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Textos que Descreva a Si Própria

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Perdido na própria essência

O quanto você conseguiria correr atrás de mim, para me tirar esses tormentos da cabeça?
E qual sorriso você usaria para me mostrar que não é o fim, para que eu pudesse viver como uma promessa?

Eu vou sem pressa alcançar esse abismo a minha volta.
Os meus passos são o gatilho que deixa a minha alma solta.

A fúria que outrora engrandecia os meus sonhos, hoje não passa de um sopro forçado.
Os meus medos mantam o meu sono, e me faz se contorcer toda noite acordado.

Inserida por LucasCandido

Com fascinação própria,

- arte e luz

Fui agraciada ao ver,

A Lua cor-de-rosa,

- maravilhosa

Beijando o mar.



Aos passos, tateando,

- experimentando -

E exortando a delícia

De contemplar a cena,

Que talvez não se repita,

O mar se deixando beijar.



A Lua ao beijar o mar,

- acabou beijando-me

E seduzindo-me,

Acabou enfeitiçando-me,

E completamente doce:

acabei entregando-me.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Há um horizonte para contemplar,

A vida possui uma ciência própria,

Reluz um brilho que poucos sabem explicar,

Reina um sentimento aqui dentro, não hei de publicar,

Ying-yang não definem a sua trajetória,

- [mística com incomparável história.



Carregas um charme de me fazer suspirar,

Alma mansa de pacificar o tempo,

Reverberação, fruição do bom sentimento

E revelação do amor em carne e músculo,

Lindo crepúsculo, doce de tanto me amar,

Orvalho de amor, coração do tamanho do mar,

Sinto a sua presença no meu coração,

- [anjo por missão, guerreiro por predestinação.



Hei de ganhar o teu corpo, o teu coração,

E bem mais do que os teus instantes,

Reinarei bem mais do que um corriqueiro romance,

Bem sabes e o quanto esse coração bate por ti alucinante,

E que ele escreve versos para te atingir de forma fulminante,

Revisito cada palavra tua, todas as tuas palavras empolgantes,

Tenho impresso no meu corpo mil poemas extasiantes,

-[nunca pensei que fosse desejar alguém

Dono de uma personalidade tão intrigante...

Inserida por anna_flavia_schmitt

O tempo cria a sua própria margem,

Ele constrói a sua própria ponte,

E concede ao amor a gentil passagem,

Colocando os destinos em ciranda,

E fazendo rimas com perfume de lavanda.



Na regente sinfonia, no ápice do amor,

E no pico da extâse - não me deixes,

Porque esse prazer não pode passar

- em branco -

[ele deve ser vivido nas fendas],

E saboreado nas [boas entrelinhas]...



Deixa-me escrever sobre nós em teu

Corpo, e não se pônha em fuga!...

Quero ser tocata na boa ré [maior],

E não me faço de rogada se como presa

Eu for executada em ré [menor]!...



O teu olhar rapino encontrou a vítima

perfeita [em pleno desamparo],

Talvez eu não alcance as vielas estreitas

Do teu coração [altar oculto],

Derramada diante dos teu olhos escuros,

Faço de tudo e desfaço-me de tudo,

Arrisco-me nesses versos vadios

Para um dia ser tua - e serva desse amor,

Despudorado que é o dono desses versos desnudos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Onde a Lua, Júpiter
e a graça da Aurora
dançam no Universo,

De minha mão própria
eu confesso que quero
na vida só o teu amor;

E sem temer pestes,
guerras ou temporais
sem possuir nada,
sem data e hora marcadas,

No meu canto quieto
é que eu te espero,
até tolerando o intolerável;

Porque nós sabemos
que é questão de tempo,
a História e o mundo nossos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como é difícil povos se alinharem num foco em proteção ao humanismo necessário a própria coexistência, concomitante a esta pandemia percebo que o banquete de egos avança sendo o mais mortífero veneno da nossa própria existência. Não sei onde vamos parar.

A tenacidade, a tolerância, a bondade, a misericórdia e o perdão devem ser exercitados em situações extremas por mais exigentes que sejam para ser colocados em prática em nome de uma vida respirável e de um convívio suportável.

Chegamos nos extremos dos extremos porque esquecemos de cultivar o exercício de tais valores, mas mesmo diante das dificuldades não podemos desistir de tornar a vida melhor e superar os desafios.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na trilha da perfeição tentando ser todo o dia a própria superação afastando-se daquilo que desvia das autorrecomendações, de tudo que afasta da brandura, do diálogo e de pensar com qualidade a existência como ser social, é a trilha que colocará cada um de nós no eixo deste século confuso.

A busca constante por reconhecimento e aprovação quase sempre nos oferta situações perigosas num mundo onde poucos pensam no amanhã e valorizam verdadeiramente o próximo, e tem emergido em todas as frentes e impedido pensar de forma tranquila e altruísta para buscar soluções efetivas para tudo o quê nos aflige.

Observar, ouvir e refletir é o tríduo que quase todos se esquecem e acabam se deixando sugestionar pelo cômodo da ocasião que quase sempre coloca cada um de nós em situações que não ofertam paz e segurança, e que exigem que cada um se afaste delas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tem a poesia própria
A exaustão do povo
Buscando uma solução.

Sem resposta insisto,
Continuo escrevendo
Para saber de você.

Tem a poesia própria
O mau líder que os alucina,
Estabelecida a tal covardia.
Sem notícias persisto,
Continuo escrevendo
Para saber aonde está você.

Tem a poesia retrógrada,
A eleição imposta,
Para mandar o sonho embora.

Quero saber
Se você está inteiro e vivo,
Pois já é passada a hora...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando se abdica
Da própria vida
Em prol da Pátria,
As cobranças são
Bem mais duras
Do que o costume,
Me dou com toda
A mística a minha
Voz aos leais,
Porque soldados
Para os tiranos
Não são humanos,
E só servem
Para serviçais.

A voz da tropa
Elevada contra
A tirania sempre
É mais perseguida
Do que as demais,
Porque quem se
Dá ao povo de peito
Aberto sempre acaba
Sofrendo bem mais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por todos os cantos
deste continente
ecoam a intermitente
máxima que pior
que a própria
pena de prisão
é o esquecimento
daquele que foi
preso por querer
libertar a Pátria.

Olha, preste atenção!

Quem diz ser fiel
ao lema de Zaraza
não deve abandonar
o companheiro
de tropa nas mãos
do judicial tormento
e a convalescença
dele nas mãos do tempo.

Vem, ainda é tempo!
Os falecidos merecem
honra e memória,
mas não se deve
deixar aqueles que
ficaram em estado
de abandono,
não dá para fingir
que a privação não
existe e que há
falta de assistência
onde nada há.

Porque quem se diz
leal sempre,
Tem o dever de ser
traidor nunca,
E nem de ser na vida
um ser humano
pela metade
e nem abandonar
na estrada do destino
quem partilhava
do mesmo caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Quando Sol e cada mistério
do Hemisfério Celestial Sul
fazem a sua própria dança,
O meu coração se derrama
de amor pelos tons de turmalinas
das nossas florestas divinas
que são paraísos que brindam
com beleza e com grandeza
a perpetuação da vida
no chão da nossa Pátria,
e assim faço com que
se cumpra a inspiração
para que com amor e paixão
entregue um poema
que chegue na sua pulsação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Corvina tem
uma linda pedra
preciosa na cabeça,
E a própria hora
para ser pescada,
Pescar fora de hora
ela não vai te servir
para muita coisa,
Espera a hora certa
não apenas com ela,
Mas em tudo nesta
vida que você deseja
fazer uma boa pescaria,
Ser pescador também
é uma boa maneira
na vida de escrever poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando olhei a minha
própria imagem
no lago cor de Jade,
Gostaria mesmo estar
olhando no fundo
dos seus lindos olhos
e entregar o meu
amor com profundidade,
Espero que comigo
um dia você se encontre
e sinta o mesmo de verdade,
Quero o seu embalo sem compromisso com a sanidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A pessoa que aprecia sua própria companhia, dorme sem esperar mensagem, sem esperar agradar ninguém, depois de longas horas de isolamento, descobri que estar só não é sinônimo de vazio; pude aprender a escutar meu próprio corpo e, às vezes, encontrar serenidade no som de
minha respiração.

Inserida por TiagoScheimann

⁠Observando como a Natureza manifesta a própria
[escrita da poesia assêmica],
escrevo igualmente a minha
mesmo que não encontre
a compreensão alheia,
e não me importo que seja
chamada de prepotência.

Morando na cidade de Rodeio
onde o Médio Vale do Itajaí
com o seu próprio tempo
também dá continuidade
a leitura da poesia assêmica
a todos que sabem ler
com jeito e sensibilidade.

A escrita da poesia assêmica
do Pico do Montanhão
nesta tarde de terça-feira,
leio com os olhos do coração
ela sendo iluminada pelo Sol,
poder ler o quê eu leio
nesta leitura mística cotidiana
é o quê me entretenho.

A poesia escrita assêmica
também é escrita pela nobreza
do Rio Itajaí-Açu com todos
os espaços, contornos, cheias
e até com a própria seca
para acenar que é preciso
ler quando ele manda recados.

Há poesia escrita assêmica
entre nós quando falamos,
quando calamos, quando
captamos presságios,
quando nos apaixonamos,
por onde nós passamos
e até quando desabafamos.

Há poesia assêmica em mim,
em ti, em tudo e em todos;
sobre quem na vida que
se mascara ou se maqueia,
pode ter certeza que haverá
sempre alguém que leia
a sua oculta poesia assêmica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não permitir que nada
e nem ninguém tenha
poder sobre ti em nome
da sua própria existência,
aconteça o quê aconteça.

Seja indestrutível e floresça
sempre por dentro,
enquanto a Sibipuruna
floresce determinada lá fora
e não marca no relógio a hora.

Não desista por nada nem ninguém
em nome do amor de quem te adora,
e se não houver ninguém,
que venha ser por você mesmo,
porque é o quê para ti desejo.

Além de agosto que se cumpra
com tudo o quê há de mais afetuoso,
e que o caminho grandioso
se abra e permita serenamente
o seu florescer maravilhoso.

Quando fores pelo caminho
e perceber que faltam flores,
não espere e nem pense duas vezes:
seja você mesmo a sua primavera
que nem mesmo aplauso espera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bicentenário Soberano

Da herança da própria
imagem renunciada,
Em mim está viva
e vibrante a fibra
de Maria Quitéria.

Do chacoalhar
das ervas e do brio,
Maria Felipa em meu
peito vive e o medo
do futuro rejeito.

Do enfrentamento
e coragem sou a filha
de Catarina Paraguaçú
que nada na vida
detém ou intimida.

Do martírio santo
de Joana Angélica
sem pranto vivo
a prova de cada
desafio que é oferecido.

Só sei que eu sou
a poesia daquelas
que deram tudo
de si para que
o país chegasse até aqui.

Deste Bicentenário
como a poetisa dos invisíveis
deixo o meu marco
o apego inabalável
pela nossa Soberania.

E cada fagulha etérea
da minh'alma patriota
que mantém alimentada
a almenara inapagável
do imenso amor pelo Brasil
sublime e inquebrantável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência de uma
Nação é uma aliança que
deve ser sempre renovada
com a sua própria História.

Por isso peço encontro,
diálogo e reconciliação
com o General e toda a tropa.

A Independência de uma
Nação pelo mundo
afora sempre deixa alguma
questão pendente
ou até mesmo implícitas
mais de uma que pedem
união cívico-militar
sempre que for preciso.

Jamais país algum deve
desistir de proteger e até
mesmo deixar de reinvindicar
por aquilo que o pertence:
A recuperação
do Esequibo Venezuelano
deve ser tratado
com interesse realmente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pescador Artesanal

Da feitura da tarrafa
pelas mãos experientes,
Do arriscar a própria
vida para ser mais um
entre os sobreviventes,
Da lança no mar
da Humanidade para pescar
os peixes para alimentar
a nossa gente,
Da salga para conservar
e ensinar a preservar,
Pescador artesanal
peço sempre a Deus que nada
te falte e proteja o seu navegar,
porque nasci poesia do mar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Pétalas de Piruxinga
soltas pelo ar
são a própria poesia
suavemente a bailar

Com a minha atenção
de filha dessa Primavera
interior que não passa
e vive maravilhada

Com todo esse cortejo
vou pelo caminho
encontrar um jeitinho

De a cada dia encontrar
com a certeza da gente
se ver a qualquer dia.

Inserida por anna_flavia_schmitt