Textos que Descreva a Si Própria
“Há experiências que carregam em si um direito sagrado: o de serem reveladas no tempo escolhido por quem as vive. A pressa alheia, quando invade esse espaço, não fere apenas a ordem dos acontecimentos, mas a dignidade de sentir cada etapa em sua plenitude. O silêncio, a espera e a delicadeza são guardiões da intimidade. Rompê-los é negar ao outro a liberdade de florescer no seu próprio ritmo. Respeitar o tempo de alguém é mais do que cortesia — é reconhecer sua humanidade.”
O maior adversário que o sujeito enfrenta — depois de si mesmo, e sobretudo quando tenta caber no que o outro espera — é o tempo. Não porque seja hostil: porque é indiferente. Age sem anunciar, avança sem pedir permissão, e por entre seus intervalos escorrem as oportunidades que o sujeito adiou enquanto aguardava condições perfeitas que raramente se instalam. A relação saudável com o tempo não é de combate — é de reconhecimento: perceber que o relógio não conspira, apenas avança, e que a traição mais silenciosa não é a do mundo, mas a de si mesmo quando se recusa a mover enquanto o tempo ainda oferece espaço para o movimento.
O sujeito que acredita decidir a partir de si não examinou ainda a densidade do que o constitui. O aparato psíquico é formado por sedimentos: internalizações precoces, modelos parentais, identificações com figuras de afeto e de conflito, traumas que atravessaram gerações sem nome. O que se chama de escolha é, com frequência, a repetição de um roteiro cuja autoria pertence a outro — às vezes a um morto que nem chegou a ser nomeado. O indivíduo como unidade coesa é uma ficção defensiva: o que existe é um sujeito dividido, atravessado por vozes que não reconhece como suas e que, justamente por isso, age como se fossem.
Por mais de 1 década eu amadureci. Digo que não é fácil quando você faz tudo para si mesma sem ter ajuda, sem ter apoio, incentivo ou até mesmo atenção. A falta de companheirismo e comunicação destrói tudo e isso acontece aos poucos e tudo passa e passou! E hoje quero renascer novamente. Saio de uma década para recomeçar, evoluir e crescer. Sempre será eu pelos meus filhos, por mim mesma. Esperei por tempo pra tomar decisões e acreditar que eu posso e que sou tão capaz. O que eu não posso é permitir-me quebrar-me emocionalmente, espiritualmente e fisicamente. Não estou apta a aceitar menos do que eu mereço! 💔→💖
Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.
O maior campo de batalha está dentro da mente. Quem não pensa por si mesmo acaba sendo controlado pelas forças do medo, da dúvida e da inércia. O “diabo” não é um ser, mas o hábito de viver no automático, sem propósito e sem coragem de decidir. A liberdade começa quando você domina seus pensamentos e escolhe agir com consciência. Cada ideia cultivada molda o destino. Quem governa a própria mente, governa a vida. A chave está em disciplinar o pensamento e transformar medo em ação aí nasce o verdadeiro poder.
Toda a sua realidade começa na sua mente. Se iniciar a semana dizendo a si que será abençoada,se projetara para as bençãos. Mas, se já começa-a se maldizendo, sustente os seus decretos! Pois, é assim que o seu inconsciente irá dirigir o seu consciente!. Não há como a realidade ser diferente "
Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.
A experiência deixou de bastar a si — aquilo que é vivido e sentido perdeu autonomia e passou a exigir confirmação para ser reconhecido como real. O que não circula parece não existir, e o que não existe deixa de ser vivido. Assim, a realidade é terceirizada ao olhar alheio: não se vive para sentir, vive-se para validar — e, nesse desvio, a própria experiência se esvazia antes mesmo de acontecer.
Sorrir é mostrar a si mesma, nosso grande valor. Pois, a tristeza não pode fazer parte de um coração que crê em Deus. Tenhamos compaixão dos que nos humilham com seu poder, fazem isso para se manter no topo, então gritam, esbravejam e dão risada quando arrancam algo de você. Seja maior, sorria, brilhe forte, sua luz sempre ofuscara quem está nas trevas.
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos enfrentar desafios que pareciam impossíveis antes. Muitas vezes a gente espera que os outros nos valorizem, mas a base de tudo mesmo é o que a gente sente por nós mesmos, pois essa conexão interna funciona como um superpoder que nos sustenta em todos os momentos.
O que frequentemente se rotula como narcisismo não é excesso de si, mas sua carência: uma identidade que não se sustenta e precisa recrutar o olhar alheio como prótese. Não há transbordamento, há dependência; não há centro, há busca. E assim, o que parece vaidade revela, no fundo, um esforço contínuo de existir por meio do outro.
O castigo mais cruel não é a ausência do objeto desejado, nem a idealização utópica de si que jamais se realizou — é a proximidade eterna daquilo que se pode ver, sentir, imaginar, mas nunca alcançar. Há tormentos que não nascem da falta absoluta, mas da presença inacessível: aquilo que permanece ao alcance dos olhos e fora das mãos. E é justamente essa vizinhança impossível que prolonga o desejo até transformá-lo em prisão.
"Liderar pessoas é um privilégio que exige preparo. O líder que não domina a si mesmo se torna um risco para a sua equipe, pois suas falhas e inseguranças podem comprometer todo o trabalho. Por isso, invista primeiro no autoconhecimento e no autocontrole. Ao liderar a si mesmo, você construirá a base sólida necessária para se tornar uma referência segura para os outros."
Pedro, o personagem único de sua única história, disse pra si mesmo que era hora de partir e essa viagem não haveria retorno, nem deixaria saudades às paredes e móveis que deixara, pois, a solidão os faria compania entre a poeira e o cheiro de mofo que a casa teria. As janelas se fechariam pra sempre, como sempre estiveram: fechadas. Ele deitou sobre o chão da cozinha agarrado com uma garrafa d'água - acreditava que passaria sede, e ali esperou a sua hora, mas não havia naquele momento dor, sintomas ou qualquer sinal de morte, porém, esperar era sua única escolha, era triste ver o que o existir causaria àquele homem fiel de suas crenças e valores. A agonia de fechar e abrir os olhos lhe tomou por conta uma vontade de gritar, e assim fez, gritou! Quem o ouviria Pedro? Quem se importaria com você velho Pedro? Então, desistiu de morrer por hoje e se apoiando nas gavetas do armário foi libertando do chão o seu peso e insatisfação. Sentou no sofá com seu livro de Machado e regogitou ódio nos dedos tentando quebrá-los com sua fraqueza. Sempre vejo Pedro fazendo essas mesmas coisas todos os dias, mas tenho medo de dizê-lo que a morte não era algo de que precisasse almejar, pois, já havia ocorrido, o que faltara era aceitar de que não mais existisse em lugar algum, o que ficara foi sua projeção, seus fantasmas e uma possibilidade de tentar enquanto vida, um despertar à alguém que pudesse lhe dizer: sinto saudades sua. Vá Pedro, o Senhor precisa descançar, sai Pedro de mim.
A Cada vez que você diz 'não' à si mesmo para algo que pode agregar em sua vida, está dizendo 'SIM' e desistindo da sua oportunidade deixando para todos os outros iguais que, de forma semelhante, tem tais aspirações e as buscam. Ser negligente hoje é garantir a conquistar nada do que realmente desejou em sua vida. Pense nisso...
Ultimamente dei dois "passa sábado" e fui crucificada, como se o fato de estar solteira significa namorar a qualquer custo, chutar a felicidade ou ser complicada. Isso me tira do sério, todo mundo sabe mais da sua vida do que você mesma. Aliás, você poderia tentar né? Sim poderia se quisesse e quando quisesse.
As vezes penso que...aqueles que se julgam inteligentes...não tem sabedoria de si...no meu ponto de vista...não passam de pessoas abitoladas de seu próprio ego existencial...mostram apenas a sua vã tontice...um ser vivo...menos elevado espiritualmente...portanto essas pessoas que...se julgam seres melhores...não passam de mal resolvidas...no seu intelecto interior...se contrariadas sofrem... pois lhes faltam argumentos aos fatos...quando se deparam com pessoas sábias...que nada fazem para diminui-las como pessoas que são...''vazias''!
Admiro a personalidade em si, a inteligência, o bom humor, o diálogo de quem sabe falar e calar. Gosto de aprender, conviver com pessoas que acrescentem, que façam a diferença. Apesar de me esconder atrás do sorriso fácil e das piadas fúteis, inteligentes, mas inúteis, apenas observo a essência de cada um, intrínseca, imutável e misteriosa. Eu analiso, processo, resgato, quebro, despedaço, refaço e me encontro em cada pedaço, os que doam de si e os que roubam de mim.
Aprender a não sentir pena de si, por ser solitário, é consequentemente encontrar varias formas de sorrir. Você ainda pode seguir acreditando fielmente que um dia a pessoa certa irá bater a sua porta, mas não duvide que a felicidade vem de dentro para fora. Ninguém vai te fazer feliz. Nascemos sozinhos (não é bom ser sozinho), mas morreremos sozinhos.
