Textos Engraçados sobre a Vida

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⁠Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.


Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.


A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.


Mas viver não é apenas contemplar.


Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.


Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.


Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.


Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.


E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.


Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.


E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.


Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.


Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.


Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.

⁠Não há arrependimento de mãos ensanguentadas que devolva a vida de um inocente.


Essa é uma das verdades mais duras que a existência humana pode encarar.


Há erros que podem ser corrigidos, palavras que podem ser retiradas, pontes que podem ser reconstruídas e feridas que o tempo até consegue cicatrizar.


Mas existem escolhas cujas consequências atravessam o limite do reparável.


Quando uma vida inocente é interrompida, não há remorso capaz de inverter o curso dos acontecimentos, nem lágrimas doloridas e suficientes para preencher o vazio deixado por uma ausência definitiva.


O arrependimento possui um valor inegável.


Ele revela a consciência desperta para o peso dos próprios atos.


É a alma reconhecendo aquilo que antes ignorou, desprezou ou justificou.


Contudo, o arrependimento não é uma máquina do tempo.


Sua função não é apagar o passado, mas impedir que a mesma escuridão continue produzindo destruições futuras.


Talvez por isso a responsabilidade seja uma virtude tão necessária.


Antes de cada decisão, existe um instante muito silencioso em que ainda somos livres para escolher.


Depois que a ação se concretiza, passamos a ser prisioneiros de suas consequências.


A verdadeira liberdade habita o momento da escolha; a responsabilidade habita tudo o que vem depois.


Vivemos em uma época em que frequentemente se busca justificativas para tudo.


Circunstâncias, emoções, traumas e pressões são apresentados como explicações para atitudes que jamais deveriam ter acontecido.


Embora compreender as causas de uma tragédia seja muito importante, nenhuma explicação transforma o errado em certo, nem devolve à vítima aquilo que lhe foi tirado.


A compreensão pode esclarecer; a justificativa, porém, não absolve.


Existe também uma lição bastante dolorosa sobre o valor da vida humana.


Muitas vezes, ela só é percebida em sua plenitude quando já não pode ser recuperada.


A presença que parecia comum torna-se insubstituível.


A voz que era rotina transforma-se em profundo silêncio.


E aquilo que foi tratado como descartável revela-se um universo inteiro que jamais voltará a existir.


Por isso, mais do que refletir sobre o arrependimento, é necessário refletir sobre a consciência.


Sobre o cuidado com as próprias ações.


Sobre a capacidade de enxergar a humanidade do outro antes que seja tarde demais.


Porque a verdadeira sabedoria não está em lamentar o mal causado, mas em impedir que ele aconteça.


No fim, o arrependimento pode transformar quem errou, mas não ressuscita quem partiu.


E talvez essa seja a razão pela qual algumas escolhas carregam um peso tão imenso: elas nos lembram que há danos que o tempo não desfaz, palavras que silêncio algum corrige e vidas que, uma vez perdidas, permanecem para sempre além do alcance de qualquer pedido de perdão.

Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.


Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.


Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.


A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.


Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.


Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.


Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.


E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.


O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.


Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.


Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.


Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.


A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.


Seu valor é anterior a qualquer mérito.


A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.


Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.


Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.


Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.


E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.


Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.⁠

⁠E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?


Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.


Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.


A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.


É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.


É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.


Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.


A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.


Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.


Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.


É a consciência de que ele não volta.


E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.


A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.


Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.

⁠Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.


Adiamo-nos.


Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.


E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.


Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.


Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.


Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.


Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.


E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.


Cada dia que passa não fica à nossa espera.


Vai embora.


Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.


Há uma urgência muito discreta em estar vivo.


Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.


Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.


O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.


A morte não é apenas o fim da vida.


Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.


Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.


A vida pode não ser infinita.


Mas pode ser inteira.


E talvez isso seja o suficiente.

⁠O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.


Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.


O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.


Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.


Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.


Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.


É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.


É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.


Porque paixão pode incendiar.


Desejo pode estremecer.


Encantamento pode nos tirar o chão.


Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.


No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.


É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.


E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.

⁠O Dinheiro
não pode comprar Vida, mas pode comprar Qualidade para a Vida que restar.


É uma frase bastante incômoda, talvez porque toque justamente onde preferimos não olhar: o Tempo é o único patrimônio que, depois de gasto, não pode ser recuperado.


Dinheiro não compra mais uma manhã, não devolve um abraço que ficou para depois, não impede que os anos passem.


Não compra juventude, nem garante que estaremos aqui amanhã.


Mas pode, sim, diminuir sofrimentos, proporcionar conforto, permitir escolhas e transformar determinados momentos da existência.


Há quem passe a vida inteira acumulando recursos e se esqueça de viver.


Há também quem romantize a falta de dinheiro, como se a precariedade fosse uma virtude.


Nenhum dos extremos parece fazer sentido.


O dinheiro é uma ferramenta.


O problema começa quando ele deixa de servir à vida e passa a ser o motivo pelo qual a vida é adiada.


Porque, no fim, talvez a verdadeira riqueza não esteja simplesmente em ter muito, mas em poder usar aquilo que temos para tornar melhor o tempo que nos foi concedido.


Uma moradia mais confortável.


Um tratamento médico digno.


Uma viagem há muito sonhada.


Tempo para estar com quem amamos.


A possibilidade de dizer “não” ao que nos destrói e “sim” ao que nos faz bem.


Pequenas liberdades que, quando a vida aperta, descobrimos que também têm preço.


Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto dinheiro conseguimos juntar, mas quanto da nossa vida conseguimos preservar enquanto o juntávamos.


Afinal, chegar ao fim da estrada com os bolsos cheios e o coração vazio também pode ser uma forma de pobreza.


O dinheiro não compra a vida…


Mas pode ajudar a cuidar dela — enquanto ela ainda é nossa.

E quantas primaveras são necessárias pra se florir por inteiro?
Quantos anos de vida são necessários pra vivermos nossos sonhos?
Acho todos não seriam suficientes.
O bom é quando as pessoas conseguem no pouco que ja viveram mostrar ao mundo sua beleza. Cativar com sua presença e aproveitar o melhor que o mundo pode oferecer. Bom é poder ver amor nas atitudes, sabedoria nas palavras... bom é o prazer de conviver.

Inserida por Jonatanribeiro

É normal sentir que sua vida gira e permanece no mesmo lugar? Nada se altera, o tempo prossegue e você já desconhece uma surpresa. Você deseja que aconteça um fato, um encontro, qualquer coisa, mas que produza uma guinada em sua vida. Mas a vida é tirana. Não corresponde as suas vontades. Ela escreve o seu destino sem sua anuência.
E dessa contradição de interesses que constroem estradas distintas, com futuros, sonhos e desejos diferentes surgi o embate que rege a vida: seus sonhos versus a odisseia profetizada para você. Você batalha, cumpre o seu penar, mas a distância que o afasta do seu sonho alarga-se, não reduz. Por quê? Porque a vida é tirana.

Inserida por AlanMatheus

A vida inteira a gente busca um certo Alguém..
Que venha a nos completar...
Como se estivesse nos faltando algum pedaço...
Alguém que seja como um espelho...
Onde possamos nos refletir...
E nos reconhecer...
Porque,quase sempre, cultivando uma auto-imagem distorcida...
Carecemos dos olhos amorosos do companheiro...
Para vislumbrar e valorizar nosso eu real ...

Inserida por llbarreto

Nessa estrada da vida, disperdicei o amor,
a verdadeira eu trocava por outra qualquer,
perdi tanta coisa,
sofri mais também eu já fiz sofrer, mas com o tempo aprendi a
amar e a viver
hoje eu não tenho vergonha de olhar nos meus olhos,
hoje o que eu tenho me basta, encontrei o amor. Eu tenho um grande amor, e dessa eu não largo, ela é presente de Deus, é linda por dentro e por fora, e dessa eu não abro mão, ela me conhece, me ama,
é a dona do meu coração.

Inserida por pasiquisse

Louco por ti

O que levei dessa vida
Foi o prazer de conhecer os loucos,
Que usaram sua loucura como saída
Naquilo que era arte para poucos.

Um beijo no pulso te dei,
Para curar tua alma sofrida.
Tua cicatrize eu amei.
Assim como as dores nela contida.

Não sou tolo, sou louco.
Minha arte é em seus olhos mirar,
Para descobrir do seu segredo um pouco,
E entender como te amar

Inserida por vitorap

Poesia
De onde vieram os poemas?
Primeiros eles eram pensamentos,
Da minha vida sem muitos contentamentos
Que resolvi em minha alma guardar.
E como uma reação química, sofreram pressão,
Que senti em cada veia do meu coração,
Mas eu não posso pronunciar.
Foi neste ponto que em palavras se transformaram
Felicidade e dor causaram
No momento tão delicado que é escrever.
Por fim meu poema em ti se contempla.
Os seus olhos, os verdadeiros poetas,
Que perceberam a beleza destas palavras ao ler.

Inserida por vitorap

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Deus tem Um proposito na sua vida
por tanto se você esta em algum lugar que esta sofrendo chantagens, critica ou ofensas , NÃO SE ABALE, pois Deus é maior e você não esta ali atoa, pois tem alguém que olha pra você e vê augo mais , ele sim te conhece bem e quem te jogou pedras terá volta ,e o seu perdão mudara tudo!! ...................................... ;D

Inserida por AlineTudeia

Na vida existem problemas, e pra nossa sorte, também soluções, pessoas boas e ruins, dias de glórias e uns em que tudo que mais desejamos é que eles acabem. Existem desejos, vontades, que podem sumir de um dia pro outro e há aquelas também que enquanto não fizerem parte do seu guarda-roupas você não descansa.

A VIDA é isso, não fique ai achando que por que uma coisa te desagradou será o fim de TUDO. Ela é curta, mas a volta é grande, enquanto o mundo gira o dia ruim vira bom. Don't worry!

Inserida por lannaokuma

Sou de uma vida sem conto.
Sou de uma família sem nome.
Sou influenciado pelos amigos a praticar maus actos.
Eu sou a fonte da tristeza.
Olhem para mim pobre como sou.
Olhem para a minha mãe sempre triste por não ter nada para dar de comer aos seus filhos.
Os meus irmãos tornaram-se delinquentes.
Passam a assaltar pessoas inocentes.
Andam pelas ruas sem nenhuma esperança.
Colocando em risco a vida de várias famílias.
Causando um fraco desenvolvimento no país
Olhem só como é que o mundo é cruel.
Os meus primos invejam-me.
Ocultam a minha identidade.
Tornam-me a vida cada vez mais difícil.
Fazendo-me mergulhar nas profundezas do rio.
Os jovem abulem a formação em troca do copo.
Caindo no desrespeito e na falta de educação.
Causando problemas aos seus familiares.
E retorno nas suas vidas.
Adolescentes com amoralidade.
Fazem do mundo um sítio de ofensas.
Onde não há respeito nem sentimento.
Num mundo de turbulência.
Dominado pela violência.
Pelo prazer de fornicação.
Amando o álcool.
Esta é a realidade em que nos encontramos.

Inserida por Deusdedithh

O destino é impiedoso,
Nessa imensidão que é a vida, onde nos
encontramos, eu achei você.
Mas, no mesmo mundo eu o perdi. Soltamos
nossas mãos. Você soltou a minhas mãos. Nosso
fio blindado, nossa conexão se partiu.
Ficamos desconectados.
E esse mesmo mundo em que falo ficou
estreito para mim, porque vejo você em
qualquer parte dele.
O destino me iludiu, mostrou as suas garras e
usou de seus truques mais peversos . Mas, se
eu abaixasse minha cabeça para ele, eu não
seria eu mesmo. Mostrarei de minhas
artimanhas e ele verá que não sou mais um
bobo. Sou grandinho e sei me defender.

Inserida por Daniele934Lestranger

A IDADE
Fico idosa mas não fico velha
O tempo marca o meu corpo
A vida ensina minha alma
No amor sempre terei a força
Nos olhos a esperança
No coração carrego a minha eterna criança

O humor será meu tempero
Sempre estarei acompanhada
As lembranças fazem parte das minhas histórias
As saudades minhas vitórias

Vivo hoje e o agora
O amanhã a Deus pertence
Vibro todos os momentos
Acredito na humanidade
Conquistei a liberdade
Para lutar todos os dias pela igualdade

Amo a vida!
Sem arrependimento
O que fiz está feito
O que não fiz
Quero fazer direito

A morte não me assusta
Acredito na justiça divina
A morte... deixa na terra o meu corpo
E leva a minha alma para cima

A terra Deus fêz para passagem do homem
"Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come"
Deus é o nosso Pai
E como Pai ele nos acolhe

Inserida por Waldetes

Uma personagem clássica.

A vida é uma tragédia.
Sua história é uma epopeia.
Suas frases são versos.
Suas ações são uma peça.
Deixe-me ser sua simetria.
Faça-me bela como a nona sinfonia.
Torne-me o motivo da guerra de Tróia.
Lapide e crie a mais bela joia.
Contudo, o fim é cruel.
Não vou negar o que sinto por você,
E beberei cicuta.
Chamar-te-ei Tétis, e será minha ninfa,
E estarei preso nas tormentas.
Ficarei na incerteza de sua traição,
E serei mais um casmurro.
O Destino, autor da minha literatura
É inteligente e irônico,
Ele tornou-me um clássico,
Minha vida em folhetins que são escritos todos os dias.

Inserida por vitorap

A vida me ensinou que...

O tempo é minha estrada
Construída com cada pedra que colhida
Meu caminho sigo em frente
Vivo o presente
O passado é minha lembrança
Sou consciente
Manifesto minha vontade
Independente da vontade alheia
Apesar das influências
Somos responsáveis pelo nossos atos
Que ser flexível não é ser fraco
Se errei no passado
Quero acertar no presente
Não importa o que tenho
Mas o que sou
Não quero ser melhor que outro
Mas ser o melhor de mim
Que tenho raiva
Mas não sou cruel
Que amo
Sem ser possessivo
Que não é suficiente ser perdoado
Mas importante se perdoar
Que o mundo não para
Mas te atropela
Festejamos a idade
Mas é a experiência quem traz a maturidade
Que amar é divino
Mas que pode ser tarde
Para dizer "eu te amo",para quem sentimos

Inserida por Waldetes