Textos Gosto
Não gosto da Frieza, sou quente como fogo, mas a maturidade vai chegando, junto com ela vamos ficando seletivos, ja não fazemos questão de quem não faz questão da gente, não imploramos amigos, amores, atenção, carinho.
Ainda queremos tudo isso, mas, nos tornamos cuidadosos, não doamos o nosso melhor para qualquer um, e nem recebemos se não for dado com sinceridade,
e, livremente.
As 12 coisas que mais gosto na vida:
- viajar
- dormir
- sonhar
- Abraço ( é claro que nao é qlq um)
- beijo ( é claro que nao é qlq um)
- comer ( é claro que nao é qlq coisa)
- louvar ao Criador Eterno
- Meditar na Palavra
- Meditar na vida
- Música ( é claro que nao é qlq uma)
- Filmes ( é claro que nao é qlq um)
- Crianças, pureza e alegria
Todo dia eu tomo meu café, pensando em ser outra,
Levanto ainda com o gosto, e ainda a mesma.
Não sinto, só sigo no ritmo das horas, que passam lentas e iguais, assim como eu, ansiando por ser diferente.
A rotina me esmada, mas não parece.
O vazio me sufoca, e estou respirando.
Ainda estou? Estranho…
Quando o dia finda, meu corpo magro e frágil pesa como pedra, meus olhos ardem, mas o pensamento corre, corre. Quero fugir, e tomo os comprimidos que me entorpecem o corpo.
Quando deito, a culpa é um buraco grande e profundo.
Eu ainda quero ser outra. Como pode?
Ela tem tudo, e eu quero outra...
Gosto de Shakespeare...
Autoajude-se, diz ele; não fique sentado esperando que lhe tragam o que seu coração deseja.
Se gosto de Shakespeare porque batemos longos papos? E ele sempre me ajuda a resolver meus problemas? É aquele amigo com quem posso contar o tempo todo?
Não, não o conheci pessoalmente... conheço alguns de seus textos... como o que acabei de citar, por exemplo.
Vejam que interessante: autoajude-se, diz ele... não fique sentado esperandoque lhe tragam o que seu coração deseja - nada contra em receber uns agradinhos de quando em quando... mas não faça disso sua rotina.
Ah! Pensamento doce: “Não é digno de saborear o mel, aquele que se afasta da colmeia com medo das picadas das abelhas”... diz nosso respeitado escritor.
O medo paralisa? Sim... e ainda bem... em certas situações - se não, haveria centenas de pessoas se jogando precipício abaixo unicamente em busca de adrenalina.
Mas que não seja o medo a impedir você de viver as doçuras que a vida oferece... saboreie, lambuze-se e viva!!! Viva a doce vida, dear friend!
Mas, pra mim, o suprassumo de Shakespeare é: “Seja como for o que penses, creio que é melhor dizê-lo com boas palavras”.
Autoajude-se, car@ amig@... Tome cuidado consigo mesmo... mas, lembre-se: são pessoinhas com coração as que ao seu lado estão.
Então:
a) Preste atenção.
b) Fale com o coração.
c) Cuidado com o tom.
d) E... por fim... se souber que suas palavras podem magoar - um tiquinho que seja -, ponha na sua boca sua própria mão... e não fale nada, não.
Eu não gosto de meio termo
Sou frágil, inquieta
Tenho vontades e verdades,
Um pouco de insanidade e medo,
Vivo a vida intensamente,
Sinto que sei pouco, sobre tudo,
Às vezes tento abraçar o mundo,
Tenho pecados guardados,
Segredos que talvez nunca serão revelados,
Às vezes limpo a página do meu livro,
Apago da memória os tropeços,
E acabo quase sempre caindo,
Sou apaixonada por sorrisos,
Por olhares perdidos,
A inteligência me excita,
Brinco com palavras, faço rimas,
Me atraio facilmente por filosofia,
Sou uma mulher perdida e em dois passos me torno uma menina,
Adoro a brisa fria,
Que entra pela janela,
Estou quase sempre confusa,
É difícil me sentir completa,
Às vezes alguns pensamentos me invade,
Junto com ele vem a saudade,
De tudo que já fui um dia,
Mas hoje sou a melhor versão de mim,
Com pequenos erros e lacunas de acertos,
Sempre tento ficar longe do fim.
Um bloqueio absurdo me contém,
Não que seja refém de outrem,
O tempo me abstrai do gosto,
Não gosto,
Sinto falta do ócio,
Que nunca mais vem,
Deitar na grama,
Esquecer que se precisa de grana,
Não se obrigar e sorrir,
Sem cronômetro para sentir,
Presa num aquário de gente,
O futuro me observa,
Sem reserva,
Sem respiro,
Apenas um tiro,
Direto para o que interessa,
A pressa de poder ter uma vida melhor,
Na dualidade de dar meu tempo para no futuro ter mais tempo,
Hora essa...
Faz sentido essa peça?
"E você gosta de mim?"
— me pergunta o meu amor;
então lhe respondo assim:
não gosto não, minha flor.
Gosto de ver o sereno,
pato, galinha e pinto,
para expressar o que sinto
verbo gostar é pequeno!
Quem dera o verbo gostar
pudesse nesse momento!
mas somente o verbo amar
expressa meu sentimento!
O mais do mesmo é tosco, banal.
Gosto do que é diferente. Daquilo que alegra a gente pelo que somos e não pelo que temos.
Um tanto inconsequente essa correria, desenfreada, para ter aquilo o que o dinheiro compra.
Devasta o ambiente e a própria sensatez.
Como traças, diretas e indiretas, constrói a estupidez disfarçada de evolução.
TRIBUTO
Eu acato cada verso de uma poesia
Com gosto de ventura e de passado
Onde cada ritmo é um elevo sagrado
De dourado sonho e sentimental via
Bendigo o vocabulário em sintonia
A ousadia duma inspiração, ao lado
A poética que faz do bardo fadado
Ao tom intenso que d’alma contagia
Os versos são eternos, com riqueza
Da mente que tem saudade, tristeza
Também, de ser emotivo, ser amado
Sensação que torna vez em quando
A imaginação no imaginário voando
Para se tornar no aplauso venerado
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
13 fevereiro, 2022, 15’25” – Araguari, MG
te amo um pouco, te odeio um pouco,
te gosto um pouco, n te gosto mtt, é
uma bolha de várias coisas msm. tu
me irrita igual as minhas amigas me irritam, mas VC
é legal (as vezes). tu é zero de qi pra
inglês, mas plmns é cheiroso (sim, vC
tem cheiro de creme queratina), vc é
meu príncipezinho bobinho mas td
bem, já aceitei sua burrice
considerável. nao, n tem mais ninguem
minha vida n, nunca teve, sempre foi
tu e só tu. e eu sei q vai gostar muito desse texto,isso pq vc é apaixonado demais
entendeu, e eu sei q vc me ama
entendeu, e é.
Eu gosto.Quando isso acontece é assim...sem razão.
Mas aprendi a deixar de gostar.
Quando isso acontece é assim sem razão.
Quando eu gosto não existem estradas...oceanos...noites escuras...ou Saudades que me impeçam de gostar. Fico feliz por qualquer vírgula e choro junto qualquer reticência. ..
Mas aí eu deixo de gostar e fecho o álbum de fotos dos momentos passados...amarelam em um instante e eu fecho o baú a 7 chaves.
Quando gosto todo dia é dia de encontro...de festa..de risadas...
Mas o tempo passa.As palavras ficam tatuadas...Os gestos cravados na memória. ..e fecho tudo com um cadeado a mais.
Eu nem escolho as pessoas...quando chegam eu abro as portas e o coração. ..podem entrar e fazer parte da minha vida como se fossem parte de mim.
Mas eu nunca amei as unhas ou os cabelos...Os cílios ou a pele ao ponto de sofrer quando os perco....partes de mim também vão embora...
Quando alguém diz gostar de mim posso ser invadente...porque eu me conheço. ..e sei...sei que posso ir embora.
Quando gosto eu sou invadente...porque me conheço e sei...sei muito bem que eu posso deixar ir embora...
Assim..sem explicação. ..sem motivo aderente..sem razão. ...simplesmente porque tudo tem um fim.
Indialokita
Gosto
Eu gosto de pensar em ti,
parece que presente estás.
Gosto do teu gostoso olhar.
Sorriso doce, riso alegre,
jeito diferente que faz o
coração sonhar.
Gosto de te gostar,
gosto de te amar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista R/J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da Acilbras -Cadeira 681-
Patrono -Comendador Maestro - Armando Caaraüra
Presidente da Acilbras.
A princesa que amou o príncipe
Vivo viajando na leitura, viajo porque gosto de pensar.
Não penso porquê leio escritas, penso no que o mundo possa me dar...
E por amor a literatura, li os meus sonhos, e fui em busca de realiza-los..
Um certo dia, a princesa amou o seu príncipe.
Amou porque me desliguei do meu mundo e fui viver em outro mundo..
Chegando lá, fui logo sendo julgado...
E a sentença era favorável a mim, porque me programaram só para amar...
Me sentenciaram como um poeta e fui ver o que a os juízes tinha para me ofertar.
No tribunal, lá estava ela, era a princesa dos meus sonhos vestida de branco e com o seu olhar de nobreza, se pôs a mim a falar...
---Poeta! És agora o meu príncipe
---E eis aqui um castelo somente nosso.
--Ele foi projetado porquê minha índole de mulher de nobreza falou muito por nós.
--Você! você foi privilegiado pelo meu amor, e é com ele que quero pro resto da vida, te amar...
--Tome sua coroa, e prospero-te com o meu amor, porquê te amo mais que as forças das ondas do mar...
--Desde então, quando te vi, me desenhei em teus braços, e como a princesa, dou-te também o coração...
--Esbanja-te logo comigo, que dou-me por inteira em tua alma e quero também estar alojada no âmago do seu olhar..
Ouvindo essas palavras, o príncipe poeta em seus ouvidos começou a declamar.
Princesa!
" Por ter-me entregado o teu amor,
prometo-te fazer de minha rainha, e nesse reinado, não terá somente nós.
Terá nossos filhos, para que no futuro possa ter príncipes e princesas nesse mundo de sonhos, assim como nós.
O teu amor por mim foi além, e por isso quero também pro resto da vida te, amar...
E no mínimo, quero eu para ti, compor três vezes ao dia.
Serão melodias românticas com seu nome, só para cada vez mais, por mim, apaixonar...
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
O ato de Escrever
Gosto das coisas que me tocam, as vezes certas coisas me tocam que perco a capacidade de controle sobre o que penso. É como se eu entrasse em suspensão e assistisse a ousadia de minha inspiração escrever como se ver uma máquina antiga de datilografia escrevendo sozinha, como se ela soubesse o que diz e ignorance quem sou. Apenas diz. E é nesse momento que estou lá. Por dizer algo que não sei de onde vem, mas que sinto de uma maneira tão genuína que me encontro.
É um saber que não é meu, mas que ecoa de mim. Reverbera no corpo e me ponho a sentar para asisstir um movimento causado como efeito de despertar sentimentos.
A partir daí, não me restar nada mais, pois algo assopra em meus ouvidos o dito que não é meu, mas que faz parte de mim, porque sou um pouco de tudo que me inspira, pois a vida me toca!
E no momento que transcrevo isso perco total autonomia de um egoísmo humano. É como uma nascente, que não cabe dizer ao rio por onde correr, apenas fluir, e por fluir não precisa do controle do que diz. Então em verbo estou. Estou lá como tudo aquilo que me toca, que sinto, que assombra e faz sentido pra mim.
Sensações
Eu gosto do orvalho da manhã que surge com o brilho do sol cortando suavemente a escuridão da noite
Mas, também, tenho paixão pelos fins de tarde que colorem melancolicamente o horizonte com um doce e alaranjado degradê
Impossível não falar e sentir o quão é hipnotizante e inebriante as estrelas que reluzem no céu durante o escurecer
Entretanto, nada é mais valioso e cativante do que o anúncio da chegada do despontar de um novo amanhecer
Uma lágrima cai em meu rosto
Sinto-me profundamente arrazada
perdi pela vida o gosto
e agora aqui só me resta
uma lágrima em meu rosto
Vidas e vidas perdidas
vida por vida acabada
agora aqui só me resta uma lágrima
que não adianta nada
Sofrimento, prisão e rancores
amores e sentimentos perdidos
sentimentos macabros, temores
hoje para mim transmitem horrores
Uma lágrima cai onde já caíram muitas
rosto marcado por tantos pesares e sentimentos
pesares e sofrimento milhares
Em meu rosto cai uma lágrima
mas não cai a esperança
em meu ser sentimento profundo
uma interminável lembrança (10.04.1999)
Sabor da vida
Eu gosto de sentir a terra
Eu gosto de falar de cor
Eu gosto de ver a borboleta
Eu gosto de cheirar a flor
Eu gosto do olhar que sorri
Eu gosto da boca que abençoa
Eu gosto de quem é de verdade
Eu gosto de quem é de boa
Eu gosto de quem é simples
Eu gosto de quem é esperança
Eu gosto de quem dá a mão
Eu gosto de quem é a mudança
Eu gosto de quem abraça
Eu gosto de quem procura
Eu gosto de quem fica
Eu gosto de quem é a cura
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 04/05/2022 às 19:35 hrs
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Arredia
A quanto tempo não escuto
O canto das cigarra
Que ainda hoje, já adulto,
Gosto tanto dessa farra.
A cigarra me encanta com sua melodia Fico procurando, meio abestalhado, Mas ela é muito arredia
Se consigo vê-la, me sinto premiado.
Gosto tanto das cigarra
Que fiz até uma poesia
Foi minha primeira, feita na marra Pensei até que num saía.
-ABSTINÊNCIA
Sua ausência, me trás graves consequências.
Gosto de sentir a causa da sua essência
E o quanto você me trás essa energia, energia essa que a qualquer um contagia
Essa desistência, que me causa abstinência
Abstinência do seu abraço, abstinência de olhar para seus traços.
Você me causa abstinência, abstinência do seu carinho, de ficarmos sozinhos.
Devia termos ficado mais tempo sozinhos na última vez que te vi, por que sei que quando estou com você , meu corpo fica fora de si.
As madrugadas em que passávamos, quando juntos estávamos.
Agora você olha pra ela, não entendo oque ela tem, talvez seja ela que te faça bem,
Quando você precisa de alguém.
Talvez eu não seja única como você costumava a dizer, e agora não sei oque fazer
Pra tirar essa abstinência que criei de você
Sabor da vida
Gosto das manhãs
Que tem cheiro de esperança
Que os passarinhos cantam
E que as flores entram na dança
Gosto de acreditar nos sonhos
Que a fé move barreira
Que o tempo traz respostas
Que o vento leva a poeira
Gosto da chuva
Que lava a alma
Que leva as dores
E que transmitem calma
Gosto de acreditar nos caminhos
Que existe gente boa
Que o mundo não está perdido
E que a gente não veio atoa
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 17/05/2022 às 22:00
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
