Textos Marcantes

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♥ Se você tiver o prazer de alguém entregar um coração em suas mãos, cuide bem dele. ♥ Regue-o diariamente com muito amor e carinho, depositando-o num mar de tranquilidade, assim evitará que tenha hipertensões que poderiam destruí-lo.
♥ E passado algum tempo irá perceber com facilidade o quão saudável e feliz estará o seu.

Inserida por PierredaGama

Dez chaves para se construir a paz...

1. Olhe para todas as pessoas com respeito e benevolência.

2. Não fale mal de ninguém.

3. Perdoe as injúrias presentes e passadas, liberte-se das garras do ódio, conserve a liberdade de seu coração para amar, para conviver, para começar uma nova vida a cada dia.

4. Deseje, simplesmente, a paz a todos, a colaboração, a convivência, o prazer da fraternidade e do serviço.

5. Trate de simplificar os problemas em vez de aumentá-los;
não acumule sombras, procure em tudo as réstias de luz e os caminhos da esperança.

6. Tenha a coragem de negar-se a colaborar com qualquer projeto violento; afaste-se dos que ensinam e praticam o ódio, a vingança, o amedrontamento e a violência.

7. Crie em torno de si sentimentos e atitudes de paz, de concórdia, de convivência, de misericórdia e de consolo.

8. Apoie os que trabalham sinceramente pela paz, na verdade, na liberdade e na justiça.

9. Dedique algum tempo para você também trabalhar pela paz, com serenidade, esperança e generosidade.

10. Peça a Deus que lhe dê o espírito de sabedoria, de bondade,
de fortaleza e de generosidade para ser instrumento de sua bondade e de seu amor, em um mundo renovado, onde todos possamos viver na verdade, o amor, a liberdade e a fraternidade.

Inserida por RivaAlmeida

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Inserida por RivaAlmeida

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Inserida por RivaAlmeida

Uma pessoa verdadeiramente feliz não se preocupa em TER, porque sabe que a verdadeira riqueza está em SER

“Se você está feliz, você abraça. Se você está infeliz, você compra.”

As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.

Após o período da Segunda Guerra Mundial foi propagada pela mídia a ideia de que a verdadeira felicidade vem do ato de consumir. Esse pensamento nos acompanha até hoje.

Crescemos ouvindo da mídia e da grande maioria das pessoas que seremos mais felizes se tivermos os melhores carros, as maiores casas e as roupas mais luxuosas. Aprendemos que só seremos respeitados se seguirmos determinado estilo de vida e que devemos viver de uma maneira que agrade mais as outras pessoas do que a nós mesmos.

Muitas pessoas ficam presas a esse padrão e nunca descobrem o que realmente significa viver com autenticidade, liberdade e alegria.
Ter coisas é algo muito bom, mas só encontramos o verdadeiro prazer de viver quando estamos verdadeiramente bem com nós mesmos.

Aqueles que fazem de suas vidas um observatório para os outros estão sempre insatisfeitos e com um sentimento de vazio no coração, porque os seus prazeres, apenas temporários, nunca são suficientes para trazer o verdadeiro significado às suas vidas.

Quando estamos apegados demais ao consumo, à vida de aparências, de alguma forma nos afastamos da necessidade de conhecer a nós mesmos e de guiar nossos caminhos com sabedoria e autoconhecimento. É por isso que muitas pessoas escolhem seguir essa direção, porque muitas vezes é mais fácil pensar na próxima coisa que se deseja comprar, do que refletir sobre o seu verdadeiro propósito no mundo.

Como o hábito de consumir revela a infelicidade
As pessoas que possuem o hábito de comprar compulsivamente fazem isso por alguma razão, e na maioria das vezes não é apenas porque podem e querem comprar. De fato, vemos cada vez mais pessoas endividadas, perdendo tudo o que têm como um resultado de sua ganância.

O consumismo exagerado é uma maneira equivocada que as pessoas encontram de trazer alguma felicidade e significado para as suas vidas. Elas experimentam um vazio interior muito grande, porque não conseguem se encontrar no mundo ou não possuem a coragem necessária para se libertar dos padrões e viver com autenticidade, por isso buscam nos bens materiais uma fonte de realização.

No entanto, nós sabemos que uma vida totalmente voltada para as aparências não pode ser uma vida feliz. O dinheiro e os bens podem ser importantes para nós, mas a felicidade verdadeira nunca vem do exterior, ela é criada dentro de nós.

Uma pessoa verdadeiramente feliz é aquela que, mesmo nos seus piores dias, é capaz de sorrir, encarar a vida com otimismo e compartilhar amor com aqueles ao seu redor.
É aquela que abraça, que demonstra o seu amor pelas pessoas de uma forma saudável e que sabe que ter boas companhias é muito melhor do que ter muito dinheiro.

As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.

A necessidade de consumir e estar em evidência são características das pessoas que ainda não se encontraram, porque aqueles que realmente vivem bem consigo mesmos sabem que, se forem capazes de se deitar e dormir todos os dias com tranquilidade, suas vidas já valeram a pena.

Inserida por RivaAlmeida

Deus abençoe a todos a aqueles que neste natal e anos vindouro, só queriam apenas ter, não presentes nem ostentações, mas sim algo para comer em sua mesa.
E para esse eu peço abençoe Deus, pois os homens a esses que são os mais sofridos e necessitados esses foram esquecidos pelos homens.
Mais não pelo senhor Meu Deus!

Inserida por Renato01976

Não me importo mais

Já vivi sem limites
Me embriaguei para esquecer
Gritei para todo mundo ouvir
Desejei a felicidade
Enlouqueci por ti
Prendi a respiração para morrer
Desejei que desaparecesses
Arrependi-me de tudo que desejei
Vivi como se o mundo fosse acabar
Acabei-me de tanto rir
Cantei como se a canção fosse de minha autoria
Desisti de viver
Dei asas à minha imaginação
Desejei voar
Voei até onde pude ir...
Já me importei com tanta coisa
Hoje, nada mais me importa.

Inserida por Rita1602

Escrever

Gosto de escrever...
Enquanto escrevo meus pensamentos vão além
Minha imaginação voa
Minhas mãos deslizam
E sai um poema.

Adoro escrever...
Enquanto escrevo é em você que eu penso
Minha alma canta
Meu coração bate descompassado
Ao descrever o que sinto.

Amo escrever...
Enquanto escrevo a tristeza não chega
A felicidade explode
A vida enaltece
A saudade não bate.

De tanta paixão pelos escritos
Deixo aqui minha vida
Na certeza de nunca ser esquecida.

Inserida por Rita1602

COM CERTEZA

Se for para invadir meu mundo que seja para valer, que seja sem muitos rodeios. Adentre com convicção, com certeza, não acorde minha felicidade, não desperte a saudade, nem cultive expectativas se não for para ficar.

Deixe as delicadezas de lado, o romantismo adormecido, as gentilezas fora do contexto, afinal de contas você está só de passagem e esta sua vinda foi só um acaso.
Nada foi programado. O destino apenas quis provar que tudo ficou a uma distância adormecida, nada será sólido se não for unido com convicção.

Analise a situação. Cada dia, cada mês, cada ano, tudo foi evoluindo sem que tivéssemos planejado, fugiu do nosso propósito, ficou longe do nosso entendimento.

Mesmo assim foi bom o reencontro do passado com o presente. Movimentou as águas serenas, demoliu os muros que dividia as certezas das incertezas, despertou o rubro e forte sangue das veias que permaneceram estáveis a um longo período.

Pare de verbalizar, ninguém mais aguenta esse tipo de coisa. Vejamos: nada mais importa, a não ser os que nos deixe com a certeza de que tudo vale a pena.

Arriscar o que? Nada. Nada tem para arriscar, a não ser uma certeza dentro da outra. Ninguém mais quer incertezas, inseguranças, dissabores; o que importa hoje em dia é a certeza do que vamos sentir.

Portanto, se for para ter certeza, com certeza.

Inserida por Rita1602

⁠O CAMINHO
Lembremo-nos de que sempre será uma luta árdua. Não haverá retorno sem lutas. Não haverá felicidade sem buscas e não haverá vida plena sem conhecer o verdadeiro caminho. O caminho sempre estará a nossa disposição. Teremos apenas que o seguir com sabedoria e ele se abrirá como um leque para nos amparar.

Inserida por Rita1602

⁠Leis Universais

Em tempos de guerras interiores, acabamos não percebemos o que deveríamos. Vivemos alheios aos acontecimentos. Alheios a vida. Alheios ao agora. Por estarmos sempre vivendo no futuro, não vivemos o presente. E por não entender as leis universais deixamos passar as pequenas coisas que o presente nos oferece. Tememos o básico por medo e a felicidade que tanto almejamos se encontra alojada ali. Por buscá-la em outros lugares, ficamos a mercê num caminho sem perspectiva.

Manter o equilíbrio para encontrar a tal felicidade é difícil. Não fomos educados e nem preparados para isto. Por não estarmos preparados, não queremos passar trabalho, buscamos o que a nossa personalidade acha mais fácil e o mais fácil, não nos leva aonde gostaríamos. Percebemos então, que estamos patinando no mesmo lugar, faz tempo. Sem entender, vivemos buscando, e esta busca se torna cansativa e sem êxito. Somente entendendo as Leis Universais e os seus sinais é que poderemos sair vencedores nessa jornada.

Inserida por Rita1602

"Me desculpe pelas minhas palavras exageradas mais com toque de gesto meigo. É que em dias nublados minha estação metereológica muda com cada toque de temperatura da sua voz. Mais nada que não possa ser mudado. Ignore-me, às vezes é melhor pra nossa relação climática."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

“Indiferença: É o que você recebe por se preocupar com quem não deve.
Decepção: você recebe de quem não sabe reconhecer o quanto ela é importante.
Ingratidão: você recebe por ajudar e apoiar quem não merece.
Lamentação: você recebe de quem não sabe reconhecer sua felicidade e o único que ela consegue de você é que sinta "Lástima" por ela não saber ser feliz e acha que você não merece ser.”

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

“ Engraçado como pessoas que dizem gostar de você, ser sua amiga e o único que poderia era se sentir FELIZ POR VOCÊ ESTAR, mais o egocentrismo é tanto que se você conta algo, ela até finge que não ouviu ou não viu e deixa a inveja aflingir seu ego e demonstrar que gostaria que está felicidade fosse somente sua.”

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

“Tenha a certeza que pelo meio do caminho aparecerá alguém que te julgue, te magoe, te humilhe, que te deseje o mal e te decepcione.
Mas também tenha a certeza que por este mesmo caminho aparecerá quem te apoie, te ajude, te consola, te entenda, te estenda a mão e alegra sua vida. É essa pessoa que te dará força para seguir está luta com força e continuar com determinação. Guarde palavras que alimente sua alma e jogue as que te entristece de pessoas invejosas ao vento como as folhas de outono retornando a você em forma de amor, paz, felicidade constante.
Não olhe para quem te inveja, olhe para quem te admira e é feliz por você ser.”

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Aquela que do nada surgiu

Difícil em palavras explicar,
Um sentimento que aos poucos começa a aflorar,
Você surgiu assim tão de repente,
E agora já domina meu coração e mente.

A vida tem um jeito louco de nos juntar,
Sem explicação um simples "oi" senti vontade de dar,
E com esse "oi" muito mais pude conversar,
E te conhecer foi uma das coisas que tive a ganhar.

O medo em nosso peito ainda existe,
Lembrar do passado é normal,
É talvez o motivo para se ficar triste,
Ou agora estão nos compensando todo mal.

Mal esse que afetou o nosso coração,
Nos trouxe assim extrema dor,
Que agora é tomado pela paixão,
Trazendo consigo esse afeto e calor.

Será que posso dizer que agora sou capaz?,
Que agora a felicidade vai voltar?,
Ao meu coração não posso mentir jamais,
Pois tudo que ele quer é com você ficar.

A poesia é apenas um meio de dizer,
O quanto você na minha vida já significa,
Por isso você precisava saber,
Que talvez um dia poderemos formar uma nova família.

Inserida por Roberto_Galindo

⁠TAL DEUS CONSEGUE FAZER APENAS UM PLANETA COM SERES HUMANOS?

Será que tal Deus consegue fazer apenas um Planeta com seres humanos?
Será que os Poderes de tal Deus lhe possibilitam fazer um único Planeta com Pessoas?

Ou estamos tão Aculturados, tão Formatados e tão Doutrinados que não conseguimos enxergar a Verdade por meio da Observação da Natureza?

Mesmo o próprio Homem, produz mais de um seja descendente seja artigo nas suas fábricas!
E todos os outros seres vivos Observados, existem em mais de um!

Por exemplo, uma Mangueira produz muitas mangas que embora com qualidades diferentes sendo umas melhores que outras, todas são mangas e a Mangueira ama a todas as suas mangas sem importar a diferença da qualidade entre elas!

O mesmo acontece com muitos animais incluindo os mais ferozes, cada origina muitos filhotes que embora com qualidades diferentes todos são filhotes e ama a todos os filhotes!

Portanto, o Poder de Criação de um Criador lhe possibilita criar mais de uma mesma Criação!

Assim, tal Deus consegue fazer mais de um Planeta com seres humanos, os seus Poderes lhe possibilitam fazer muitos Planetas com Pessoas, no Cosmo há muitos Planetas com seres humanos, pensar que somos os únicos é das maiores Ignorâncias e dos maiores Orgulhos!

Contudo, a qualidade entre os mesmos Planetas difere, sendo uns melhores que outros, uns com seres humanos mais Conscientes que outros, uns de Felicidade e outros de Sofrimento!

O Planeta em que estamos é um dos Planetas Terra de Sofrimento por ter seres humanos menos Conscientes, e estamos no Sofrimento porque escolhemos experimentar o Sofrimento pelo livre-arbítrio que nos foi conferido ou pela liberdade de Construir e Viver o nosso próprio Conhecimento ou Realidade que sobretudo é Ilusória, por isso, a responsabilidade pelas consequências será sempre de cada Pessoa ou Alma, cada um deve limpar a Consciência Errada que acumulou em si mesmo porque ninguém pode limpar na conta do outro!

Os Planetas de Sofrimento são para Pessoas que decidiram experimentar a Consciência Errada ou Oposta e os Planetas de Felicidade são para Pessoas que decidiram viver a Consciência Correcta ou Harmónica, consequentemente, o Criador não castiga ninguém em nenhum fogo de Inferno nem destrói alguém, pelo contrário, ele Ama a toda a sua Criação e, por isso, distribui cada Alma Humana em cada Planeta conforme o modo de vida que cada Alma escolhe viver ou conforme a qualidade da Consciência de cada Alma!

Para entrar num Planeta de Felicidade é preciso que a Alma tenha os requisitos correspondentes a tal Planeta!

Em geral, para os que verdadeiramente querem entrar num Planeta de Felicidade, a única forma de reunir os requisitos necessários é Exercitar a Reflexão Crítica e ser Correcto em Tudo!

Inserida por Amanciorego

Essa é uma filosofia muito sábia que reflete um princípio de generosidade e compaixão. A ideia de "derramar o que está em excesso" sugere que, ao compartilharmos o que temos de mais abundante, como amor e gratidão, estamos agindo de uma forma natural e autêntica.

**Por que isso é importante?**

1. **Abundância Interior:** Quando você tem mais do que suficiente, compartilhar um pouco desse excesso não diminui a sua abundância, mas a aumenta. É um ciclo virtuoso que gera mais amor e gratidão.

2. **Conexão e Compreensão:** Ao compartilhar o que temos em excesso, criamos conexões mais profundas com os outros. Isso promove uma maior compreensão e empatia.

3. **Transformação Pessoal:** Ao dar, muitas vezes, percebemos que recebemos mais do que demos. Isso pode transformar a nossa própria vida, trazendo mais alegria e satisfação.

4. **Criação de um Ambiente Positivo:** Quando espalhamos amor e gratidão, criamos um ambiente mais positivo e harmonioso. Isso pode influenciar não apenas as pessoas ao nosso redor, mas também a nossa própria percepção do mundo.

5. **Cultivo da Gratidão:** Ao praticar a generosidade, cultivamos uma atitude de gratidão. Percebemos o que temos de bom e isso nos leva a agradecer mais, o que, por sua vez, nos faz sentir mais plenos e satisfeitos.

6. **Inspiração para Outros:** Nossos atos de generosidade podem inspirar outros a fazerem o mesmo, criando uma onda de positividade que se expande.

**Como aplicar essa filosofia na vida diária?**

- **Pequenos Atos de Bondade:** Simples gestos como um sorriso, um elogio sincero, um abraço ou um tempo de escuta podem fazer uma grande diferença.

- **Expressar Gratidão:** Agradeça pelas pequenas coisas que acontecem ao seu redor. Isso pode transformar sua perspectiva e aumentar sua própria sensação de abundância.

- **Compartilhar Tempo e Recursos:** Se você tem mais do que suficiente, compartilhe seu tempo, conhecimento ou recursos com aqueles que precisam.

- **Cultivar uma Atitude de Abundância:** Em vez de focar no que falta, concentre-se no que você tem de mais. Isso pode transformar sua mentalidade e abrir espaço para mais generosidade.

Lembre-se, a generosidade não é apenas um ato, mas um estado de espírito que pode transformar a sua vida e a vida daqueles ao seu redor.

Inserida por NatalirdesBotelho

Que a sua própria chave não estava com ele, a isso ainda menino habituou-se a saber, e dava piscadelas que, ao franzirem o nariz, deslocavam os óculos. E que a chave não estava com ninguém, isso ele foi aos poucos adivinhando sem nenhuma desilusão, sua tranquila miopia exigindo lentes cada vez mais fortes.
Por estranho que parecesse, foi exatamente por intermédio desse estado de permanente incerteza e por intermédio da prematura aceitação de que a chave não está com ninguém – foi através disso tudo que ele foi crescendo normalmente, e vivendo em serena curiosidade.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Miopia progressiva.

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Inserida por jaqueabreu_4_1066360

De algum modo pairava acima da própria miopia e da dos outros. O que lhe dava muita liberdade. Às vezes apenas a liberdade de uma incredulidade tranquila. (...)

“Amor sem seleção” representava uma estabilidade ameaçadora: seria permanente, e na certa resultaria num único modo de julgar, e isso era a estabilidade. A estabilidade, já então, significava para ele um perigo: se os outros errassem no primeiro passo da estabilidade, o erro se tornaria permanente, sem a vontade da estabilidade, que é a de uma correção possível. (...)

Aceitara a incerteza, e lidava com os componentes da incerteza com uma concentração de quem examina através das lentes de um microscópio. (...)

Ele conheceu uma das raras formas de estabilidade: a estabilidade do desejo irrealizável. A estabilidade do ideal inatingível. Pela primeira vez, ele, que era um ser votado à moderação, pela primeira vez sentiu-se atraído pelo imoderado: atração pelo extremo impossível. Numa palavra, pelo impossível. E pela primeira vez teve então amor pela paixão.

E foi como se a miopia passasse e ele visse claramente o mundo. Talvez tenha sido a partir de então que pegou um hábito para o resto da vida: cada vez que a confusão aumentava e ele enxergava pouco, tirava os óculos sob o pretexto de limpá-los e, sem óculos, fitava o interlocutor com uma fixidez reverberada de cego.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Miopia progressiva.

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Inserida por jaqueabreu_4_1066360