leitor do resultado final desta minha trama livresca, chamada vida? Sem dúvidas...
O Carme do Ego!
Sujeito crítico para descrever sobre a própria personalidade
Ante o espelho, consiga emitir um reflexo límpido e nítido
Imparcialmente a olho nu, admite, figura traços de majestade
Diante dos mais atentos, decerto, não se passa despercebido
Empenhado nas suas acções e moções, tem ares de mocidade
Carismático na medida certa, acarreta sorriso nos olhos e lábios
Amigo e amante de si mesmo, muito atento na sua vestimenta
Sabe ser e estar, mesmo adormecido respira tipo milionários
Soberado do seu império, produz mel e chocolate com pimenta
Igual a si mesmo, é bem educado e cumpridor dos seus horários
Mesmo chegando tarde, nunca se atrasa, pfv não se esquenta
Otimista e sempre confiante dá o melhor de si até nos balneários
Jameson, J&B e Jack Daniels, são os Uísques Novos preferidos
Admirador de boa música, gosta de cama e mesa bem feita
Impar, fiel aos seus pares, tem muito de qualidade nos requisitos
Linhagem pura da geração dos Saídes, dará continuidade à esta seita
Alteza desde petiz, é una persona especial pelos próprios méritos
Negro com ares de branco, é humilde, a todos abertamente aceita
Enfim, não teria outra forma de descrever este Carme, sem acróstico
In, Os Carmes de Saíde Jailane
Uma sereia, com um brilho sem igual;
Tão bela que a própria Atena é capaz de se invejar;
De Afrodite entregar-se com todo seu amor;
Um corpo angelical, feito de forma tão celestial;
Manuseado cuidadosamente pelos próprios dedos divinos;
Ele, ao ver tua criação, pensou por tempos semi-finitos;
Se deixaria vagar pela Terra, ou guardar para si;
Vindo diretamente da Ilhas Shetland, através do alfabeto gaélico;
Uma semi-Deusa, sempre à frente... Líder nata, inteligente.
SACRIFÍCIO
Eu sei que tirar a própria vida não tem perdão!
Mais foi o único jeito de tomar a dor de mim
Criei uma ferida no coração de quem me ama
Bem na hora da minha partida
Só pude ser importante quando pendurado em uma corda fiquei
Só pude ser valorizado quando morto já estava
Só pude ser amado na despedida eterna
Eu sendo molhado por lágrimas e uma saudade sendo plantada na terra
Esse foi meu único jeito de tirar a dor de mim
Quando ajuda eu pedí, sendo zoado eu fiquei
Quando me falavam que eu era um tolo
Só me fez me afundar mais no mundo da margura e solidão.
Mais sempre em busca de uma luz
Mais aos pouco se apagou...
SEJA AMOR E A CURA
Seja amor o tempo e a própria cura,
Remédio pra alma
Silêncio que acalma
A dor da amargura...
Seja melodia em poemas de rima,
músicas que encanta e anima.
Seja a parada e o sucesso
O verso e reverso.
Seja a tranquilidade em sua mente
Seja paixão em um amor envolvente
Seja abraço em um só abrigo,
Seja você e quem estiver contigo...
Seja o bem lutando contra o mal
Seja forte em golpe fatal
Seja vida vivendo sobre a vida.
Seja ....
—"Sede da própria alma."
Voe anseiamente!
Desapegue de tuas quimeras.
Escute isso,
incoerente morcego.
Morda-me!
E faça de minha essência,
Relevância à estranheza
Voe inevitavelmente!
Enlouqueça!
Arda pela tentação.
Voe pelo breu vasto da carência.
Mostre tuas asas
trêmulas à degustação!
Desperte-se pelo deserto
de vastos lírios
da provocação.
Seduza os pobres
espíritos que
anseiam de obsessão.
Enojado de discrepâncias,
Logo,
Deves estar efêmero à tolerância.
Termino tua sede,
Vivido à
conscientizar tua arrogância.
(Autora; Sther de'Lavíe)
Se você quiser aconselhar alguém que está pensando em tirar a própria vida, aqui vão alguns caminhos que podem ajudar:
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1. Esteja presente, sem julgamento
Diga algo como:
“Eu não consigo imaginar exatamente o que você está sentindo, mas sei que isso deve estar muito difícil. Eu tô aqui pra te ouvir, sem te julgar.”
Muitas vezes, quem está em sofrimento profundo não quer conselhos imediatos — quer sentir que é visto, acolhido e compreendido.
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2. Compartilhe com sensibilidade sua vivência
Sua experiência pode tocar essa pessoa, mas é importante usá-la com cuidado. Você pode dizer algo como:
“Conheci pessoas que tiraram a própria vida. Ver isso de perto me fez perceber o quanto a dor pode parecer insuportável, mas também o quanto ela deixa marcas profundas em quem fica. Eu queria que eles tivessem pedido ajuda… e queria que você não desistisse de pedir também.”
Isso pode abrir um espaço de conexão e reflexão, sem pressão.
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3. Incentive a procurar ajuda profissional
Você não precisa (nem deve) carregar essa responsabilidade sozinho(a). Diga com carinho:
“Você não precisa passar por isso sozinho(a). Um psicólogo, um psiquiatra, até mesmo um centro de apoio, pode fazer muita diferença. Posso te ajudar a encontrar um lugar?”
Se estiver no Brasil, você pode indicar o CVV (Centro de Valorização da Vida):
📞 188 (ligação gratuita)
🌐 www.cvv.org.br
Eles oferecem escuta 24h por dia, com sigilo e empatia.
⸻
4. Esteja atento(a) a sinais de urgência
Se a pessoa tem um plano concreto ou diz que vai fazer algo em breve, é emergência. Nesse caso:
• Incentive fortemente a buscar ajuda imediata;
• Se possível, entre em contato com algum familiar ou serviço médico;
• Em casos críticos, pode ser necessário acionar o SAMU (192) ou levar a pessoa ao hospital.
Cada indivíduo viveu perdas singulares em sua própria "cabana". A obra A Cabana, de William P. Young, convida à reflexão sobre a cura emocional ao longo do ciclo da vida. Nessa perspectiva, a fé, o tempo e o perdão se revelam como ferramentas poderosas para interromper ciclos de sofrimento. Por isso, revisitar os acontecimentos passados com um olhar introspectivo pode ser a chave para cicatrizar feridas profundas.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que a fé se destaca como uma força real capaz de oferecer orientação nos momentos de incerteza. Nessa linha de pensamento, depreende-se, que ela não elimina a dor neste mundo, mas sua presença suaviza a sobrecarga no coração. Prova disso é que muitos encontram nela um refúgio, mesmo em meio às adversidades.
Em segundo lugar, verifica-se que o tempo se apresenta como aliado silencioso no processo de cura. Sob essa ótica, após honrar as próprias lágrimas e atravessar o período de luto, torna-se natural refletir sobre a permanência da mágoa no coração. De maneira análoga, o tempo atua como escultor da alma — não apagando o passado, mas moldando sentimentos brutos para seguir adiante em formas compreensíveis, ainda que imperfeitas.
Além disso, o perdão é outro importante instrumento de libertação, visto que este pode interromper traumas e desfazer amarras que impedem o crescimento espiritual, ao mesmo tempo em que abre espaço para a renovação interior. Ademais, o pecado, por si só, já representa um castigo para quem o comete, por configurar um afastamento da plenitude do amor. Dessa forma, exercer o perdão é um ato de compaixão primordialmente consigo, apesar de, muitas vezes, o agressor não o merecer.
Conclui-se, portanto, que a dor emocional, embora invisível, não deve ser negada, mas acolhida e compreendida. Destarte, ao reconhecer esse sentimento de inquietação, o processo de libertação tem início. Concomitantemente a isso, a fé, o tempo e o perdão revelam-se como instrumentos eficazes para amenizar feridas da alma e abrir espaço para novas possibilidades de vida. Dessa forma, a superação da dor emocional poderá, enfim, ser o encerramento de um capítulo — e não mais uma prisão eterna.
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