Textos que Descreva a Si Própria

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A Mãe e o Olhar

Edineurai SaMarSi

Quando eu era criança, a vizinha perdeu o único filho — quase homem… ainda menino.

Eu a observava.
Sempre fui boa nisso.

Depois disso, ela nunca mais foi a mesma.

A casa seguia arrumada,
as portas abertas,
o café no horário.
Mas os olhos…
ah, os olhos…
Eram fundos.
Vazios.

Fazia tudo como antes.
A vida seguia.

Mas, em seus olhos, algo havia mudado.
Não tinham mais alma, não tinham mais vida…
As tentativas de sorriso eram falsas, assim como a vontade de continuar.

Eu me lembrava de antes — da sua alegria, da família feliz — e, com a minha inocência de menina, pensava:
“Logo isso passa.”

Não passou.

O tempo andou.

Cresci.
Tornei-me adulta.
Ela se mudou, mas, quando a via, mesmo de longe, aquele olhar continuava o mesmo — parado naquele dia.

Como se a alma tivesse saído devagarinho
e ido atrás dele.

Eu não entendia…

Até ser mãe.

E perceber que há dores
que não enterram só um corpo —
enterram o mundo inteiro
dentro do peito de quem fica.

E alguns dias…
simplesmente não passam.

A tua ida aos céus

Um carro preto, tão escuro quanto o céu, aconchegava dentro de si um belo casal de humanos.
Humanos estes que, a todo momento, ficavam batendo nos cantos.
Um jovem casal belissimamente lindo!
Pena que o jovem rapaz não sabia o que estava vindo…

Ao ligar o velho motor, tomou-se pela dor,
porém preferiu ignorá-la, para não tirar de sua garota o sorriso.
Garota elegante, com olhos cor de madeira e cabelo cor de petróleo,
olhava-o com certa ambiguidade em seu olhar.
Pena que o jovem não houve de notar.
À toa, o carro gastava seu óleo.

Cada hora da noite — noite esta que se assemelhava mais à eternidade — os dois, novamente, demonstravam um amor que, confesso eu, nunca antes recebi, um amor cheio de reciprocidade.
Como queria estar igual aos pombinhos, amando na flor da idade!
Continuemos…
Seguiram-se amando, trocando beijos e palavras lindíssimas.
Pena que, para o jovem rapaz, estas seriam as últimas.

O seu olhar a fitava, amava e a desejava ao seu bombeador de sangue.
A sua mão a tocava, ou melhor, tratava-a como a uma mulher.
Depois de um tempo, a viagem seguiu.

Um caminhão, maior que minha mão, foi de encontro ao carro.
Talvez para cobrar-lhe uma antiga dívida?
Pena saber que, para o jovem, o combinado custou caro.
A jovem, por sua vez, teve a sua saúde mantida.

Colocaram o jovem sobre uma caminha — acredito que se chame “maca” —
e levaram-no, com certa despreocupação, a uma salinha cujas paredes e cujo teto eram brancos e sem vida.
No lugar, não havia nada, mas isto não era um problema ao rapaz,
pois ele sabia que, ao fim, teria perto de si sua mulher.

Os dias corriam de um lado ao outro, claramente sem rumo algum.
No entanto, não havia preocupação,
porque carregava a imagem daquela detentora de seu coração.
Não se queixava de remédio nenhum.

Os olhos, ainda brilhantes, namoravam a porta.
Sempre achei aquela porta digna de ser aberta por uma linda dama
que, no momento em que estivesse eu dentro de uma ilusão, me visitasse na cama,
que segurasse, em suas mãos de coelho, uma deliciosa torta, sorrindo para mim enquanto uma fatia corta.

Desculpe, continuemos…

O tempo muito se passou,
e a moça, no prédio, nem sequer pisou.
Pelo grau do acidente, o pobre rapaz perdeu parte de sua coordenação motora da região inferior.

Se ao menos ela o visse, poderia facilmente tratar de seu caso com o seu simples amor.
Se ao menos… Se ao menos tivesse…

Aos poucos, o movimento no interior foi diminuindo…
Mesmo em sonhos, não a conseguia ver ao seu lado sorrindo.
O lugar tornou-se um velho prédio onde todos os profissionais ficaram à disposição.
Suas pernas, já saudáveis, entrelaçavam os dedos ansiosamente.
Seus dentes chocavam-se uns contra os outros de nervoso,
e seu coração se quebrava em sua totalidade. Neste momento, arrisco dizer que parte dele foi eliminada pelos sucessivos vômitos de tristeza.
Ao final de seus dias, ficava de prantos em sua pequena mesa.

Na hora de sua partida, pegou seus pertences, derrubando um oceano de mágoas pelo chão.
No instante em que deixou o hospital, olhou ao pobre e triste céu,
querendo ver novamente sua amada e cobri-la com um lindo véu.
Pobre jovem… não há nada neste mundo material para segurar sua mão.

O homem foi caminhando a um local cheio de pedras com formato de paralelepípedo.
O lugar era belo; havia uma quantidade rica de flores deixadas por aqueles que, igual a ele, sentiam as mesmas dores.
Ele, a fim de honrar o local em que estava inserido, levava consigo um lindo conjunto de rosas que, milagrosamente, deixaram-no com o peito aconchegado.

“Como eu a amo!
Como eu a vislumbrava!
Uma mulher que, durante sua vida, feliz o meu coração deixava!
Como eu a amo!”

Solidão...da humanidade natural condição.
Solitária toda pessoa... do mundo afastada
dentro de si fechada...

Uma redoma,
uma cabana,
um deserto...
só, sem ninguém por perto.

Um viajante solitário
refugiado, isolado,
na natureza morta
encontra um teto,
sente-se abrigado.

Abandonado de todos
segue o solitário...
atarefado
pra não se sentir tão abandonado.

Tem uma pergunta que você precisa responder para si mesmo: até quando vai esperar a coragem aparecer?

A verdade é que coragem não chega primeiro. Quem chega primeiro é a decisão.

Você pode passar anos esperando o momento perfeito, o dinheiro certo, a oportunidade ideal, o apoio de alguém. E sabe o que acontece? A vida continua passando.

Ninguém vai viver os seus sonhos por você. Ninguém vai enfrentar os seus medos por você. Ninguém vai construir a sua história enquanto você assiste à história dos outros.

Errar faz parte. Recomeçar faz parte. Cansar faz parte. O que não pode fazer parte é desistir de si mesmo antes de tentar.

Pare de negociar com as suas desculpas. Elas sempre terão argumentos convincentes. Mas resultado nenhum nasce delas.

Todo dia é uma escolha. Ou você continua alimentando os seus limites, ou começa a fortalecer o seu potencial.

No fim das contas, o futuro não pertence a quem esperou a hora certa. Pertence a quem decidiu fazer da hora presente o ponto de partida.

Mundos

Como é que o homem quer ir a outros mundos, por si próprio? Como ir lá? Se o homem rejeita Deus? Só Deus o poderia ajudar a ir a biliões de km da terra!

Como ir lá se o homem está em guerra com o próprio homem aqui na terra!? Que autoridade tem o homem para ir da terra a outros mundo? Eu acredito que poderia ir lá! Mas certamente terá que ter outro modo de pensar! Porque ir a Marte e a Titan, não é como viajar de avião ou de navio. Ou mesmo ir à lua! Pensem nisto! Oxalá o homem pudesse ir, mas ir com Deus era o melhor!

⁠Mosaico de uma vida

Espelho quebrado, estátua de si mesmo,
Em cada pedaço, uma imagem, uma faceta da vida,
Em cada olhar fixo, uma exposição da gema, uma visão íntima,
Ver o que não era visto, perceber o que não percebia, saber o que era sabido,
Sombras do passado, marcas do presente, mosaico de uma vida.

O Amor não é um sentimento simples.
Nele si inclui ,lealdade, honestidade,carinho,respeito, admiração, companheirismo,entender o outro lado,si colocar no lugar do outro,si sacrificar prar fazer da certo.
Muitas vezes achamos que amor é uma coisa só.
Assim como o ódio não é um sentimento só, o amor também.

VENTO
VENTO sozinho é movimento de ar
Por si só,vento tem som de farfalhar
Não faz tanta erosão....
Já que não consegue de fato
Roer areia fina nem grão!


VENTO, destrói pedra e ela se inclina!
Ao Cair no solo , transforma _se em areia fina.
Ao tocar a pedra,vento bate e a fratura.
Surge sem molde uma bela escultura!


VENTO, não é sempre igual nem constante,
Mas atuante essa força de natureza abundante.
E quando.acompanhado de chuva ,traz avaria


VENTO abala a estrutura da construção
Sucumbi a comunicação pela falta de energia.
Cai ponte,poste como freio de arrumação ...
É força eólica que produz a forte ventania !


VENTO, tornado, furacão,ciclone fazem lufar.
Juntos se abraçam por movimento de vórtice.
Vento da Terra,que corre para o mar !
Aragem que refresca o calor,por sorte!
São as brisas da Terra na maresia
sopram suave do Sul a Norte.
Que beijam a Terra de dia, e a noite o Mar


Luciah Rodriguez

A amizade em trabalho, aquela que ti pedi dinheiro emprestado, que está sempre si demonstrando que si importa com você.
Aquela que diz que gosta de ti,si si unir a você.
Mas o propósito é só saber da sua vida ,e espalhar, e também sempre pedindo favores e dinheiro emprestado.
Isto não é amizade, e sim um interesse.
O mais ridículo é ver trabalhador ganhando o mesmo valor, e pedindo dinheiro emprestado aquele (o) que ganha a mesma coisa, ou ate menos.

NOSSA FINITUDE


O mundo já não basta em si, ele quer me devorar.
Ele, o mundo, comporta-se como um bicho feroz,
Sedento e faminto...
Eu já não basto em mim e tento devorá-lo, também.
Mas sou tragado, como a parreira lambida pelo fogo.
Assim, deixo-me ser consumido, pois não há porque lutar,
Pois tudo, é o que é! Já percebeu que a força
Do destino que pensamos estar em nossas mãos
É um pêndulo, como uma mão que balança o berço?
Já percebeu que precisamos de fatores externos
Para cumprirmos algo, e que existe em nós
Uma força interna e o desejo de cumprir algo?
Já parou para pensar por que as coisas acontecem?
E como surgem as boas e más ideias e as situações?
De certa forma, muitos pensam que dominam a própria vida,
Sendo que há fatores que sempre nos desapontam
Em todo momento e que somos devorados
Todos os dias por uma grande força motriz
Invisível, sem nos darmos conta da finitude
Que existe de tudo que pensamos entender...
Em algum lugar no espaço-tempo, onde o tempo se dobra,
Na sua infinitude, pode ser que exista
Um eu, um você, tentando alinhar a cronologia do tempo,
Para que as coisas por aqui progridam da melhor maneira possível,
E que o destino realmente faça jus ao seu ofício
E que tenhamos a benção dos deuses como sorte...

Mãe ama...


Mãe ama quando o filho é sementinha dentro de si, entre enjôos e vômitos.


Mãe ama quando escolhe o berço e todo o enxoval do seu bebê.


Mãe ama entre as dores dilacerantes do parto.


Mãe ama quando pega seu bebê nos braços pela primeira vez entre risos e choros, já esquecida das dores.


Mãe ama ao escolher um nome entre tantos...


Mãe ama quando arruma o quartinho,
a moradia, o colégio...


Mãe ama na saúde e na doença, nos bons momentos e nos momentos não tão bons.


Mãe ama quando vigia, aconselha, berra, grita, pune...


Mãe é assim: - sol e chuva por fora e por dentro um arco íris; - Amor em todas as cores! .
Haredita Angel
29.01.23

​O desdobrar do tempo na existência é, em si, o próprio tempo num desdobramento contínuo de acontecimentos — uma evolução que dobra e redobra as linhas do destino.
​Mas o que é o destino? É o fluxo predeterminado da finitude de um ser, direcionado a um contexto maior e contemplativo no limiar do tempo e do espaço. Tento compreender a gravidade: ela só existe por causa de cada corpo que habita o fluxo contínuo da consciência.
​Tudo passa a existir de fato apenas depois de ser conhecido; anterior a isso, a ignorância dos fatos nos estabelece em outras relações, distantes da própria realidade.

No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,

A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.

Alguém que não se contenta com respostas superficiais. A necessidade de compreender a si mesmo e de ser compreendido pelos outros revela que sua maior busca não é por aprovação, mas por um significado que dê sentido às próprias escolhas. É dessa inquietação que nascem tanto a criatividade quanto os conflitos mais profundos.


-Jouberth Toffoli

O caminho de volta para si mesmo


Existem momentos em que a vida parece perder a cor, e a mente transforma pequenos pesos em grandes montanhas. Mas nenhum sentimento é uma sentença permanente; aquilo que hoje parece um fim pode ser apenas uma fase de transformação.


Não somos definidos pelas nossas dores, pelos nossos erros ou pelos dias em que não conseguimos ser fortes. Dentro de cada pessoa existe uma história que continua sendo escrita, e até as cicatrizes carregam a prova de que fomos capazes de sobreviver a momentos que um dia pareciam impossíveis.


O coração precisa aprender que nem tudo precisa ser resolvido de uma vez. Às vezes, a maior vitória é levantar, respirar, continuar e reconhecer que ainda existem sonhos esperando por nós. A mente pode criar tempestades, mas também possui a capacidade de encontrar novos caminhos.


Cuide de si como cuidaria de alguém que ama. Dê tempo ao seu processo, valorize pequenas conquistas e não esqueça, a sua existência tem valor antes mesmo de qualquer conquista. A vida não exige que você seja perfeito, apenas que continue tentando florescer.


-Jouberth Toffoli

O MEDO — E A CORAGEM DE RECOMEÇAR

Medo de quê?

Já reparou que vivemos em um mundo que, silenciosamente, tenta nos roubar a paz, a felicidade e até mesmo a capacidade de amar? Um mundo que transforma sentimentos naturais em motivos de insegurança e faz com que tenhamos medo de encarar aquilo que, no mais profundo de nós mesmos, sabemos ser verdade.

Temos medo das mudanças. Medo do desconhecido. Medo de perder. Medo de recomeçar.

E, muitas vezes, parece mais fácil permanecer infeliz em um lugar conhecido do que atravessar o abismo necessário para construir uma nova história.

Assim, pouco a pouco, tornamo-nos prisioneiros de um mundo que nos impõe regras que nem sempre escolhemos. Somos cercados por discursos, expectativas, comparações e ameaças. Somos manipulados pelo medo — e, quando o medo governa, a liberdade começa a morrer dentro de nós.

Todos os dias somos bombardeados por notícias de guerras, fome, violência, desastres, crises e tragédias. Até mesmo o tempo, que deveria ser apenas parte do ciclo natural da existência, muitas vezes nos é apresentado como uma ameaça permanente.

Quanta sobrecarga pode suportar uma alma?

E quando o homem já está cansado, chegam as redes sociais, oferecendo vitrines de felicidades cuidadosamente fabricadas. Vidas aparentemente perfeitas. Corpos perfeitos. Famílias perfeitas. Amores perfeitos. Sucessos constantes.

E então comparamos o nosso bastidor com o palco cuidadosamente iluminado dos outros.

Pouco a pouco, muitos vão se paralisando.

Alguns deixam de sonhar.
Outros deixam de lutar.
Alguns abandonam a esperança.
E existem aqueles que, de tanto sofrer, começam a desistir de si mesmos.

Mas onde está a fé?

Onde está a esperança?

Onde está o amor?

Até mesmo aqueles que deveriam anunciar o bem, a verdade e a liberdade, algumas vezes transformam a fé em instrumento de poder. Criam regras segundo seus próprios interesses, distorcem a Palavra para justificar comportamentos, constroem sistemas em benefício do ego, do dinheiro ou da influência.

E o homem, que buscava Deus, acaba encontrando apenas homens falando em nome de Deus.

É preciso despertar.

Porque existem medos que não nascem dentro de nós. São alimentados todos os dias. Repetidos até se tornarem pensamentos. Pensamentos repetidos tornam-se crenças. Crenças transformam-se em prisões.

E uma mente aprisionada pelo medo pode começar a acreditar que não existe saída.

É nesse momento que o medo deixa de ser apenas uma emoção e passa a ser uma força destrutiva.

Há algo de profundamente maligno em uma realidade que convence o ser humano de que ele não vale nada, de que não existe amanhã, de que sua história terminou, de que sua dor será eterna.

Não aceite essa sentença.

A vida não pode ser reduzida às circunstâncias que hoje nos ferem.

O homem não é apenas aquilo que lhe aconteceu.

Ele também é aquilo que decide fazer com aquilo que lhe aconteceu.

Talvez a verdadeira liberdade comece quando deixamos de perguntar “o que o mundo espera de mim?” e começamos a perguntar:

“Quem eu sou quando não estou sendo governado pelo medo?”

É preciso voltar ao centro.

Voltar àquilo que é essencial.

Voltar à fé, não como instrumento de controle, mas como encontro com o divino. Voltar à esperança, não como ingenuidade, mas como resistência. Voltar ao amor, não como fraqueza, mas como a mais profunda forma de coragem.

A comunhão com o divino não elimina todas as dores da existência, mas muda a maneira como atravessamos cada uma delas.

Porque quem reencontra o sentido não deixa de sofrer — apenas deixa de ser destruído pelo sofrimento.

Então, homem, volte.

Volte a ser aquele que um dia acreditou que poderia vencer.

Volte a olhar para dentro de si.

Afaste-se daquilo que continuamente adoece sua alma. Não permita que pessoas manipuladoras definam o seu valor. Não permita que uma sociedade dominada pelo medo determine o tamanho dos seus sonhos. Não permita que a vida dos outros seja usada como régua para medir a sua própria existência.

Crie seus próprios caminhos.

Escolha conscientemente aquilo que merece ocupar sua mente.

Aprenda a dizer não.

Aprenda a partir.

Aprenda a recomeçar.

E, acima de tudo, aprenda a confiar.

Porque talvez a grande vitória não seja viver em um mundo sem medo.

Talvez seja viver em um mundo cheio de razões para ter medo e, ainda assim, escolher não se tornar escravo dele.

Você não controla todas as circunstâncias.

Não pode impedir todas as perdas.

Não pode silenciar todas as vozes.

Não pode mudar tudo aquilo que acontece ao seu redor.

Mas pode escolher quem será diante de tudo isso.

O medo pode escrever capítulos da sua história, mas não precisa ser o autor dela.

Transforme suas feridas em sabedoria.

Suas perdas em maturidade.

Sua dor em força.

Seu passado em aprendizado.

E seus medos em história.

Porque existe dentro de você algo que o medo não consegue destruir:

a capacidade de recomeçar.

E talvez seja justamente aí que começa a verdadeira liberdade.

Não quando o mundo deixa de ser assustador.

Mas quando você finalmente compreende que, apesar de tudo, não nasceu para viver de joelhos diante do medo.

Nasceu para caminhar.

Para amar.

Para crer.

Para resistir.

E, sempre que necessário,

para recomeçar.

A humildade bíblica não é pensar menos de si mesmo, mas reconhecer que dependemos de Deus.
Andar humildemente com Deus significa viver em comunhão constante com Ele, reconhecendo que não somos a medida da verdade nem os donos da justiça.
A humildade nos impede de cair no orgulho religioso. miriamleal

mensagem para hoje, 23 de dezembro de 2025, foca em viver o presente, encontrar beleza nas coisas simples, ter Fé em si e em Deus, e aproveitar as oportunidades com otimismo, lembrando que cada dia é um presente único, cheio de potencial para recomeçar e ser feliz, mesmo com desafios, pois "a motivação te põe no caminho, o hábito te faz seguir em frente....
Força foco e Fé e vamos que vamos ✋ Feliz natal para todos nós 🎁 🌲

O pior sentimento que a pessoa tem é a inveja, no lugar de procurar fazer as coisas para si própria, perde tempo com inveja de ti. A gente não tem que desejar mal para ninguém, o próprio mal que a pessoa te desejar ela irá colher! Uma hora terá sim sua colheita de toda maldade que foi plantando enquanto poderia estar desejando o bem, então faça sua parte, sentir raiva é natural sim do ser humano, mas peça discernimento a Deus e vai rezando todos os dias para que ele te defenda de todo o mal, inclusive peça perdão por sentir raiva de certas situações e injustiças e perdoe até seus inimigos, às vezes parece que Deus não te responde, né? Mas é porque ele trabalha em silêncio 🔇
𓅪❀☘⚘༄