Textos que Descreva a Si Própria
Um dia você vai olhar para trás e lembrar dessa noite ....e sorrindo pra si mesma ...verá a Maravilha que fez pro teu coração...e a alegria que plantou em cada um de nós...essa noite é tua...mas as lembranças serão nossas ...em todo o tempo que passar ...e que bom plantarmos juntos hoje ...pra colher no futuro recordações de um dia tão especial para você...!!
Tem indivíduo escravizado que imagina ser livre; porém, não tem a mínima ideia do que a liberdade significa. Por outro lado, há quem não desconfie de que já seja livre. Por ter se habituado à escravidão, perdeu a noção de liberdade e, mesmo com a chave do cárcere e a carta de alforria, dificilmente deixará de ser cativo.
Pensar em si mesmo é ideal para os egoístas, mendigos e pobres de espirito. O bem que faz a alma dos bons não é o mesmo que alimenta os maus. Pois sei que derrotar o outro enganar e tirar proveito de situações não pertence a mim. Querer é poder, mas querer dominar tudo é desespero. E além do mais o que te faz feliz não agrega absolutamente nada em minha vida, porque o que me faz feliz é tão precioso e só quem pode sentir e provar é quem realmente tem essa mesma capacidade de amar como eu amo.
As práticas diárias que envolvam direta ou indiretamente, tudo em si, de um modo geral, em verdade são como ações conscientes. Das que resultem em um avanço real e interno, por meio de acréscimos informativos que tenham grande importância, com relação a cada vivência que faça parte, da vida, em todos, os seus ciclos.
Querer algo e obtê-lo seria como, uma meta imposta a si mesmo, isto é, um autodesafio. Aí é que entra o seguinte pensamento: “De que um desejo somente é possível, de ser concretizado quando nele há a crença de pôr em prática, toda uma grande convicção, de vê-lo materializado e sem perder a esperança”.
Em todo há uma razão de ser e acontecer. Na vida em si, as opções surgem naturalmente ou não, de acordo com o momento. Mas em concordância o próprio livre-arbítrio, um posicionamento é dado. Isto porque, cada ser humano traça uma meta e também, um objetivo a ser cumprido como fruto de todo um desempenho e deste, um desfecho satisfatório, isto é, uma grande conquista.
Declarar amor, a si mesmo; enriquece a alma, a mente e muito mais, o próprio coração. E por meio, de um sentimento, de gratidão plena, de estar no Plano Terrestre, mas no intuito, de se estabelecer uma grande sintonia via espiritualidade; para com o Universo. No que diga respeito, a manifestar; o amor, incondicionalmente. No mais puro espírito, de fraternidade.
Noite clara, a luz da lua sobressai ante a escuridão silenciosa. Os carros cruzam o meu caminho. Sigo sem observar a rotina do mundo moderno. Cego pela magia sombria da noite. Tanta beleza camuflada. Ao amanhecer a natureza sai do esconderijo e o espetáculo volta ao palco do planeta terra. Planeta imenso, pequeno planeta.
Não posso dizer o que não sei se sinto. Posso dizer o que si tô agora! Sendo variável quanto aos próximos minutos. Me faço de desejos delirantes e vi redes efêmeras. Me definir o na inconstância de querer e alcançar, e querer novamente. O que torna os momentos mais vividos e cheios de almodóvar.
A pluralidade melódica não necessita ser justificada porque se justifica em si; em seu grande valor. A melodia é consequência de uma bela construção harmônica e involuntária. Na cadência, algumas melodias necessitam de resolução, outras não. Essas variações advém do motivo. Brahms sabia disto. Brahms sabia encher a cabeça do Schumann de galhos. Brahms explorava continuamente suas harmonizações e o significado de cada acorde no âmbito melódico e harmônico. Mesmo com sua mente avançada e barba de bode, Brahms sentia o medo de ser incoerente.
É Feliz?, Responda para si mesma, Mas você sabe o que é a felicidade?, Pois bem você provavelmente está feliz, Mas não é Feliz visto que sem o amor ninguém é apenas está, você deve estar pensando: eu sou feliz sim. Mas torno a te falar não, você não é, apenas está e o tempo que virá assim sem aviso irá lhe mostrar
O encantador é o alquimista supremo, ele venceu a si mesmo e conquistou os anjos, ele está vivo no amor e nada pode impedi-lo de ser totalmente feliz. Ele é o harmonizador, sua presença torna-se a manifestação do milagre , sua aura é benevolente, ele se torna uma casa de hóspedes no qual os anjos escolhem repousar. O encantamento é dado a ele quando ele se torna consciente que possui uma alma com a infinita riqueza que procede das vibrações celestes. Ele procura encontrar o poder da vida em seu interior, isso faz com que ele adquira um sentimento puro, eliminando a desconfiança e seu orgulho alcança a pureza. Quanto mais pureza no coração e na alma mais aumenta seu poder de encantamento. Resgatar o poder do encantamento é procurar viver o máximo as coisas simples, encontrar a grandeza em tudo que está a seu redor. Os olhos do encantador se tornam abertos para a beleza de sua existência, ele procura encontrar flores onde só existem espinhos.
“Contender entre si tornou-se hábito, rotina... Uma regra cada vez mais imposta na sociedade do consumo desenfreado, e poucos se preocupam com o amanhã, o futuro das novas gerações, pois é típico da natureza humana viver o hoje, aproveitando o agora como o último instante de celebridade, convertendo, assim, a existência no “1, 2, 3 e já”. Quem não pegou carona no vácuo perdeu a vez, pois o amanhã é um passo tão distante que não deve ser ensaiado, muito menos precipitado. Simplesmente, pode não existir.”
Chega um momento em sua vida em que é preciso parar e pensar um pouco em si mesmo. Deixar livre o coração para escolher a direção. Calar de sua boca as lembranças dolorosas, pôr um fim na dor, cessar as lágrimas, olhar em frente e caminhar, apenas caminhe, para onde seus pés a levarem. Seja escrava de seus pés, e eles te levarão para ser dona do seu coração.
Eram pobres para os luxos maiores da vida e sabia que a idade lhes fazia mal. Viviam a si próprios o paraíso da pele, mapeando curvas e vales de espinhas e quadris. Não tinham tempo para o mundo, pois ser os consumia, obrigava-os a fugir da responsabilidade dos sonhos paternos, do subalterno, sofriam o custo de decidirem seus destinos mais de duas, três vezes ao dia. Foram tudo e de todos, juntos. Ela sentia falta do peso exato de seu corpo, da barba por fazer e de quando ele a empurrava contra a parede, tanto quanto os dias em que ele cozinhava de surpresa as mesmas coisas de sempre e fumava na janela do corredor quando estava chateado. O sorriso. A falta era igual. Sentia saudades de fazer de conta que sabia das coisas, de diagnosticar e fazer curativos no dedinho do pé dele, e de como ele realmente acreditava. A casinha de brinquedo onde ele disse tudo antes que o sol nascesse, o colchão velho, as roupas gastas, as cicatrizes. Dinheiro fácil que eles beberam. Foram suas mães, seus amantes, inimigos e traidores. E ela sofria de desgosto quando lembrava de escolher o que relevar, pois estar viva era o que lhe bastava.
A solidão é um estado de ausência de si. Só que quando estamos nos sentido assim, temos a impressão errónea de que as pessoas que nos rodeiam podem resolver essa questão. Mas a verdade é que é bem mais simples, se você depender apenas de si. Quando nos sentimos sós, esperamos que a atenção dos outros seja alimento pra nossa alma. Quando na verdade, deixamos de fazer o nosso papel - ninguém deve fazer isso por nós, não devemos deixar que outros façam o que cabe a nós fazer - dar atenção a nós mesmos, suprir a necessidade da nossa alma, fazer o que gostamos, ouvir o que queremos, passear, em fim, fazer o que nossa alma precisa pra se sentir completa, independente dos outros. Quando percebemos que a solidão é quando deixamos de nos dar atenção, pra esperar atenção externa, é que ficamos tristes e frustrados. e se não é descoberto isso a tempo, pode se agravar, se tornando um caminho escuro sem volta. Mas a solidão, aquela que tanto tememos, às vezes vem pra que possamos descobrir quem somos. Ficar um pouco consigo, aprender mais sobre si. Só conseguimos isso, sozinhos. descobrir o que somos em essência, e assim conseguir completar o que falta.
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Admiro os que podem ser si mesmos perante a máquina social, que podem dizer o que pensam sem serem julgados, que podem sair de mãos dadas em um dia de domingo e exporem ao mundo o que estão sentindo, que almejam coisas simples e fáceis de se concretizarem, como fazer um filho ou comprar um sapato novo, que não são cobrados por sua consciência em instante algum de sua existência. Quem dera eu ser um deles um dia, de ter o livre arbítrio entre o que é útil e fútil. Simplismente não consigo fechar os olhos e viver sonhos individuais e exercer uma posição de "acusador", afinal, todos erram, mas poucos assumem o mesmo, será essa a diferença que separam os ruins dos péssimos? Pois, os bons são uma raça extinta neste universo e certamente me incluo nessa.
Às vezes, nos perguntamos qual o propósito de estarmos vivos, qual o propósito da vida em si. Temos uma ânsia constante de sabermos o porquê das coisas, e desvendar os “mistérios da vida”. O que não sabemos é que a vida é o próprio mistério. Desvendar esse mistério é mais que um desafio, requer experiência. Essa experiência vem dos dias que já vivemos, das emoções que sentimos, das lembranças que temos, dos nossos desejos íntimos, dos nossos erros, dos nossos acertos. Apenas isso, poderia nos fazer entender parcialmente o propósito de estarmos aqui. Sim, parcialmente, até que se prove o contrário. Parece tão complexo, lutarmos tanto por algo que não se tem por completo, rompermos as barreiras do entendimento e às vezes chegarmos a nada mais que a completa loucura. Mais a explicação é mais complexa que a questão: Precisamos correr atrás do propósito da vida pra sentirmos que existimos, para sentirmos que não estamos aqui em vão. Algumas pessoas seguem caminhos diferentes para se obter esse entendimento. O caminho nem sempre é o certo. Mais quem sabe o segredo para trilhar esse caminho corretamente? Quem sabe se não é justamente esse o propósito? Errar. Errar, e apesar de errar erguer a cabeça e errar mais quantas vezes forem precisas pra finalmente acertar.
De longe o som da voz de Pedro ecoava nos ouvidos de Mirtes, que cozinhava para si mesma a refeição da solidão, gritaste para dentro de seu velho coração uma emoção do reencontro. Largou ao fogo as madeiras e as pretejadas panelas de barro e correu até o quintal e com um brusco movimento se encharcou de água suja do Rio das Mortes, entrou para dentro de seu simples barraco e vestiu o seu melhor vestido de algodão cru que a própria teceu em noites de espera por Pedro, passou carmim em seus fartos lábios e tapeou sua mórbida face com a esperança de estimular alguma cor menos pálida, lá estava ela pronta. A voz do homem amado foi se esvairindo pelo canavial e na angústia saiu com pés descalços a procura da figura desejada, cansada volta lentamente, como se não acreditasse que o havia perdido outra vez em noite de lua cheia. O que Mirtes não se dava conta é que o seu eterno amante estava em descanso eterno nos fundos do paiol.
