Textos que Descreva a Si Própria

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Sabe como ter certeza de que ama alguém?
Quando, mesmo procurando, não encontra dentro de si razões verdadeiras para negar o que sente.


E sabe como provar o quanto ama a si mesmo?
Pelas atitudes e escolhas de todos os dias: praticando o autocuidado e tratando-se com a mesma gentileza com que trataria quem ama.⁠

Sabe o que é ter empatia?
É esquecer de si mesmo por algumas horas e viajar profundamente no interior do outro. É escalar seus sentimentos — principalmente sua tristeza e sua alegria. É chorar com a sua dor ou rir com as suas conquistas. Ter empatia é, acima de tudo, respeitar o espaço do outro, o tempo do outro e o mundo do outro, mesmo que ele fuja do seu ou se choque com o seu.Ter empatia é ser humano, sendo apenas um mero ser humano.

Talvez habitar-se seja também
renunciar à necessidade
de encontrar uma versão definitiva de si.


Permitir-me mudar,
desconhecer-me por vezes,
reconhecer minhas próprias contradições
sem transformá-las em condenação.


Por tanto tempo procurei nos outros
um lugar onde pudesse pertencer
que, às vezes, me esqueci
de permanecer comigo.


Confundi a entrega com a permanência,
a presença com a segurança
e o desejo de ser amado
com a necessidade de ser reconhecido.


Hoje, começo a compreender
que nem todo encontro será abrigo,
nem toda despedida será abandono.
Há quem permaneça por uma vida e quem, por um instante, nos revele algo que desconhecíamos em nós.


E, quando o mundo se tornar distante,
quando os encontros terminarem
e a maré novamente me trouxer à margem,
quero encontrar em mim
um lugar onde seja possível permanecer.


Quero aprender a estar sozinho
sem fazer da solidão uma sentença.
A reconhecer minhas ausências
sem procurar em cada presença
alguém que possa preenchê-las.


Sei que ainda haverá dias
em que desejarei fugir de mim.
Dias em que antigas feridas
voltarão a exigir atenção
e em que o passado parecerá
mais próximo do que realmente está.


Nesses dias,
quero me conceder a mesma delicadeza
que tantas vezes ofereci aos outros.


Sem a necessidade de respostas imediatas,
sem transformar cada recaída
em fracasso definitivo,
sem esperar que todas as minhas partes
estejam finalmente resolvidas
para me permitir viver.


É na intimidade do que fui
e na incerteza do que ainda serei
que continuo a me reconstruir.

Cuide da sua mente, guarde seu coração e firme seus pensamentos em Deus.
Olhares frios, críticas silenciosas, comentários maliciosos… nada disso pode tocar quem está protegido pelo sangue de Cristo.


Sua mente é um altar; seus pensamentos são sementes. Plante fé, confiança e firmeza.
Não deixe que o diabo use pessoas para semear medo, dúvida ou ansiedade em você.
Quem caminha com Jesus tem liberdade e paz , e nenhum olhar humano, nenhum julgamento, pode roubar isso.

A humildade bíblica não é pensar menos de si mesmo, mas reconhecer que dependemos de Deus.
Andar humildemente com Deus significa viver em comunhão constante com Ele, reconhecendo que não somos a medida da verdade nem os donos da justiça.
A humildade nos impede de cair no orgulho religioso. miriamleal

O cansaço é a prova de que você deu tudo de si, e não há vergonha em descansar os dedos antes do próximo movimento. Até o compositor mais prolífico precisa de noites de sono sem sonhos para que a mente se reorganize e a luz volte. Respeite os limites do seu corpo, mas nunca deixe que o cansaço se transforme em desistência ou em apatia permanente.


- Tiago Scheimann

Existem pensamentos que libertam a alma e fazem o homem despertar para si mesmo. Mas existem outros que apenas distraem, anestesiam e mantêm a consciência adormecida diante da vida. E quase sempre, o que separa a libertação da prisão invisível é apenas o tamanho da coragem que alguém possui para enfrentar a própria verdade.


- Tiago Scheimann

Um Novo Amor

Haverão momentos em que você duvidará de si mesmo, que questionará se a história escrita é um simples texto. Lembrará dos desamores já vividos, dos riscos já corridos, do que foi dito e não dito.
Nessa hora a vontade de chorar é inevitável, o emocional se torna instável, surge aquela lágrima indesejável...sim, aquela, que escorre sem querer, que surge sem se ver, que insiste em aparecer, pra mostrar nossa fraqueza, pra ressaltar nossa tristeza, trazer a tona a incerteza.
Mas não se desespere nessa hora, não é só você que por isso chora, sabemos que com o tempo tudo melhora...Deve-se pensar em suas novas possibilidades, em ter outras felicidades, usar essa sua habilidade de ser quem você é, de mostrar toda a sua fé, de se manter de pé... E aí você vai conseguir ver tudo aquilo que importa, o caminho pra vitória, a saída dessa estreita porta, uma porta que levava a solidão, a desilusão....tristezas essas nunca mais te pertencerão, basta essa dica seguir, basta essa atitude tomar.

Basta a um novo amor se entregar

NOSSA FINITUDE


O mundo já não basta em si, ele quer me devorar.
Ele, o mundo, comporta-se como um bicho feroz,
Sedento e faminto...
Eu já não basto em mim e tento devorá-lo, também.
Mas sou tragado, como a parreira lambida pelo fogo.
Assim, deixo-me ser consumido, pois não há porque lutar,
Pois tudo, é o que é! Já percebeu que a força
Do destino que pensamos estar em nossas mãos
É um pêndulo, como uma mão que balança o berço?
Já percebeu que precisamos de fatores externos
Para cumprirmos algo, e que existe em nós
Uma força interna e o desejo de cumprir algo?
Já parou para pensar por que as coisas acontecem?
E como surgem as boas e más ideias e as situações?
De certa forma, muitos pensam que dominam a própria vida,
Sendo que há fatores que sempre nos desapontam
Em todo momento e que somos devorados
Todos os dias por uma grande força motriz
Invisível, sem nos darmos conta da finitude
Que existe de tudo que pensamos entender...
Em algum lugar no espaço-tempo, onde o tempo se dobra,
Na sua infinitude, pode ser que exista
Um eu, um você, tentando alinhar a cronologia do tempo,
Para que as coisas por aqui progridam da melhor maneira possível,
E que o destino realmente faça jus ao seu ofício
E que tenhamos a benção dos deuses como sorte...
⁠

A verdadeira liberdade não está no mundo externo, mas dentro de si mesmo. Liberdade não é algo que se toca ou se conquista fisicamente, porque o corpo, por sua própria natureza, está preso a necessidades básicas, como o alimento, o descanso e outras condições essenciais para sobreviver. Essas dependências tiram qualquer ilusão de que a liberdade pode ser algo plenamente físico.


A liberdade, na verdade, é um estado que se sente, algo profundamente interno. Não é sobre estar em um lugar ou realizar uma prática, mas sobre sentir-se livre, independente das circunstâncias externas.


De nada adianta viajar pelo mundo inteiro, explorar cada canto do planeta, se dentro de si ainda persistem prisões invisíveis: medos, preocupações, angústias e a incapacidade de estar em paz consigo mesmo. A verdadeira liberdade é sentir-se livre por dentro, independente do que acontece ao seu redor. É um estado de aceitação e presença que nenhum lugar externo pode proporcionar.

Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.


Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.


Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.

Quanto mais dó, culpa e drama você sente por si mesmo, mais depressivo fica.


Quanto mais cobrança, pressão e medo você cria na sua vida, mais ansioso fica.


Quanto mais vive por obrigações, regras, ordens e rotinas, mais estressado fica.


Quanto mais negatividades você foca, mais negatividades aparecem.

A única certeza que temos é a nossa existência. Se eu existo, o universo também existe. Se eu sinto, eu existo; se eu penso, eu existo. Não importa se é programado ou não, se é um pensamento ou um sonho, ainda assim, existe uma forma de existência.


O que não parece existir, na verdade, está apenas dando lugar àquilo que é. A inexistência, na verdade, não existe, pois até a palavra que usamos para defini-la, existe. Portanto, a existência prevalece sobre a ideia de inexistência.


Não posso deixar de existir após a morte, pois a morte, na realidade, não é o fim. O que existe são transformações. Quando morro, não estou realmente morrendo, estou apenas passando por uma mudança, encerrando uma transformação para dar início a outra. A existência segue, em um ciclo contínuo de transformações. Cada mudança encerra uma forma de ser e dá início a outra. Nada realmente deixa de existir; tudo apenas se transforma e continua de maneira diferente.

Quem espera não vive, apenas espera.

Quem espera pelos outros, se perde de si mesmo.
Quem espera pelo tempo, perde o tempo que tem.
Quem espera pelos finais de semana, perde os dias que vêm antes.
Quem espera pelas férias, perde o ano inteiro.
Quem espera se aposentar, perde a vida enquanto ela acontece.

E quem perde a vida assim, acaba morrendo arrependido… ainda esperando a morte.

O primeiro passo para se livrar das angústias é parar de ter dó de si mesmo, ou seja, se livrar do drama. Enquanto tiver dó de si, vai continuar preso na angústia, alimentando ela sem perceber.

O segundo passo é aceitar a angústia. Não vai demorar muito pra perceber que essa “angústia” na verdade era só a paz que você mesmo estava reprimindo. Ou seja, reprimindo a si mesmo. Aceite. Aceitando, você está se autoaceitando.

O terceiro passo é mudar de vida. Ou seja, mudar tudo aquilo que te incomoda, pensamentos, ideias, pessoas, lugares, situações, etc; pra que você não fique constantemente reprimindo sua paz, reprimindo você mesmo, e passe a aceitar/aceitar-se à medida que for fazendo o que gosta.

Aprenda a dizer SIM ou NÃO para si mesmo.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus pais, com respeito às escolhas e limites que estabelecem.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sua família, reconhecendo que o amor não se resume à conformidade.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus amigos, sem medo de se perder em agradar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para as pessoas, respeitando sua autenticidade e os próprios princípios.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sociedade, sem se deixar ser moldado por padrões que não representam quem você é.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para o mundo, com consciência de seu impacto e da responsabilidade que carregamos.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a vida, abraçando o que é realmente importante para o seu crescimento e bem-estar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO até para o que acabou de ler, refletindo sobre o que realmente faz sentido para sua jornada.


A verdadeira liberdade nasce da capacidade de escolher conscientemente, seja para afirmar ou negar, sempre com o entendimento de que nossas escolhas definem a essência do nosso caminho.

O verdadeiro sentido da vida é compartilhar de si com os outros, não acumular o que vem dos outros para si.

Se o propósito da vida fosse acumular para si mesmo, todos aqueles que partem deste mundo levariam consigo tudo o que acumulou ao longo da vida. Mas isso não acontece. Ninguém leva nada consigo. O que realmente levamos, o que permanece, é o que compartilhamos durante o caminho, em vida.

Immanuel Kant nos ensina que, para aprender a pensar, é preciso pensar por si mesmo.
Infelizmente, no mundo pós-moderno, onde eu, você e nós estamos presos dentro de pequenas caixinhas, muitas vezes deixamos de pensar por vontade própria.
Estamos sofrendo uma espécie de lobotomia moderna, na qual os algoritmos determinam o que assistir, o que comer, o que consumir, o que pensar e, até mesmo, como viver.
Se René Descartes observasse a modernidade, talvez, diante de seu famoso Cogito, ergo sum — “Penso, logo existo” —, perguntasse se ainda estamos realmente pensando. E Kant provavelmente nos lembraria de que pensar exige autonomia, não apenas receber informações prontas.
Se deixamos de pensar por nós mesmos, corremos o risco de apenas existir, como organismos que respondem aos estímulos que lhes são apresentados.
Talvez o maior perigo da modernidade não seja deixarmos de existir, mas continuarmos existindo sem, de fato, viver.
Porque existir é estar no mundo.
Pensar é questioná-lo.
Viver é escolher, conscientemente, como queremos habitá-lo.

O Resgate de Si Mesmo


No ritmo acelerado dos dias, muitas vezes esquecemos de nos dar a permissão mais importante de todas: o direito de ser humano.
Ser humano é aceitar as próprias fragilidades, compreender que os caminhos tortuosos também ensinam e que a perfeição é apenas uma ilusão que nos afasta de quem realmente somos.
Quando decidimos desacelerar e olhar para dentro, descobrimos que o melhor caminho a seguir é, e sempre será, a nossa própria verdade. Não a verdade moldada pelas expectativas alheias, mas aquela que vibra silenciosamente no fundo do peito. É nessa autenticidade que encontramos a verdadeira paz.
Que possamos caminhar com menos pesos e mais certezas internas. Que a leveza da vida nos abrace e nos envolva de tal forma que nos conecte infinitamente com o que há de mais sagrado em nós e no outro. Afinal, viver plenamente é aprender a devolver-se a si mesmo todos os dias.

Viver tentando agradar aos outros é um caminho seguro para se perder de si mesmo.
Seja fiel à sua verdade, pois no final das contas, cada um colhe o que semeia. Cuide das suas finanças e dos seus sonhos, mas cuide ainda mais dos seus sentimentos e de quem você ama com carinho .Não queira ter o bolso cheio e o coração vazio.
O tempo não cobra impostos ele te cobra dedicação e verdades.
Que a nossa busca pela prosperidade nunca nos custe, a nossa paz de espírito e a nossa capacidade de amar as pessoas à nossa volta pelo que elas nos representam de verdade