Textos que Descreva a Si Própria
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
Dá certo sim !!
Muitas vezes pensamos, que determinadas coisas na vida não daõ certo.
Mais dá sim, dá sim .
Muitas vezes, ela apenas te desvia.
Mais tudo da certo, mesmo que vc pense por algum momento que deu errado.
Porque muitas vezes, o que achamos errado, é o certo.
Basta observar, sentir, se abrir para entender.
Com tudo aprendemos e evoluimos
E mais tarde, tdo o aglomerados de acontecimentos modificou muitas coisas ao redor.
Afastou, aproximou, renovou, modificou
A vida sempre trabalha para o bem.
A vida segue apenas o seu ciclo.
Tudo é na hora que tem que ser
Como deve ser
E o mais importante: ..... Se deve ser!!
E aceitarmos é um desafio.
Aceitarmos com amor, despreendimento, coragem, fé, e abrirmos as mãos com leveza, tranquilidade entregando a excelência.
Paz e muita luz !!
Simone Vercosa
Talvez você tenha orado e não recebido a resposta que esperava.
Pediu que Deus mudasse uma situação.
Que curasse uma ferida.
Que trouxesse alguém de volta.
Que impedisse uma perda.
Que mostrasse um caminho.
E o céu pareceu silencioso.
Isso dói.
E não precisamos fingir que não dói.
Existem momentos em que Deus parece distante justamente quando mais precisamos sentir sua presença.
Mas existe uma diferença entre Deus estar ausente e você não conseguir percebê-lo.
Jó não entendia.
Davi perguntou.
Jeremias lamentou.
Elias chegou ao limite.
A Bíblia não apresenta uma fé artificial, onde ninguém chora e todos têm respostas.
Ela apresenta pessoas que choram, perguntam, esperam e continuam.
Então, se você não consegue fazer uma oração bonita, faça uma oração verdadeira.
“Deus, eu não entendo.”
“Deus, eu estou cansado.”
“Deus, eu não consigo enxergar você.”
E permaneça.
Porque às vezes a fé não parece uma grande declaração de certeza.
Às vezes, fé é simplesmente:
não abandonar Deus enquanto você ainda está procurando por Ele.
Não é egoísmo pensar em si.
Às vezes, passamos tanto tempo nos colocando em segundo lugar, fazendo pelos outros, compreendendo, ajudando e abrindo mão das nossas próprias necessidades… que esquecemos de nós.
E então percebemos algo importante: nem todo mundo vai fazer por nós aquilo que fazemos por eles. Não necessariamente por falta de amor, mas porque cada pessoa está ocupada vivendo a própria história, cuidando das próprias necessidades e fazendo suas escolhas.
Por isso, cuidar de si não é deixar de amar o outro. É simplesmente parar de se abandonar em nome dele.
Você também merece a mesma atenção, cuidado e consideração que oferece ao mundo.
Sentir minha dor, meu eu, minhas conquistas, meus deveres e meus entender
Sentir a Si Mesmo
O primeiro passo para a evolução da nossa alma é voltar o olhar para dentro e aprender a nos escutar com honestidade. Sentir o próprio eu significa acolher as nossas dores sem julgamento, reconhecer o valor das nossas conquistas com gratidão e encarar os nossos deveres com maturidade. Quando nos permitimos sentir e decifrar o que se passa na nossa intimidade, alcançamos o verdadeiro entender da vida. Não fuja de quem você é. Olhar para o próprio espelho da alma é a única forma de pacificar o coração e encontrar a força necessária para continuar caminhando em direção à nossa luz.
Observei de longe o que parecia estar ao alcance dos meus olhos, porém não me pertencia.
O meu silêncio gritava, mas a dor e os traumas me prediam...
Sou cicatrizes; Sou lágrimas no silêncio; Sou clamor sem ser visto...
Não merece ter pena ou compaixão de minhas dores...
Mas saiba com todos os meus erros, sim, e todas as qualidades...
Eu te amei tão alto em silêncio.
Não há, em uma estrutura política republicana, um indivíduo que represente, por si só, toda a nação. Cada indivíduo pertence a determinado Estado e está inserido em um contexto social específico.
Portanto, a política deve ser compreendida como um instrumento de administração destinado a organizar a sociedade e promover o benefício da população. O problema surge quando as pessoas confundem o meio social com a administração política.
A sociedade é constituída pelos indivíduos e pelos diferentes meios nos quais estão inseridos; a política, por sua vez, é apenas o mecanismo administrativo utilizado para conduzir os interesses coletivos e atender às necessidades da população.
Cada desculpa que você aceita de si mesmo é um voto contra o seu próprio futuro. Estar cansado é inevitável, mas desistir é uma escolha consciente. Pare de esperar pelas condições perfeitas ou pelo momento ideal; o momento ideal é o agora, construído com as ferramentas que você tem em mãos...
Bora pra cima
Espalhe o seu melhor ao mundo, pois através dele atrairá para si oportunidades incríveis. Seja o movimento necessário para sair da estagnação e criar oportunidades. O universo apenas lhe devolverá o que emana. Não espere para manhã o que pode ser mudado Hoje.
Existem três questões:
Onde você Esta ? Aqui .
Que Horas São ? Agora .
Quem é você ? Este Momento!
Inspirado no Filme : Poder Além da Vida
"Olhar para o mundo é olhar para si mesmo. O universo é um espelho daquilo que carregamos na alma.
Diante do abismo das incertezas, a vida nos divide entre duas forças:
• A luz que pacifica, acolhe e clareia o caminho;
• Ou a tempestade que agita, destrói e obscurece a visão.
O abismo não nos define. O que nos define é o que decidimos ser quando olhamos para ele."
Mãe
Ela não comprava pra si,
comprava para as filhas.
Não comia primeiro,
servia primeiro as filhas.
Deixava o seu sonho de lado,
para viver o sonho delas.
Escola particular sem poder,
trabalhando dia após dia.
com ajuda da vovó
mas com o amor todo dela.
Ela fez faculdade paga,
mesmo sem poder pagar,
porque mãe dedicada
acha que amor é dar.
E um dia escuta
que nunca incentivou...
Dói. Dói fundo na alma.
Parece que tudo que fez,
se apagou.
Mas não se apagou, mãe.
Nenhum prato que você deixou de comer,
nenhuma roupa que deixou de comprar,
nenhuma noite sem dormir,
se apaga com uma frase.
Você foi e é dedicada.
Você fez o seu melhor.
E o seu melhor foi muito.
Foi tudo.
Fica em paz, mãe.
Quem planta com amor,
um dia a colheita vem.
Mesmo que hoje a ingratidão doa,
o seu valor ninguém tira de você.
Você foi gigante. E ainda é.
Pq dar ordens para si mesmo funciona?
Eu sei a resposta, mas eu presciso dessa confirmação, presciso ter certeza, matar minhas dúvidas. Extrair tudo.
Essa necessidade de saber de tudo só para ter certeza de que não perderá nenhuma oportunidade de alcançar um futuro eu ideal que talvez nunca chegue... O talvez é minha esperança gritando.
A necessidade falsa de que não é o suficiente; a fome é uma mestra cruel. Como a inveja.
PRESENÇA ADVAITA
A travessia do ser que deixa de lutar contra si
A cidade ainda não dormiu.
O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.
Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.
Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.
A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.
Não é iluminação, é pausa.
Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.
No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.
É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.
Viver é sentir.
Sentir é o único gesto que não mente.
É quando você acontece.
Não chega, se revela.
Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.
O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.
O silêncio ao seu lado tem temperatura.
Parece uma mesa posta no meio da alma.
Você toca o lugar em mim que sempre esperou,
e algo, enfim, consente.
Ainda com medo, eu consinto.
Não há urgência, há respeito.
A ternura não anuncia sua entrada,
ela simplesmente chega e fica.
O medo, visto de perto, se torna pequeno.
A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.
O que antes era abismo agora é chão molhado,
com marcas de quem passou e ficou.
O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.
Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.
Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.
Antes da calma houve deserto.
Antes da ternura, ferida.
Já temi o que mais amava,
já fugi do que me curaria.
Até que o orgulho se desfez,
e a suavidade entrou pela fresta da noite.
Nem tudo em mim é paz.
Ainda há grito guardado,
e o eco às vezes volta sem aviso.
Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.
O amor que prende é medo disfarçado de zelo.
O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.
Nele, dois seres se olham sem truques.
Ambos feridos, ambos atentos.
Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.
Eu tropeço.
Duvido.
Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.
Mas é a dúvida que me devolve à fé,
essa fé pequena, feita de respiração e paciência.
Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.
Com você, o tempo não desaparece, ele respira.
A casa continua casa, o mundo continua áspero.
Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.
Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,
um espaço simples onde a ternura sobrevive.
Não busco eternidade, busco verdade.
Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.
O que é real não morre, apenas muda de rosto.
A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.
Não há promessa, há encontro.
Não há destino, há travessia.
Você não chega, acontece,
como chuva breve em tarde quente,
lavando o pó do que restou.
A plenitude não está em domar os sentimentos,
mas em atravessá-los inteiros.
Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga
e vira casa com portas que abrem por dentro.
Nem tudo que acalma cura.
O silêncio também corta,
mas é corte que limpa,
como mar depois da tempestade.
Às vezes a luz arde antes de iluminar.
Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.
Se o tempo nos afastar, a presença não parte.
O sentir muda de tom, como maré que recua
só para lembrar que voltará.
Você é travessia,
o agora entre duas incertezas,
a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.
Se o silêncio for tudo o que restar,
ainda assim haverá amor.
O que é verdadeiro não precisa ser dito.
O toque fica mesmo quando a mão já se foi.
A lembrança não pede voz,
a pele ainda sabe o caminho.
Ser forte não é erguer muralhas,
é continuar sensível quando o mundo pede dureza.
É olhar o outro e ver o mesmo espanto,
a mesma fome de não ferir.
Escolho te sentir.
Não para possuir, mas para reconhecer.
Não para vencer, mas para ser verdadeiro.
Se o sentir trouxer dúvida, que venha.
Que confunda e console.
Que assuste e cure.
Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.
Entre nós talvez não haja nome,
e tudo bem.
O real prefere ser vivido a ser explicado.
O amor que nasce quieto é o que mais permanece.
Ele não disputa palco, respira.
É o som do ser se reconhecendo no outro.
Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.
Nada precisa ser vencido quando é compreendido.
A sabedoria não nasce da força,
mas da entrega.
Do instante em que o ser para de fugir de si
e percebe que nunca houve vazio,
apenas verdade esperando espaço.
A cidade enfim silencia.
Uma janela apaga, outra acende.
O ar cheira a terra molhada.
E no reflexo do vidro, eu me reconheço.
O silêncio me olha,
e nele eu ainda vejo.
Riqueza imensurável da simplicidade, agora perfeitamente representada numa linda imagem de muitos significados, cuja sutileza tem um ar de despedida de uma fase amável, passageira, que num futuro mais próximo do que se pensa, será apenas saudades
a infância de uma pequena princesa, razão de muita felicidade, feliz segurando um simples balão, que faz menção à leveza com a qual está vivendo, a sua fragilidade, mas também a sua resistência e ao momento almejado que sem aquilo que a prende, ela subirá bem alto
Por enquanto, até lá, é sensato que continue brincando, desfrutando o máximo que puder, sendo uma criança alegre, saudável, guardada por Deus a todo instante, amada verdadeiramente, alegrando semblantes, um amor inexplicável que não esmorece, bênção constante.
Houve um tempo em que a ignorância envergonhava-se de si mesma,
tanto que se recolhia à timidez e ao pudor.
Nos tempos atuais, não.
A ignorância converteu-se em espetáculo:
exibe-se por todos os meios possíveis e imagináveis, ostentada com um orgulho desmedido.
Houve um tempo em que a ignorância ao menos tinha vergonha de existir,
recolhia-se, constrangida, à sombra da timidez e do pudor.
Hoje, não.
A ignorância perdeu o constrangimento,
aboliu a vergonha e transformou-se
em virtude pública com direito
à fanáticos seguidores.
Exibe-se ruidosamente,
disputa holofotes,
exige aplausos e se orgulha
da própria miséria intelectual.
✍©️@MiriamDaCosta
A política deve vigiar a si mesma
para não se converter em religião,
onde dogmas substituem o pensamento
e a fé ocupa o lugar da razão.
E a religião deve guardar distância da política,
para que o sagrado não seja usado
como ferramenta de poder.
Quando a política vira religião,
nasce o fanatismo.
Quando a religião vira política,
nasce o poder travestido de fé.
✍©️@MiriamDaCosta
A Tragédia dos Que Brigam Entre Si
É estranho pensar
que pessoas comuns,
que acordam cedo,
trabalham duro
e carregam as mesmas dificuldades,
acabam se tornando inimigas
por causa de guerras que não criaram.
Lá em cima,
os poderosos discutem seus interesses,
fazem alianças,
mudam discursos
e seguem suas vidas.
Aqui embaixo,
nós perdemos amigos,
rompemos famílias
e carregamos mágoas
por causa de uma disputa
que nunca esteve em nossas mãos decidir.
O vizinho deixa de ser vizinho.
O amigo vira adversário.
O irmão olha para o irmão
como se fossem de mundos diferentes.
E no final,
quem realmente ganha com isso?
Enquanto brigamos por aqueles
que nunca saberão nossos nomes,
continuamos enfrentando
os mesmos problemas,
as mesmas contas,
os mesmos medos
e as mesmas incertezas.
A maior tristeza de uma sociedade
é quando o povo esquece
que tem mais coisas em comum
do que diferenças.
Nenhuma opinião vale
a perda de uma amizade.
Nenhuma bandeira vale
o desprezo por outro ser humano.
Nenhum líder merece
que alguém destrua a própria paz
ou transforme amor em ódio.
Porque no fim da vida,
não serão as discussões da internet,
os discursos dos políticos
ou as brigas por ideologias
que ficarão ao nosso lado.
Serão as pessoas.
As mãos que seguramos.
As histórias que construímos.
Os momentos que nunca mais voltam.
A verdadeira tragédia
não é existirem pensamentos diferentes.
É permitirmos que eles sejam usados
para nos afastar daqueles
que caminham no mesmo chão que nós.
Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo:
1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo.
2. O livre-arbítrio está acima de Deus. Resposta: A liberdade humana é um dom concedido soberanamente pelo Criador, não rivalizando com Sua autoridade, mas manifestando-a.
3. O arminianismo nega a eleição. Resposta: Cremos na eleição bíblica e ortodoxa, a qual é condicional à fé manifesta pelo homem e pré-conhecida por Deus desde a eternidade.
4. Deus não é soberano no sistema arminiano. Resposta: Deus exerce Sua soberania ao conferir responsabilidade real às Suas criaturas, não se confundindo o governo divino com o fatalismo determinista.
5. O arminianismo é uma doutrina antropocêntrica. Resposta: Trata-se de um sistema teocêntrico, profundamente fundamentado no amor, na justiça e na graça soberana de Deus.
A humanidade sucumbe à si mesma
Gritam o amor
Proclamam Deus
Mas se sangra um dos seus
jogam sal no corte
e chupam a ferida.
Hipócritas
Doentios
Pior que os gentios
Não sejam fingidos
Abafem seus gemidos poéticos
Cadáveres fétidos!
... Fingir poesia
Vós não fingis!
Vós a mentem!
Seja cientista de si.
Ser cientista de si é abrir gavetas onde ninguém jamais olhou, é encontrar restos de ecos antigos e etiquetá-los com rigor e reverência. Cada memória se torna um organismo estranho, cada emoção, um vírus que infecta sem aviso. Não se trata de curar, mas de observar: estudar as mutações do próprio desejo, as derivações do medo, as metamorfoses do amor que insiste em nascer nos lugares errados.
O corpo é um microscópio que às vezes faz truques com a mente — é um campo de ensaio onde hipóteses explosivas dançam e se desintegram em segundos. Ser cientista de si é aceitar que não há controle, apenas registro. Registrar a instabilidade, o colapso, a beleza que surge do caos interno. É perceber que algumas experiências não se replicam, algumas falhas são únicas, algumas feridas ensinam mais que qualquer vitória.
E no centro desse laboratório, no silêncio que não cabe em palavras, surge a maior descoberta: que o sujeito estudado é também quem observa, e que cada experiência de si é um prisma que reflete infinitos mundos. Ser cientista de si é um gesto de coragem quase selvagem — olhar para dentro e perceber que o experimento nunca termina, e que cada segundo é irrepetível, insubstituível, imprescindível.
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